CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 884 DE 26 DE NOVEMBRO DE 2018

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Ano 4 | nº 884 | 26 de Novembro de 2018

NOTÍCIAS

Oferta restrita de boiadas sustenta cotações no mercado do boi

Na última sexta-feira (23/11), nas regiões onde as indústrias estão com escalas de abate confortáveis, os compradores testaram o mercado, ofertando preços até R$3,00/@ abaixo da referência, porém, nesses patamares os negócios travam

Por outro lado, nas praças pecuárias onde há necessidade de reabastecer estoques e preencher as programações de abate para a última semana de novembro, os preços subiram. No Sul da Bahia, a arroba teve alta de R$2,00 na comparação dia a dia, o que significa acréscimo de 1,4%, considerando o valor a prazo. A oferta de boiadas restrita colaborou para firmeza das cotações na região. No mercado atacadista de carne bovina com osso as cotações permaneceram estáveis frente ao último levantamento (22/11), e o boi casado de animais castrados está cotado em R$9,98kg.

SCOT CONSULTORIA

Produtores gaúchos pedem antecipação da retirada da vacina contra febre aftosa

Novacki esteve reunido com representantes de entidades do agronegócio gaúcho e com o Governador do Rio Grande do Sul

Pecuaristas do Rio Grande do Sul pediram ao Secretário Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, a antecipação da retirada da vacina contra a febre aftosa do rebanho gaúcho. O Secretário explicou que o Mapa está tratando do assunto, mas que o estado ainda precisa fazer uma série de procedimentos até chegar à fase de auditoria que precede a retirada da vacina. Novacki foi recebido na Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), pelo Diretor Administrativo da federação Francisco Schardong e por entidades ligadas ao setor de Proteína animal, onde foram discutidos temas do segmento como sanidade animal e comércio internacional, além da febre aftosa. O Secretário Executivo também esteve reunido com representantes da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetag), onde relatou o estágio de desenvolvimento dos principais programas do Mapa para o setor.

MAPA

Governo nomeia seis novos adidos agrícolas

O governo nomeou hoje mais seis adidos agrícolas para novos postos na Colômbia, Indonésia, Egito, Marrocos, Canadá e Bruxelas — sede da União Europeia. As nomeações foram publicadas na edição da sexta-feira do “Diário Oficial da União”

Com exceção de Bruxelas, que agora ficará com dois adidos, os outros cinco países contarão pela primeira vez com um representante do gênero. O cargo é ocupado por servidores do Ministério da Agricultura, que precisam passar por processo de seleção. Entre os novos adidos estão Guilherme Costa, que foi Diretor do Departamento de Acesso a Mercados do ministério e era presidente da Codex Alimentarius – entidade internacional que define padrões técnicos para alimentos –, e Marcus Vinícius Segurado, que era diretor de Sanidade Vegetal do ministério. Os adidos têm a missão de representar o Brasil em assuntos de comércio exterior e recentemente ganharam destaque nos planos do Ministério da Agricultura de ampliar de 7% para 10% a participação dos produtos agropecuários brasileiros nas exportações mundiais. Com os novos nomeados, o ministério passa a contar com 20 adidos agrícolas. Outros países ou cidades que já contam com esses postos são: África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Índia, Japão, México, OMC/Genebra, Rússia, Tailândia e Vietnã. A meta do ministro Blairo Maggi é ampliar para 25 o número de adidos agrícolas até 2020. Nesta semana, a futura ministra da Pasta, deputada Tereza Cristina (DEM-MS), afirmou que os adidos terão papel ainda mais fundamental em sua gestão para melhorar a imagem sanitária dos produtos do agronegócio brasileiro.

VALOR ECONÔMICO

Ciclo pecuário tem sido cada vez mais curto no país

O ciclo pecuário – que provoca oscilações sazonais no preço da arroba bovina – tem sido cada vez mais curto no país por causa do uso de tecnologia nas fazendas do país, disse o pesquisador Sergio De Zen, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), durante o Encontro de Analistas da Scot Consultoria, em São Paulo

“Quando olhamos os números do setor, vemos maior emprego de tecnologia”, disse, mencionando, por exemplo, que atualmente o uso de inseminação artificial em tempo fixo (IATF) hoje cobre 10% das fêmeas do rebanho nacional. “Isso permite uma maior produtividade de fêmeas, tanto de bezerros, quanto por área de pasto, reduzindo a oscilação da curva do ciclo pecuário”, disse o pesquisador. “Ou seja, a necessidade de manutenção de um estoque de vacas caiu muito, por causa desse aumento de produtividade.” Nos abatedouros, as fêmeas têm ocupado o lugar do boi castrado em relação à qualidade de carne, informou o CEO do frigorífico Frigol, Luciano Pascon. Para o consultor Ivan Wedekin, da Wedekin Consultores, é natural que, com evolução tecnológica na pecuária de corte, se abatam mais fêmeas. “Nos Estados Unidos, há 40 anos, já havia essa tendência, com abate de 40% das fêmeas no total de bovinos.” Wedekin disse, ainda, que de dez anos para cá vemos uma diferença muito grande do perfil de fêmeas abatidas, com rendimento de carcaça equivalente ao de um boi gordo. Com vacas de melhor padrão, Wedekin considera que elas podem, sim, estar contribuindo para uma menor volatilidade do preço da arroba do boi gordo.

SCOT CONSULTORIA

Confinamento puxou abates no MT

O volume de bovinos abatidos em Mato Grosso aumentou quase 25% em outubro na comparação com os dados de setembro

Conforme dados divulgados pelo Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT) e analisados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a ampliação da oferta reflete a chegada de animais oriundos dos confinamentos. Foram abatidos no mês passado 498,13 mil bovinos, aumento de 24,24% ante o mês de setembro. Isto pode ser evidenciado pela quantidade de bovinos machos abatidos entre 12 e 24 meses, que atingiram o seu maior número da série histórica do Indea/MT no último mês, com 99,77 mil cabeças. Além disso, em outubro o preço da arroba registrou sua maior média mensal de 2018, de R$ 133,93 à vista, o que motivou os pecuaristas a fecharem negócios”, avaliam os técnicos do Imea. Como destacam ainda, com o bom desempenho nas linhas de abate em grande parte deste ano, 2018 tende a se encerrar com crescimento no volume de bovinos abatidos, impulsionado principalmente pelas fêmeas. Durante o mês de outubro foi realizado pelo Imea, o último levantamento sobre as atividades dos confinamentos mato-grossenses em 2018. Ao todo foram entrevistados 145 (70,05%) dos confinamentos, de uma base de 207 unidades em todas as regiões de Mato Grosso. O total de animais confinados em 2018 ficou 5,10% acima da primeira pesquisa realizada durante o mês de abril/18, quando os confinadores de Mato Grosso afirmavam esperar fechar 707,68 mil bovinos em seus cochos, o maior montante confinado dos últimos seis anos.

Diário de Cuiabá

ECONOMIA

Ibovespa acumula baixa de 2,6% na semana

A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em queda de mais de 1 por cento na sexta-feira, ampliando a perda na semana para 2,6 por cento, em meio ao tombo das ações da Vale e da Petrobras. Dados da B3 B3SA3.SA mostram saída líquida de 3,36 bilhões de reais em capital externo no segmento Bovespa em novembro até o dia 21. No ano, o saldo está negativo em 9,27 bilhões de reais.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa.BVSP caiu 1,43 por cento, a 86.230,22 por cento. O volume financeiro no pregão somou 12,78 bilhões de reais, mais fraco que a média diária do mês, de 14,85 bilhões de reais, afetado pela sessão mais curta nas bolsas nos Estados Unidos e entre o feriado do Dia de Ação de Graças. Na semana, o Ibovespa acumulou queda de 2,6 por cento, deixando o desempenho de novembro negativo em 1,4 por cento. Para economistas do Barclays, os mercados globais voltaram a ser pressionados pela incerteza política elevada e preocupações com as perspectivas de crescimento da economia mundial, conforme nota a clientes na sexta-feira, assinada por Gapen, Christian Keller e Antonio Garcia Pascual. Do cenário doméstico, o analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos, destacou que os anúncios recentes de novos nomes para a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro (ministérios e estatais) reforçaram o viés econômico liberal do futuro ministro da Economia. “No entanto, os eventos no exterior suscitaram fuga de ativos de risco, o que afetou commodities e mercados emergentes em geral, minando também a bolsa no Brasil”, disse. Dados da B3 B3SA3.SA mostram saída líquida de 3,36 bilhões de reais em capital externo no segmento Bovespa em novembro até o dia 21 (última informação disponível). No ano, o saldo está negativo em 9,27 bilhões de reais.

REUTERS

Dólar sobe ante real pela 4ª semana seguida

O dólar terminou novamente em alta ante o real, pelo quarto pregão consecutivo, e registrou sua maior alta semanal desde 24 de agosto, com o giro mais fraco após uma semana de feriados no Brasil e Estados Unidos influenciando os negócios

O dólar avançou 0,41 por cento, a 3,8222 reais na venda. Com o desempenho desta sexta-feira, acumulou, na semana, valorização de 2,20 por cento, a maior desde os 4,85 por cento registrados em 24 de agosto. Foi a quarta semana consecutiva de ganhos, período no qual subiu 4,59 por cento. O dólar futuro tinha valorização de cerca de 0,50 por cento. “É normal haver saída de recursos no final do ano. Além disso, o investidor aumentou sua posição comprada (aposta de alta) no dólar, já que há preocupações externas e não se sabe como será o novo governo”, justificou um gestor de derivativos de uma corretora local. Na sexta-feira, o dólar subia ante a cesta de moedas e se encaminhava para seu maior ganho semanal em um mês, e também avançava ante divisas emergentes, como o peso chileno, em meio aos temores de desaquecimento econômico global, tombo dos preços do petróleo e guerra comercial EUA-China, antes da reunião entre os líderes dos dois países na próxima semana.

REUTERS

IPCA-15 desacelera a 0,19% e tem menor nível para novembro em 15 anos com alívio de combustíveis e energia

O alívio nos preços de combustíveis e energia elétrica fez a prévia da inflação oficial do Brasil desacelerar ao nível mais baixo em 15 anos para novembro e mais do que o esperado, voltando a ficar abaixo do centro da meta oficial em 12 meses e mantendo o Banco Central na rota da manutenção dos juros no curto prazo

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,19 por cento em novembro, contra alta de 0,58 em outubro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira. Essa é a taxa mais baixa para o mês desde 2003, e levou o resultado acumulado em 12 meses para uma alta de 4,39 por cento, de 4,53 por cento em outubro. Assim, o IPCA-15 volta a ficar abaixo do centro da meta da inflação —de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Os resultados ficaram abaixo das expectativas em pesquisa da Reuters de avanços de 0,24 por cento na comparação mensal e de 4,44 por cento em 12 meses, segundo a mediana das projeções. Em novembro, o avanço dos preços do grupo Transportes enfraqueceu para 0,31 por cento, de 1,65 por cento no mês anterior. Isso se deveu principalmente ao comportamento dos combustíveis, que subiram 0,69 por cento depois de registrarem avanço de 4,74 por cento em outubro. A partir de 31 de outubro, a Petrobras reduziu o preço médio da gasolina nas refinarias em 6,20 por cento, no maior corte já feito pela estatal desde o anúncio de uma política de reajustes diários do combustível.

REUTERS

EMPRESAS

Presidente da BRF acredita que Bolsonaro vai desistir de mudança de embaixada em Israel

A BRF não acredita que o governo de ultradireita do presidente eleito Jair Bolsonaro vai transferir a embaixada do Brasil em Israel, medida que pode prejudicar o relacionamento comercial entre produtores de carne brasileiros e consumidores de produtos halal em países muçulmanos

Em comentários durante um evento do setor nesta sexta-feira, o presidente-executivo da BRF, Pedro Parente, afirmou que a polêmica criada pelos comentários de Bolsonaro “vai morrer naturalmente. Uma vez que seja eleito o novo mandatário ele passa a sentir a responsabilidade da posição e passa a ver a questão sob ângulo diferente. Vale o velho ditado. Treino é treino, jogo é jogo.”

REUTERS

Pedro Parente reafirma intenção de anunciar venda de ativos em 2018

O Presidente do conselho de administração e CEO global da BRF, Pedro Parente, reafirmou hoje a intenção de anunciar a venda dos ativos na Argentina, Europa e Tailândia ainda neste ano

Os interessados devem fazer propostas vinculantes até 15 de dezembro. “Nosso programa de desinvestimentos continua de acordo com o programado. Não há nenhum sinal amarelo”, disse Parente a jornalistas. De acordo com Parente, o processo de venda está na “fase final” e as discussões são “muito intensas”, com “bom nível de competição”. Conforme a BRF já informou, há oito interessados nos ativos à venda na Argentina e cinco pelos ativos na Europa e Tailândia, que serão vendidos conjuntamente. A expectativa da BRF é obter R$ 3 bilhões com a venda de ativos. Os recursos devem entrar no caixa no início do próximo ano. Perguntado por uma jornalista, Parente reconheceu que a venda dos ativos na Europa está relacionada ao veto da União Europeia às exportações de carne de frango da BRF. Em abril, o bloco europeu barrou os 12 frigoríficos da BRF que estavam autorizados a vender aos europeus. “Concluímos que podíamos juntar a necessidade de reduzir a dívida da empresa com o fato de que essas operações ficariam dois anos [fora]”, acrescentou. O processo de reabilitação de um frigorífico para a União Europeia leva dois anos.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Novo foco de peste suína africana é detectado em Pequim

O governo chinês anunciou que 86 animais foram infectados pelo vírus em duas fazendas de Pequim

O governo chinês anunciou que um novo foco da peste suína africana (ASF, na sigla em inglês) foi detectado na capital do país. O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China informou que 86 animais foram infectados pelo vírus em duas fazendas de Pequim. Autoridades locais começaram a colocar em quarentena, abater e desinfetar os suínos afetados, disse a Xinhua, agência oficial de notícias do governo. Até o momento, 74 focos da doença já foram registrados no país. Desde o primeiro caso, registrado em agosto, 600 mil animais foram eliminados, disse Feng Zhongwu, funcionário do Ministério da Agricultura. Segundo Feng, ainda nos próximos meses, surtos esporádicos da doença podem ser observados no país asiático, já que cerca de 26 milhões de pequenos produtores de suínos estão atrasados na adoção de medidas para impedir a disseminação do vírus. Focos em outros países também tornam os esforços para conter a doença mais desafiadores, disse ele. 

ESTADÃO CONTEÚDO

Demandas da suinocultura são levadas à futura ministra do Mapa

As demandas e os entraves do setor agropecuário brasileiro foram apresentados à futura líder do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, em reunião do Conselho do Agro na quinta-feira (22). O encontro reuniu representantes das cadeias produtivas do agronegócio nacional, entre elas, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), para apresentação das prioridades do setor para os próximos anos

O Presidente da ABCS, Marcelo Lopes, solicitou à ministra dedicação para fortalecer as políticas públicas com foco na saúde animal. “O ministério já atua de forma assertiva no programa ‘Brasil Livre de Peste Suína Clássica’ e, com apoio da ABCS, pode fortalecer ainda mais o projeto. Em um trabalho conjunto podemos sensibilizar e estimular ainda mais o desenvolvimento da suinocultura no Brasil”, disse Lopes em nota. Ainda na reunião, a futura ministra comentou sobre a proximidade da pasta com o Ministério do Meio Ambiente (MMA). “Mesmo ainda sem o nome do novo (ou nova) Ministro do MMA será essencial ter sinergia entre as duas pastas e isto é um pleito do presidente eleito, por isto os dois órgãos vão trabalhar juntos e em prol do crescimento do Brasil”, destacou.

CARNETEC

Frango Vivo: queda de -1,02% no PR

Na sexta-feira (23), o frango vivo anotou queda de -1,02% no Paraná, a R$2,90/kg. As demais praças mantiveram as cotações estáveis

O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,00/kg e queda de -0,68% para o frango no atacado, a R$4,40/kg. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP ressalta que a melhor performance das vendas externas tem animado os agentes, já que ameniza as perdas do setor em 2018. Na parcial de novembro, as exportações continuam firmes.

Notícias Agrícolas

Suíno Vivo: estabilidade permaneceu na sexta-feira (23)

Na sexta-feira (23), as cotações do suíno vivo permaneceram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor de negociação anotado em São Paulo, a R$4,16/kg

O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (22), trouxe cenários mistos, sendo a maior variação a queda de -0,61% em Santa Catarina, a R$3,25/kg. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, as valorizações do suíno vivo estão superando as verificadas para os principais insumos que compõem a ração, como milho e farelo de soja. Os produtores paulistas e catarinenses, em especial, possuem melhor poder de compra frente a esses insumos.

Notícias Agrícolas

INTERNACIONAL

Previsão de produção de carne dos EUA caiu um pouco para 2018 e 2019

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu sua previsão de produção de carne bovina para 2018 em 13,6 milhões de quilos, para 12,2 bilhões de quilos.

A revisão leve é baseada em números no final do terceiro trimestre, juntamente com as expectativas do quarto trimestre de um número menor de bois e novilhas a serem abatidas e menos touros no mix de abate, de acordo com o relatório mensal de Pecuária, Lácteos e Aves do USDA. A previsão de produção de carne bovina em 2019 foi reduzida em 45,36 milhões de quilos, para 12,61 bilhões de quilos. O ajuste reflete o número de bovinos abaixo do esperado colocado em confinamento no terceiro trimestre de 2018, reduzindo assim o número esperado de bovinos de corte comercializados e abatidos no início de 2019. De acordo com o último relatório do Serviço Nacional de Estatística Agrícola, em setembro, houve 4,7% menos gado colocado em confinamento, mas 3,6% menos gado comercializado do que no ano passado. Como resultado, houve 5,4% a mais de gado em engorda do que há um ano, o que sustenta a expectativa de fortes negócios no primeiro semestre de 2019. A página da ERS Livestock & Meat Domestic Data tem uma tabela chamada “Feeder Cattle Supplies Outside Feedlots”. A tabela estima o número de cabeças disponíveis para confinamento no dia 1º de outubro, com 30,1 milhões de cabeças, apenas 0,06% maior do que no ano passado. Isto sugere que cerca do mesmo número de bovinos está disponível para ser colocado em confinamentos como foram colocados há um ano. A forragem de inverno parece estar em melhores condições do que no ano passado.

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