
Ano 9 | nº 1956 |11 de abril de 2023
NOTÍCIAS
Cotação da arroba estável em São Paulo
Com poucos negócios, típico de uma segunda-feira, os preços ficaram estáveis em relação ao último levantamento (6/4)
Nas praças de SP, o boi gordo vale R$ 285/@, enquanto a vaca e a novilha gordas saem por R$ 257/@ e R$ 275/@, respectivamente (preços brutos e a prazo), segundo a Scot Consultoria. Com poucos negócios, típico de uma segunda-feira, os preços do boi gordo ficaram estáveis nas principais praças brasileiras, informam as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário. Por sua vez, a cotação do “boi-China” está em R$ 290/@ nas regiões paulistas (preço bruto e a prazo), acrescentou a Scot. No Espírito Santo, a cotação do boi subiu R$3,00/@ e as cotações para a vaca e novilha ficaram estáveis. No atacado de carne com osso, seguindo a mesma toada da última semana, após o pagamento dos salários e o feriado, os preços dos cortes de carne subiram no mercado atacadista de carne com osso. Para a cotação da carcaça da vaca casada, a cotação subiu 1,2% na comparação semana a semana. O preço da carcaça de bovinos castrados subiu 0,5% e a cotação da carcaça de bovinos inteiros subiu 1,2%.
SCOT CONSULTORIA
Preços da carne sobem no atacado
Preços da carne bovina no mercado atacadista apresentaram alta, devido à entrada dos salários na economia e ao feriado da Páscoa
Os preços da carne bovina no mercado atacadista apresentaram alta, devido à entrada dos salários na economia e ao feriado da Páscoa. A análise é da Safras & Mercado. Quarto traseiro precificado a R$ 20,35 por quilo, alta de R$ 0,20; quarto dianteiro cotado a R$ 14,40 por quilo, alta de R$ 0,10; ponta de agulha precificada a R$ 14,50 por quilo, alta de R$ 0,10. Já os preços do boi gordo no mercado físico ficaram pouco alterados no início da semana. Algumas indústrias ausentes na compra de gado, avaliando melhores estratégias para aquisição. As escalas de abate estão mais confortáveis no Sudeste brasileiro, com bom volume de negociações envolvendo animais padrão China. Há a expectativa de bom volume de animais ofertados no curto e médio prazo no Centro-Norte brasileiro. Referência para a arroba do boi em São Paulo ficou em R$ 283; em Dourados (MS) foi de R$ 276; em Cuiabá, R$ 252; em Uberaba (MG), R$ 280; e em Goiânia (GO), R$ 273.
AGÊNCIA SAFRAS
Exportação de carne bovina in natura atinge 22,5 mil toneladas na primeira semana de abril/23. Queda 31,8%
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a exportação de carne bovina in natura atingiu 22,5 mil toneladas em 4 dias úteis de Abril/23. No ano anterior, o volume total exportado no mês de março ficou em torno de 157,3 mil toneladas em 22 dias úteis
A média diária exportada na primeira semana de abril ficou em 5,6 mil toneladas e teve uma queda de 31,8%, frente ao observado no mês de abril do ano anterior, que ficou em 8,2 mil toneladas. Já no comparativo semanal, a média diária teve um avanço de 3,70%, frente à semana anterior, que estava em 5,4 mil toneladas. “Apesar da retirada do embargo da China, e da Rússia, as informações do governo têm um atraso no processamento dos dados de 40 a 50 dias úteis”, destacou o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. “O aumento no comparativo anual no volume médio diário das primeiras duas semanas de março já representa um indício relevante de que o apetite de compras da China está aquecido neste início de ano, mais uma sinalização positiva para a retomada dos embarques e para as exportações brasileiras de todo o ano”, completou. O preço médio do produto na primeira semana de abril ficou de US$ 4.546 por tonelada, queda de 26,8% frente aos dados divulgados em abril de 2022, com US$ 6.208 por tonelada. O valor negociado para o produto na primeira semana de abril ficou em US $ 102,683 milhões. A média diária ficou em US $ 25,6 milhões, queda de 50,10%, frente ao observado no mês de abril do ano passado, com US$ 51,442 milhões.
AGÊNCIA SAFRAS
ECONOMIA
Dólar à vista fecha em alta de 0,15%, a R$5,0659 na venda
Na volta do feriado de Páscoa, o dólar fechou o dia em alta ante o real no Brasil, em sintonia com o exterior, onde a moeda norte-americana também sustentava ganhos após a divulgação, na última sexta-feira, de dados na área de empregos nos Estados Unidos
Na sexta-feira, o relatório de emprego dos EUA mostrou a criação de 236.000 vagas de trabalho fora do setor agrícola no mês passado. Economistas consultados pela Reuters projetavam abertura de 239.000 postos de trabalho em março. O mercado viu aumentarem as chances de o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) subir em 0,25 ponto percentual sua taxa de juros, para segurar a inflação. Em reação, o dólar sustentou ganhos ante várias moedas ao redor do mundo. O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,0659 reais na venda, em alta de 0,15%. Na B3, às 17:18 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,22%, a 5,0820 reais.
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Ibovespa fecha em alta com suporte de blue chips, mas volume reduzido
O Ibovespa fechou em alta na segunda-feira, tendo as blue chips Vale e Petrobras entre os principais suportes, enquanto o noticiário relativamente tranquilo abriu espaço para ajustes em papéis como Locaweb e Alpargatas, que acumulam quedas expressivas em 2023
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,94%, a 101.772,31 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro somava apenas 13,8 bilhões de reais, contra uma média diária de cerca de 25 bilhões de reais no ano.
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IGP-DI passa a cair 0,34% em março com menor pressão do atacado, diz FGV
O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou a cair 0,34% em março, deixando para trás a variação positiva de 0,04% vista em fevereiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na segunda-feira.
O resultado levou o índice a mostrar queda de 1,16% em 12 meses, o primeiro resultado negativo desde fevereiro de 2018, contra alta de 1,53% acumulada nos 12 meses encerrados em fevereiro. Em março de 2022, o IGP-DI acumulava elevação de 15,57% em 12 meses. Alimentando a queda do índice geral, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60% do IGP-DI, acelerou a queda para 0,71% em março, de 0,04% em fevereiro. “As principais contribuições para a queda da taxa do IPA partiram da soja (de -3,06% para -5,66%), do farelo de soja (de -1,23% para -7,66%) e da gasolina (de 5,66% para -3,91%)”, explicou em nota André Braz, coordenador dos índices de preços. Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) –que responde por 30% do índice geral– acelerou a alta para 0,74% no mês passado, de 0,34% antes. “Gasolina (de -0,26% para 8,66%) e energia elétrica (de -0,26% para 3,30%) foram os itens que mais contribuíram para a aceleração da inflação” ao consumidor, disse Braz. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, subiu 0,30% em março, ante 0,05% em fevereiro, sob influência da mão de obra, que registrou aumentos salariais via acordos coletivos firmados em fevereiro, segundo a FGV.
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Taxas dos contratos futuros de juros fecham em leve baixa após IGP-DI e Focus
Na volta do mercado após o feriado de Páscoa no Brasil, as taxas dos contratos futuros de juros fecharam em leve baixa na segunda-feira, influenciadas pelos dados de inflação e pelas projeções mais recentes, enquanto os retornos dos Treasuries exibiam ganhos no exterior
Pela manhã, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) recuou 0,34% em março, após subir 0,04% em fevereiro. O número foi interpretado como um sinal de desaceleração da inflação no Brasil. Já o relatório Focus do Banco Central indicou que as projeções para o IPCA, o índice oficial de inflação, em 2025 e 2026 não se alteraram. O documento mostra que a mediana das expectativas do mercado para o IPCA nos dois anos seguiu em 4%. “O IGP-DI veio abaixo do esperado, e o Focus mostrou pouca variação nas expectativas de inflação. De certa forma, isso reduz um pouco a preocupação de que o BC terá que manter os juros no atual patamar por muito tempo”, avaliou o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno. “O arcabouço fiscal proposto pelo governo, a princípio, está pelo menos conseguindo estabilizar as expectativas de inflação”, acrescentou. De acordo com o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o governo enviará o projeto de novo arcabouço fiscal ao Congresso juntamente com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024. No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para outubro de 2023 estava em 13,5%, ante 13,509% do ajuste anterior. Já a taxa para janeiro de 2024 estava em 13,235%, ante 13,252% do ajuste anterior. A taxa do DI para janeiro de 2025 estava em 11,99%, ante 12,039%. Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2027 estava em 11,98%, ante 11,989% do ajuste anterior.
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Focus: Economistas projetam inflação e crescimento maiores neste ano
Os economistas consultados pelo BC elevaram as estimativas para o IPCA de 2023 de 5,96% para 5,98%, enquanto o centro da meta do ano é de 3,25%. As estimativas para 2024, horizonte da política monetária do Banco Central, passaram de 4,13% para 4,14%. Para 2025, as perspectivas também foram iguais, em 4%.
Os economistas mantiveram a projeção da taxa básica de juros deste ano em 12,75%. A expectativa é de início do ciclo de afrouxamento para 2023, pois a Selic está em 13,75% hoje. As projeções para 2024 e 2025 foram mantidas em 10% e 9%, respectivamente. Os economistas elevaram as expectativas para o crescimento da economia brasileira em 202 de 0,90% para 0,91%. Para 2024, as projeções do PIB recuaram de 1,48% para 1,44%, enquanto para 2025 saíram de 1,80% para 1,76%. Em relação ao dólar, as apostas para 2023 estão mantidas em R$5,25. Para 2024, caíram de R$5,30 para R$5,27, mas o valor estimado em 2025 segue em R$5,30.
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Agroindústria teve o melhor mês de janeiro em cinco anos, diz FGV Agro
Índice de Produção Agroindustrial registrou quarto aumento consecutivo
O Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) subiu 1,3% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado. O avanço de 4,6% do grupo de alimentos e bebidas mais do que compensou o recuo de 3% do segmento de produtos nãoalimentícios. De acordo com o centro de estudos, esse foi o maior crescimento do setor em um mês de janeiro desde 2018, quando o aumento foi de 5,4%. A agroindústria também acumulou avanço pelo quarto mês consecutivo. “A expansão de janeiro foi a menos intensa dos últimos quatro meses, demonstrando um possível desaquecimento do setor”, afirma o FGV Agro. Os pesquisadores ponderaram que a diminuição do ritmo de expansão reflete problemas que afetam toda a economia do país. Ainda assim, em janeiro, o setor cresceu mais do que a média geral da indústria (+0,3%). O segmento de alimentos de origem vegetal cresceu 4,9% em janeiro – e poderia ter avançado ainda mais se não fossem as quedas de 6,7% e 5,5% que ocorreram nas agroindústrias de refino de açúcar e arroz, respectivamente. Já a indústria de produtos de origem animal avançou 7,6%. “Vale destacar que as perspectivas para a produção de carne bovina são favoráveis para 2023, uma vez que o número de abates está aumentando”, destaca a FGV.
VALOR ECONÔMICO
FRANGOS & SUÍNOS
Suínos: estabilidade na maioria das praças
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF teve aumento de 1,71% a R$ 119,00/R$ 123,00, enquanto a carcaça especial ficou estável, valendo R$ 9,50/R$ 9,80 o quilo.
Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (6), devido ao feriado da Sexta-feira Santa, houve queda somente no Rio Grande do Sul, na ordem de 0,62%, chegando em R$ 6,45/kg. Os preços não mudaram em Minas Gerais (R$ 6,46/kg), Paraná (R$ 6,41/kg), Santa Catarina (R$ 6,24/kg), e em São Paulo (R$ 6,57/kg).
Cepea/Esalq
Preço da carne suína no mercado de exportação voltou a subir
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne suína in natura nos quatro dias úteis de abril, tiveram a média diária da receita 83% superior às de abril do ano passado
O analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, disse que o preço da proteína suinícola brasileira no mercado externo voltou ao patamar visto há três meses, algo que ele considera “muito importante para o setor”. A receita, US$ 69,8 milhões, representa 38,6% do montante obtido em todo o mês de abril de 2022, com US$ 180,9 milhões. No volume, as 27.917 toneladas são 34,2% do total registrado em abril do ano passado, com 81.542 toneladas. A receita por média diária em abril foi de US$ 17.4 milhões, valor 83,4% maior do que abril de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve alta de 73,34%. Em toneladas por média diária, 6.979 toneladas, avanço de 62,6% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Quando comparada a semana anterior, avanço de 68,43%. No preço pago por tonelada, US$ 2.502, ele é 12,8% superior ao praticado em abril passado. O resultado, frente a semana anterior, representa crescimento de 2,9%.
AGÊNCIA SAFRAS
Mercado do frango com leves altas
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,80/kg, enquanto o frango no atacado subiu 0,77%, custando R$ 6,55/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o valor ficou inalterado em R$ 4,30/kg, da mesma maneira que no Paraná, custando R$ 4,93/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (6), devido ao feriado da Sexta-feira Santa, a ave congelada teve aumento de 0,4¨%, e a resfriada, de 0,28%, ambas atingindo o valor de R$ 7,10/kg.
Cepea/Esalq
Exportações de carne de frango iniciam abril em ritmo acelerado
Para analista de mercado, embarques da proteína podem chegar a 500 mil toneladas neste mês
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne de aves nos quatro dias úteis de abril tiveram faturamento por média diária e volume por média diária elevados, tanto em comparação ao mesmo mês do ano anterior quanto à última semana de abril. Para o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, depois de recorde de embarques para um mês de março, se as exportações da proteína avícola seguirem este mesmo ritmo durante todo o mês de abril, é possível chegar à casa das 500 mil toneladas embarcadas, também batendo recorde. A receita, US$ 250.3 milhões, representa 33,4% do total de todo o mês de abril de 2022, com US$ 748.1 milhões. No volume, as 130.522 toneladas são 33,7% do total registrado em abril do ano passado, com 386.510 toneladas. A receita por média diária, US$ 62.5 milhões, é 59% maior do que a registrada em abril de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve incremento de 59,6%. Em toneladas por média diária, 32.630 toneladas, houve elevação de 60,4% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Em relação à semana anterior, crescimento de 55%. No preço pago por tonelada, US$ 1.918 ele é 0,9% inferior ao praticado em abril do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa avanço de 3%.
AGÊNCIA SAFRAS
Exportações brasileiras de carne de frango alcançam 514,6 mil toneladas em março, diz ABPA
Receita mensal dos embarques totalizou US$ 980,5 milhões
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando os produtos in natura e processados) totalizaram 514,6 mil toneladas em março. O número supera em 22,9% o total embarcado no mesmo período de 2022, quando foram exportadas 418,8 mil toneladas. Com isso, o resultado das vendas de carne de frango no terceiro mês deste ano alcançou US$ 980,5 milhões, número 27,2% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com US$ 771,7 milhões. No acumulado do ano (1° trimestre), as exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 1,314 milhão de toneladas, volume 15,1% superior ao embarcado no mesmo período de 2022, com 1,142 milhão de toneladas. Em receita, o resultado trimestral deste ano foi 25,5% maior, com US$ 2,573 bilhões entre janeiro e março deste ano, contra US$ 2,051 bilhões no mesmo período de 2022. “Houve um incremento generalizado nas compras dos maiores destinos de exportações, em um momento em que o Brasil estava preparado do ponto de vista da oferta. Uma soma de fatores influenciou o comportamento atípico das vendas internacionais de carne de frango no mês, como, por exemplo, parte dos embarques atrasados de fevereiro. Além disso, este é um período em que, tradicionalmente, há uma aceleração dos embarques, dentro da programação das vendas para o verão do Hemisfério Norte. O ambiente de diminuição da oferta de produtos em algumas regiões, em consequência do aumento de custo de grãos e energia, juntamente com os focos de Influenza Aviária no mundo, favoreceu a antecipação de compras por determinados destinos importadores”, avalia o Presidente da ABPA, Ricardo Santin. Entre os principais destinos de exportações, a China liderou as importações, com 187,9 mil toneladas importadas no primeiro trimestre, volume 24,5% superior ao mesmo período de 2022. Outros destaques foram Arábia Saudita, com 96 mil toneladas (+69,9%), União Europeia, com 62,2 mil toneladas (+24,1%) e Coreia do Sul, com 50,9 mil toneladas (+43,7%).
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