
Ano 4 | nº 882 | 22 de Novembro de 2018
NOTÍCIAS
Carne bovina no varejo: menor margem desde dezembro de 2017
Após duas semanas de quedas no varejo, os preços da carne bovina em São Paulo se sustentaram (alta de 0,03%). Já no Paraná a alta foi de 0,2%, cenário diferente do Rio Janeiro, onde, em média, os preços dos cortes caíram 0,4%. Estabilidade também em Minas Gerais (ajuste negativo de 0,01%)
Mesmo reabastecendo seus produtos a preços maiores, o varejo não repassou estas altas para os consumidores. Desta forma, comprando estoque “mais caro” do atacado e vendendo os produtos “mais baratos”, a margem do varejo se achatou e está em 54,0%. É a menor margem dos últimos 11 meses. Sendo que, em média, durante este ano os varejistas trabalharam com margens ao redor de 61,7%.
SCOT CONSULTORIA
Oferta diminui e já impacta as cotações da arroba do boi gordo
A oferta de animais de cocho está cada vez menor e, com menos dias de abate devido aos feriados, houve redução dos estoques das indústrias
Diante disso, os frigoríficos saíram às compras com maior afinco e as cotações da arroba do boi gordo reagiram na última quarta-feira (21/11). Houve alta em quinze praças pecuárias. Destaque para a praça de Belo Horizonte-MG, que fechou com o boi gordo cotado em R$147,00/@, a prazo, livre de Funrural. Ou seja, uma alta de R$3,00/@ frente ao levantamento anterior (19/11). Por lá, há quem oferte preços acima da referência e essa firmeza é em função da dificuldade de embarque dos animais, causada pelos grandes volumes de chuvas. Em São Paulo, a arroba também fechou em alta e a referência está em R$147,50, à vista, livre de Funrural. As escalas de abate atendem, em média, seis dias no estado.
SCOT CONSULTORIA
Pecuária puxará alta do valor da produção no campo brasileiro em 2019
Ancorado nas melhores perspectivas para o mercado de carnes, o Ministério da Agricultura prevê recuperação expressiva no valor bruto da produção (“da porteira para dentro”) das principais cadeias ligadas à pecuária do país em 2019
Estimativas recém-concluídas pela Pasta, as primeiras para o ano que vem, sinalizam que o VBP da pecuária deverá alcançar R$ 200,4 bilhões, 7,6% mais que o previsto para 2018 (R$ 186,3 bilhões). Se confirmado, o avanço será o primeiro depois de três anos seguidos de quedas, contaminadas pela fraqueza da economia brasileira no período e seus reflexos sobre a demanda por proteínas. Segundo o ministério, haverá crescimentos em quatro das cinco cadeias ligadas à pecuária analisadas. O maior será na área de frango (16,4% em relação a 2018, para R$ 61,6 bilhões), seguida por leite (10,4%, para R$ 35,6 bilhões), bovinos (3,3%, para R$ 79 bilhões) e suínos (1%, para 14,2 bilhões). Frango e leite foram as cadeias produtivas do agronegócio mais prejudicadas pela greve dos caminhoneiros, no fim do primeiro semestre. Já o VBP dos ovos, cujo consumo foi estimulado em meio à queda da demanda por proteína animais mais caras, deverá registrar VBP menor no ano que vem: R$ 10 bilhões, baixa de 5,6% na comparação com o montante previsto para 2018. Com o salto geral projetado, a pecuária poderá compensar a queda prevista para a agricultura. Segundo o ministério, o VBP conjunto das 21 principais lavouras do Brasil somará R$ 384,2 bilhões em 2019, 1,9% abaixo do valor calculado para este ano — quando o montante tende a atingir R$ 391,8 bilhões, em queda de 1,2% sobre 2017.
VALOR ECONÔMICO
Tereza Cristina beneficiou frigoríficos em Refis do Funrural
Indicada pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, para comandar o Ministério da Agricultura, a deputada Tereza Cristina (DEM-MS) teve atuação destacada em favor dos frigoríficos. Líder da bancada ruralista, grupo parlamentar que desponta como o sustentáculo do novo governo, a nova ministra foi a grande articuladora do Refis do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) – espécie de Previdência do campo
Com o perdão de multa e juros e a permissão para o uso de prejuízo fiscal para abater as dívidas de produtores rurais e de agroindústrias, como frigoríficos, o Programa de Regularização Tributária Rural (PRR) foi a renegociação de dívidas mais generosa já concedida no Brasil, de acordo com tributaristas. A extensão dos benefícios foi contestada no Supremo Tribunal Federal pela Unafisco, associação dos auditores fiscais da Receita (Unafisco), em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI). A entidade entende que o Refis beneficiou em grande parte os frigoríficos. Relatora da Medida Provisória (MP) que criou o Refis, a futura ministra da Agricultura fez, à revelia da equipe econômica, profundas alterações no texto encaminhado, em agosto de 2017, pelo Executivo. Embora o Refis permita a adesão de todo o setor do agronegócio, técnicos da Câmara dos Deputados e auditores da Receita Federal lembram que os frigoríficos de bovinos foram os grandes beneficiários. Estimativas apontam que a dívida com o Funrural ultrapassa R$ 17 bilhões. As dívidas remontam a uma longa disputa judicial. Com o amparo de liminares e de uma decisão do STF de 2010, os frigoríficos não vinham pagando o Funrural. No ano passado, o STF surpreendeu o setor e alterou seu entendimento, considerando legal a cobrança do Funrural. O STF julgou a cobrança constitucional em março do ano passado. Menos de dois meses depois, veio à tona a delação dos irmãos Batista, o que fragilizou Temer frente ao Congresso. Bastante poderosa, a bancada ruralista passou a articular o Refis.
VALOR ECONÔMICO
Brasil submete à UE planos de ação para reforçar controle sanitário
O governo brasileiro submeteu à União Europeia dois planos de ação para reforçar o controle sanitário de produtos de origem animal e também de pescados do país. A reação do bloco às promessas será importante para o futuro dessas exportações, atualmente mais restritas em razão de problemas nessa frente
Na semana passada, a UE publicou o relatório final de uma missão de auditores europeus que visitou o Brasil entre os dias 23 de maio e 8 de junho para analisar o controle de resíduos e contaminantes em produtos de origem animal. Embora o Brasil no momento só exporte três categorias com esse tipo de risco (carnes bovina e de aves e mel), a missão examinou os controles oficiais da produção de todos os itens para os quais o Brasil tem planos de controle de resíduos aprovado, incluindo carne de cavalo e pescado. O relatório final europeu apontou insuficiências no controle de resíduos e contaminantes em produtos de origem animal que poderiam ser destinados à UE. E o bloco também publicou em sua página na internet um relatório do governo brasileiro no qual o país se compromete com mudanças no controle em resposta a recomendações de Bruxelas. No entanto, o Valor apurou que a UE continuou a considerar insuficientes as respostas brasileiras. E isso levou o Ministério da Agricultura a submeter a Bruxelas uma versão revisada de seu plano de ação, o que aconteceu na semana passada. De maneira mais clara, o Brasil se comprometeu a respeitar as exigências previstas na legislação europeia para controle de resíduos e contaminantes, incluindo a proibição do uso de hormônios 17-beta-estradiol em vacas para evitar problemas nas vendas de lácteos. A UE pediu também garantias de que os produtos exportados pelo Brasil respeitam os limites máximos de resíduos definidos na UE.
VALOR ECONÔMICO
ECONOMIA
Dólar tem alta ante real com aversão ao risco
O dólar operava em alta ante o real, num ajuste ao forte movimento de aversão ao risco registrado no exterior na véspera, embora a tentativa de melhora externa nesta sessão contenha o movimento
Às 11:52, o dólar subia 0,50 por cento, a 3,7835 reais, depois de terminar a segunda-feira em alta de 0,66 por cento, a 3,7645 reais. O dólar futuro tinha valorização de cerca de 0,7 por cento. A desaceleração do crescimento global será pior em países não-membros da OCDE, com muitas economias de mercados emergentes provavelmente registrando saídas de capital à medida que o banco central dos EUA aumente gradualmente a taxa de juros. A OCDE reduziu suas perspectivas para países em risco, como Brasil, Rússia, Turquia e África do Sul. O dólar caía ante a cesta de moedas e ampliou a queda após dados fracos sobre a economia norte-americana, como o de encomendas de bens duráveis, que caiu mais do que o previsto no mês passado. Internamente, os investidores também repercutiam nesta sessão as últimas indicações da equipe do novo governo. Na véspera, foi indicado o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) para o Ministério da Saúde. O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou a criação de uma Secretaria de Privatizações, com o objetivo de acelerar a venda de ativos brasileiros e melhorar a saúde fiscal do país.
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Ibovespa fecha em queda: Petrobras PN cai 3%
O Ibovespa fechou em queda na quarta-feira, com as ações da Petrobras e da Vale entre as maiores pressões de baixa, em meio a ajustes ao movimento negativo de recibos de ações brasileiras negociadas nos Estados Unidos (ADRs, na sigla em inglês) na véspera
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,72 por cento, a 87.268,80 pontos. O giro financeiro do pregão somou 12,9 bilhões de reais. Na terça-feira, o índice dos principais American Depositary Receipts (ADR) de ações brasileiras caiu 3,61 por cento nos EUA, com os ADRs dos papéis ON da Petrobras caindo 5,86 por cento. O fundo de ação negociado em bolsa (ETF) iShares MSCI Brazil caiu 3,38 por cento. Para o analista-chefe da Rico Investimentos, Roberto Indech, o declínio do Ibovespa nesta sessão refletiu ajustes à queda dos ADRs na véspera, principalmente de papéis ligados a commodities, embora o movimento tenha sido atenuado pela melhora externa, particularmente a recuperação do petróleo. “A liquidez deve ficar menor e as discussões devem girar em torno de projetos como o da cessão onerosa e dos distratos (emendas), além da continuidade da formação do ministério do novo governo”, acrescentou, ponderando, contudo, que grande parte do núcleo econômico já é conhecida.
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Criação de vagas formais em outubro fica abaixo do esperado
O Brasil registrou criação líquida de 57.733 vagas formais de emprego em outubro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na quarta-feira pelo Ministério do Trabalho
O resultado ficou abaixo da expectativa colhida em pesquisa da Reuters com analistas, que indicava um número 22 por cento melhor com a abertura de 70.447 postos no mês. O presidente Michel Temer antecipou os números e comemorou o desempenho do emprego formal neste ano em sua conta no Twitter, dizendo que “isso significa que o Brasil está no rumo certo”.
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Valor da produção agropecuária do Brasil deve crescer 1% em 2019, prevê ministério
O valor bruto da produção agropecuária do Brasil (VBP) em 2019 deve alcançar 584,7 bilhões de reais, 1,1 por cento acima do previsto para este ano, projetou o Ministério da Agricultura na quarta-feira, ressaltando que a cifra é “muito preliminar”. Neste ano, as lavouras devem gerar 391,8 bilhões de reais, redução de 1,2 por cento ante o ano passado
De acordo com a pasta, as estimativas para a safra do próximo ano ainda são divergentes, apontando para 226,7 milhões de toneladas de grãos, segundo o IBGE, e para algo entre 233,7 milhões e 238,2 milhões de toneladas, conforme a Conab. Em relação a 2018, a expectativa do VBP é de 578,2 bilhões de reais, ante 574,25 bilhões na estimativa de setembro. Entretanto, o valor ainda está 2,3 por cento abaixo do registrado em 2017, de 591,7 bilhões de reais, e deve ser o menor nos últimos quatro anos, disse o ministério. Neste ano, as lavouras devem gerar 391,8 bilhões de reais, redução de 1,2 por cento ante o ano passado, enquanto a pecuária deve render 186,3 bilhões de reais, 4,5 por abaixo do total de 2017. “A redução do valor de produtos relevantes como arroz, cana-de-açúcar, feijão, laranja, mandioca e milho foi o principal fator que afetou o resultado”, disse em nota o Coordenador-Geral de Estudos Econômicos da Secretaria de Política Agrícola do ministério, José Garcia Gasques. A pasta disse que os maiores destaques em 2018, considerando-se preço e produção, ocorreram com o algodão (alta de 47,6 por cento em relação a 2017), cacau (35,8 por cento), café (8,3 por cento), mamona (107,6 por cento), soja (12,4 por cento), dentre outros.
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Crescimento econômico global deve apresentar desaceleração, diz OCDE
As tensões comerciais e as taxas de juros mais altas estão desacelerando a economia global, embora por enquanto não haja sinais de queda acentuada, disse a OCDE nesta quarta-feira, reduzindo suas perspectivas para o próximo ano
A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) projetou que o crescimento global vai desacelerar de 3,7 por cento este ano para 3,5 por cento em 2019 e 2020. Anteriormente, a expectativa era de um crescimento de 3,7 por cento para 2019. A desaceleração do crescimento global será pior em países não-membros da OCDE, com muitas economias de mercados emergentes provavelmente registrando saídas de capital à medida que o banco central dos EUA aumente gradualmente a taxa de juros. A OCDE reduziu suas perspectivas para países em risco, como Brasil, Rússia, Turquia e África do Sul. A OCDE estimou um crescimento de 1,2 por cento em 2018 para o Brasil, mantendo inalterada a projeção, e reduziu a estimativa para 2019 para 2,1 por cento, de 2,5 por cento anteriormente. Para 2020, a OCDE prevê um crescimento de 2,4 por cento para o país. O aumento das taxas de juros também pode estimular os mercados financeiros a reconsiderar e, assim, reprecifiar os riscos aos quais os investidores estão expostos, provocando um retorno à volatilidade, disse a OCDE. “Estamos voltando à tendência de longo prazo. Não estamos esperando uma mudança brusca, no entanto, há muitos riscos. Uma desaceleração é sempre difícil”, disse Laurence Boone, Economista-Chefe da OCDE, em entrevista à Reuters. “Desta vez é mais desafiador do que o habitual por causa das tensões comerciais e por causa dos fluxos de capital dos mercados emergentes para os países que estão normalizando a política monetária”, acrescentou. Uma guerra comercial plena e a incerteza econômica resultante podem reduzir até 0,8 por cento do produto interno bruto global até 2021, calculou a OCDE.
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IPC-Fipe tem alta de 0,37% na 2ª quadrissemana de novembro
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou alta de 0,37 por cento na segunda quadrissemana de novembro, de 0,40 por cento na primeira prévia do mês, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos
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Mais de 70 entidades pedem a Bolsonaro fim da tabela do frete
Lei que criou preço mínimo para o transporte de cargas está em vigor desde o início de agosto; valor da multa para quem descumprir a medida pode chegar a R$ 10,5 mil
Mais de 70 entidades, entre elas algumas ligadas ao agronegócio, enviaram ao presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), uma carta aberta contra o tabelamento do frete. A lei que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas foi sancionada pelo presidente Michel Temer e está em vigor desde agosto. A medida fez parte do pacote que o governo negociou com os caminhoneiros para pôr fim à paralisação da categoria, que aconteceu no fim de maio. Segundo o documento, a aplicação de preço mínimo para o frete rodoviário representa aumento de 100% no custo de transporte e inflação nos alimentos. “Com isso, o custo de vida da população aumentará, assim como o custo de produção, o que desestimulará o setor produtivo a investir e gerar empregos”. As associações envolvidas também citaram que a medida gera insegurança jurídica e desrespeita a Constituição. Além disso, a carta diz que o tabelamento do frete atrapalha a competitividade da economia brasileira ao aumentar a burocracia e os custos dos produtos brasileiros. “São mais de 60 questionamentos judiciais contra a tabela de fretes, inclusive no Supremo Tribunal Federal (STF), além do questionável processo de regulação proposto pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que não respeitou prazos e passará a multar empresas antes mesmo de definir as regras que devem ser obedecidas sobre a tabela de fretes”, informa o documento.
CANAL RURAL
FRANGOS & SUÍNOS
Exportações de carne suína cresceram em novembro
Mesmo com a menor movimentação no mercado nos últimos dias devido aos feriados da Proclamação da República e da Consciência Negra, em grandes centros consumidores, os preços tiveram alta na semana
Nas granjas paulistas, o animal terminado subiu R$1,00/@ no período e está cotado, em média, em R$76,00. No atacado, a valorização em igual comparação foi de 5,0%, com a carcaça negociada, em média, em R$6,30/kg. Tanto a demanda interna como a externa vêm colaborando para o cenário. Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, os embarques diários de novembro (até a terceira semana) foram 15,1% e 24,0% maiores que o exportado por dia em outubro último e em novembro do ano passado, respectivamente. No mercado interno, os atacadistas vêm se antecipando, visto que a procura costuma se elevar para as festas de final de ano. Apesar do cenário positivo para os vendedores, a segunda quinzena do mês pode tirar um pouco a firmeza do mercado no curto prazo. Por outro lado, o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário está próximo e as contratações de fim de ano podem limitar o efeito de redução de consumo.
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Suíno Vivo: custo de produção tem queda
Na quarta-feira (21), as cotações do suíno vivo se encontram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor de negociação anotado em São Paulo, a R$4,16/kg
O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (20), trouxe cenários mistos, sendo a variação mais expressiva a alta de 1,27% em São Paulo, a R$3,98/kg. O custo de produção por quilo vivo de suíno em Santa Catarina caiu para R$ 3,97 em outubro, também motivado pela queda nos gastos com a nutrição dos animais (-2,65%). A informação é da Embrapa Suínos e Aves. A última vez que o valor havia ficado abaixo dos R$ 4 tinha sido em abril (R$ 3,96). O ICPSuíno ainda acumula alta em 2018, agora de 13,30%. Nos últimos 12 meses, o índice
Notícias Agrícolas
Frango Vivo: cotações em estabilidade nesta quarta (21)
Na quarta-feira (21), as cotações do frango vivo se encontram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor anotado em São Paulo, a R$3,00/kg
O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,00/kg e queda de -2,63% para o frango no atacado, a R$4,45/kg. Depois de registrar o valor mais alto do ano em setembro (R$ 2,95), o custo de produção do quilo do frango de corte vivo em outubro baixou R$ 0,05, chegando aos R$ 2,90 no Paraná, calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva. A informação é da Embrapa Suínos e Aves. No ano, o ICPFrango acumula 17,01% de alta, chegando a 20,77% nos últimos 12 meses. A nutrição das aves foi o item de custo que mais pesou para a redução no custo de produção, com baixa de 2,44% no mês, embora acumule alta de 14,65% em 2018.
Notícias Agrícolas
INTERNACIONAL
Exportações de carnes do Uruguai já geraram US$ 1,68 bilhão
As exportações do setor de carnes do Uruguai geraram US $ 1,682 bilhão e a tonelada de carne exportada pelo Uruguai subiu 3,56%, ficando em US $ 3.544. Isso é demonstrado pelas estatísticas do Instituto Nacional de Carnes (INAC).
A China acentuou sua liderança como principal comprador de carne bovina em volume e miúdos. As compras subiram 6,54%, totalizando 200.875 toneladas contra 188.542 toneladas no ano anterior. O maior volume vendido trouxe um aumento no faturamento de 15,24%; esse mercado gerou US $ 735.197.000. O segundo mercado mais importante foram os países que compõem o Nafta, mas neste caso o volume vendido caiu 2,12%. Foram 67.527 toneladas contra 68.990 toneladas. O faturamento caiu 0,8%, para US$ 229.733.000. Dentro deste bloco, os Estados Unidos foram o maior comprador com 58.890 toneladas de peso, seguido pelo Canadá com 8.243 toneladas e pelo México, com 394 toneladas. A União Europeia vem em seguida, com 45.662 toneladas para US $ 323.431.000 – queda de 0,7% em volume. Ao mesmo tempo, as compras da Rússia foram as que mais aumentaram – é o quarto mercado mais importante – aumentando 181%. Os importadores russos compraram 22.369 toneladas de peso de carcaça contra 7.955 toneladas de peso de carcaça. O volume de negócios, que acompanhou a maior venda, apresentou um aumento explosivo de 141% e foi de US $ 71.341.000. Enquanto isso, Israel comprou um volume menor de cortes de dianteiro. As importações desse mercado caíram 33,13%. Este ano, foram necessárias 18.735 toneladas de peso de carcaça contra 28.020 toneladas. O faturamento ficou em US $ 79,3 milhões (o volume faturado caiu 26,7%). Os países do Mercosul também atuaram na importação de carne bovina, mas com volumes menores. Globalmente, importaram 15.628 toneladas contra 18.445 toneladas. As compras geraram US $ 118.810.000. O Brasil liderou as compras com 9.766 toneladas, seguido pelo Chile com 5.862 toneladas. Não houve exportações para a Argentina.
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