CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1517 DE 28 DE JUNHO DE 2021

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Ano 7 | nº 1517 | 28 de junho de 2021

 

NOTÍCIAS

Boi gordo: mercado calmo no final da semana passada em São Paulo

As cotações do boi, vaca e novilha gordos encerram a semana passada estáveis na comparação feita dia a dia

Em São Paulo, as cotações do boi, vaca e novilha gordos encerram a semana passada estáveis na comparação feita dia a dia. Segundo levantamento da Scot Consultoria, o boi, a vaca e novilha gordos foram negociados, respectivamente, em R$317,00/@, R$294,00/@ e R$310,00/@, preços brutos e a prazo (25/6). O cenário foi de preços travados, com ofertas tímidas e dificuldade de escoamento.

SCOT CONSULTORIA 

Boi: mercado físico e futuro seguem em direções diferentes

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a oferta restrita de animais terminados segue sustentando os preços no mercado físico do boi gordo

Apesar do alongamento das escalas de abate, os frigoríficos ainda não conseguiram exercer pressão sobre os preços, segundo o analista Fernando Iglesias. Na bolsa brasileira, a B3, os contratos futuros do boi gordo recuaram novamente, em direção oposta à firmeza das cotações no mercado físico. O ajuste do vencimento para junho ficou estável em R$ 319,00, enquanto o do outubro caiu de R$ 317,25 para R$ 313,55 e do novembro, de R$ 319,80 para R$ 313,80 por arroba.

CANAL RURAL 

Arroba: preocupação grande com o segundo semestre

Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, a oferta de animais terminados permanece discreta, ditando o ritmo dos negócios. “Mesmo com algum conforto das escalas de abate em determinadas regiões do país, os frigoríficos não conseguem exercer pressão sobre o mercado”, assinalou Iglesias

O ritmo de embarques de carne bovina no decorrer do mês de junho segue positivo, ainda com um bom volume de exportação destinado ao mercado chinês. “Entretanto, este resultado faz menção a contratos firmados anteriormente. A preocupação com a constante queda dos preços na China diz respeito ao desempenho das exportações brasileiras de proteína animal no segundo semestre e em 2022. Com preços mais baixos dentro do mercado chinês, não há necessidade de pagar tão caro pela proteína animal e possivelmente não haverá necessidade de aquisição de volumes tão expressivos”, alertou o analista. Em São Paulo, capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 319, na modalidade a prazo, estável. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 305 a arroba, estável. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 313, ante R$ 311,00 ontem. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 309, inalterada. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 314 a arroba, contra R$ 312. No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem acomodados. O corte traseiro teve preço de R$ 20,30 o quilo. O corte dianteiro teve preço de R$ 17,30 o quilo e a ponta de agulha em R$ 17,40 o quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

ECONOMIA

Dólar fecha em alta com ruído doméstico, mas cai 2,6% na semana

O dólar teve na sexta-feira a primeira alta diária da semana, mas ainda se manteve abaixo de 5 reais e acumulou queda de mais de 2% nos últimos cinco pregões

A alta na sexta foi creditada a uma correção ditada pelo mal-estar gerado em outros mercados domésticos (sobretudo o acionário) após virem a público detalhes da segunda etapa da reforma tributária, que trouxe propostas de introdução de imposto sobre dividendos e alterações na taxação de investimentos em renda fixa, fundos e Bolsa. O dólar à vista subiu 0,64% nesta sessão, a 4,9376 reais na venda. Na semana, a cotação caiu 2,64%. Em junho, o dólar ainda recua 5,51%, e a moeda perde 4,89% em 2021. “Vejo tensão no fiscal por conta do medo do populismo por conta das pesquisas e (medo de) o governo acionar medidas inesperadas”, disse um profissional da área de câmbio de um banco estrangeiro. O governo brasileiro encaminhou nesta sexta-feira à Câmara dos Deputados sua proposta que, entre outros pontos, introduz tributação sobre dividendos pagos aos investidores, com alíquota de 20%, e alterações na taxação de investimentos em renda fixa, fundos e Bolsa, com a fixação de uma alíquota única de tributação, sem diferenciação para aplicações de prazo menor, como ocorre atualmente. Em evento posterior, no Senado, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, abriu a porta para nova edição do auxílio emergencial para além de outubro.

REUTERS

Ibovespa fecha abaixo dos 128 mil pontos pela 1ª vez no mês com tributação de dividendos

O Ibovespa acumulou a terceira perda semanal na sexta-feira, determinada pela reação negativa de investidores neste último pregão à proposta do governo federal de tributação sobre dividendos, com alíquota de 20%

Na sexta-feira, o Ibovespa recuou 1,74%, a 127.255,61 pontos, acumulando perda de 0,9% na semana. Em junho, ainda sobe 0,82%. No ano, registra elevação de 6,92%. O índice Small Caps caiu 1,70%, a 3.156,86 pontos, perdendo 0,87% na semana, embora ainda registre alta de 1,69% no mês e de 11,85% no ano. A proposta de reforma do Imposto de Renda (IR), encaminhada à Câmara dos Deputados, prevê redução da alíquota sobre empresas, aumento do limite de isenção a pessoas físicas, além da taxação da remuneração paga pelas empresas a investidores. A equipe econômica também propôs alterações à taxação de investimentos em renda fixa, fundos e bolsa, com a fixação de uma alíquota única de tributação, sem diferenciação para aplicações de prazo menor, como ocorre atualmente. “No caso da renda variável, a tributação de dividendos e fim dos juros sobre capital próprio obriga à reprecificação do mercado de ações em sua totalidade”, avaliou o sócio e estrategista-chefe da Laic Asset Management, Vitor Péricles. Ele também avaliou que a proposta em seu conjunto gera dúvidas a respeito do efeito positivo em termos de administração da carga tributária, e cria a percepção de aumento de carga tributária no curto e médio prazo. Além disso, acrescentou, cria a tributação em instrumentos do mercado que facilitam investimento e financiamento, mas mantém isenção onde era preferível acabar, como nos Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs). O índice de FIIs da B3 recuou 2,02%.

REUTERS

IPCA-15 acelera para 0,83% em junho, sob impacto de gasolina e energia elétrica

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), subiu 0,83% em junho, após alta de 0,44% no mês anterior, impulsionado pelos preços mais altos da gasolina e da energia elétrica, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira

Em 12 meses, a prévia da inflação oficial acumulou alta de 8,13%, bem acima do teto da meta do governo para o ano, que é de 5,25%. Os números vieram em linha com pesquisa da Reuters, que apontou alta de 0,86% para o mês e de 8,17% para o ano. Segundo o IBGE, mais de um terço da taxa de junho foi derivada das altas na gasolina e na energia elétrica, que contribuíram cada uma com 0,17 ponto percentual, nos maiores impactos individuais.

Em junho de 2020, o IPCA-15 registrou alta de 0,02%.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

BRF aproveita queda do milho para construir estoques, diz presidente

A companhia de alimentos BRF está aproveitando a baixa do preço do milho em junho para reconstruir estoques, disse à Reuters o Presidente-Executivo da empresa, Lorival Luz, em momento em que a alta de custos desafia as indústrias de carnes.

Após máximas históricas de mais de 100 reais, a saca de 60 kg do cereal em maio, segundo o indicador Esalq, recuou para cerca de 86 reais, registrando baixa de quase 14% no acumulado de junho, na esteira das cotações internacionais e com o mercado observando o início da colheita da segunda safra, a maior do país. “A gente sempre aproveita os momentos de baixa para construir um pouco do estoque que a gente precisa para alimentar animais, para não correr o risco de ficar sem”, disse Luz, ao ser questionado sobre o recuo recente nos preços. Contudo, o executivo reafirmou que não vê os preços do milho recuando para patamares de 50 a 60 reais, como os registrados no mesmo período do ano passado, diante da forte demanda para ração animal e da indústria de etanol. Ele confirmou também que a companhia já fez importações de milho no Mercosul este ano, para lidar com a escassez no primeiro semestre, e que tem olhado a possibilidade de novas compras do cereal do Paraguai e da Argentina. A entrevista foi feita na sexta-feira, quando a empresa anunciou que a subsidiária BRF Pet fechou contrato para a aquisição da Mogiana Alimentos, e informou que a operação, associada à aquisição recente do Grupo Hercosul, vai lhe dar cerca de 10% do mercado de ração para cães e gatos. Segundo Luz, a BRF não fará novas aquisições de empresas de ração para pets nos curto e médio prazos, já que as adquiridas vão garantir crescimento orgânico.

REUTERS

Futuros de suínos na China aumentam com menos porcos grandes enviados para abate

Os futuros de suínos vivos DLHcv1 da China subiram mais de 5% na sexta-feira (25), uma vez que os preços spot mais fortes e menos suínos pesados enviados para abate deram suporte ao mercado

Os preços futuros de suínos vivos na Bolsa de Mercadorias de Dalian subiram 5,3%, para 18.925 yuans (US $ 2.932,84) por tonelada no fechamento do pregão da tarde. No início, eles atingiram 18.940 yuans por tonelada, seu nível mais alto em uma semana. “Parece que o número de porcos grandes para abate está diminuindo, então os preços dos suínos começaram a se recuperar nos últimos dias”, disse Yuan Song, diretor de pesquisa da China-America Commodity Data Analytics. Os recentes anúncios de entidades estatais também deram alguma confiança ao mercado, acrescentou.  Os preços do suíno vivo de Dalian caíram nas últimas semanas, perdendo um terço desde o início de maio. As quedas de preço foram inicialmente desencadeadas por um grande número de suínos pesados sendo enviados para abate, causando fraqueza nos preços spot. Como os preços caíram rapidamente, os produtores venderam os suínos com excesso de peso, pressionando ainda mais os preços, que atingiram uma baixa recorde de 16.685 yuans por tonelada na terça-feira. O aumento das importações e a fraca demanda sazonal também pesaram sobre os preços. As margens dos suínos estão em seu nível mais baixo desde 2014, já que os altos custos da ração, os preços dos leitões antes altos e os custos mais altos de higiene prejudicaram os lucros da maioria dos produtores. “A indústria está tendo perdas extremas”, disse Yuan Shiyang, analista da Haitong Futures. “Enquanto os custos da ração não caírem, será difícil para os preços dos suínos cair.”

REUTERS 

Evolução de preços do frango e do suíno é muito menor que a registrada pelo boi

Nos preços obtidos pelo frango, suíno e boi vivos no primeiro semestre de 2021– comparados aos valores médios registrados em 2020 – até aqui, o melhor desempenho vem sendo o do frango que conseguiu uma valorização próxima de 50%, enquanto a do boi não chega a 40% e a do suíno mal passa dos 10%.

No ano passado, enquanto boi em pé e suíno vivo obtiveram valorização anual da ordem de 21% e 8%, respectivamente, o frango vivo viu seu preço médio recuar perto de 5% em relação à média de 2019. A valorização do frango vivo em dois anos, porém cai para 68%, muito abaixo dos 92% obtidos pelo boi em pé. Pior, porém, continua sendo a situação do suíno, com valorização de apenas 50% sobre o preço médio de 2019. Os resultados registrados por frango e suíno ainda são insuficientes para expor a situação crítica enfrentada por seus produtores em decorrência das exorbitâncias de preço das matérias-primas. Em relação à média registrada em 2019, o custo de produção dos dois setores vem sendo pelo menos 90% superior.

AGROLINK

Sem tarifas de importação, comércio internacional das carnes suína e de frango cresceria até 40%

Técnicos do Serviço de Pesquisa Econômica (na sigla em inglês, ERS, órgão do Departamento de Agricultura dos EUA) criaram e avaliaram um cenário hipotético em que todas as tarifas agrícolas aplicadas globalmente foram extintas.

A simulação mostrou que, sem tarifas, o comércio global aumentaria 11% e, excetuada a União Europeia, cresceria nas demais regiões do mundo. Além disso, a remoção de tarifas beneficiaria o consumidor, gerando um aumento de renda superior a 55 bilhões de dólares. As carnes de frango e suína seriam os produtos com a maior expansão no comércio, caso as atuais tarifas fossem eliminadas: um aumento em torno de 40% tanto para as exportações como para as importações. Sem as tarifas, o comércio de carne bovina cresceria 30%. Considerando dados do USDA, as exportações brasileiras de carne de frango têm correspondido a cerca de um terço das exportações globais do produto, um aumento do gênero elevaria o volume exportado pelo Brasil para mais de 5,5 milhões de toneladas anuais – um adicional em torno de 1,5 milhão de toneladas em relação ao que tem sido exportado nos últimos anos. Em um cenário sem tarifas, as exportações agropecuárias brasileiras cresceriam entre 25% e 30%.

USDA 

Suínos: preço ao produtor se recupera, mas de forma lenta

Segundo a ABCS, com o recuo nos preços do milho e do farelo de soja, as margens para os produtores de suínos voltam a ficar positivas

O mês de junho está sendo de lenta retomada do fôlego dos suinocultores, com recuo do preço do milho e do farelo de soja e recente recuperação do preço pago pelo suíno, permitindo que se projetem margens positivas, ainda que pequenas na maioria das praças. A análise é da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS). Com frango em alta, apresentando preços nominais recordes e, a diferença (spread) entre o kg da carcaça suína e o frango (kg resfriado) no atacado de São Paulo que, historicamente oscila entre 60 e 80%, mas no final de maio chegou a se aproximar de 30% durante alguns dias, fechando o mês com 41,2%, era visto como uma distorção que não poderia perdurar por muito tempo. Segundo avaliação da entidade, ou o frango cairia de preço ou o suíno reagiria. Para alento dos suinocultores a segunda opção tem se concretizado e a carcaça suína no final da terceira semana de junho ultrapassou os R$ 11,00 por quilo. Apesar desta recuperação do preço da carcaça, que refletiu no aumento do valor pago ao produtor, não há motivo para euforia, pois a volatilidade do mercado está muito alta. As exportações brasileiras de carne suína in natura no acumulado de janeiro a maio/21, comparado com o mesmo período do ano passado, cresceram 20,51% (+68,5 mil toneladas) no total e de 26,82% (+48,7 mil toneladas) para a China. Entretanto, especificamente o mês de maio de 2021, mostrou estabilidade nos volumes em relação a maio/2020, com aumento de apenas 0,7%, indicando que, daqui para frente, a tendência é de que o crescimento em relação ao ano passado seja menor, fechando o ano com algo ao redor de 10% de incremento total dos embarques. Por outro lado, a China, que no acumulado ano responde por mais de 57% dos nossos embarques, emitiu um alerta sobre a queda excessiva nos preços dos suínos. Segundo o órgão oficial, a proporção média entre os preços de suínos e grãos caiu abaixo de 6:1, e os preços dos suínos vivos caíram cerca de 60% desde janeiro de 2021, operando atualmente a US$ 2,29 por kg vivo, o menor nível em dois anos.

CANAL RURAL 

INTERNACIONAL

Escassez global de contêineres já atinge exportações brasileiras

Situação é mais grave para produtores de Estados mais distantes dos principais portos do país e pode piorar nos próximos meses

O intenso ritmo das exportações brasileiras de alimentos, em particular carnes, frutas, café e outros produtos que dependem de contêineres, já esbarra em limitações logísticas provocadas pela retomada do comércio internacional no pós-pandemia. “Muitos estão alegando que os armadores estão racionando as operações para o Brasil como um todo e mais ainda para o Rio Grande do Sul por estar na ponta do país. E isso gera toda uma dificuldade porque as empresas têm todo um planejamento para atender o mercado interno e externo. Não podemos dizer para as aves pararem de crescer”, reclama o Presidente Executivo da Associação Gaúcha de Avicultura, José Eduardo dos Santos, ao lembrar que o setor exporta cerca de 40% da sua produção. A falta de contêineres não é uma novidade no Brasil. O Diretor-Executivo da Associação Brasileira dos Terminais Retroportuários e das Empresas Transportadoras de Contêineres, Wagner Rodrigo Cruz de Souza, explica que devido às diferenças entre as importações e as exportações brasileiras, sempre houve falta de contêineres de vinte pés usados para o setor de alimentação. Desde março, contudo, isso se agravou devido ao maior tempo de retenção das cargas, sobretudo na China e nos EUA. “Tem portos em que o desembaraço saiu de 2 a 3 dias para 16 e isso ocasiona uma maior retenção de cargas e esse fator colabora para que falte contêineres vazios. Se fosse uma situação normal, a quantidade de contêineres que os armadores dispõem daria tranquilamente para atender o mercado mundial”, explica Souza. Enquanto as exportações brasileiras de alimentos se dão em contêineres de 20 pés, as importações, concentradas em produtos industrializados, demandam contêineres de 40 pés. O agravamento dessa diferença, explica o Diretor-Executivo da ABTTC, gera maior custo logístico pois exige que os armadores transportem cargas vazias, sem frete contratado. Em nota, a Maersk, uma das principais companhias de frete marítimo do mundo, informou que “estamos em uma tempestade perfeita para o fluxo global de contêineres, já que os consumidores estão comprando mais produtos brasileiros do que nunca em todo o mundo”. Desde o terceiro trimestre do ano passado, houve um aumento na demanda global. Para o Brasil, os compradores no exterior estão focados em alimentos brasileiros e produtos básicos como café, algodão, resina, papel e madeira. Essa demanda sem precedentes impactou os fluxos de contêineres para o setor de logística global”, avaliou a companhia em comunicado. “As carnes, até agora, os números estão muito bons de exportação. Mas pode piorar porque a tendência aumentar bastante o ritmo de demanda global no segundo semestre e precisamos ficar atentos para ver se isso não vai virar uma trava para nós. A gente vê que já começam a aparecer problemas”, pontua César de Castro Alves, consultor de agronegócio do Itaú BBA. De acordo com conselheiro da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres (Abratec), Caio Morel, o mercado mundial já registra um aumento nas encomendas de navios e de contêineres, mas a resposta do setor demanda tempo. “Esses contêineres são produzidos na China e eles têm um time frame para serem construídos e aumentar a capacidade é difícil. Tem que trazer recursos de diversos lugares. Então essa é uma roda que começa a girar muito devagar e depois ganha aceleração”, explica Morel.

GLOBO RURAL 

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