CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2226 DE 20 DE MAIO DE 2024

clipping

Ano 10 | nº 2226 |20 de maio de 2024

 

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Preços são menores que em 2022 e 2023, mas exportação total de carne bovina de abril é a terceira melhor da história

As exportações totais de carne bovina em abril tiveram preços médios de US$ 4.185 por tonelada, enquanto em abril de 2023, por exemplo, os preços eram de US$ 4.444 por tonelada

No volume, no entanto, a movimentação do mês cresceu 80% e chegou a 252.643 toneladas em 2024, contra 140.475 toneladas em 2023. Com esta movimentação, a receita foi de US$ 624,2 milhões em 2023 para US$ 1,057 bilhão em 2024 (+69%). As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), com base em dados compilados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Segundo a entidade, esta foi a terceira melhor movimentação da história, só perdendo para novembro de 2023, com 256 mil toneladas e para o recorde de dezembro de 2023 com 282.514 toneladas. Segundo a entidade, no acumulado do quadrimestre, os preços médios caíram de US$ 4.503 em 2023 para US$ 4.075 em 2024. A receita total em quatro meses, por sua vez, foi a US$ 3,768 bilhões contra US$ 2,879 bilhões em 2023 (+31%), enquanto a movimentação foi de 639.293 toneladas no ano passado para 924.821 toneladas neste ano (+45%). A China, com uma participação de 40,9% do total nas exportações brasileiras de carne bovina continua sendo o maior cliente do produto brasileiro. Em quatro meses já ampliou suas compras das 269.054 toneladas no ano passado para 377.989 nos quatro primeiros meses deste ano (+40,5%). A receita, no entanto, não acompanhou essa evolução porque aumentou só 26,5%, devido a preços médios em queda de US$ 4.926 no ano passado para US$ 4.437 neste ano. Os Estados Unidos se mantiveram na segunda posição e ampliaram suas aquisições no quadrimestre em 78,3%, importando 75.241 toneladas em 2023 e 134.161 toneladas em 2024. A receita, porém, subiu apenas 19,5%, de US$ 333 milhões para US$ 397,8 milhões em 2024, porque os preços médios caíram de US$ 4.426 no ano passado para US$ 2.965 neste ano. Na terceira posição se instalaram os Emirados Árabes, que ampliaram suas importações em 245% neste ano, passando 18.772 toneladas em 2023 para 64.932 toneladas neste ano. Com isso, a receita subiu de US$ 83,5 milhões em 2023 para US$ 298,3 milhões em 2024 (+257%), com preços médios de US$ 4.451 no ano passado e de US$ 4.595 em 2024. No quarto lugar está Hong Kong que ampliou suas compras em 17%, passando de 35.281 toneladas em 2023 para 41.269 toneladas em 2024, com a receita subindo 18,9% de US$ 110,9 milhões para US$ 131,8 milhões. Os preços médios foram de US$ 3.143 em 2023 e de US$ 3.194 em 2024. No aumento da movimentação dos quatro primeiros meses do ano, é importante lembrar a participação de novos mercados que praticamente não adquiriram a carne bovina brasileira: a Argélia, importou 20.287 toneladas e o México comprou 12.428 toneladas. No total, 87 países aumentaram as importações enquanto outros 61 reduziram no quadrimestre.

Publicado em: Valor Econômico/Globo Rural/Estadão Conteúdo/Uol Economia/Inteligência Financeira/Sou Agro/Infomoney/Poder 360/Compre Rural/Norte Agropecuário

NOTÍCIAS

Mercado do boi gordo em São Paulo

Diante da boa oferta de boiadas e das escalas alongadas, a cotação da novilha caiu R$5,00/@ na última sexta-feira. As cotações do boi gordo e da vaca gorda não mudaram

O avanço do outono e a pressão da aproximação do fim da “safra de capim” estão ditando o mercado brasileiro do boi gordo, relata o zootecnista Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria. “A oferta de boiadas gordas melhorou, as escalas de abate avançaram e os preços da arroba cederam”, destaca Fabbri, fazendo um resumo do comportamento do mercado nesta semana encerrada em 17 de maio. Das 32 praças monitoradas pela Scot, a cotação do boi gordo na semana ficou estável em 14 e caiu em 17, aponta Fabbri. “Mas onde há estabilidade, o mercado está baixista”, ressalta o analista. Em São Paulo, durante a semana, os preços do boi “comum” e do “boi-China” caíram, respectivamente, R$ 3/@ e R$ 5/@, para R$ 227/@ e R$ 230/@, segundo apuração da Scot. Para a vaca e a novilha gordas, os preços permaneceram estáveis. No Tocantins, na região Sul, a cotação da vaca caiu R$2,00/@ e a do boi e da novilha não mudou na comparação feita dia a dia. Na região Norte foi a cotação do boi gordo que caiu, queda de R$5,00/@. Na região Sul da Bahia, queda na cotação da novilha em R$3,00/@. A cotação do boi e da vaca não mudou. No mercado de reposição em São Paulo, na semana, apenas a cotação do bezerro de ano subiu, a alta foi de 0,6%. Para as demais categorias, as cotações caíram. A cotação da desmama caiu 3,9%, a do garrote 1,1% e a do boi magro 0,7%. Com relação às fêmeas, a cotação da vaca boiadeira subiu 0,4%. A cotação da bezerra de desmama, da bezerra de ano e a da novilha, respectivamente, caiu 2,7%, 3,0% e 1,2%.

Scot Consultoria

Preços da arroba do boi gordo caem no país

O mercado atacadista encerra a semana apresentando preços em queda, com perspectiva de continuidade deste movimento no curto prazo

O mercado físico do boi registrou preços em queda nas principais praças de produção e comercialização do país, com quedas mais pronunciadas nos estados de Mato Grosso e em Goiás. A situação climática é uma variável-chave neste momento, com o desgaste das pastagens em evidência, aumentando a urgência do pecuarista em negociar. “Nesse ambiente, não há dificuldades para a indústria frigorífica em posicionar as escalas de abate. A maioria delas se encontra em uma posição de grande conforto, testando rotineiramente preços mais baixos. Este movimento deve perdurar no curto prazo, ainda em um ano pautado por relevante abate de fêmeas”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Iglesias. Preços do boi: Em São Paulo, Capital, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 226. Em Goiânia, Goiás, a indicação foi de R$ 204-205 para a arroba do boi gordo. Em Uberaba (MG), a arroba teve preço de R$ 212. Em Dourados (MS), a arroba teve preço de R$ 219. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 211. O mercado atacadista encerra a semana apresentando preços em queda, com perspectiva de continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com um momento de desaquecimento da demanda, somado à posição dos estoques da indústria frigorífica, com grande quantidade de produto estocado em meio ao considerável crescimento dos abates ao longo do primeiro semestre. O quarto traseiro foi precificado a R$ 17,50 por quilo, queda de R$ 0,40. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 13,50 por quilo, queda de R$ 0,20. A ponta de agulha foi cotada a R$ 13 por quilo.

Agência Safras

Preço do boi gordo cai e afeta valor do bezerro

A pressão nas cotações deixa os pecuaristas menos capitalizados e a demanda por animais de reposição diminui. Condições climáticas desfavoráveis aos pastos devem manter elevada a oferta de gado gordo para os frigoríficos

A arroba bovina segue em queda na maior parte do país, pressionada pelo alto volume de gado disponível para abate. Em consequência, o valor dos animais de reposição, como o bezerro e o boi magro, também recua. Das 23 regiões onde há produção pecuária mensuradas pela Scot Consultoria, somente uma mostrou alta para o fechamento da arroba nesta sexta-feira (17/5) e duas tinham preços estáveis. Nas 20 “praças” restantes a cotação do indicador do boi gordo da Scot caiu. Em São Paulo, o índice terminou em R$ 226,22 por arroba, redução de 0,21% no comparativo diário. A pressão nas cotações deixa os pecuaristas menos capitalizados e a demanda por animais de reposição diminui. Mariana Guimarães, analista da Scot, ressaltou em relatório que nesta semana, em São Paulo, apenas o bezerro de 12 meses teve incremento em seu preço, com alta de 0,6%, enquanto para todas as demais categorias de reposição houve retração no valor. O bezerro de desmama teve baixa de 3,9%, o preço do garrote caiu 1,1% e do boi magro recuou 0,7%. Na mesma linha, o indicador do bezerro Esalq/B3 caiu 0,61% ontem (17/5), para R$ 2.054,32 por cabeça. “Com sinais de baixa no mercado do boi gordo, o setor de reposição não escapou muito dessa dinâmica. Com a pressão sobre os pecuaristas para o escoamento do gado em pasto, devido à diminuição da vitalidade das pastagens, em decorrência da falta de chuvas em grande parte do Brasil Central, a oferta de bovinos magros para a reposição continua em bom patamar”, afirmou a especialista. Ou seja, a pressão sobre os preços do bezerro e boi magro está relacionada à demanda. Para o curto prazo, a continuidade de condições climáticas desfavoráveis aos pastos deve manter elevada a oferta de gado gordo para os frigoríficos, e a queda nas cotações da arroba, “podendo também refletir nos preços no mercado de reposição”, acrescentou.

Globo Rural

Escalas de abate avançam e atingem o maior nível na média Brasil desde ago/22

A média nacional das programações de abate finalizou a semana em 12 dias úteis, com avanço de 1 dia útil perante o quadro observado na semana anterior, informa a Agrifatto

Com o fim das chuvas, o pecuarista vai encontrando cada vez mais dificuldade em reter o gado no pasto, elevando a necessidade de negociação da mercadoria com os frigoríficos, relata a Agrifatto. Além disso, no decorrer desta semana, o escoamento da carne bovina no atacado não foi como o esperado, aponta a consultoria. “Apesar do feriado do Dia das Mães (no último domingo), as vendas no mercado doméstico não atenderam às expectativas”, afirmam os analistas da Agrifatto, que acrescentam: “Com os estoques bem abastecidos, as indústrias mantiveram a pressão sobre os preços do boi gordo”. Diante desse cenário, a média nacional das escalas de abate finalizou a semana em 12 dias úteis, com avanço de 1 dia útil perante o quadro observado na semana anterior, informa a Agrifatto. “Foi o maior nível desde agosto/22”, ressalta a consultoria. Tocantins – O principal destaque da semana vai para o Tocantins, com as escalas de abate avançando 3 dias úteis perante o quadro registrado na semana anterior, fechando o período com 14 dias úteis, o maior patamar para uma sexta-feira desde o dia 02/06/2023. Mato Grosso – O Estado também apresentou avanço considerável nas programações de abate. A semana fechou com crescimento de 3 dias úteis nas escalas dos frigoríficos do Estado, atingindo 13 dias úteis, maior valor desde 25/08/2023. Minas Gerais – As escalas encerraram em 13 dias úteis, com avanço de 2 dias úteis sobre a semana anterior. São Paulo – A semana fechou com um recuo de 1 dia útil em relação ao quadro observado na semana anterior, encerrando com 12 dias de abates programados. Pará – As escalas ficaram próximas de 13 dias úteis, apresentando avanço de 1 dia útil sobre a sexta-feira da semana anterior. Rondônia – As escalas de abate encerraram-se em 13 dias úteis, apresentando um avanço de 1 dia útil no comparativo semanal. Goiás – Os frigoríficos locais fecharam a semana com as escalas em 11 dias úteis, mostrando um avanço de 1 dia útil sobre a sexta-feira anterior. Mato Grosso do Sul/Paraná – Os dois Estados encerraram a semana com as escalas de abate em 10 dias úteis, apresentando estabilidade no comparativo semanal.

Portal DBO

ECONOMIA

Dólar cai ante real com declarações de Campos Neto e influência externa

O dólar à vista fechou a sexta-feira em baixa ante o real sob influência de comentários sobre juros do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, venda de moeda por parte de exportadores e queda da moeda norte-americana no exterior

O dólar à vista encerrou o dia cotado a 5,1031 reais na venda, em baixa de 0,54%. Na semana, a divisa acumulou baixa de 1,06%. Às 17h05, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,62%, a 5,1075 reais na venda. Em um dia de agenda de indicadores relativamente esvaziada, os condutores do mercado de câmbio no Brasil foram em sua maioria baixistas para o dólar. Após registrar a cotação máxima do dia às 9h00, de 5,1391 reais (+0,16%), o dólar perdeu força gradativamente, impactado por um conjunto de fatores. Em primeiro lugar, repercutiu nas mesas de operação entrevista concedida por Campos Neto ao Estadão, em que afirmou que não poderia antecipar novos cortes da taxa básica Selic, hoje em 10,50% ao ano. Ele também defendeu que é prerrogativa da autarquia mudar sua orientação futura quando necessário e disse que a instituição precisa “de tempo, serenidade e calma para saber como as variáveis vão se desenrolar” até a próxima reunião. “Campos Neto falou no sentido de que talvez não corte mais juros, e isso é favorável para o real em função da arbitragem”, comentou Jefferson Rugik, diretor da Correparti Corretora. Com taxas de juros mais elevadas, o Brasil seguirá, em tese, atrativo ao capital internacional, o que traz pressão de baixa para o dólar. Um segundo fator para a baixa do dólar, conforme Rugik, é que exportadores aproveitaram as cotações em níveis mais elevados para vender moeda. Durante a tarde a divisa dos EUA ainda renovou as mínimas no Brasil, ajudada pelo exterior, onde o dólar cedia ante boa parte das demais divisas. Especificamente, o real era ajudado pela nova alta do minério de ferro no mercado internacional, em meio aos esforços recentes da China para sustentar seu setor imobiliário. O Brasil é um grande exportador da commodity.

Reuters

Ibovespa fecha quase estável após semana agitada

O Ibovespa fechou com uma variação modesta nesta sexta-feira, após uma semana agitada, com Petrobras ainda penalizada pela troca no comando da estatal, enquanto Vale proporcionou um suporte relevante na esteira da alta do minério de ferro após anúncio de medidas para o setor imobiliário na China

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,05%, a 128.224,49 pontos, acumulando na semana uma variação positiva de 0,49%, de acordo com dados preliminares, em sessão também marcada pelo vencimento de opções sobre ações.

Reuters

EMPRESAS

Uruguai diz que decisão sobre Marfrig e Minerva não foi tomada, ao comentar notícia sobre bloqueio

O Ministério da Economia do Uruguai afirmou na sexta-feira que uma decisão do órgão antitruste local sobre uma transação entre as brasileiras Marfrig e Minerva não havia sido tomada, ao comentar notícias publicadas na mídia uruguaia de que a negociação, que envolve ativos no país, havia sido bloqueada

A Marfrig afirmou que não foi notificada sobre uma suposta decisão bloqueando o acordo, enquanto a compradora dos ativos, a Minerva, divulgou uma declaração quase idêntica sobre o assunto. A manifestação do ministério e das empresas aconteceu após notícia publicada no El Observador, um dos maiores jornais do país, segundo a qual o acordo da Marfrig para vender algumas fábricas para a rival Minerva teria sido bloqueado pelas autoridades antitruste uruguaias. O Ministério da Economia do Uruguai disse à Reuters na sexta-feira que a autoridade antitruste do país não tomou uma decisão oficial e não comentaria no momento. A Marfrig fechou um acordo em agosto do ano passado para vender 16 plantas de abate para a Minerva por 7,5 bilhões de reais, em um negócio que mudaria significativamente seu perfil na América do Sul. Segundo analistas do Santander, a venda dos ativos está dividida em duas transações distintas, incluindo uma de 1,5 bilhão de reais para as fábricas no Uruguai e outra de 6 bilhões de reais para as dos demais países. “Mesmo que o acordo no Uruguai não seja aprovado, não esperamos impacto em transações semelhantes na Argentina, no Brasil e no Chile”, escreveu o Santander, acrescentando, no entanto, que a conclusão de toda a transação está condicionada à aprovação no Brasil. As unidades a serem vendidas estão localizadas no Chile, Brasil, Argentina e Uruguai. A maioria processa carne bovina, enquanto uma no Chile abate cordeiros. O Goldman Sachs disse que três das 16 fábricas visadas pela Minerva estão localizadas no Uruguai, respondendo por 16% da capacidade total de abate de carne bovina que pretende adquirir. A Marfrig também controla a processadora de aves e suínos BRF, sediada no Brasil, e a National Beef, nos Estados Unidos. A Marfrig e a Minerva afirmaram em notas ao mercado que “até o presente momento não recebemos dos órgãos competentes qualquer decisão sobre o tema”. As ações da Marfrig chegaram a subir até 3,4%, antes de reduzir ganhos e subir 0,9%. As ações da Minerva avançaram 2,2% nas negociações da manhã, mas inverteram o curso no início da tarde, caindo 0,5%.

Reuters

LEGISLAÇÃO

Zanin suspende por 60 dias decisão que reonerou folha de pagamentos

Ministro do STF afirma que liminar pode voltar a ter eficácia caso não haja acordo entre governo e Legislativo após esse prazo

O Ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu por 60 dias a decisão proferida por ele no final do mês de abril que restabeleceu, a pedido do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a reoneração da folha de pagamentos de 17 setores da economia e de prefeituras a partir deste ano. Zanin afirmou que a decisão, tomada na sexta-feira (17), visa “assegurar a possibilidade de obtenção de solução por meio de diálogo interinstitucional” para superar a controvérsia. A desoneração havia sido vetada por Lula no fim do ano passado, mas o Congresso Nacional derrubou o ato presidencial. “Transcorrido o prazo de 60 (sessenta) dias sem solução, a liminar [decisão provisória de abril] deferida retomará sua eficácia plena, sem prejuízo da instrução e do julgamento da presente ação de controle concentrado e independentemente de nova intimação”, afirmou Zanin. Na quarta (15), a AGU (Advocacia-Geral da União) ingressou no STF com um pedido para suspender a decisão de Zanin por 60 dias, prazo necessário para a busca de acordo. No pedido, a AGU afirmou que “um intenso diálogo interinstitucional que envolveu nos últimos dias autoridades do governo federal e parlamentares, entre os quais o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, resultou em um acordo para solucionar a controvérsia por meio de proposições legislativas”. O  Senado também se manifestou junto ao Supremo pela suspensão da medida de Zanin que reonerou as prefeituras, em manifestação desta sexta. A redução do percentual pago pelas prefeituras foi incluída pelos parlamentares no projeto que prorrogou a desoneração da folha de pagamentos para 17 setores da economia. O Executivo corre contra o tempo para fechar o acordo antes da Marcha Anual de Prefeitos, que ocorre na próxima semana, em Brasília. O encontro reunirá 8.000 pessoas, segundo cálculos da CNM (Confederação Nacional dos Municípios). No caso das empresas, o modelo de desoneração da folha, suspenso pelo STF, permite o pagamento de alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários para a Previdência. As alíquotas variam a depender de cada um dos 17 setores beneficiados.

Folha de SP

FRANGOS & SUÍNOS

Sexta-feira (17) com cotações estáveis para o mercado de suínos

Segundo análise do Cepea, o poder de compra de suinocultores paulistas frente ao farelo de soja vem caindo nesta parcial de maio, porque a oleaginosa tem se valorizado mais que o animal vivo. Para ambos, o impulso vem da demanda aquecida

De acordo com a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 134,00, da mesma forma que a carcaça especial, fechando em R$ 10,50/kg, em média. Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (16), houve aumento de 1,25% no Paraná, chegando a R$ 6,46/kg, e de 0,32% em Santa Catarina, atingindo R$ 6,31/kg. Os valores ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 7,27/kg), Rio Grande do Sul (R$ 6,20/kg), e em São Paulo (R$ 6,96/kg).

Cepea/Esalq

Quedas pontuais na sexta-feira (17) no mercado do frango

De acordo com análise do Cepea, enquanto a carne de frango registra pequena desvalorização em maio, frente ao mês anterior, as concorrentes apresentam altas nos preços – todas negociadas no atacado da Grande São Paulo. Pesquisas do órgão mostram que a competitividade da proteína avícola tem crescido frente às concorrentes

Segundo a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 4,80/kg, enquanto a ave no atacado cedeu 1,56%, fechando em R$ 6,30/kg, em média. Na cotação do animal vivo, o valor não mudou em Santa Catarina, com preço de R$ 4,40/kg, enquanto no Paraná, houve recuo de 1,36%, com preço de R$ 4,34/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à quinta-feira (16), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado não mudaram de preço, valendo, respectivamente, R$ 7,14/kg e R$ 7,36/kg.

Cepea/Esalq

Abertura de mercado para carne de aves no Lesoto

O Brasil abriu mercado para a exportação de 121 novos produtos agropecuários em 51 países, nos cinco continentes, desde 2023

O governo brasileiro recebeu com satisfação o anúncio, por parte do Reino do Lesoto, da abertura de mercado para exportação de carne de aves do Brasil. As negociações tiveram início em novembro do ano passado. Anualmente, o Lesoto importa em torno de 8 mil toneladas de carne de aves. O Brasil exporta carne de frango para 172 países, sendo responsável por 38% do total do comércio internacional desse produto. No ano passado, foram exportados mais de US$ 9,61 bilhões, equivalentes a 5 milhões de toneladas. Desde o início de 2023, início do terceiro mandato do Presidente Lula, o Brasil abriu mercado para a exportação de 121 novos produtos agropecuários em 51 países, nos cinco continentes.

Mapa

Frango/Cepea: Carne ganha competitividade frente a concorrentes

Pressão sobre os valores vem da baixa demanda

Enquanto a carne de frango registra pequena desvalorização em maio, frente ao mês anterior, as concorrentes apresentam altas nos preços – todas negociadas no atacado da Grande São Paulo. Como resultado, pesquisas do Cepea mostram que a competitividade da proteína avícola tem crescido frente às concorrentes. Para o frango, pesquisadores do Cepea explicam que a pressão sobre os valores vem da baixa demanda em grande parte da primeira quinzena de maio (com exceção da semana do Dia das Mães), o que levou agentes atacadistas a baixarem os preços no intuito de evitar aumento de estoques. No caso da carne suína, levantamento do Cepea aponta que as cotações iniciaram maio alta, impulsionadas pela oferta mais “enxuta” e pelo típico aquecimento da procura em começo de mês. Quanto ao mercado de boi, apesar dos valores da arroba seguirem pressionados na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, as exportações intensas de carne podem ajudar a limitar a disponibilidade interna e, consequentemente, a sustentar os valores da proteína no atacado.

Cepea

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