CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1255 DE 12 DE JUNHO DE 2020

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Ano 6 | nº 1255| 12 de junho de 2020

 

NOTÍCIAS

Boi gordo: mercado aquecido

As escalas de abate estão curtas e sem aumentarem, mesmo com as valorizações que vêm ocorrendo. A baixa oferta de boiadas predomina

Nesse cenário, boa parte das indústrias têm boiadas para atender o início da próxima semana, o que gerou um “gás” na compra de gado na última quarta-feira (10/6) de véspera de feriado e provocou alta em relação ao fechamento de ontem. Segundo levantamento da Scot Consultoria, o boi gordo destinado ao mercado interno ficou cotado em R$202,00/@, bruto e à vista, R$201,50/@, descontado o Senar, também à vista, e em R$199,00/@, livre de impostos (Funrural e Senar), na mesma condição de pagamento. Alta de 0,5% ou R$1,00/@ na comparação feita dia a dia. Para os bovinos jovens, que atendem à demanda chinesa, os negócios estão em até R$210,00/@.

SCOT CONSULTORIA

Abate de bovinos no Brasil tem menor nível em 8 anos no 1º tri

O abate de bovinos no Brasil no primeiro trimestre de 2020 recuou 8,5% em relação a igual período do ano passado, a 7,25 milhões de cabeças, menor nível desde 2012, disse na quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto os abates de frango e suínos registraram recordes

Na comparação com o quarto trimestre de 2019, a queda foi de 10,2%, segundo o IBGE, que não detalhou razões para o resultado, mas afirmou ter registrado recuo nos abates em 20 Estados —incluindo Mato Grosso, principal Estado no abate de bovinos, onde houve retração de 120,7 mil cabeças. O Estado do Centro-Oeste teve participação nacional de 17% no abate de bovinos no período, o equivalente a cerca de 1,23 milhão de cabeças. Ainda em março, frigoríficos do país começaram a reduzir as operações de abate e os volumes de produção de carne bovina como estratégia para combater o novo coronavírus, diminuindo, assim, a circulação de pessoas nas unidades. Mesmo com a medida, o registro de casos positivos da Covid-19 entre funcionários de frigoríficos é crescente.

REUTERS

Europa registra recuo histórico na compra de carne bovina do Brasil

Bloco é o segundo maior importador do País, paga bem, mas vem perdendo força

A União Europeia, o segundo maior importador do agronegócio brasileiro, atrás da China, nunca comprou tão pouca carne bovina brasileira no mês de maio. Os 28 países que formam o bloco responderam por 6,2 mil toneladas no mês passado, pelo valor US$ 32,5 milhões. Foi o menor volume registrado na série histórica para este período, de acordo com dados divulgados em 10/5, pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Na comparação com maio do ano passado, o comércio de 2020 encolheu 23,5%. No ano passado foram embarcadas 8,1 mil toneladas. O desempenho deste ano tem como causa a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), que fez com que o bloco europeu tomasse medidas de restrição de circulação de mercadorias, afetando o comércio com vários países. Embora a União Europeia não seja o maior importador de carne brasileira, o bloco é um cliente tradicional e que paga bem pelo produto. Com a preferência por cortes de maior valor agregado, em maio, para cada tonelada de carne importada do Brasil a Europa pagou US$ 5.246, valor 7,1% acima da média da tonelada embarcada para a China e 22,9% acima da média geral para toda a carne embarcada. No caso do país asiático, ela ficou em US$ 4.898. A média geral foi de US$ 4.267.  A outros mercados, como os asiáticos, o Brasil embarca generosos volumes do boi inteiro, incluindo cortes de dianteiro e miúdos. O fato é que à Europa são destinados cortes de maior valor agregado, como o contra-filé e o filé-mignon, por exemplo. A queda das exportações brasileiras para a Europa em maio veio iniciada depois de um período de ouro, entre os anos de 2002 e 2007, com compras entre 20 mil toneladas e 43,5 mil toneladas. Com a consolidação dos dados de maio, desde janeiro, o comércio de carne bovina para a União Europeia foi de 33,8 mil toneladas, no valor de US$ 199,1 milhões. Em 2019, neste período o bloco importou 40,4 mil toneladas, por US$ 226,8 milhões. O recorde histórico, em volume, para os primeiros cinco meses do ano ocorreu em 2006, quando o bloco importou 176,4 mil toneladas, por US$ 556,6 milhões.

PORTAL DBO

ECONOMIA

dólar contraria exterior e sobe ante real após Fed

O dólar fechou em alta contra o real na quarta-feira, descolado das operações nos mercados externos, conforme investidores assumiram posição mais defensiva antes de feriado no Brasil e após o banco central dos Estados Unidos manter sua política monetária

O dólar à vista encerrou com valorização de 1,05%, a 4,9398 reais na venda. O dólar futuro negociado na B3 tinha ganho de 1,38%, a 4,9725 reais, às 17h28. O dólar spot chegou a cair 1,00%, a 4,8395 reais, na mínima do dia, logo após a abertura, mas na sequência passou a ganhar tração até subir. Após o anúncio da decisão de política monetária pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), a cotação voltou a cair, mas rapidamente recobrou forças até bater a máxima da sessão, de 4,9623 reais (+1,51%), às 15h55. Houve alguma realização de lucros posteriormente, mas nada que impedisse o fechamento em alta. Já na terça o dólar havia subido 0,69%, após cair 2,66% na segunda-feira, quando atingiu o menor valor em 12 semanas. A cotação vinha de 11 quedas dentre 14 pregões e até a segunda acumulou baixa de 17,73% desde a máxima recorde de fechamento —de 5,9012 reais, alcançada em 13 de maio. “O cenário político afeta mais dólar do que, por exemplo, a bolsa, por causa do componente de investimento estrangeiro”, disse Helena Veronese, economista-chefe na Azimut Brasil Wealth Management. “Talvez tenhamos esse descolamento (do câmbio em relação ao exterior) mais vezes”, acrescentou. Enquanto o dólar subiu 1,05% no Brasil, a moeda norte-americana cedia no fim da tarde 0,9% contra rand sul-africano, 0,2% ante peso mexicano, 0,3% frente à lira turca e 0,6% em relação à moeda da Austrália.

REUTERS

Ibovespa fecha abaixo de 95 mil pontos com realização de lucros

O Ibovespa fechou em queda pelo segundo pregão consecutivo na quarta-feira, sucumbindo mais uma vez a movimentos de realização de lucros, enquanto agentes financeiros continuam avaliando o patamar de preços das ações frente à situação das economias afetadas pela pandemia de Covid-19

Na quinta-feira, a B3 não funcionou, uma vez que manteve seu calendário original, mesmo após antecipação do feriado de Corpus Christi para abril em São Paulo, o que corroborou alguma cautela nos negócios, dado que os mercados no exterior estavam abertos. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 2,13%, a 94.685,98 pontos. O volume financeiro somou 33,6 bilhões de reais. Desde que tocou a mínima do ano durante um pregão, de 61.690,53 pontos, em março, o Ibovespa acumulava até o fechamento da véspera valorização de 56,8%. Ainda assim, continua distante da máxima intradia histórica registrada em janeiro, de 119.593,10 pontos. O Ibovespa chegou a reduzir a queda logo após a decisão do Federal Reserve, que manteve os juros entre zero e 0,25%, como esperado, e reiterou promessa de suporte extraordinário contínuo para a economia. Projeções econômicas do Fed ainda apontaram taxa de juros perto de zero até pelo menos 2022. “O comunicado do Fed trouxe o mercado para a realidade econômica dura, quando disse que milhões de pessoas podem precisar de mais ajuda financeira dos governos e que temem novas ondas de Covid-19”, afirmou a analista de ações Cristiane Fensterseifer, da casa de análise Spiti. Da cena brasileira, a prefeitura de São Paulo autorizou a reabertura de comércios de rua e imobiliárias na nova fase da retomada econômica em meio à pandemia de coronavírus, embora com funcionamento restrito.

REUTERS

Receita de exportação do agronegócio do Brasil cresce 18% em maio com compras chinesas

As exportações brasileiras do agronegócio avançaram 18% em maio, em relação ao mesmo período do ano passado, para 10,9 bilhões de dólares, configurando um recorde para o mês puxado pelas vendas de soja, carne bovina e açúcar para a China, informou na quarta-feira o Ministério da Agricultura

A soja segue na liderança da pauta de exportação, com 5,2 bilhões de dólares em vendas externas. Na avaliação da pasta, a receita com exportação de carne bovina foi destaque ao alcançar 780 milhões de dólares. “O mercado chinês adquiriu 44,9% do valor total exportado pelo Brasil em produtos do agronegócio, chegando a 4,91 bilhões de dólares em aquisições (+50,4%)”, disse o ministério. O país asiático foi o maior importador da soja em grão brasileira, ao responder por 71,5% dos embarques, ou 3,7 bilhões de dólares. Já as aquisições chinesas de carne foram de 870,84 milhões no mês, considerando o mercado de Hong Kong. Desta forma, 55% do valor total exportado pelo Brasil foi para a China no período. A China aparece novamente como maior importadora de açúcar, adquirindo 21,7% de todo o valor exportado pelo Brasil do produto ou 166,42 milhões de dólares. “A quebra da safra indiana de açúcar e o aumento das aquisições chinesas do produto explicam o incremento de nossas exportações.”

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EMPRESAS

BRF mantém fábrica em GO fechada para testes de Covid-19

A BRF mantém desde sexta-feira passada uma fábrica em Rio Verde (GO) fechada enquanto testa funcionários para Covid-19, informou a companhia na quarta-feira em comunicado

Segundo a empresa, a decisão de fechar a fábrica foi tomada de forma “proativa e preventiva, visando assegurar a saúde, a integridade e a segurança de todos as pessoas envolvidas na cadeia produtiva da empresa”. “Todos os colaboradores estão afastados, sem prejuízo financeiro, e devidamente orientados a permanecerem em casa até que as análises dos testes sejam concluídas”, afirmou a BRF.

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JBS recebe ordem para fechar fábrica em Rondônia

Um tribunal mandou a JBS interromper linha de produção de uma fábrica em Rondônia, até que a empresa implemente medidas para conter a disseminação de coronavírus na unidade, que emprega 900 pessoas. A fábrica fica localizada em São Miguel do Guaporé. Procuradores afirmam que mais de 60% das pessoas infectadas na cidade trabalham para a JBS.

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Justiça determina inspeção semanal de frigorífico da JBS

Decisão da Justiça do Trabalho é válida para unidade da empresa em Passo Fundo (RS)

O desembargador federal do trabalho, Marcos Fagundes Salomão determinou na quarta-feira o bloqueio de R$ 10 milhões das contas bancárias da JBS como garantia de pagamento de multa caso a companhia não cumpra a determinação do desembargador para implementar medidas de prevenção à transmissão e ao contágio da covid-19 na unidade da companhia de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. A obrigatoriedade de cumprimento das medidas considera as ações previstas no Decreto Estadual 55.240/2020, na Portaria 407/2020 da (SES-RS) e todas as medidas constantes do próprio protocolo da empresa, considerando as irregularidades constatadas no estabelecimento, sob pena de incidência de multa diária de R$ 50 mil por medida descumprida”. A decisão, do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), cassou liminar anterior, concedida pela 2ª Vara do Trabalho de Passo Fundo e determinou, ainda, a realização de inspeção, uma vez por semana, por Oficial de Justiça, até o término do estado de calamidade pública. O MPT pede, além da confirmação dos efeitos da liminar, a condenação da empresa ao pagamento de indenização por danos morais coletivos de até R$ 10 milhões.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

ABATE DE FRANGOS BATE RECORDE

O abate de frangos no Brasil atingiu no primeiro trimestre um novo recorde na série histórica do IBGE, que remete a 1987, com 1,51 bilhão de cabeças abatidas, avanço de 5% na comparação anual e de 2,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior

O instituto destacou um salto de 38,31 milhões na quantidade de cabeças abatidas no Paraná, líder do quesito no país, com 33,5% da participação nacional —o equivalente a cerca de 500 milhões de animais. O abate de suínos também obteve forte resultado nos três primeiros meses de 2020, atingindo 11,88 milhões de cabeças, recorde histórico para um primeiro trimestre. No ano a ano, a alta foi de 5,2%, embora na comparação com o quarto trimestre de 2019 seja verificada leve queda de 0,2%. Principal Estado no abate de suínos no país, Santa Catarina registrou 28,3% da participação nacional no período, com avanço de 352,09 mil cabeças, de acordo com o IBGE. Considerando a queda no consumo interno de carnes causado pela pandemia, o avanço na produção tem sido impulsionado pelas exportações, principalmente para a China. O país asiático se tornou o principal destino de frango e suínos do Brasil, em meio ao surto de peste suína africana nos plantéis chineses. No acumulado do ano, o volume de frango exportado chegou a 1,764 milhão de toneladas, 4,9% acima do efetivado entre janeiro e maio de 2019, com 1,681 milhão, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Os embarques de carne suína cresceram 34% no período, para 383,2 mil toneladas.

REUTERS

China diz que testes têm mostrado que vacina para peste suína africana é segura

Uma vacina chinesa contra peste suína africana tem mostrado ser segura em testes clínicos atualmente em andamento, disse a agência estatal de notícias Xinhua na quarta-feira, em mais um passo para prevenção da devastadora doença

O progresso na vacina tem sido acompanhado por criadores de porcos na China e no mundo, uma vez que no momento não há cura ou vacina disponíveis contra a peste suína africana. A doença, que mata quase todos suínos infectados, devastou o enorme plantel de porcos da China desde que foi registrada no país em 2018 e ainda tem gerado mortes de animais por lá e em outros lugares da Ásia. Em publicação em março, pesquisadores chineses do Instituto de Pesquisa Veterinária Harbin, parte da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas (CAAS), disseram que haviam desenvolvido uma vacina “viva” atenuada segura e eficaz contra a peste suína africana em testes de laboratório. Os testes clínicos foram aprovados em março e estão em andamento desde então em 3 mil porcos, disse a Xinhua, que citou uma entrevista coletiva da CAAS. Os testes em três fazendas nas províncias de Heilongjiang, no nordeste, em Xinjiang, ao oeste, e na província central de Henan começaram em etapas entre abril e junho. Até agora, os porcos vacinados se mostraram saudáveis, disse a Xinhua, sem problemas com abortos ou diferenças no tamanho da ninhada quando comparados a um grupo controle. Os porcos vacinados também não estão perdendo nem transmitindo o vírus, acrescentou.

REUTERS

Exportação de carne suína de Santa Catarina bateu recorde em maio

Houve ampliação dos embarques para China, Hong Kong, Japão e Cingapura

Maior Estado produtor de carne suína, Santa Catarina bateu recorde nas exportações da proteína. Segundo dados compilados pela Secretaria da Agricultura catarinense, os embarques somaram 51,7 mil toneladas e renderam US$ 113,6 milhões em maio, melhores marcas para um único mês da série histórica iniciada em 1997. A receita aumentou 41,5% em relação a maio de 2019. “Esses números traduzem a força do nosso agronegócio, que permanece como um setor essencial para a nossa economia. Demonstra ainda o comprometimento de toda a cadeia produtiva para garantir um produto seguro, de qualidade e que atende aos mercados mais exigentes do mundo”, afirma o governador Carlos Moisés, em comunicado. Houve ampliação dos embarques China (53,6%), Hong Kong (78,4%), Japão (2,1%) e Cingapura (101,2%). De janeiro a maio, as vendas de carne suína de Santa Catarina ao exterior atingiram 198,3 mil toneladas e geraram receitas de US$ 451,8 milhões — valor 40,9% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado. O Estado respondeu por 52,5% do volume exportado pelo país no mês.

VALOR ECONÔMICO

Carne suína: aumento no volume diário exportado em junho

Na segunda semana de junho, as cotações dos suínos apresentaram estabilidade nas granjas e leve valorização no atacado

Nas granjas paulistas, o animal terminado está cotado, em média, em R$87,00 por arroba. Já no atacado a valorização foi de 1,4% quando comparado a semana anterior, com a carcaça cotada, em média, em R$7,00 por quilo. Com a chegada da segunda quinzena do mês a expectativa é de uma demanda mais fraca no mercado interno. Com relação a exportação, a primeira semana de junho apresentou bons resultado. O embarque da carne suína in natura teve volume médio diário 2,3% maior, quando comparado a igual período de 2019, com a média diária de 3,05 mil toneladas embarcadas (Secex).

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

Carne mais cara eleva preços ao produtor dos EUA

Os preços aos produtores norte-americanos aumentaram mais do que o esperado em maio em meio a uma disparada do custo da carne, mas a tendência subjacente de inflação do produtor para o setor continuou branda

O Departamento do Trabalho disse na quinta-feira que seu Índice de Preços ao Produtor (PPI) para demanda final reagiu 0,4% no mês passado, depois de cair 1,3% em abril, o maior decréscimo desde que a série foi reformulada em dezembro de 2009. No período de doze meses até maio, o PPI recuou 0,8%, o que veio na esteira de um recuo de 1,2% em abril, a maior queda desde novembro de 2015. Excluindo os componentes voláteis de alimentos, energia e serviços comerciais, os preços aos produtores subiram 0,1% em maio depois de caírem 0,9% em abril, a maior queda desde a adoção da série em setembro de 2013. O chamado PPI central caiu durante três meses seguidos. Nos doze meses transcorridos até maio, o PPI central recuou 0,4%, o maior declínio ano a ano desde a adoção da série em agosto de 2013. O desempenho veio na sequência de uma queda de 0,3% em abril. Em maio, os preços de alimentos no atacado subiram 6,0%, respondendo por quase dois terços do salto de 1,6% nos preços das mercadorias, a maior elevação desde que a série foi reformulada em dezembro de 2009. Os preços de alimentos, que caíram 0,5% em abril, ganharam fôlego no mês passado com um aumento de 40,4% nos preços da carne. Os preços das mercadorias caíram 3,3% em abril. Os preços da energia no atacado se recuperaram em 4,5% depois de caírem 19% em abril. Os preços da gasolina dispararam 43,9%, depois de despencarem 56,6% em abril, a maior queda desde que a série teve início em fevereiro de 1947.

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