CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 956 DE 21 DE MARÇO DE 2019

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Ano 5 | nº 956 | 21 de março de 2019

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Abrafrigo desconhece impedimento chinês a frigoríficos

Serviço sanitário da China teria recusado a proposta do governo brasileiro para autorizar mais unidades frigoríficas

A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) diz não ter conhecimento sobre suposto impedimento chinês em relação à habilitação de novas unidades para exportações de carne bovina brasileira. A entidade divulgou nota na quarta-feira em resposta à notícia de uma possível recusa do governo chinês em habilitar novas plantas brasileiras para exportar carne bovina ao país asiático. “Não temos conhecimento, ainda, de nenhuma alegação técnica do governo chinês para este posicionamento”, diz o Presidente Executivo da Abrafrigo, Péricles Salazar, acrescentando que “a entidade irá aguardar a posição do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) sobre o assunto”. Segundo matéria publicada nesta quarta-feira pelo jornal Valor Econômico, o serviço sanitário da China teria recusado a proposta do governo brasileiro para autorizar mais unidades frigoríficas exportadoras brasileiras.  Procurado pela reportagem do Valor, o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), responsável pela negociação com a equipe de fiscalizadores da China, afirmou que não havia sido notificado sobre a decisão do governo chinês. Por sua vez, a Abrafrigo diz que uma resposta definitiva e concreta sobre a suposta negação do governo da China só será possível depois da tradução de um documento de 38 páginas enviado pelos técnicos de sanidade chineses à embaixada brasileira na China na última sexta-feira. “A entidade irá aguardar a sua distribuição às entidades privadas pelo MAPA, assim como como a posição do ministério sobre o assunto”, afirma a nota. Atualmente, a China representa mais de 40% da carne bovina exportada pelo Brasil. Na soma total das carnes bovina, suína e de frangos, o mercado chinês representa US$ 14,7 bilhões anuais em exportações brasileiras.

PORTAL DBO/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/PECUARIA.COM.BR/NORTEAGROPECUARIO

NOTÍCIAS

Cotações da arroba do boi gordo em alta

A oferta curta de boiadas terminadas ainda tem ditado o rumo das cotações da arroba do boi gordo. No fechamento da última quarta-feira (20/3) as altas nos preços ocorreram em cinco praças pecuárias

Em Dourados-MS, o excesso de chuva atrapalhou o embarque dos animais, o que diminuiu ainda mais a oferta de matéria-prima para indústria, que buscando reabastecer os estoques, ofertou preços acima da referência. Na região, a alta na arroba foi de 0,7% na comparação dia a dia, o que significa R$1,00/@ a mais. Em média, as escalas de abate giram em torno de três dias. No Triângulo Mineiro o acréscimo foi de 0,3% frente ao último levantamento (19/3). Na praça, a arroba permanecia estável desde a última semana de janeiro.

SCOT CONSULTORIA

Balanço do mercado da carne bovina no atacado

Desde que 2019 começou já se passaram 11 semanas e o preço da carne bovina sem osso vendida no atacado caiu em oito

Nos primeiros meses do ano esse comportamento de desvalorização da carne já era esperado pelo menor poder aquisitivo da população. A valorização começou a “dar as caras” nas duas semanas que antecederam o Carnaval, mas a alta nos preços no atacado foi superficial. Isso aconteceu porque o varejo fez suas compras vagarosamente, não acreditando na potência do consumo durante os dias de folia. Na semana passada, pós Carnaval, o varejo, ainda trabalhando com estoques ajustados, demandou pouco e o preço da carne teve um ajuste negativo. Contudo, nestes últimos sete dias, as vendas no atacado melhoraram e os preços entraram em uma trajetória altista. Considerando a média de todos os cortes de carne sem osso vendidos pelas indústrias a cotação subiu 0,9%. Além da demanda mais firme de supermercados e açougues, a produção nos frigoríficos está mais regulada. No caso de São Paulo, por exemplo, a maioria das escalas de abate atende, em média, de três a quatro dias. Fator que colaborou com a reação para cima dos preços da carne. Já a margem das indústrias que fazem desossa está em 17,2%, abaixo da média histórica. E como a cotação do boi gordo está subindo devido à baixa oferta de gado, é possível que a estratégia do frigorífico seja manter firmes os preços da carne, a fim de tentar proteger suas margens. Portanto, expectativa de mercado sustentado em curto prazo.

SCOT CONSULTORIA

Ministra vê gesto dos EUA em carne in natura como insuficiente

A Ministra da Agricultura do Brasil disse na quarta-feira que o acordo com os Estados Unidos para mais inspeções no sistema brasileiro de processamento de carne é um “gesto” insuficiente, já que os negociadores esperavam reabrir o mercado norte-americano ao produto in natura nacional

Tereza Cristina participou da comitiva liderada pelo Presidente Jair Bolsonaro esta semana, em Washington, o que resultou em um acordo para uma cota livre de tarifas para importação de trigo fora do Mercosul e medidas para eventualmente permitir a importação de carne suína dos EUA. Um movimento dos EUA no setor de carnes do Brasil é um “gesto” de boa vontade, mas não é uma concessão e não é suficiente, disse Cristina em uma entrevista à Reuters. Os dois países discutiram uma série de questões de acesso à agricultura, com o Brasil concordando em conceder uma cota de 750 mil toneladas em importações de trigo isenta de tarifas, válida para todos os países, incluindo os EUA, normalmente os principais fornecedores dos brasileiros fora do Mercosul. “Acreditamos que a cota será muito importante para os Estados Unidos, porque os Estados Unidos são muito competitivos, mas ela (cota) é aberta” a outros exportadores, disse Tereza. Ela esclareceu uma informação do comunicado conjunto entre Brasil e Washington, que a princípio indicou na véspera que a cota do trigo seria apenas para os EUA.

REUTERS

Data de missão dos EUA que avaliará carne bovina sairá em três dias

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai definir em até três dias a data da missão sanitária que virá ao Brasil avaliar a possível reabertura do mercado americano à carne bovina in natura

A informação foi divulgada ontem pelo Ministério da Agricultura. “Ele [o Secretário do USDA, Sonny Perdue] ficou de, em três dias, me falar sobre a provável data da visita da missão para fazer a inspeção nos frigoríficos”, afirmou a Ministra Tereza Cristina, em nota. O avanço no processo de reabertura do mercado, que está fechado desde 2017, foi um dos pontos do comunicado conjunto divulgado ontem por ocasião da visita de Estado do Presidente da República, Jair Bolsonaro, ao Presidente dos EUA, Donald Trump.

VALOR ECONÔMICO

Produtores de carne bovina exportam mais à UE após investimento em certificação

O mercado europeu chega a pagar até R$ 4 a mais por arroba ao pecuarista, segundo nota do Serviço Brasileiro de Certificações (SBC) divulgada à imprensa na terça-feira (19). E paga a mais pela carne bovina desde que ela seja produzida com normas preestabelecidas

Segundo o SBC, o Brasil possui 1.780 fazendas certificadas e aproximadamente 4,3 milhões de animais por ano são rastreados. A exportação brasileira representa 22% da produção, em que 18% deste total são destinados ao mercado europeu. O Serviço Brasileiro de Certificações é uma das empresas credenciadas a realizar esse trabalho e, atualmente, atende 820 fazendas com identificação, sendo que aproximadamente 540 delas estão habilitadas para exportação à Europa. São 2 milhões de animais por ano, o que equivale a um pouco mais de 40% do mercado. “Participamos ativamente desta evolução no ano passado e crescemos 15% em fazendas certificadas, além de outros 23% em animais rastreados. A certificação Sisbov traz lucro para toda a cadeia. O envio de carne bovina para um dos mercados mais exigentes do mundo, a União Europeia, cresceu 8,8% no ano passado – 118,3 mil toneladas ante 108,7 mil toneladas em 2017. “Basicamente, com os cinco cortes nobres da carcaça, algo perto de 80 kg por animal”, disse o SBC. O faturamento alcançado foi de US$ 728,1 milhões, 2,65% a mais do que em 2017.

CARNETEC

Pecuaristas dos EUA criticam conversa para liberar carne bovina brasileira

Em comunicado, associação cita “escândalos” dos frigoríficos e diz que Brasil é um mau ator no mercado

“A Associação de Criadores de Gado dos Estados Unidos se opõe fortemente ao comprometimento da saúde do rebanho bovino doméstico em prol do aumento das exportações de carne bovina, especialmente de um país marcado por escândalos”, diz a nota. A possibilidade de uma retomada das vendas de carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos foi tema do encontro entre o Presidente Jair Bolsonaro e Donald Trump, nesta semana. Em comunicado conjunto, foi informado que o governo americano concordou em agendar “rapidamente” uma visita técnica ao Brasil tendo em vista a reabilitação dos embarques. “As preocupações dos criadores de gado americanos foram validadas, uma vez que o Brasil não cumpriu vários requisitos da sua relação comercial com os Estados Unidos”, pontua o comunicado da USCA, datado de 19 de março. Os pecuaristas americanos reforçam que seriam “catastróficos” os efeitos de uma epidemia de febre aftosa no país, não apenas sobre a indústria de carne, mas sobre a economia nacional. Citando da Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), a Associação afirma que perdas podem chegar a US$ 14 bilhões, incluindo a renda dos criadores o consumo e as relações comerciais. O comunicado da USCA lembra ainda da Operação Carne Fraca, que investigou suspeitas de irregularidades e de corrupção na indústria de carnes brasileira. Ressalta que a operação revelou que inspetores estariam recebendo propinas para permitir a venda de carne vencida, sob laudos sanitários falsos.  “A USCA se mantém fortemente contrária a qualquer reabertura do comércio de carne bovina com o Brasil. Apelamos ao Presidente Donald Trump e ao Secretário Sonny Perdue que considerem as preocupações com a saúde do gado americano para garantir que a proteína preferida no país mantenha sua oferta abundante”, diz a entidade.

REDAÇÃO GLOBO RURAL

Frigos apontam possível alta em abate clandestino

A diferença entre o número de abates realizados e a comercialização de couro, chamou a atenção da diretoria do Sindicato dos Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT)

Segundo uma pesquisa divulgada nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), teria havido um crescimento no abate bovino de 3,4% no país, no ano passado, atingindo cerca de 31,90 milhões de cabeças. Na mesma pesquisa, é apresentado que os curtumes brasileiros processaram 35,10 milhões de peças inteiras de couro cru bovino em 2018, uma alta de 3,0% em relação a 2017. A diferença entre o número de abates realizados e a comercialização de couro, chamou a atenção da diretoria do Sindicato dos Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT). “Se foram abatidas 31,90 milhões de bovinos, como que o setor de curtumes declara ter recebido cerca de 35,10 milhões de peças? A conta não fecha, fica faltando declarar de onde saíram cerca 3,2 milhões de cabeças de bois”, analisa Paulo Bellincanta, Presidente da entidade. Bellincanta afirma que a preocupação do sindicato com estes dados demonstra com muita clareza um comércio ilegal do abate clandestino que está excessivamente alto e preocupante. Para o empresário, a situação revela a falta de uma ação governamental tanto em relação ao aumento e rigor da atuação da vigilância sanitária, quanto de políticas públicas em relação a tributos mais leves para evitar a sonegação fiscal por parte do referido abate clandestino.

MT Mais/PECUARIA.COM.BR

ECONOMIA

Ibovespa fecha em queda de 1,55%

O principal índice acionário da bolsa paulista recuou nesta quarta-feira, com agentes repercutindo a entrega do texto da reforma da Previdência dos militares ao Congresso e pela decisão de política monetária do Federal Reserve

O Ibovespa fechou em queda de 1,55 por cento, a 98.041,37 pontos. O giro financeiro da sessão somou 16,98 bilhões de reais. Para Rodrigo Zauner, sócio da SVN Investimentos, as atenções se dividiram entre a decisão de política monetária do Fed e o encaminhamento da reforma da aposentadoria dos militares ao Congresso. “Cautela. Essa foi a palavra do dia”, afirmou. O projeto que altera as regras previdenciárias para militares foi entregue pelo Presidente Jair Bolsonaro e integrantes dos ministérios da Economia e da Defesa ao Congresso Nacional. O texto prevê uma economia líquida em 10 anos com aposentadorias de 10,45 bilhões de reais. No cenário externo, o Fed, banco central dos EUA, manteve a taxa de juros em 2,25 a 2,50 por cento ao ano, com seus diretores abandonando projeções de novas altas de juros para 2019 e sinalizando uma desaceleração na economia.

REUTERS

BC mantém juros em 6,5%, vê economia aquém do esperado

O Banco Central manteve na quarta-feira a taxa de juros no piso histórico de 6,50 por cento ao ano e indicou que, diante da retomada econômica abaixo da esperada, o balanço de riscos para a inflação tem pesos iguais tanto para cima quanto para baixo

A decisão, a primeira com Roberto Campos Neto no comando da autoridade monetária, tira o impedimento explícito que o BC vinha apontando para possivelmente diminuir os juros à frente. Mas o Comitê de Política Monetária (Copom) assinalou que seguirá atento ao desenrolar da atividade econômica. Em pesquisa Reuters, os 21 economistas consultados esperavam que o BC manteria a Selic, o que ocorreu pela oitava reunião consecutiva do colegiado. Apesar de a Selic estar parada há um ano neste nível, a economia segue penando para ganhar tração, e a inflação continua em território confortável, cenário que vem embalando tanto apostas de aperto monetário mais demorado e suave à frente quanto de eventual corte nos juros para estimular a atividade. O BC avaliou no comunicado que indicadores recentes da atividade econômica “apontam ritmo aquém do esperado”, mas manteve a indicação de que usará cautela, serenidade e perseverança para conduzir a política monetária. Apesar de a inflação ter surpreendido para cima em fevereiro, no acumulado em 12 meses o IPCA atingiu 3,89 por cento, ainda distante do centro da meta oficial para 2019 de 4,25 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. No comunicado da quarta, o BC manteve a projeção de inflação para 2019 pelo cenário de mercado, a 3,9 por cento, mesmo percentual calculado na reunião do Copom de fevereiro. Para 2020, a estimativa se manteve em 3,8 por cento, abaixo da meta de 4 por cento, com banda de tolerância de 1,5 ponto. Sobre o cenário externo, o BC assinalou que desde a última reunião do Copom, em fevereiro, os riscos ligados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas recuaram. Em contrapartida, subiram os riscos associados a uma desaceleração da economia global, em função de diversas incertezas.

REUTERS

Dólar cai à mínima em três semanas com Fed

O dólar marcou na quarta-feira no menor fechamento desde o fim de fevereiro, puxado pelo tom “dovish” do banco central norte-americano, que abandonou o cenário de altas de juros nos EUA neste ano

O dólar à vista fechou em queda de 0,61 por cento, a 3,7661 reais na venda. É o menor nível 28 de fevereiro, quando terminou a 3,7531 reais. Na B3, a referência do dólar futuro cedia 0,57 por cento, para 3,7690 reais. O Federal Reserve sinalizou que não promoverá mais altas de juros em 2019, afirmou que a desaceleração da redução de seu balanço começará em maio, classificou a inflação como “fraca” e rebaixou as estimativas de crescimento dos EUA, mas melhorou o cenário para o mercado de trabalho no longo prazo. Para analistas, essa é a melhor combinação para emergentes, uma vez que traça um cenário de economia americana ainda firme, mas não a ponto de exigir altas de juros. Isso tende a aumentar a atratividade de ativos emergentes, o que explica a melhora de ativos de risco no mundo após a decisão do Fed. Com a perspectiva de que os juros norte-americanos não subam neste ano, o diferencial de taxas entre Brasil e EUA deve parar de cair, evitando que a taxa de câmbio de equilíbrio se deprecie ainda mais. A expectativa também é que no Brasil o Copom evite novas quedas de juros neste ano. O declínio da Selic desde outubro de 2016 —quando estava em 14,25 por cento ano— até a mínima de 6,5 por cento é citado por especialistas como relevante na queda do real, que desde então recuou 15,9 por cento ante o dólar em termos nominais.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

Boa movimentação no mercado de frango

Nas granjas paulistas, o frango terminado teve valorização de 6,5% nos últimos sete dias. O quilo passou de R$3,10 para os atuais R$3,30

As indústrias saíram com mais afinco às compras para conseguir repor seus estoques, mais enxutos, e atender ao aumento da demanda devido ao recebimento dos salários. No atacado, a carcaça de frango teve alta de 1,1% na semana passada e está cotada, em média, em R$4,45 por quilo. Para o curto prazo a expectativa é de mercado firme.

SCOT CONSULTORIA

UE amplia número de zonas de risco da Peste Suína Africana

Devem ser demarcadas novas zonas de risco elevado com uma dimensão suficiente na Lituânia, na Hungria, na Polónia e na Bulgária

Foi publicada no dia 12 de março uma nova decisão relativa a medidas de polícia sanitária contra a peste suína africana em determinados Estados-Membros da União Europeia. Segundo o documento devido à recente evolução epidemiológica da doença, e para combater os riscos associados à propagação da doença de forma proativa, devem ser demarcadas novas zonas de risco elevado com uma dimensão suficiente na Lituânia, na Hungria, na Polónia e na Bulgária. No passado mês de fevereiro, ocorreram novos casos de peste suína africana em suínos selvagens na Hungria e na Polónia. Estes casos de peste suína africana em suínos selvagens constituem um aumento do nível de risco, defende a Comissão Europeia no documento. Ainda de acordo com o documento o risco de propagação da peste suína africana na fauna selvagem está associado à propagação lenta natural dessa doença entre as populações de suínos selvagens, o que justifica a ampliação das zonas riscos.

SUINOCULTURA INDUSTRIAL

Suíno Vivo: estabilidade nas cotações nesta quarta-feira (20)

Na quarta-feira (20), as cotações do suíno vivo se mantiveram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor de negociação anotado em São Paulo, a R$4,53/kg

O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (19), trouxe alta para a maioria das praças, sendo a mais expressiva no Rio Grande do Sul, de 4,15%, a R$3,51/kg. De acordo com a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa (CIAS), o custo de produção de suínos teve queda no mês de fevereiro de 2019. O índice aponta que houveram reduções nos gastos com nutrição, tomando como base o estado de Santa Catarina.

Cepea/Esalq

Frango Vivo: estabilidade nas cotações nesta quarta-feira (20)

Na quarta-feira (20), as cotações do frango vivo permaneceram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor de negociação anotado em São Paulo, a R$3,25/kg

O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe alta para o frango na granja, de 1,54%, a R$3,30/kg. Para o frango no atacado, a condição foi de estabilidade, a R$4,45/kg. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP avaliou que o volume de carne de frango exportado pelo Brasil aumentou em fevereiro. A China passou a ser o principal destino da carne de frango brasileira.

Scot Consultoria

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