
Ano 9 | nº 1941 |20 de março de 2023
NOTÍCIAS
Mercado do boi gordo fechou semana com preços estáveis
Grande parte dos frigoríficos paulistas habilitados a exportar para a China reduziram os abates e, em função disso, estão menos ativos
Na sexta-feira (17/3), os preços do boi gordo paulista fecharam estáveis, em R$ 277/@, enquanto a vaca e a novilha gordas foram negociadas por R$ 257@ e R$ 267/@, respectivamente (valores brutos e a prazo), segundo a Scot Consultoria. Para o “boi-China”, não houve oferta de compra. As cotações para boi, vaca e novilha estão estáveis na comparação diária. Não há ofertas de compra para o “boi China”. No Noroeste do Paraná, o clima favorece a manutenção do gado na pastagem e os compradores, ao contrário do quadro vivido em São Paulo, estão, comparativamente, ativos. Com isso, a oferta de gado fica compassada e os compradores fecharam a semana melhorando a oferta em R$2,00/@ de boi e de vaca. A expectativa é que o movimento continue na próxima semana. Na Bahia, Sul, com a oferta de bovinos terminados ajustada à demanda, os preços do boi, da vaca e da novilha ficaram estáveis no comparativo diário.
SCOT CONSULTORIA
Estatística da pecuária (Belo Horizonte – MG)
O preço do boi gordo na região subiu 3,4% ou R$8,00/@, em sete dias
Após uma primeira quinzena sob pressão baixista, em função do embargo à China e menor ímpeto comprador das indústrias, a possibilidade de manutenção da boiada à pasto e retenção na oferta pelos pecuaristas diminuíram as escalas de abate e os preços reagiram. Segundo o levantamento da Scot Consultoria, a cotação para as fêmeas destinadas ao abate, cujo destino é o mercado interno, subiu R$5,00/@ no período. Com isso, boi, vaca e novilha gordos na praça estão cotados em R$246,50/@, R$231,50/@ e R$236,50/@, a prazo e descontado os impostos (Senar e Funrural). O diferencial de base do boi gordo na praça, em relação a São Paulo, está 9,7% ou R$26,50/@ a menos, com o boi gordo na praça paulista cotado em R$273,00/@, livre de impostos e a prazo.
SCOT CONSULTORIA
Mercado físico do boi gordo registrou poucas negociações com preços acima das referências médias
Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a postura do pecuarista em reter as boiadas em meio à boa condição das pastagens foi fator decisivo para a recuperação dos preços, depois que várias semanas se sucederam com inexpressivo fluxo de negociações.
Com escalas de abate bastante encurtadas, aumentou a propensão a reajustes no mercado brasileiro. Já em relação ao embargo às exportações para a China, o mercado permanece em compasso de espera, aguardando o aval para a retomada dos embarques. Em São Paulo, capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 279. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 262. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 243. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 262 por arroba. Já no mercado atacadista, os preços da carne bovina continuam acomodados. Conforme Iglesias, a tendência é de menor propensão a reajustes durante a segunda quinzena do mês, período que conta com menor apelo ao consumo. A carne de frango permanece mais atraente na comparação com as proteínas concorrentes, em especial a carne bovina. Enquanto isso, o quarto traseiro seguiu precificado a R$ 20,30 por quilo. O quarto dianteiro permaneceu em R$ 14,30 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 14,50.
AGÊNCIA SAFRAS
Frigoríficos temem ‘novo’ acesso à China
Ministério da Agricultura avalia mudar a ordem de indicações de plantas exportadoras aos chineses
Às vésperas da primeira viagem do Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, à China, os frigoríficos brasileiros receberam a informação de que o processo de apresentação das empresas nacionais de carnes aos chineses para novas habilitações pode mudar. Ao invés do envio de listas com a ordem cronológica dos estabelecimentos que preenchem os requisitos para vender para a China, que dá preferência às empresas que aguardam o aval de Pequim há mais tempo, poderão ser consideradas todas as cerca de 120 companhias que hoje buscam acesso ao mercado chinês, independentemente do período em que se cadastraram para isso. Ainda que a mudança não seja oficial e esteja no campo das intenções, segundo apurou o Valor, o modelo desagradou a parte do segmento. As empresas, que participaram de reuniões em Brasília na última semana para conhecer as novas regras, reclamaram de falta de transparência por parte do governo brasileiro no processo e cobraram responsabilidade e isenção do ministério para indicar as empresas que pleiteiam o mercado chinês há mais tempo. A preocupação é que, sem o critério cronológico do credenciamento, surjam brechas para a prática de lobby e de influências na definição dos novos habilitados, o que pode dificultar a vida de pequenos e médios frigoríficos que estão na fila. A decisão final, no entanto, cabe exclusivamente à China. Por outro lado, há quem considere que o novo formato pode abrir espaço para uma habilitação em massa, o que beneficiaria mais empresas nacionais. A China não habilita novas unidades de produção de carne brasileiras desde 2019, anos em que 38 frigoríficos receberam aval para vender aos chineses. Em 2020, o sistema de credenciamento das unidades para habilitação mudou. Os documentos que antes eram enviados a Pequim em papel ou pen drive passaram a ser inseridos em uma plataforma online única. O Ministério da Agricultura dividiu em lotes as empresas que se cadastraram primeiro e, em 2021, enviou quatro listas à China, com um total de 79 frigoríficos de carnes bovina, suína e de frango. Desses, cerca de 50 são de carne bovina. Não ficou claro se a mudança no critério para as indicações partiu de Brasília ou de Pequim. Fontes dizem que indústria e governo fecharam um acordo no ano passado que asseguraria o respeito à ordem cronológica. Agora, em função de novas atualizações nos questionários da China, as listas anteriormente definidas e já enviadas à GACC podem não mais ser consideradas. Na última semana, técnicos do Ministério da Agricultura reuniram-se com representantes dos frigoríficos para pedir que todos façam a checagem da documentação necessária para habilitação à China e resolvam pendências ou notificações do credenciamento. Empresas que já tinham concluído o envio dos documentos devem ficar atentas porque podem ter que atualizar ou apresentar documentos e informações para permanecerem aptas para habilitação. O Ministro Carlos Fávaro e a comitiva da Pasta embarcam hoje para Pequim, onde tratarão do tema com os chineses e também da reabertura do mercado de carne bovina. Segundo relatos, os técnicos disseram aos participantes da reunião que as listas foram feitas em outro contexto e que “não valem mais”. Procurado, o Ministério da Agricultura não respondeu.
VALOR ECONÔMICO
Com vendas ao mercado chinês paralisadas, boi gordo recua 7%
As vendas de carne bovina brasileira para a China estão suspensas há quase um mês. Nesse intervalo, o preço médio do boi gordo em São Paulo, Estado que concentra a maioria dos frigoríficos com habilitação para exportar aos chineses, caiu quase 7%, chegando a R$ 278,90 por arroba na última sexta-feira
No dia 22 de fevereiro, o Ministério da Agricultura anunciou o autoembargo após confirmar um caso de “vaca louca” no Pará. Foi mais um caso atípico, confirmou no começo de março o laboratório credenciado pela Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) em Alberta, mas o mercado chinês continua fechado. Fontes da indústria ouvidas pelo Valor dizer ter começado a perder a esperança de que a reabertura vá acontecer ainda em março. A expectativa geral era de que, como ocorreu em 2019, os chineses retirassem o embargo logo após o resultado do exame laboratorial. Agora fala-se na retomada com a visita do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China nesta semana. “É um movimento previsível, porque é tudo sempre no tempo deles [chineses]”, afirmou um integrante da indústria. “Acredito que também não vão liberar nesta semana. Não é um tema político, mas técnico. Os chineses estão analisando os documentos enviados pelo Brasil, e pode ser que a decisão fique para depois”. Na parcial deste mês, a indústria brasileira exportou 8,4 mil toneladas por dia. A média é superior à de março de 2022, quando os frigoríficos brasileiros embarcaram 7,7 mil toneladas por dia. Em parte, esse crescimento deve-se ao envio de cargas certificadas pela China antes do embargo – as cargas estão em trânsito e, segundo fontes, não terão problemas para entrar no mercado chinês. A ausência do maior comprador da proteína de boi do Brasil deve ser sentida nas próximas semanas e meses, isso se o embargo perdurar. As ações da Minerva, empresa que depende bastante das vendas à China, caíram 5,5% desde 17 de fevereiro, a R$ 11,70. Nesse mesmo período, os papéis de JBS e Marfrig subiram 9,5% e 11,4%, a R$ 20,49 e R$ 11,70, respectivamente.
VALOR ECONÔMICO
ECONOMIA
Dólar avança frente ao real com medo de crise bancária
O dólar avançou frente ao real na sexta-feira, com investidores continuando a buscar segurança em meio a temores sobre uma crise bancária global
A moeda norte-americana à vista fechou em alta de 0,63%, a 5,2715 reais na venda. No acumulado da semana, o dólar avançou 1,22%. Em uma crise que começou com o colapso do Silicon Valley Bank, com sede nos Estados Unidos, na última sexta-feira, os investidores perderam a confiança nos bancos regionais norte-americanos e no Credit Suisse, da Europa, mesmo após a intervenção de autoridades para sustentar o moral dos mercados. “Neste estágio, não está totalmente claro se as ações das autoridades foram suficientes para conter as preocupações bancárias… Com a volatilidade ainda muito alta, continuamos cautelosos”, disse o Citi em relatório. O índice do dólar contra uma cesta de pares fortes caía 0,5% nesta tarde, mas o movimento estava ligado principalmente ao tombo dos rendimentos dos Treasuries (títulos do governo dos EUA) em meio ao estresse no setor bancário norte-americano, e não a uma melhora no apetite por risco internacional, disseram operadores. Segundo Diego Costa, chefe de Câmbio para Norte e Nordeste da B&T Câmbio, “a volatilidade deve persistir até a Super Quarta da próxima semana, onde os bancos centrais do Brasil e dos EUA anunciarão suas decisões sobre juros”. A maioria dos participantes do mercado precifica uma alta de taxa de 0,25 ponto percentual pelo Federal Reserve no dia 22 de março, mas uma minoria relevante (37%) não espera qualquer alteração nos juros norte-americanos no encontro de política monetária. No Brasil, a expectativa é de manutenção da Selic em 13,75%. Investidores seguem também na expectativa pela divulgação do novo arcabouço fiscal do Brasil, depois que o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na sexta-feira com ministros da área econômica para discutir a proposta para as contas públicas. Lula recebeu a proposta preparada pela equipe econômica na quarta-feira, e afirmou que queria ter o projeto definido antes da viagem para a China mais tarde neste mês. “O novo conjunto de regras fiscais, incluindo controle do crescimento de gastos e objetivando a redução gradual do déficit, trará maior previsibilidade e redução da incerteza”, avaliou a economista-chefe do Banco Inter, Rafaela Vitoria, em relatório.
REUTERS
Ibovespa cai mais de 1% com exterior
O Ibovespa fechou em queda de mais de 1% nesta sexta-feira, contaminado pelo viés negativo no exterior, em meio a preocupações persistentes com o sistema bancário na Europa e Estados Unidos, a poucos dias da decisão de política monetária do banco central norte-americano
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,4%, a 101.981,53 pontos, contabilizando uma perda de 1,58% na semana. O volume financeiro no dia somou34,2 bilhões de reais, em pregão marcado pelo vencimento de opções sobre ações. “Tem um movimento de aversão a risco global, que de alguma maneira se reflete por aqui”, afirmou Leandro De Checchi, analista de investimentos da Clear. Ele avalia que novidades relacionadas ao novo arcabouço fiscal do Brasil na próxima semana podem trazer alguma melhoria ao mercado doméstico, embora não enxergue um cenário muito favorável, pelo menos no curto prazo, para ativos de risco. De Checchi ressaltou que a próxima semana conta com uma agenda bastante relevante, com decisão de juros nos EUA e no Brasil, além de indicadores econômicos, que podem trazer novas sinalizações sobre o rumo da economia. “Promete (ser uma semana de) bastante volatilidade.”
Reuters
Governo reduz projeção de alta do PIB em 2023 e vê inflação maior
A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda reduziu na sexta-feira a projeção oficial para o desempenho da atividade econômica neste ano, passando a prever um crescimento de 1,61%, contra previsão de 2,10% feita em novembro pela gestão anterior da pasta, no governo passado
A Secretaria também apresentou projeção para o Produto Interno Bruto em 2024, uma estimativa de alta de 2,34%, contra previsão anterior de 2,50%. Para 2025, o dado ficou em 2,76%, contra 2,50% antes. “Dados econômicos divulgados desde a última edição evidenciaram que a desaceleração da economia como consequência do atual quadro monetário e fiscal tende a ser mais forte do que a inicialmente prevista”, informou a Secretaria em seu relatório macrofiscal. Membros do governo, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, têm colocado na conta do Banco Central a responsabilidade pela desaceleração da atividade, com críticas ao nível elevado dos juros no país. Para a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a previsão da equipe econômica subiu sua estimativa para 5,31% em 2023, contra 4,60% da projeção feita em novembro. Para 2024, o patamar foi estimado em 3,52% – estava em 3,00% na estimativa anterior. Para 2025, ficou em 3,02%, contra 3,00% antes. Na revisão das projeções, a estimativa para o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que é usado como referência para a correção do salário mínimo e outras despesas do governo, ficou em 5,16% para este ano, contra 4,9% antes. Para 2024, a estimativa ficou em 3,30%, contra previsão de 3,00% em novembro.
Reuters
PIB-Agro/CEPEA: Após recordes em 2020 e 2021, PIB do agro cai 4,22% em 2022
O PIB do agronegócio brasileiro, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), caiu 4,22% em 2022
Segundo pesquisadores do Cepea, o principal fundamento para o cenário de baixa em 2022 é a forte alta dos custos com insumos no setor, tanto na agropecuária quanto nas agroindústrias, que tem corroído o PIB ao longo das cadeias. Considerando-se os desempenhos da economia brasileira e do agronegócio, a participação do setor no total alcançou 24,8% em 2022, abaixo dos 26,6% registrados em 2021. Enquanto o PIB do ramo agrícola recuou expressivos 6,39%, o do pecuário avançou 2,11%. Pesquisadores do Cepea indicam que o resultado negativo do PIB do ramo agrícola esteve atrelado à forte alta dos custos com insumos para a produção agrícola dentro da porteira, como fertilizantes, defensivos, combustíveis, sementes e outros. Esse aumento dos custos superou em grande medida o crescimento do faturamento: considerando-se a média ponderada das diversas culturas acompanhadas, houve elevação real de 6,44% do faturamento e crescimento real de 37,4% dos custos com insumos. Ademais, o PIB agrícola também foi pressionado pela redução da produção em culturas importantes, especialmente soja, que detém peso expressivo no PIB. Quanto ao ramo pecuário, o crescimento do PIB em 2022 esteve atrelado aos avanços nos segmentos primário e de agrosserviços. No segmento primário, a alta decorreu de algum aumento do valor bruto da produção (produção maior, haja vista os menores preços frente a 2021), somado à redução dos custos com insumos; neste último caso, em relação ao patamar expressivamente elevado alcançado em 2021.
Cepea
Taxa de desemprego no Brasil tem alta e vai a 8,4% no trimestre até janeiro
O Brasil iniciou 2023 com aumento da taxa de desemprego no trimestre até janeiro pela primeira vez em um ano, em meio a um esgotamento da recuperação diante da reabertura econômica após a pandemia de Covid-19 e dos efeitos do aperto monetário
A taxa de 8,4% divulgada na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra aumento em relação aos 8,3% vistos no trimestre imediatamente anterior, de agosto a outubro. É o primeiro avanço desde o trimestre encerrado em janeiro de 2022 e também representa alta ante a taxa de 7,9% registrada no quarto trimestre de 2022, até dezembro. Ainda assim, é a mais baixa para o período de novembro a janeiro desde 2015 e fica bem abaixo dos 11,2% vistos no mesmo período do ano passado. Resultados econômicos positivos e a reabertura após a pandemia deram fôlego ao mercado de trabalho no ano passado, apresentando inclusive aumento da formalidade. No entanto, os efeitos defasados do aperto da política monetária –a taxa básica Selic saiu do menor nível histórico de 2% e está atualmente em 13,75%– e a desaceleração econômica global tendem a pesar sobre o cenário.
Reuters
GOVERNO
Lula visitará China com delegação de 240 empresários, 90 do agronegócio, diz Itamaraty
ABRAFRIGO participa da delegação com diretores e empresas associadas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará a China no final do mês acompanhado de uma delegação de 240 empresários, incluindo 90 do setor do agronegócio, disse uma autoridade do Itamaraty na sexta-feira. O Secretário de Promoção Comercial, Investimentos e Agricultura, Daniel Fernandes, disse em coletiva de imprensa que todos os ministérios do governo estarão representados na visita de Lula, de 26 a 30 de março, a Pequim e Xangai. O Secretário de Ásia, Pacífico e Rússia do Itamaraty, Eduardo Saboia, disse que o Brasil espera diversificar sua relação comercial com a China, maior cliente das exportações brasileiras, principalmente soja e minério de ferro.
Reuters
FRANGOS & SUÍNOS
Mercado de suínos fecha com alta no PR, SC e RS
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 138,00/R$ 143,00, enquanto a carcaça especial teve queda de, pelo menos, 0,97%, custando R$ 10,20/kg/R$ 10,50/kg
Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (16), o preço ficou estável somente em São Paulo, fixado em R$7,50/kg, e recuo só em Minas Gerais, na ordem de 1,44%, atingindo R$ 7,54/kg. Houve alta de 0,29% no Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, fechando, respectivamente, em R$ 6,98/kg, R$ 7,03/kg e R$ 6,89/kg.
Cepea/Esalq
Frango: preços recuam no PR na sexta-feira (17)
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,00/kg, enquanto o frango no atacado teve queda de 0,45%, custando R$ 6,57/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço não mudou, valendo R$ 4,29/kg, enquanto no Paraná, houve recuo de 0,61%, baixando para R$ 4,89/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (16), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado não mudaram de preço, custando, ambos, R$ 7,30/kg.
Cepea/Esalq
Frango/Cepea: valorização na primeira quinzena de março
As altas de preços da carne de frango registradas no início de março, ainda que tímidas, sustentaram a média da parcial do mês
Segundo dados levantados pelo Cepea, no atacado da Grande São Paulo, o frango inteiro resfriado apresentou média de R$ 6,83/kg na primeira quinzena de março, elevação de 2,8% frente à do mês anterior. Quanto aos valores das proteínas concorrentes, carnes suína e bovina, estão enfraquecidos, cenário que vem reduzindo a competitividade da proteína avícola.
Cepea
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