
Ano 9 | nº 1965 |25 de abril de 2023
NOTÍCIAS
Boi: São Paulo, com poucos negócios no início da semana
Pós feriado de Tiradentes (21/4), o mercado do boi gordo apresentou poucos negócios e boa parte dos compradores fora das compras. Assim, as cotações para o boi, vaca e novilha estão estáveis na comparação feita dia a dia
A cotação do boi está em R$272,00/@, a da vaca em R$252,00/@ e a da novilha em R$267,00/@, preços brutos e a prazo. A cotação do “boi China” permaneceu em R$275,00/@, com algumas ofertas de compra abaixo da referência. Há, no momento, pouco ágio em relação a arroba do boi para o mercado interno. Na região Norte de Mato Grosso, a semana iniciou com queda da cotação da novilha gorda em R$3,00/@. A ponta compradora tem optado por diminuir o volume de compras, uma vez que as escalas estão bem programadas. As cotações para o boi, vaca e novilha estão em R$247,00/@, R$224,00/@ e R$222,00/@, respectivamente, preços brutos e a prazo. O “boi China” está cotado em R$260,00/@, preços brutos e a prazo. Mercado atacadista de carne com osso, a última semana foi marcada por dificuldades no escoamento da produção, resultando em quedas nos preços no mercado atacadista de carne com osso. Para a cotação da vaca casada, recuo de 1,6% no comparativo semanal. Para os machos, a carcaça casada de bovinos castrados caiu 0,6%, precificada a R$18,09/kg. Para a carcaça de bovinos inteiros, queda de 2,9%, precificada a R$16,52/kg.
SCOT CONSULTORIA
Boi: alta oferta de animais para abate pressiona cotações
Em São Paulo, capital, a referência para a arroba do boi está em R$ 276; no fim de março, era R$ 300; uma queda de 8,7%
O mercado físico do boi gordo teve preços estáveis na segunda-feira (24). Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a semana iniciou com inexpressiva fluidez dos negócios. “Em grande parte do país os frigoríficos ainda desfrutam de uma posição confortável em suas escalas de abate, e já foram evidenciadas novas tentativas de compra abaixo da referência do dia”, explica Iglesias. Com o auge da safra de boi gordo se aproximando, o foco principal está na abundante oferta de animais disponíveis para abate. A perspectiva para o mês de maio no Centro-Norte brasileiro é de uma contundente redução das chuvas, o que irá resultar no desgaste das pastagens e em uma menor capacidade de retenção por parte do pecuarista. Em São Paulo, capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 276. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 264. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 247. Em Goiânia, Goiás, a indicação foi de R$ 257 para a arroba do boi gordo. Em Uberaba, a arroba teve preço de R$ 270. No mercado atacadista, a semana inicia com preços acomodados. O quarto traseiro permaneceu a R$ 20 por quilo. A ponta de agulha seguiu no patamar de R$ 15 por quilo. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 14,90 por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Carne Bovina: preço médio da exportação cai 24,2% até a terceira semana de abril
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços MDIC), o volume exportado de carne bovina atingiu 72,4 mil toneladas até a terceira semana de abril/23
A média diária foi de 5,5 mil toneladas, queda de 32,7%, a abril do ano anterior, com 8,2 mil toneladas. No comparativo semanal, a média diária teve um avanço de 14,58%, frente à semana anterior, que estava em 4,8 mil toneladas. O desempenho das exportações segue comprometido pelo embargo da China ao produto brasileiro devido ao caso atípico de vaca louca no Pará. A expectativa é que dentro das próximas semanas, os dados do governo comecem a mostrar a retomada das compras da China. O preço médio ficou em US$ 4.709 por tonelada, queda de 24,2% frente aos dados divulgados em abril de 2022, com preços médios de US$ 6,208 mil por tonelada. O valor da exportação ficou em US$ 341,1 milhões. A média diária ficou em US $ 26,2 milhões, queda de 49,00%, frente a abril do ano passado, com US$ 51,4 milhões.
AGÊNCIA SAFRAS
CNA propõe sistema voluntário para rastrear bovinos
Iniciativa prevê o prazo mínimo de oito anos para a adaptação dos criadores
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou uma proposta à Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne Bovina do Ministério da Agricultura para criar um sistema voluntário de rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos no país. A iniciativa prevê o prazo mínimo de oito anos para a adaptação dos criadores. Ainda segundo a proposta, a gestão e o controle da distribuição da numeração oficial e o banco de dados ficarão a cargo da CNA e não estarão disponíveis de forma pública. Após o prazo para adesão voluntária, a intenção é que cada Estado do país decida sobre a obrigatoriedade da rastreabilidade individual, com regulamentação própria. Para um especialista ouvido pelo Valor a medida poderá atender, por exemplo, as novas regras antidesmatamento aprovadas pela União Europeia para importação de produtos agropecuários na semana passada. Segundo a CNA, o Ministério da Agricultura já deixou claro que implantará a rastreabilidade individual. “Com o entendimento de que isso é um caminho sem volta, decidimos fazer uma proposta baseada nas necessidades do pecuarista para que seja de fácil implantação, com tempo suficiente, adesão voluntária e que tenha seus custos reduzidos ao máximo”, afirmou, em nota, o Presidente da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da entidade, Francisco Olavo Pugliesi de Castro. A rastreabilidade individual é a base para os protocolos privados. Segundo Castro, o único investimento que o produtor precisará fazer é a aquisição dos elementos de identificação individual. A proposta prevê a inserção das informações dos animais no sistema gratuitamente. A CNA discutiu o tema desde o ano passado. Agora, a proposta receberá sugestões da Câmara Setorial para ser protocolada no ministério posteriormente. Além dos debates, a entidade realizou um projeto piloto em uma propriedade de gado de corte em Brazlândia (DF) para avaliar a operacionalidade do módulo de rastreabilidade da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA). O documento apresentado à Câmara Setorial diz que a rastreabilidade dos animais não deve se restringir aos produtores que visam o acesso a mercados como a União Europeia, que exige a rastreabilidade individual dos animais. “Uma maior adesão pela base produtiva passa pela simplificação dos processos operacionais, mas sem deixar de lado a eficiência do sistema na garantia dos parâmetros de rastreabilidade”, diz o texto. A proposta ainda prevê as regras para o controle de movimentação de animais para outras unidades e leilões e para os casos de morte do animal ou abigeato. O documento elaborado pela CNA para discussão com demais membros do setor diz que a sugestão é que se inicie pelos animais de zero a 12 meses, além dos animais que serão abatidos naquele ano, seguido pelos de mais de 12 a 24 meses, mais de 24 a 36 meses e acima de 36 meses, nesta ordem. O texto ainda diz que os frigoríficos ficarão responsáveis pela baixa, na base de dados oficial, de todos os animais abatidos, a partir da leitura do dispositivo de identificação ou biometria, na calha de sangria, independentemente do nível de inspeção (SIF, SIE/SISE, SIM ou SISBI).
VALOR ECONÔMICO
ECONOMIA
Dólar à vista cai ante real
O dia de agenda esvaziada no Brasil deixou o dólar livre para seguir a tendência vinda do exterior, onde a moeda norte-americana se mantinha em queda ante outras divisas de exportadores de commodities, na esteira de dados econômicos mais fracos nos Estados Unidos
O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,0403 reais na venda, em baixa de 0,39%. Na B3, às 17:21 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,26%, a 5,0450 reais. No início da sessão, a moeda norte-americana chegou a subir ante o real, enquanto o dólar também se mantinha mais forte no exterior. Às 10h47 (horário de Brasília), a divisa marcou a máxima de 5,0870 reais (+0,54%) no Brasil. Os dados divulgados nos EUA, no entanto, conduziram o dólar para o terreno negativo, sendo que o mercado brasileiro acompanhou. No meio da tarde, às 15h28, a moeda norte-americana marcou a mínima de 5,0378 reais (-0,43%). “O dólar trabalhou hoje (segunda-feira) em margens estreitas, entre leves quedas e leves altas”, comentou Jefferson Rugik, diretor da Correparti Corretora. “No início do dia, subiu um pouco, mas depois passou a perder valor ante outras moedas emergentes. O Brasil respondeu a isso também.” Rugik também identificou um fluxo de entrada da moeda norte-americana, com exportadores aproveitando as cotações mais elevadas para internalizar recursos. Ainda assim, a sessão foi calma. Um operador pontuou que após a definição da Ptax diária –a taxa de câmbio calculada pelo Banco Central– a liquidez diminuiu. No exterior, o dólar se mantinha em queda ante boa parte das divisas. Pela manhã, o Banco Central vendeu todos os 16.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados na rolagem dos vencimentos de junho.
REUTERS
Ibovespa cai com peso de Vale e à espera de dados econômicos
O Ibovespa fechou em queda nesta segunda-feira, diante de forte recuo das ações de Vale após desvalorização do minério de ferro, enquanto investidores aguardam por dados econômicos nesta semana que podem definir o trajeto dos juros no Brasil e, em especial, nos Estados Unidos
O Ibovespa caiu 0,40%, a 103.946,58 pontos. Na máxima, subiu a 104.821,97 pontos, e, na mínima, recuou a 103.247,04. O volume financeiro somou 19,7 bilhões de reais. Para Anand Kishore, gestor de renda variável da Daycoval Asset, a influência do noticiário corporativo e setorial foi mais decisiva na sessão do que as pautas macroeconômicas. A expectativa no mercado é pela agenda econômica carregada que virá nos próximos dias, com decisões de juros no Brasil e nos EUA na primeira semana de maio, bem como balanços corporativos. Internamente, o IPCA-15, na quarta-feira, deve ser observado de perto, já que o Banco Central só deve sinalizar um potencial corte de juros após dados de preços continuamente mais fracos. Também segue a expectativa pela tramitação do arcabouço fiscal no Congresso. “O mercado, quando eu olho a curva de juros brasileira, espera que seja aprovado o arcabouço fiscal, mas com algumas mudanças. O mercado está esperando que o Congresso endureça um pouco o texto”, afirmou Kishore.
REUTERS
Mercado eleva projeção para inflação este ano e vê melhor desempenho econômico
Expectativa para o IPCA este ano subiu em 0,03 ponto percentual, a 6,04%; PIB subiu 0,06%, com expectativa agora de expansão de 0,96%
O mercado elevou a expectativa para a inflação em 2023, mas manteve o cenário para os três anos seguintes, ao mesmo tempo em que melhorou as contas para o desempenho econômico, mostrou a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central na segunda-feira. O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, apontou que a expectativa para a alta do IPCA este ano subiu em 0,03 ponto percentual, a 6,04%, acima do teto da meta. Mas para 2024, 2025 e 2026 as estimativas seguiram respectivamente em 4,18%, 4,0% e 4,0%. O centro da meta oficial para a inflação em 2023 é de 3,25% e para 2024 e 2025 é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento este ano melhorou em 0,06 ponto percentual, com expectativa agora de expansão de 0,96%. Para 2024 a conta também subiu, mas em apenas 0,01 ponto, para 1,41%. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que não houve mudanças em relação às perspectivas para a taxa básica de juros, com a Selic calculada em 12,50% ao final deste ano e em 10,0% em 2024. Para a reunião da semana que vem do Comitê de Política Monetária do BC, a expectativa continua sendo de manutenção dos juros no atual patamar de 13,75%. Na segunda, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou um discurso durante fórum empresarial Portugal-Brasil para novamente criticar o atual patamar da taxa básica de juros no Brasil e afirmou que ela inviabiliza a tomada de empréstimos.
REUTERS
EMPRESAS
Frigol obtém habilitação para exportar para Singapura
É a segunda nova habilitação que a empresa obtém para o Sudeste Asiático em 2023
A Frigol acaba de conquistar a habilitação para exportar carne bovina à Singapura a partir de sua unidade de São Félix do Xingu, no Pará. Trata-se da segunda habilitação que a companhia obtém neste ano para países do Sudeste Asiático: a primeira ocorreu em janeiro, quando a unidade de Água Azul do Norte, também no Pará, foi autorizada a exportar para a Indonésia. Devido ao foco nos países da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), no fim de 2022, a Frigol participou de uma missão brasileira na região, que esteve em Singapura e Indonésia, além de Malásia e Filipinas. “Na ocasião, o objetivo da missão foi firmar laços comerciais com os países do bloco, que tem uma população de aproximadamente 700 milhões de pessoas, sendo o segundo principal mercado da Ásia, somente atrás da China. Por isso, as novas habilitações para Singapura e Indonésia são relevantes e alinhadas com a estratégia de intensificar o relacionamento com essa região”, destaca Pedro Bordon, Diretor Comercial e de Marketing da Frigol. “Singapura importa do Brasil mais da metade da carne bovina que consome. Por isso, é considerado um mercado promissor para nossa companhia, que está se tornando cada dia mais exportadora”, destaca Orlando Negrão, Diretor de Operações da Frigol. Segundo o executivo, o próximo passo é conquistar habilitações para Filipinas e Malásia, abrangendo assim quatro países da Asean. Em 2022, a Frigol alcançou resultados operacionais e financeiros recordes, com faturamento de R$ 3,8 bilhões; sendo que as exportações representaram 53% desse montante. A China segue sendo o principal destino, seguida de Israel.
FRIGOL
FRANGOS & SUÍNOS
Suínos: quedas leves
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 120,00/R$ 125,00, enquanto a carcaça especial teve queda, no mínimo, de 1,05%, valendo R$ 9,40/R$ 9,80 o quilo
Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (20), devido ao feriado do Dia de Tiradentes (21), os valores ficaram estáveis no Paraná (R$ 6,35/kg) e em Santa Catarina (R$ 6,28/kg). Houve recuo de 0,15% em Minas Gerais, atingindo R$ 6,46/kg, baixa de 0,47% no Rio Grande do Sul, custando R$ 6,37/kg, e de 0,45% em São Paulo, fechando em R$ 6,57/kg.
Cepea/Esalq
Em 13 dias úteis, receita com exportação de carne suína é 98,6% do total de abril/22
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços MDIC), as exportações de carne suína in natura nos 13 dias úteis de abril praticamente alcançaram em faturamento o total registrado em todo o mês de abril de 2022
A receita, US$ 178,4 milhões, representa 98,6% do montante obtido em todo o mês de abril de 2022, que foi de US$ 180,9 milhões. No volume, as 71.170 toneladas são 87,2% do total registrado em abril do ano passado, com 81.542 toneladas. A receita por média diária, US$ 13,7 milhões, é 44,1% maior do que a de abril de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve leve alta de 1,0%. Em toneladas por média diária, 5.474, houve incremento de 27,6% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Quando comparada ao resultado da semana anterior, aumento de 0,4%. No preço pago por tonelada, US$ 2.507, ele é 13,0% superior ao praticado em abril passado. Frente ao valor atingido na semana anterior, leve aumento de 0,58%.
AGÊNCIA SAFRAS
Frango: preço do vivo sobe no PR e está estável em SC
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,80/kg, assim como o frango no atacado, custando R$ 6,35/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina o valor ficou inalterado em R$ 4,90/kg, enquanto no Paraná houve baixa de 0,41%, chegando a R$ 4,84/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (20), devido ao feriado do Dia de Tiradentes (21), a ave congelada teve baixa de 0,4¨%, atingindo R$ 6,63/kg, enquanto o frango resfriado recuou 0,30%, fechando em R$ 6,58/kg.
Cepea/Esalq
Exportações de carne de frango crescem no volume
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços MDIC), as exportações de carne de aves in natura nos 13 dias úteis de abril cresceram no volume mais do que na receita
A receita, US$ 584,4 milhões, representa 78,11% do total de todo o mês de abril de 2022, com US$ 748,1 milhões. No volume, as 310.377 toneladas já são 80,3% do total registrado em abril do ano passado, com 386.510 toneladas. Na receita por média diária, US$ 44,9 milhões, ela é 14,2% maior do que o registrada em abril de 2022. No comparativo com a semana anterior, recuo de 6,02%. Em toneladas por média diária, 23.875 toneladas, houve elevação de 7,4% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Em relação à semana anterior, retração de 6,37%. No preço pago por tonelada, US$ 1.883, ele é 2,7% inferior ao praticado em abril do ano passado. Frente à semana anterior, alta de 0,37%.
AGÊNCIA SAFRAS
Uruguai: Vacinação obrigatória contra gripe aviária começará em 2 de maio
Face ao avanço da gripe aviária, o Governo do Uruguai definiu a obrigatoriedade da vacinação a partir de 2 de maio das aves matrizes leves e pesadas, bem como das poedeiras pertencentes a estabelecimentos comerciais, sob supervisão veterinária
O Ministro da Pecuária, Agricultura e Pescas do país, Fernando Mattos, esclareceu que os 10 focos ativos em aves silvestres ou de fundo de quintal não correspondem a atividade produtiva ou comercial. O Uruguai adquiriu cerca de 10 milhões de doses para vacinar em duas categorias, pintos de um dia e galinhas adultas, informou Mattos, em diálogo com a Comunicação Presidencial. O Ministro acrescentou que as vacinas provenientes do México chegarão ao país na próxima semana e espera-se que todos os animais-alvo sejam inoculados em 20 dias. Mattos solicitou ainda que os produtores reforcem os sistemas de biossegurança, porque a vacina é um instrumento, mas não o único. “Não se deve pensar que se vacina e se resolve o problema”, enfatizou. Os serviços do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pescas (MGAP) acompanham a evolução epidemiológica da gripe aviária na região, como forma de avaliar a aplicação de uma terceira dose ou introduzir a vacinação em outras categorias de aves. Mattos destacou que a doença está presente em todo o planeta e que, neste momento, não afeta ou é transmitida pela ingestão de alimentos de origem aviária, como ovos ou carne. Cada vez mais países estão aderindo à vacinação, portanto espera-se que as barreiras à exportação sejam levantadas para aqueles que começaram a vacinar animais, acrescentou.
Ministério da Pecuária, Agricultura e Pescas
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