
Ano 4 | nº 883 | 23 de Novembro de 2018
NOTÍCIAS
BOI/CEPEA: Com escalas alongadas, comprador se retrai e liquidez diminui
Liquidez está baixa no mercado pecuário brasileiro
A liquidez está baixa no mercado pecuário brasileiro. Segundo colaboradores do Cepea, a maior parte dos compradores indica estar com escalas de abate alongadas e, por isso, segue pressionando os valores da arroba. No entanto, as aquisições de lotes maiores ou provenientes de locais mais próximos à indústria, por exemplo, impedem recuos mais expressivos nos valores médios – em alguns dias, inclusive, essas situações acabam elevando o preço médio. Nesse contexto, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo tem registrado oscilações neste mês e o intervalo entre o mínimo e o máximo está maior. No acumulado parcial de novembro (até o dia 21), o Indicador permanece praticamente estável (+0,1%), fechando a R$ 145,30 nessa quarta-feira, 21. Em comparação à quarta anterior, dia 14, o Indicador registra alta de 0,48%.
Mercado de carne bovina sem osso firme há três semanas
Desde o começo de novembro os preços da carne bovina desossada trabalham em alta no atacado
No acumulado destas três semanas do mês, os cortes registraram valorização média de 2,3%. A título de comparação, neste mesmo intervalo em outubro o cenário foi oposto e os preços caíram 0,3%. Esses aumentos ao longo de novembro são atribuídos à menor produção das indústrias, tanto em função dos feriados quanto devido à menor oferta de matéria-prima (a disponibilidade de boiadas terminadas no cocho está diminuindo e o boi de pasto ainda não chegou em volume ao mercado). Além disso, as valorizações também refletem o aquecimento da demanda por carne, típico de final de ano. Os cortes de traseiros ilustram isso e foram os responsáveis por puxar esses aumentos, na média da categoria as cotações subiram 3,4% desde o começo de novembro, enquanto os cortes de dianteiro caíram 1,4%, no mesmo intervalo. Com essas reações positivas, as margens das indústrias seguem acima das médias históricas, mas para os próximos dias a atenção fica por conta da compra de gado. Em São Paulo, por exemplo, as escalas encurtaram e a referência subiu, cenário que pode alterar o rumo das margens. Por fim, para o curtíssimo prazo, fica a expectativa se os níveis de consumo serão suficientes para repassar as prováveis altas nas cotações da arroba para os preços da carne.
SCOT CONSULTORIA
Menor oferta pressiona preços da arroba do boi gordo
No fechamento da última quinta-feira (22/11), a menor oferta de boiadas terminadas ainda permite espaços para altas na arroba do boi gordo, mesmo que tímidas, quando comparadas ao levantamento do dia anterior (21/11)
As valorizações ficaram por conta das regiões do Sudeste do Mato Grosso e em Belo Horizonte-MG. Nesse último, o acréscimo foi de R$1,00/@ na comparação dia a dia, e as indústrias encontram dificuldade em adquirir matéria-prima para compor os estoques de carne, mesmo ofertando preços acima da referência. Na região, desde o início da semana houve alta de 2,8%, considerando o preço a prazo. Em São Paulo, a cotação ficou estável e foi observado frigoríficos com programações de abate em torno de seis dias. A margem de comercialização das indústrias que fazem a desossa está em 22,4%, valor acima da média histórica.
SCOT CONSULTORIA
Mercado de reposição retomando ritmo
Ao passo que o período de vacinação contra a Febre Aftosa vai chegando ao fim, o volume de negócios retoma a normalidade no mercado de reposição
O que se nota é que na maioria dos estados a oferta não é suficiente para atender a demanda vigente e com isso, quem tem animal para vender pede preços acima das referências. Além da maior demanda frente à oferta, as pastagens, com vigor cada vez maior, permitem a retenção dos animais. Logo, o cenário é de firmeza nas cotações. Na média de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados e estados pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações fecharam mais uma semana em alta, de 0,2%. Aliás, essa já é a 21a. semana consecutiva sem ajustes negativos para esse mercado. Para o curto prazo, a tendência é de que as cotações se mantenham firmes e a demanda continue aquecida. Com a arroba do boi gordo e as pastagens se recuperando gradativamente, o ânimo dos compradores deve aumentar. Por outro lado, com maior capacidade de suporte, os vendedores tendem a endurecer nas negociações.
SCOT CONSULTORIA
Com demanda em alta, sebo tem valorização de 11,4% em um ano
No Brasil Central, a gordura animal está cotada, em média, em R$2,45/kg, livre de imposto. Alta de 2,1% frente o fechamento da última semana
Na comparação com o mesmo período de 2017 a cotação subiu 11,4% no Brasil Central. Cenário bem diferente do observado para o couro verde, que no mesmo período teve queda de 43,8%. No Rio Grande do Sul, na última semana, o preço do sebo teve alta de 4,0%. Já na comparação anual, a cotação subiu 18,0%. Os preços maiores do óleo de soja (concorrente da gordura animal na produção de biodiesel) em 2018 colaboram com o cenário de alta no mercado de sebo.
SCOT CONSULTORIA
ECONOMIA
Dólar sobe pela terceira sessão consecutiva e vai a R$ 3,80
O dólar comercial avançou pela terceira sessão consecutiva e voltou a superar a marca de R$ 3,80, num movimento que deixou o câmbio local, mais uma vez, entre os piores desempenhos globais
No fechamento, a moeda registrou alta de 0,41%, aos R$ 3,8057, acumulando avanço de mais de 2% no mês de novembro. Vale destacar que, desde a semana passada, o mercado local tem operado com liquidez reduzida por causa dos feriados no Brasil e nos Estados Unidos. Com o giro mais fraco, os fluxos de capitais – que desta vez são de saída – também acabam influenciando mais a taxa de câmbio. Gestores apontam tem percebido alguma saída de recursos do país, o que ajuda a manter o dólar próximo ou até acima de R$ 3,80, mesmo em dias que os emergentes, em geral, ganham terreno contra o dólar. Talvez num processo ainda mais relevante, os investidores estrangeiros não parecem muito animados em alocar recursos no Brasil. Em novembro, até o dia 16, os não residentes retiraram R$ 3,54 bilhões da bolsa brasileira. Isso ocorre num contexto de aperto monetário das economias desenvolvidas e temores sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China. Também não ajuda o fato de que o ano de 2018 foi marcado por turbulência em emergentes como Turquia e Argentina. “Temos observado fluxo de saída, mas parece ter mais do que um movimento de ‘fim de ano’ como remessa para o estrangeiro feito por empresas com matriz lá fora”, diz o operador Thiago Silêncio, da CM Capital Markets. “Tem um pouco de retranca do investidor com o clima global, sem contar a nossa dinâmica fiscal que ainda precisa ser solucionada”, acrescenta.
VALOR ECONÔMICO
Ibovespa fecha no azul após pregão com menor liquidez sem NY
O Ibovespa fechou com alta de 0,24 por cento na quinta-feira, em pregão de baixa liquidez pela ausência de negócios em Wall St dado o feriado nos EUA, com a ação do Banco do Brasil atingindo máxima histórica
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,24 por cento, a 87.477,44 pontos, a primeira alta nesta semana. O volume financeiro somou 6,87 bilhões de reais, bem abaixo da média diária do mês de 15,7 bilhões de reais. Nos dois pregões anteriores, o Ibovespa acumulou queda de 1,4 por cento, sendo pressionado principalmente pela queda das bolsas de Nova York, afetadas pelo declínio de papéis do setor de tecnologia e apreensões sobre o crescimento global. Nesta quinta-feira, o mercado norte-americano esteve fechado em razão do feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Na sexta-feira, Wall Street fecha mais cedo. As fortes perdas de NY no começo da semana contaminaram todo mundo. E os fundamentos só aparecem quando a poeira baixa. A semana foi atípica, com feriado no Brasil na terça-feira e nos EUA nesta quinta-feira. O mercado brasileiro só deve retornar à sua normalidade na próxima semana.
REUTERS
Planejamento confirma previsão de queda no PIB de 1,6% para 1,4%
No relatório bimestral de receitas e despesas divulgado pelo Ministério do Planejamento, na tarde de quinta-feira (22), a equipe econômica confirmou a previsão de redução de 1,6% para 1,4% do crescimento econômico para este ano
O documento também prevê uma projeção de IPCA de 4,1% para 4,3% de um bimestre para o outro. Já a taxa câmbio média utilizada saiu de R$ 3,65 para R$ 3,64, e a massa salarial ficou praticamente estável, passando de 3,1% para 3%. A projeção da Selic média caiu de 6,46% para 6,44%, e o preço do barril de petróleo teve uma pequena variação, saindo de US$ 74,2 para US$ 74,4. O relatório apontou também forte queda das receitas. A estimativa de receita total para o ano teve uma redução de R$ 3,514 bilhões, para R$ 1,482 trilhão entre o quarto e o quinto bimestres. A projeção de receita líquida, que deduz as transferências para Estados e municípios, foi reduzida em R$ 4,470 bilhões, para R$ 1,225 trilhão. Somente na receita administrada, a previsão teve um recuo de R$ 1,422 bilhão, para R$ 903,655 bilhões. A receita total foi influenciada pela retirada de R$ 1,242 bilhão da estimativa de concessão referente à participação da União no leilão da Cesp. Também houve uma diminuição de R$ 898,1 milhões, para R$ 59,463 bilhões, da estimativa de arrecadação com exploração de recursos naturais devido à queda na produção de petróleo nos meses de agosto e setembro em relação ao originalmente previsto e por paradas programadas de manutenção dos maiores campos de petróleo do Brasil: Búzios, Lula e Roncador.
VALOR ECONÔMICO
Governo aponta necessidade de contingenciar R$2,3 bi para cumprir meta fiscal de 2018
O governo apontou na quinta-feira a necessidade de contingenciar 2,3 bilhões de reais do Orçamento para seguir cumprindo a meta fiscal deste ano, após revisar para baixo as receitas previstas para 2018, afetadas por menos concessões e arrecadação mais fraca
No relatório de receitas e despesas do 5º bimestre, os Ministérios da Fazenda e do Planejamento projetaram que a receita líquida da União será 4,470 bilhões de reais menor que o previamente estimado neste ano. Isso decorre, principalmente, de uma queda de 1,423 bilhão de reais na arrecadação calculada para o ano, impactada por menor recolhimento de Imposto de Importação e IPI, apontou o documento. Em outra frente, o governo passou a não mais contar com o ingresso de recursos referentes à receita de outorga da usina hidrelétrica de Porto Primavera, associada à privatização da Cesp, agora esperada para 2019. Com isso, cortou 1,243 bilhão de reais da previsão de receita de concessões deste ano. A estimativa de receita em 2018 com exploração de recursos naturais também caiu 898,1 milhões de reais, “em função da queda na produção de petróleo nos meses de agosto e setembro (que constituem o caixa de setembro e outubro), em comparação ao esperado anteriormente”, afirmou o Planejamento, em nota à imprensa. A perspectiva também passou a ser de despesas totais menores em 2018, mas a queda neste caso — de 2,111 bilhões de reais — foi insuficiente para cobrir a perda de receita calculada. Tudo computado, o déficit primário do governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência) seria de 161,359 bilhões de reais. Portanto, para cumprir a meta fiscal de um rombo de 159 bilhões de reais em 2018 será necessário cortar 2,359 bilhões de reais, destacou o governo.
REUTERS
EMPRESAS
Minerva protocola pedido de registro para IPO de Athena Food no Chile
A Minerva protocolou na quinta-feira junto ao órgão regulador do mercado de capitais chileno pedido de registro necessário para abertura de capital da subsidiária Athena Foods, informou a companhia em comunicado
“O pedido de registro na CMF (Comisión para el Mercado Financiero) é ato prévio necessário à efetivação da oferta pública inicial de ações da Athena na bolsa de valores de Santiago”, disse a companhia. Em 19 de novembro, a Reuters noticiou que a Minerva havia contratado BTG Pactual e JPMorgan Chase para coordenar o IPO da Athena Food no Chile, citando duas fontes com conhecimento do assunto. A intenção de listar Athena foi anunciada pela Minerva há três meses. A subsidiária chilena incorporou as operações da Minerva no Paraguai, Uruguai e Colômbia e será a primeira empresa de processamento de carne listada na bolsa de Santiago.
REUTERS
Conselho de administração da BRF aprova empréstimo de US$ 55 milhões
O conselho de administração da BRF deu aval na quarta-feira (21) para a empresa de alimentos tomar um empréstimo de curto prazo de US$ 55 milhões junto ao Banco do Brasil
O custo desse empréstimo é de 4,67% ao ano (o equivalente a 109% do CDI), de acordo com a companhia. Em ata protocolada na quinta-feira na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a BRF não explicou as razões para o empréstimo de curto prazo. Em entrevista recente ao Valor, o vice-presidente executivo da BRF, Lorival Luz, assegurou que a empresa tinha tranquilidade financeira para atravessar 2019 sem recorrer a bancos ou ao mercado de capitais. Segundo ele, a BRF já havia feito bons acordos de renegociação e alongamento das dívidas com os bancos no Brasil. Na reunião que aprovou o empréstimo, o conselheiro Walter Malieni se absteve. Indicado para o colegiado da BRF pela Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil), Malieni é um dos Vice-Presidentes do Banco do Brasil.
VALOR ECONÔMICO
Marfrig obtém aval da Coreia do Sul para venda da Keystone à Tyson
A Marfrig Global Foods, segunda maior produtora de carne bovina do país, anunciou que o órgão regulador da Coreia do Sul aprovou a venda de sua subsidiária Keystone à americana Tyson Foods. Era o último órgão antitruste que ainda precisava aprovar a transação. Dessa forma, a empresa brasileira espera que a conclusão do negócio ocorra ainda em 2018, conforme informou em comunicado. A venda da Keystone à Tyson foi anunciada no fim de agosto, por US$ 2,4 bilhões.
VALOR ECONÔMICO
FRANGOS & SUÍNOS
SUÍNOS/CEPEA: Animal se valoriza e poder de compra de suinocultor aumenta
Preços do suíno vivo continuam em alta no mercado interno
As valorizações do animal, inclusive, estão superando as verificadas para os principais insumos que compõem a ração (milho e farelo de soja). Segundo pesquisadores do Cepea, esse contexto tem garantido aos produtores paulistas e catarinenses significativa melhora no poder de compra frente a esses insumos. As elevações nos preços do suíno estão atreladas à menor oferta de animais para abate e à demanda mais aquecida por parte da indústria. Diante disso, a liquidez no mercado independente de suínos está elevada, mesmo com a entrada da segunda quinzena, quando, geralmente, o mercado tende a ficar mais lento. Na parcial de novembro (até o dia 21), o suíno vivo negociado na região de SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) registra média de R$ 3,88/kg, alta de 1,57% frente à de outubro. No Oeste Catarinense, a valorização foi mais expressiva, de 4,8%, com o animal registrando média de R$ 3,68/kg em novembro.
Frango Vivo: cotações estáveis na quinta (22)
Na quinta-feira (22), as cotações do frango vivo permaneceram estáveis para as principais praças do país, sendo o maior valor de negociação anotado em São Paulo, a R$3,00/kg
O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,00/kg, enquanto o frango no atacado teve queda de -0,45%, a R$4,43/kg. Depois de registrar o valor mais alto do ano em setembro (R$ 2,95), o custo de produção do quilo do frango de corte vivo em outubro baixou R$ 0,05, chegando aos R$ 2,90 no Paraná, calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva. A informação é da Embrapa Suínos e Aves. No ano, o ICPFrango acumula 17,01% de alta, chegando a 20,77% nos últimos 12 meses. A nutrição das aves foi o item de custo que mais pesou para a redução no custo de produção, com baixa de 2,44% no mês, embora acumule alta de 14,65% em 2018.
Notícias Agrícolas
INTERNACIONAL
Expansão do comércio de carne bovina da Austrália – mas não imune ao risco
As exportações de carne bovina de outubro terminaram o mês perto de 99.000 toneladas, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, e foram encorajadas pelas fortes condições de comércio global e pelo elevado abate
As exportações no acumulado do ano até outubro foram de 939.000 toneladas, 12% acima do ano passado, mas ainda abaixo dos picos de 2014 e 2015. Apesar do crescimento das exportações em 2018, alguns mercados abrigam ventos contrários enquanto a economia global permanece exposta ao risco de guerra comercial. Os números de animais confinados na Austrália continuam recordes. O boi gordo continuou fluindo através das cadeias de fornecimento e impulsionou as exportações de carne bovina de animais confinados, que aumentaram 20% em outubro em relação ao ano anterior, para 27.000 toneladas. A seca continuou a afetar o rebanho, com o abate de fêmeas aumentando desde fevereiro. As exportações de carne bovina a pasto, que aumentaram 13% em outubro para 72.000 toneladas, foram apoiadas pelo aumento dos abates de fêmeas. O aumento da demanda tem sido liderado pela China, onde as exportações australianas aumentaram 53% entre janeiro e outubro, e outros grandes fornecedores, como o Brasil e a Argentina, registraram crescimento similar. De fato, na atual trajetória, a China pode ultrapassar a Coreia como o terceiro maior mercado de exportação da Austrália em volume no final de 2018. O acesso favorável ao Japão fez com que a Austrália defendesse sua forte participação de mercado da crescente concorrência dos EUA. Embora as condições comerciais tenham sido positivas, os riscos permanecem. Particularmente, a guerra comercial EUA-China continua e, enquanto a carne bovina ainda não foi afetada diretamente (a China aplicou tarifas à carne bovina dos Estados Unidos, mas refletiu pouco comércio), as principais correções nos mercados dos dois países podem refletir um risco de base mais amplo que poderia se espalhar para o resto de cada economia. Uma desaceleração econômica em um ou ambos os países prejudicaria a Austrália em várias frentes.
Meat and Livestock Australia (MLA)
EUA: em outubro, foram alojados 11,7 milhões de cabeças em confinamento
O número de bovinos confinados nos Estados Unidos para estabelecimentos de engorda com capacidade de 1.000 ou mais cabeças totalizou 11,7 milhões de cabeças em primeiro de novembro de 2018, 3% a mais que em 2017, de acordo com o Serviço Nacional de Estatísticas Agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (NASS/USDA)
As colocações de animais em confinamento durante outubro foram de 2,25 milhões de cabeças, 6% a menos que no mesmo período do ano anterior. As colocações líquidas foram de 2,18 milhões de cabeças. A comercialização de boi gordo em outubro totalizou 1,89 milhão de cabeças, 5% a mais que em 2017. Outras saídas totalizaram 69.000 cabeças durante outubro, 5% a menos do que em 2017.
USDA
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