
Ano 9 | nº 1936 |13 de março de 2023
NOTÍCIAS
São Paulo fecha a semana com preços estáveis
Nas praças paulistas, grande parte das indústrias frigoríficas aguarda o posicionamento das autoridades chinesas para retomar as compras de carne brasileira e algumas estão fora das compras até o final de março
No interior paulista, de acordo com apuração da Scot Consultoria, o boi gordo fechou a sexta-feira (10/3) valendo R$ 277/@, enquanto a vaca e a novilha gordas foram negociadas por R$ 260/@ e R$ 270/@, respectivamente (preços brutos e a prazo). Na avaliação da engenheira agrônoma Jéssica Olivier, analista da Scot, o mercado ainda aguarda o fim do autoembargo para a China, mas os preços da arroba já têm reagido positivamente algumas praças. Ela cita como exemplo algumas regiões situadas nos Estados do Tocantins, Mato Grosso do Sul e Paraná. “Podemos ver preços firmes nos próximos dias, a depender da situação das escalas de abate dos frigoríficos”, relata Jéssica. Com isso, os preços permaneceram estáveis ao longo da semana em São Paulo. Em Dourados – MS, com as escalas de abate encurtadas, compradores ofertaram R$2,00/@ de boi a mais. Para vaca e novilha, os preços ficaram estáveis na comparação dia a dia. Em Marabá – PA, com escalas de abate confortáveis, as cotações do boi, da vaca e da novilha ficaram estáveis na praça pecuária.
SCOT CONSULTORIA
Boi gordo: cotações avançam com escalas mais curtas
O mercado físico do boi gordo apresentou preços mais altos em algumas regiões na sexta-feira (10)
De acordo com o consultor Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado, isso ocorre em meio ao encurtamento das escalas de abate. “A indústria frigorífica tem priorizado a manutenção de escalas curtas neste momento, em especial as unidades voltadas à exportação”, comenta. Por conta disso, a demanda de virada de mês tem sido um elemento importante para a recuperação dos preços da arroba de boi gordo em grande parte do Brasil, segundo Iglesias. A China segue sem adquirir carne bovina brasileira. As autoridades chinesas seguem analisando os laudos e demais informações inerentes ao caso atípico reportado no Pará em meados de fevereiro. Em São Paulo, capital arroba a R$ 278, contra R$ 274 um dia antes. Dourados (MS), R$ 266, no comparativo com R$ 264 antes. Cuiabá (MT): R$ 241, contra R$ 240 um dia antes. Uberaba (MG): R$ 260, estável. Goiânia (GO): R$ 250, sem alterações.
O atacado encerrou a semana apresentando preços firmes. A tendência de curto prazo ainda remete para alguma alta das cotações, em especial para os cortes do traseiro bovino, avalia Iglesias. Os cortes do dianteiro e a ponta de agulha ainda encontram dificuldades em função da maior concorrência com a carne de frango, proteína mais acessível que ainda conta com a preferência de grande parcela da população, destaca o consultor. Quarto traseiro precificado a R$ 20,30 o quilo. Quarto dianteiro cotado a R$ 14,30 o quilo. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 14,50 o quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Carne bovina recua menos que arroba do boi em março, com margens positivas para os frigoríficos de mercado interno
No mercado futuro, a expectativa de uma solução rápida para retomada das exportações para China, faz contratos retomarem patamares pré-vaca louca
De acordo com o Consultor de Agronegócio do Itaú BBA, César de Castro Alves, o preço do boi gordo recuou 6% e os preços da carne bovina cederam 2%. “O spread estava próximo de 0,3% em janeiro e 0,5% em fevereiro, mas agora está 5,00% positivo em março. Não sabemos se isso vai se sustentar, mas a tendência é que continue”, informou. Com relação ao mercado futuro, o consultor esclarece que o mercado está analisando com otimismo a retomada dos embarques para a China. “Os vencimentos futuros estão recuperando os preços após o caso notificado de vaca louca no Pará. Nós acreditamos que o fim do embargo está próximo e tudo voltará a ser como antes”, comentou. Os preços futuros da arroba estavam cotados ao redor de R$ 296,00/@ antes da confirmação do caso de vaca louca. “Assim que teve a notícia, o mercado recuou para R$ 282,00/@ no dia 22 de fevereiro e agora está precificado em torno de R$ 293,00/@”, ressaltou.
Itaú BBA
Preço da carne tem maior queda em 15 meses
Retração média foi de 1,22% em fevereiro no país. Picanha foi o corte que mais barateou nos açougues
Os preços das carnes caíram 1,22% em fevereiro no Brasil, apontam dados divulgados na sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É a maior baixa desses produtos no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) desde novembro de 2021. Ou seja, a nova queda é a mais intensa em 15 meses, o equivalente a mais de um ano. Em novembro de 2021, as carnes haviam recuado 1,38%. Pedro Kislanov, Gerente da pesquisa do IPCA, lembrou que os preços já vinham em uma trajetória de trégua após fortes altas na pandemia. Segundo ele, a baixa em fevereiro deste ano pode ter sido intensificada pelo impacto inicial do embargo às exportações brasileiras para a China. A suspensão teria resultado em um aumento da oferta no mercado interno. Os embarques para o país asiático foram paralisados a partir de 23 de fevereiro, após a confirmação de um caso de mal da vaca louca no Pará. A variação do IPCA foi calculada a partir dos preços coletados no período de 28 de janeiro a 28 de fevereiro, segundo o IBGE. “As carnes já vinham tendo uma redução, mas nesse mês foi mais pronunciada. Por isso, acho que tenha efeito da redução das exportações”, disse Kislanov. A economista Luciana Rabelo, do Itaú Unibanco, faz avaliação semelhante. “Pode ter tido algum impacto [do embargo], mas é uma inflação que já vinha desacelerando”, afirmou. No IPCA, a variação das carnes reflete os preços de 18 subitens. Em fevereiro, a picanha foi o corte pesquisado com a maior queda (-2,63%). Em seguida, vieram fígado (-2,50%), alcatra (-2,50%), capa de filé (-2,37%) e costela (-2,28%). A picanha, aliás, ocupou o centro de debates a partir da campanha eleitoral do ano passado. À época, o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a dizer que o brasileiro deveria voltar a fazer churrasco e consumir esse corte, que tradicionalmente é um dos mais caros. A queda de 2,63% é a maior para a picanha desde fevereiro de 2022. À época, os preços do produto haviam recuado 3,75%.
FOLHAPRESS
Na reposição, preços continuam derretendo
“Os recriadores/invernistas estão receosos com o travamento no mercado do boi gordo, postergando a reposição do plantel”, afirma Jayne Costa, analista da Scot Consultoria
A oferta de bovinos de reposição continua alta em grande parte das praças pecuárias, sobretudo para as categorias mais jovens, pressionando as cotações para baixo, informa zootecnista Jayne Costa, analista da Scot Consultoria. “Os recriadores/invernistas estão receosos com o travamento no mercado do boi gordo, postergando a reposição do plantel”, afirma Jayne. Desta forma, continua ela, não mais que negócios pontuais estão sendo relatados, mantendo o comportamento corriqueiro do mercado. Segundo a Scot, em São Paulo, em um cenário atípico para a temporada das águas, as cotações de machos anelorados para reposição seguem com tendência de queda. Destaque para o bezerro desmamado, que apresentou recuo de 4,3% e o animal de 12 mês anos, com baixa de 3%, no comparativo semanal. Para as fêmeas, destaque negativo para a vaca magra, com recuo de 3,4% (R$ 920/cabeça), no mesmo comparativo. No Rio Grande do Sul, os negócios são praticamente inexistentes, tanto para o bovino terminado quanto para a reposição. “O estado ainda sofre os impactos do clima seco e altas temperaturas”, afirma Jayne. No Paraná, o mercado do boi gordo tem tomado fôlego, porém a reposição está estagnada, acrescenta a analista. No panorama geral, os negócios envolvendo animais de reposição são pontuais, com maior demanda por categorias mais eradas. A relação de troca para o recriador/invernista está menor para todas as categorias de machos do mercado de reposição, informa a Scot, referindo-se à praça de São Paulo. Para os bezerros desmamado e sobreano, a relação de troca está 2,9% e 5,3% menor, respectivamente, em relação à média de fevereiro último. Atualmente, compram-se 2,19 bezerros desmamados e 1,85 bezerro de ano com a venda de um boi gordo de 19@. Para o boi magro, registrou-se queda de 3,3% no poder de compra do produtor no comparativo mensal, contabiliza a Scot. Atualmente, compra-se 1,39 boi magro com a venda de um boi gordo de 19@. Em fevereiro último, era possível comprar 1,74 garrote com a venda de um boi gordo de 19@. Hoje, compra-se 1,64, queda de 5,5% no poder de compra do produtor.
PORTAL DBO
ECONOMIA
Inflação medida pelo INPC avança para 0,77% em fevereiro
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou o mês de fevereiro em 0,77%. O percentual é maior que o do janeiro, quando o índice ficou em 0,46%
No ano, o indicador acumula alta de 1,23% e, nos últimos 12 meses, de 5,47%, o que significa um recuo em relação aos 5,71% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em fevereiro de 2022, a taxa ficou em 1%. O resultado foi divulgado na sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Contribuiu para o resultado a desaceleração de 0,52% em janeiro para 0,04% em fevereiro nos preços dos produtos alimentícios. Em sentido contrário, os produtos não alimentícios avançaram e registraram em fevereiro alta de 1,01%, enquanto em janeiro o aumento tinha sido de 0,44%. Conforme o indicador de fevereiro, todas as áreas apresentaram variação positiva no mês. Brasília foi a que teve menor resultado (0,34%), sob impacto das quedas nos preços da gasolina (-2,43%) e das passagens aéreas (-10,06%). Já a maior variação foi em Curitiba (1,02%), onde ocorreram elevações de 6,22% na energia elétrica residencial e de 3,37% da gasolina. “Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 28 de janeiro a 28 de fevereiro de 2023 (referência) com os preços vigentes no período de 28 de dezembro de 2022 a 27 de janeiro de 2023 (base)”, informou o IBGE, em publicação no seu site. De acordo com o IBGE, calculado desde 1979, o INPC abrange as famílias com rendimentos de um a cinco salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. As unidades de coleta do indicador são estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, concessionárias de serviços públicos e internet e a pesquisa estende-se, em geral, do dia 1º a 30 do mês de referência.
AGÊNCIA BRASIL
IPCA sobe 0,84% em fevereiro, diz IBGE
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,84 por cento em fevereiro, após alta de 0,53 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira
No acumulado de 12 meses até fevereiro, o IPCA teve alta de 5,60 por cento, contra alta 5,77 por cento do mês anterior. Pesquisa da Reuters apontou que a expectativa de analistas era de alta de 0,80 por cento em fevereiro, acumulando em 12 meses alta de 5,54 por cento.
REUTERS
Dólar tem alta de 1,32% em pregão de aversão a risco com temores por Fed e bancos nos EUA
Em uma sessão marcada pela aversão global a ativos de maior risco, o dólar à vista fechou a sexta-feira em forte alta ante o real no Brasil, com os investidores buscando a proteção da moeda norte-americana e reduzindo posições na bolsa de valores e em contratos futuros de DI
O movimento foi disparado por preocupações em torno do risco de crédito no setor bancário dos EUA e por receios quanto ao futuro da política monetária norte-americana, após a divulgação de novos dados de empregos. No mercado de câmbio, o dólar subiu ante o real, ajudado ainda por fatores técnicos. Como a moeda norte-americana acumulava perdas na semana de 1,16% até quinta-feira, os participantes do mercado aproveitaram a sexta-feira para corrigir posições e comprar divisas em níveis mais baixos, o que também impulsionou as cotações. O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,2081 reais, em alta de 1,32%. Na B3, às 17:42 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,84%, a 5,2340 reais. No mercado futuro, alguns agentes também aproveitaram para recompor posições compradas (de alta) na moeda norte-americana. Durante a manhã, os dados de emprego nos EUA trouxeram sinais divergentes. A abertura de vagas fora do setor agrícola somou 311 mil empregos no mês passado, conforme o Departamento do Trabalho. Economistas consultados pela Reuters previam a abertura de 205 mil empregos. No entanto, houve arrefecimento na taxa mensal de aumento dos salários e o desemprego subiu em relação a janeiro. Além dos receios quanto ao futuro da política monetária nos EUA, pesavam sobre os negócios preocupações com o setor bancário no país, após o SVB Financial Group, uma instituição financeira focada em startups, anunciar na quinta-feira emissão de ações para reforçar seu balanço. A operação desencadeou temores de capitalização e as ações do SVB desabaram. Nesta sexta, reguladores bancários da Califórnia colocaram o banco em recuperação judicial e liquidaram seus ativos. Com essa combinação de fatores, surgiu um movimento generalizado de fuga de ativos mais arriscados na sexta-feira. “O Brasil está sendo contagiado pelo risk-off. A preocupação com o setor bancário norte-americano respingou aqui”, afirmou Cleber Alessie Machado, operador da H. Commcor DTVM.
REUTERS
Ibovespa recua de mais de 1% com EUA
O Ibovespa fechou em queda na sexta-feira, revertendo a alta da semana, contaminado por Wall Street, em meio a preocupações com o setor bancário nos Estados Unidos e com dados do mercado de trabalho norte-americano mantendo a chance de um aperto monetário mais forte pelo Federal Reserve
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,38%, a 103.618,2 pontos, contabilizando um decréscimo de 0,24% na semana – contra alta de mais de 1% acumulada até a véspera. O volume financeiro no pregão somou 24,5 bilhões de reais. Nos EUA, o Departamento do Trabalho divulgou a abertura de 311 mil vagas fora do setor agrícola norte-americano no mês passado, acima das expectativas, mas também dados mostrando sinais de arrefecimento da inflação salarial e aumento na taxa de desemprego na base mensal. Ainda assim, na visão do sócio e economista-chefe do Banco Modal, Felipe Sichel, os dados continuam indicando persistência inflacionária pelo forte desempenho do mercado de trabalho…”sugerindo maior necessidade de juros elevados por mais tempo”. O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do banco central dos EUA reúne-se nos dias 21 e 22 de março para decidir sobre a taxa básica de juros norte-americana. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de fevereiro na próxima semana deve ser o dado decisivo para a definição das apostas. Em Wall Street, o S&P 500 recuou 1,45%, pressionado ainda por bancos em meio à crise envolvendo o SVB Financial Group, banco focado em startups, fechado na sexta-feira por reguladores nos EUA. A bolsa paulista também terminou o pregão com agentes na expectativa de novidades referentes ao novo arcabouço fiscal prometido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para este mês. Em coletiva sobre o acordo para a compensação a Estados por perdas com o ICMS de combustíveis, Haddad disse que apresentará o novo desenho de arcabouço fiscal do Brasil ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva na semana que vem. Ele reiterou que Lula dará a “palavra final” sobre o novo plano para as contas públicas que substituirá o teto de gastos.
REUTERS
GOVERNO
No RS, Fávaro destaca acesso a mercados e fundo nacional de sanidade
O Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, informou sobre os esforços do governo federal em relação à vigilância da Influenza Aviária no país. “Estamos com um sistema de vigilância muito ativo e muito competente, em parceria com os governos estaduais, municipais e a iniciativa privada. Nosso sistema é muito eficiente e, Deus nos abençoando, vamos passar mais um ano sem gripe aviária no país”, disse Fávaro.
A afirmação foi feita durante a abertura solene da Expodireto Cotrijal 2023, realizada na segunda-feira (6). Ele destacou também o tema da sanidade animal e do acesso a mercados internacionais para a proteína produzida no estado. O Ministro destacou também a necessidade de aprovação do projeto de lei 4582/2020, do ex-deputado Jerônimo Goergen, que está aguardando trâmite na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara. O projeto trata sobre a criação de um fundo nacional para o pagamento de indenizações a pecuaristas que tiverem animais de sua criação sacrificados por questões sanitárias. Pela proposta, o fundo também apoiará ações emergenciais de defesa sanitária animal. Conforme o ex-deputado, o texto do PL foi inspirado no sucesso do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS e já foi aprovado na Comissão de Agricultura. Segundo Goergen, à época da apresentação do projeto, “a tragédia de Joia exigiu uma nova mentalidade de todos os envolvidos. Agilidade e celeridade na intervenção nos eventos sanitários, rigidez no controle de fronteiras, novos investimentos em fiscalização e inspeção, monitoramento permanente dos rebanhos e dos processos industriais”. Fávaro também disse que o Brasil está partindo para um novo momento, com status de livre de febre aftosa sem vacinação e, por isso, é fundamental o fortalecimento da vigilância. Segundo ele, especialmente o Rio Grande do Sul e o Paraná precisam do apoio do Governo Federal e da mobilização de todos, para acessar mercados de carne suína que só SC tem. “É um trabalho e um compromisso que faço com todos vocês”, concluiu.
ASSESSORIA EXPODIRETO
FRANGOS & SUÍNOS
Sexta-feira (10) de cotações estáveis no RS e SP. Queda no PR e MG
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 138,00/R$ 143,00, enquanto a carcaça especial teve leve alta de 0,96%/0,92%, custando R$ 10,50/kg/R$ 11,00/kg
Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (9), houve alta leve somente em Santa Catarina, na ordem de 0,15%, custando R$ 6,87/kg. Foi registrada queda de 0,75% em Minas Gerais, valendo R$ 7,89/kg, e de 0,14% no Paraná, atingindo R$ 7,07/kg. Ficaram estáveis os valores no Rio Grande do Sul (R$ 7,04/kg), e em São Paulo (R$ 7,59/kg).
Cepea/Esalq
Frango: alta nas cotações
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja teve aumento de 2,04%, chegando a R$ 5,00/kg, enquanto a ave no atacado cedeu 0,30%, custando R$ 6,63/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. No Paraná, o preço ficou inalterado em R$ 4,92/kg, da mesma maneira que Santa Catarina, valendo R$ 4,79/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (9), o frango congelado teve acréscimo de 2,24%, alcançando R$ 7,30/kg, e a ave resfriada subiu 2,20%, fechando em R$ 7,42/kg.
Cepea/Esalq
Frango/Cepea: Vendas externas têm alto desempenho em fevereiro
Mesmo com o volume total de carne de frango exportado pelo Brasil abaixo do de janeiro, em fevereiro, o desempenho das vendas externas da proteína foi recorde para esse mês
Segundo dados da Secex compilados pelo Cepea, foram escoadas 379,2 mil toneladas de carne de frango no segundo mês de 2023, volume 9,9% abaixo do embarcado em janeiro, mas 1,3% acima do de fevereiro de 2022. Quanto à receita, somou R$ 3,81 bilhões em fevereiro, queda mensal de 14,2%, mas 10,8% acima da de fevereiro de 2022. Trata-se, também, da maior arrecadação para um mês de fevereiro de toda a série história da Secex.
Cepea
INTERNACIONAL
Carne bovina: China deve produzir 7,4 milhões de toneladas em 2023
A China deverá produzir 7,4 milhões de toneladas de carne bovina (em equivalente carcaça) em 2023, segundo informações divulgadas pelo boletim Gain Report, de adidos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
O volume deve superar as 7,180 milhões de toneladas produzidas em 2022. Para atingir esse volume, o país deve abater 49 milhões de bovinos no próximo ano, acima dos 47,820 milhões de animais abatidos em 2022. O país deve importar 3,4 milhões de toneladas de carne bovina, abaixo das 3,502 milhões de toneladas adquiridas em 2022. A previsão é de que o país exporte 21 mil de toneladas de carne bovina em 2023, volume levemente superior às 20 mil toneladas registradas em 2022. No que tange às importações, vale ressaltar que a suspensão das exportações brasileiras de carne bovina brasileira para a China, tendo em vista o caso de doença da vaca louca registrado no país no final de fevereiro, impactará em uma leve diminuição nos números finais. A previsão é de que o consumo interno fique em 10,779 milhões de toneladas neste ano, acima das 10,662 milhões de toneladas demandadas em 2022.
Agência Safras
ABRAFRIGO
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