
Ano 9 | nº 1935 |10 de março de 2023
NOTÍCIAS
Boas chuvas ajudam a segurar a oferta de bovinos terminados em São Paulo
O mercado paulista continua frio, com diversas unidades frigoríficas ainda aguardando a resolução do autoembargo da exportação para a China
Na avaliação da Scot Consultoria, nas praças paulistas, o mercado do boi gordo continua frio, com diversas unidades frigoríficas ainda aguardando a resolução do embargo da exportação para a China. Com isso, as cotações seguem estáveis. O boi gordo continua valendo R$277/@, enquanto a vaca e a novinha gordas são negociadas por R$260/@ e R$270/@, respectivamente (preços brutos e a prazo). O mercado interno, também afetado, permaneceu com a cotação estável. Em Goiás – Sul, com a maior oferta de fêmeas, houve queda de R$5,00/@ de vaca na comparação diária. As demais categorias não tiveram alteração na cotação. Em Alagoas, na comparação diária, queda de R$1,00/@ de novilha. Para boi e vaca, não houve alteração na cotação.
SCOT CONSULTORIA
Boi gordo: mercado tem preços firmes
O mercado físico do boi gordo apresentou preços firmes na quinta-feira (9). Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos operam com escalas de abate encurtadas, o que tem justificado a recuperação dos preços no Centro-Norte do país
No que diz respeito ao embargo da China, não houve novidades ontem, com o mercado seguindo em compasso de espera, aguardando o aval chinês. “O Brasil já cumpriu com celeridade todas as etapas do protocolo, a Organização Mundial de Saúde Animal sustentou o risco insignificante para propagação da doença no país. Para acelerar o processo, o Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, planeja viagem para a China entre os dias 20 e 22 de março”, observa Iglesias. Preço da arroba de boi gordo no Brasil: São Paulo, capital: R$ 274, estável. Dourados (MS): R$ 264, estável. Cuiabá (MT): R$ 240, sem alterações. Uberaba (MG): R$ 260, estável. Goiânia (GO): R$ 250, sem alterações. O mercado atacadista apresentou preços acomodados durante a quarta-feira. “O ambiente de negócios volta a sugerir por alguma recuperação dos preços, em especial dos cortes do traseiro bovino. Os cortes do dianteiro sofrem com a concorrência da carne de frango e não conseguem avançar de maneira tão consistente nos preços”, avalia o consultor de Safras & Mercado. Quarto traseiro ainda é precificado a R$ 20,30, por quilo. Quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 14,30, por quilo. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 14,50.
AGÊNCIA SAFRAS
Boi/Cepea: À espera da China, ritmo de negócios segue lento no mercado interno
O ritmo de negócios envolvendo boi gordo segue bastante lento no mercado brasileiro, contexto que vem mantendo enfraquecidos os preços da arroba
Segundo pesquisadores do Cepea, o setor pecuário nacional trabalha com cautela, à espera do retorno dos envios de carne bovina à China – os embarques ao país asiático estão suspensos desde o dia 23 de fevereiro, conforme pede protocolo estabelecido entre o Brasil e a China em casos de registros de “mal da vaca louca”. Ressalta-se que o Ministério da Agricultura já confirmou, no início deste mês, que o caso, verificado no Pará no dia 22 de fevereiro, foi “atípico”, ou seja, foi gerado de forma espontânea no organismo do animal, sem trazer riscos ao rebanho brasileiro e à saúde dos consumidores da carne bovina. Diante disso, agentes do setor consultados pelo Cepea esperam que a retomada das vendas ocorra o mais breve possível.
Cepea
SP e GO registram redução dos custos de produção de bovinos confinados
Na edição nº69, referente ao mês de fevereiro, o Informativo Mensal do Índice de Custo de Produção de Bovinos Confinados (ICBC) identificou redução nos seus valores para as propriedades CSPm, CSPg e CGO, em comparação ao mês anterior. Considerando na avaliação fevereiro de 2022 a fevereiro de 2023 o ICBC reduziu -2,69%, -3,46% e -5,98% para CSPm, CSPg e CGO, respectivamente. Esses resultados demonstram que houve redução do ICBC no período analisado
A redução pode ser justificada pelo levantamento realizado pela equipe no mês de fevereiro que identificou redução nos preços de -5,26% para polpa cítrica peletizada e de -5,00% para milho grão em São Paulo. No estado de Goiás, o farelo de algodão e sorgo grão reduziram -5,18% e -2,72%, respectivamente. Assim, os custos de alimentação reduziram -3,08%, -3,24% e -0,40% para as propriedades representativas CSPm, CSPg e CGO, respectivamente. Os custos de alimentação representaram 74%, 74% e 76% dos custos da diária-boi (CDB) para as propriedades representativas, CSPm, CSPg e CGO, respectivamente. O software de formulação de Ração de Lucro Máximo (RLM) foi utilizado para encontrar a melhor dieta ao menor custo para as propriedades representativas. Além disso, houve redução dos preços dos maquinários, que reduziram consequentemente a participação dos custos com depreciações e manutenções no CDB, que representou 7,51%, 4,81%, 4,45% para as propriedades CSPm, CSPg e CGO, respectivamente. De forma agregada, os custos fixos representaram 8,43% para CSPm, 6,64% para CSPg e 6,37% para CGO, do custo da diária-boi. A taxa Selic considerada nos cálculos para janeiro foi de 13,75% a.a. Essa taxa em fevereiro de 2022 era de 10,75% a.a. A taxa mais alta implica em maiores de custos de oportunidade na remuneração do capital de giro, imobilizado e da terra. Os custos de oportunidades representaram 4,79%, 4,79% e 4,14% do custo total, na mesma ordem para aquelas propriedades representativas. Por fim, os custos da diária-boi (CDB) para os confinamentos de São Paulo (CSPm e CSPg) e de Goiás (CGO), reduziu em comparação ao mês anterior, janeiro.
Laboratório de Análises Socioeconômicas e Ciência Animal da FMVZ/USP
Onde estão os 38 frigoríficos habilitados pelo México
O México habilitou 38 frigoríficos brasileiros para a exportação de carne bovina ao país, após a publicação dos requisitos zoosanitários pelo governo mexicano na segunda-feira (6). Ao contrário do informado, na terça-feira (7), pelo Ministério da Agricultura do Brasil, no total são 38 plantas habilitadas pelos mexicanos e não 34 como havia sido publicado
São 15 unidades da JBS, 8 da Marfrig, 6 da Minerva, e 9 outros frigoríficos de empresas do setor. De acordo com fontes a par do assunto, as empresas brasileiras que estão aprovadas para exportar carne bovina aos Estados Unidos também foram habilitadas para exportar ao México. O governo brasileiro informou que poderão ser exportadas a carne bovina proveniente de Santa Catarina, que tem reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) de zona livre de febre aftosa, e também a carne maturada e desossada de outros 14 Estados brasileiros. O Serviço Nacional de Saúde, Segurança e Qualidade Alimentar do México (Senasica) informou que, entre as plantas brasileiras habilitadas, estão 15 unidades da JBS, localizadas em Andradina (SP), Lins (SP), Confresa (MT), Nova Mutum (MT), Pontes e Lacerda (MT), Nova Andradina (MS), Naviraí (MS), 2 plantas em Campo Grande (MS), São Miguel do Guaporé (RO), Vilhena (RO), Ituiutaba (MG), Anastácio (MS), Senador Canedo (GO) e Mozarlândia (GO). Já entre as unidades da Minerva aptas a enviar carne bovina ao país norte-americano, estão Barretos (SP), São Paulo, Palmeiras de Goiás (GO), Araguaína (TO), Janaúba (MG) e Paranatinga (MT). Da Marfrig são as indústrias localizadas em Promissão (SP), Bataguassu (SP), Bagé (RS), São Gabriel (RS), Alegrete (RS), Pampeano Alimentos, em Hulha Negra (RS), Mineiros (GO) e Chupinguaia (RO). As outras dez são unidades habilitadas pelos mexicanos são: Meat Snack, em Santo Antônio da Posse (SP), Barra Mansa Comércio de Carnes, em Sertãozinho (SP), Naturafrig Alimentos, em Pirapozinho (SP), Frisa Frigorífico Rio Doce, em Nanuque (MG), Frigorífico Astra Do Paraná, em Cruzeiro Do Oeste (PR), Frigorífico Silva Indústria e Comércio, em Santa Maria (RS), Vale Grande Industria, em Matupá (MT), Vale Grande Indústria, em Paraná (RO) e Irmãos Gonçalves Comércio E Indústria, em Jaru (RO).
BROADCAST AGRO
ECONOMIA
Dólar à vista perto da estabilidade com espera do arcabouço fiscal
Depois de recuar mais de 1% na quarta-feira, o dólar fechou a quinta-feira praticamente estável, com investidores em compasso de espera para a apresentação do novo arcabouço fiscal do governo, aguardada para este mês
Profissionais do mercado afirmaram que a falta de ruídos mais recentes entre o governo Lula e o Banco Central, além dos avanços na proposta de arcabouço fiscal, trouxe um viés de baixa para a moeda norte-americana. No cenário externo, permanecia a percepção de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) pode acelerar a alta de juros nos Estados Unidos, o que mantém a pressão sobre moedas de países emergentes, como o Brasil. O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,1404 reais, em leve alta de 0,03%. Na B3, às 17:50 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,35%, a 5,1870 reais. De acordo com o gerente de câmbio da Fair Corretora, Mário Battistel, dois fatores seguiram atuando no mercado de câmbio. “Temos o (presidente do Fed) Jerome Powell indicando esta semana no Congresso que a inflação parece não estar sob controle ainda, o que acaba atraindo capital para os EUA. E temos a provável apresentação, pelo governo brasileiro, do novo arcabouço fiscal, o que ajudou o mercado, principalmente na quarta-feira”, disse. Para Felipe Novaes, chefe da mesa de operações do C6 Bank, o fluxo de moeda estrangeira está positivo para o Brasil nesta semana, muito em função da ausência de ruídos no governo. “Aparentemente, o Ministério da Fazenda está chegando a um formato do novo arcabouço fiscal, que foi apresentado ao BC e, na quinta-feira, ao Ministério do Planejamento”, pontuou Novaes. De fato, o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esteve reunido com o Presidente do BC, Roberto Campos Neto, na terça-feira e com a Ministra do Planejamento, Simone Tebet, nesta quinta. Após almoço com Haddad, Tebet chegou a afirmar que o novo arcabouço fiscal “vai agradar a todos, inclusive o mercado”. “Parece haver sintonia entre Fazenda, Planejamento e BC, para apresentar um arcabouço fiscal que seja crível. As sinalizações são boas, então o mercado desconta prêmios dos ativos”, avaliou Novaes. Pela manhã, o Banco Central vendeu todos os 16 mil contratos de swap ofertados em operação de rolagem dos vencimentos de abril.
REUTERS
Ibovespa fecha em queda com novo tombo de Hapvida
O Ibovespa fechou em queda de mais de 1% nesta quinta-feira, em meio a noticiário corporativo intenso, com Hapvida despencando mais de 30% por receios sobre a solvência da empresa, que avalia opções para fortalecer sua estrutura financeira, incluindo emissão de ações
A piora em Wall Street, em dia de forte queda de bancos e antes de dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos na sexta-feira, acelerou a trajetória negativa na bolsa paulista no final do pregão, onde investidores também continuam no aguardo de nova regra fiscal para o país. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,18%, a 105.287,23 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro somava 23,4 bilhões de reais.
REUTERS
Brasil abre 83.297 vagas formais de trabalho em janeiro, mostra Caged
O Brasil abriu 83.297 vagas formais de trabalho em janeiro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na quinta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)
O resultado foi melhor que o de dezembro, quando haviam sido fechadas 440.669 vagas formais de trabalho, segundo número atualizado, mas veio abaixo do saldo de janeiro de 2022, de 167.269 vagas formais (número atualizado). Conforme o Caged, o saldo de novas vagas em janeiro foi resultado de 1.874.226 admissões e de 1.790.929 desligamentos. O mês de janeiro foi o primeiro do novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar do resultado positivo no Caged, ele foi inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado, o que corrobora algumas avaliações de que o mercado de trabalho está em desaceleração. Na ata de seu último encontro de política monetária, realizado no início de fevereiro, o Banco Central já havia alertado para o enfraquecimento do mercado de trabalho. “O mercado de trabalho, que surpreendeu positivamente ao longo de 2022, continua mostrando sinais de desaceleração, com queda nas admissões líquidas do Novo Caged e relativa estabilidade na taxa de desemprego, proveniente de recuos na população ocupada e na força de trabalho”, pontuou o BC na ocasião. No governo Lula, um dos diagnósticos é de que a Selic (taxa básica de juros), mantida pelo BC em patamares mais elevados para segurar a inflação, tem prejudicado a atividade econômica, o que se reflete nas admissões e demissões de trabalhadores. Atualmente em 13,75% ao ano, a Selic está acima de dois dígitos desde fevereiro de 2022.
REUTERS
IBGE reduz em 1,3% previsão de safra para este ano
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem (9) uma nova previsão para a safra de cereais, leguminosas e oleaginosas para este ano. O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado em fevereiro deste ano, estimou produção de 298 milhões de toneladas este ano.
A previsão é 1,3% menor (ou 3,9 milhões de toneladas a menos) do que aquela estimada na pesquisa anterior, de janeiro. A redução deve-se principalmente à estiagem provocada pela La Niña, no Rio Grande do Sul, terceiro maior produtor de grãos do país, de acordo com o IBGE.Apesar disso, a safra deste ano deve ser 13,3% superior (34,9 milhões de toneladas a mais) à observada no ano passado. O recuo de janeiro para fevereiro deve-se principalmente à redução das previsões nas safras de soja (-1,7% em relação a janeiro), arroz (-2,5%), milho 1ª safra (-2,5%) e milho 2ª safra (-0,4%). Mesmo com os ajustes na previsão, esperam-se aumentos, em relação a 2022, nas safras de soja (21,3%), milho (10,2%) e algodão herbáceo (1,4%). “A safra [de 298 milhões de toneladas] é recorde na série histórica do IBGE. As produções de soja e de milho também são recorde na série histórica”, afirma o pesquisador do instituto, Carlos Barradas. Por outro lado, são esperadas quedas nas safras de lavouras como o arroz (-6%) e o trigo (-13,8%). Em relação à área colhida, o IBGE estima crescimentos, em relação ao ano passado, nos cultivos de soja (4,8%), milho (4,1%) e algodão herbáceo (1,2%). São esperadas quedas nas áreas a serem colhidas nas lavouras de arroz (-5,8%) e de trigo (-2,8%).
Agência Brasil
FRANGOS & SUÍNOS
Suínos: Estabilidade nas cotações
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 138,00/R$ 143,00, e assim como a carcaça especial, custando R$ 10,40/kg/R$ 10,90/kg
Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (8), houve queda somente em Santa Catarina, na ordem de 0,44%, chegando a R$ 6,86/kg. Foi registrada leve alta de 0,13% em Minas Gerais, atingindo R$ 7,95/kg, e de 0,43% no Paraná, valendo R$ 7,08/kg. Ficaram estáveis os valores no Rio Grande do Sul (R$ 7,04/kg), e em São Paulo (R$ 7,59/kg). As bolsas de comercialização da suinocultura independente no Brasil que foram realizadas nesta quinta-feira (9) demonstraram que o andamento dos preços foi em diferentes direções. O que houve em comum entre elas foi o acordo entre frigoríficos e suinocultores.
Cepea/Esalq
Suinocultura Independente: preços em queda no PR e MG
No Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 02/03/2023 a 08/03/2023), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve queda de 3,57%, fechando a semana em R$ 7,08/kg vivo.
“Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo se mantenha, podendo ser cotado a R$ 7,26/kg vivo”, informou o Lapesui. Em São Paulo o mercado registrou leve alta, saindo de R$ 7,92/kg vivo para R$ 8,00/kg vivo, com acordo entre frigoríficos e suinocultores, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). No mercado mineiro, houve recuo, saindo de R$ 8,40/kg vivo na semana passada, quando não houve acordo, para R$ 7,70/kg vivo, com acordo entre suinocultores e frigoríficos, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal teve leve aumento, saindo de R$ 7,30/kg vivo para R$ 7,35/kg vivo nesta semana.
AGROLINK
Suínos/Cepea: Embarques apresentam bom desempenho em fevereiro
As exportações brasileiras de carne suína (incluindo produtos in natura e processados) registraram bom desempenho em fevereiro, influenciadas sobretudo pelos maiores envios a países asiáticos e da América do Sul
De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), compilados pelo Cepea, foram exportadas 77,8 mil toneladas de carne suína no mês passado, recuo de 11,5% frente ao resultado de janeiro (devido ao menor número de dias úteis no mês), mas incremento de 11,4% na comparação com fevereiro de 2022. Quanto ao mercado interno, levantamento do Cepea mostra que os preços do suíno vivo recuaram na maioria das regiões, pressionados pela menor demanda de frigoríficos por novos lotes para abate.
Cepea
Cotações estáveis no mercado do frango
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,90/kg, assim como o frango no atacado, custando R$ 6,65/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. No Paraná, o preço ficou inalterado em R$ 4,92/kg, da mesma maneira que Santa Catarina, valendo R$ 4,79/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (8), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram com valores estáveis, precificados, respectivamente, em R$ 7,14/kg e R$ 7,26/kg.
Cepea/Esalq
Secretários da Agricultura pedem criação de comitê de crise da gripe aviária
Os secretários da Agricultura de sete estados brasileiros protocolaram solicitação no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta semana solicitando a criação de um comitê de crise da gripe aviária, segundo nota divulgada pela Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca do Espírito Santo (Seag)
O Comitê de Crise da Influenza Aviária seria focado no estabelecimento de estratégias conjuntas contra a doença, garantindo recursos financeiros para detecção precoce e resposta rápida em caso de ocorrência de foco de gripe aviária. O grupo contaria com a participação do Mapa e dos representantes dos Órgãos Executores de Sanidade Agropecuária nos Estados (Oesa’s). A reunião entre os secretários de Agricultura do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais ocorreu entre os dias 1º e 3 de março, no Rio de Janeiro. “Devido à gravidade e virulência dessa doença, temos que estar unidos, governos dos Estados e a União, para tomar todos os cuidados possíveis na prevenção do ingresso da influenza aviária na avicultura nacional, um arranjo produtivo responsável por fornecimento de proteína animal de baixo custo não somente para os brasileiros, mas também para vários países que são beneficiários da nossa produção avícola”, disse o secretário da Agricultura do Espírito Santo, Enio Bergoli. Os sete estados que assinaram o documento concentram mais de 90% das aves comerciais do país.
CARNETEC
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