
Ano 4 | nº 890 | 04 de Dezembro de 2018
NOTÍCIAS
Dezembro começa com a cotação da arroba do boi gordo subindo
Mercado calmo, com poucos negócios na última segunda-feira (3/12), porém, a cotação da arroba do boi gordo subiu em sete praças pecuárias
A pouca oferta de boiadas pressionou as cotações onde as indústrias não conseguiram alongar as escalas de abate na semana passada. Este foi o caso das regiões Norte de Minas Gerais e de Belo Horizonte-MG. Nesta última, a alta foi de 0,3% e as escalas de abate atendem, em média, três dias, o que abriu espaço para negócios acima da referência. Em Rondônia a valorização foi de R$1,00/@. A dificuldade em adquirir matéria-prima vem desde novembro. A arroba subiu 1,5% desde o início do último mês. No mercado atacadista a maior demanda de início de mês pressionou positivamente as cotações da carne com osso. O boi casado de animais castrados ficou cotado em R$9,97/kg, alta de 0,5% na comparação diária.
SCOT CONSULTORIA
Apesar da estabilidade, viés é de alta no mercado do sebo
A demanda em alta dá sustentação ao mercado do sebo e, embora os preços estejam estáveis, em relação à semana anterior, o mercado segue com pressão de alta
No Brasil Central, por exemplo, a cotação da gordura animal está, em média, em R$2,45/kg, livre de imposto, porém, há negócios ocorrendo em até R$0,15/kg acima da referência. Já no Rio Grande do Sul, o produto está cotado, em média, em R$2,60/kg, livre de imposto. Alta de 15,6% na comparação ano x ano. Para o curto prazo, a expectativa é de que a boa demanda mantenha o viés de alta.
SCOT CONSULTORIA
Mercado de reposição: cotações fecham novembro em alta
O volume de animais disponíveis para negociação está abaixo do que recriadores e invernistas estão demandando. Dessa forma, no mercado de reposição as cotações continuam as trajetórias de altas
No fechamento de novembro, na média de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados e estados pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações fecharam com alta de 0,8%. Maior valorização mensal desde agosto deste ano. O que chama atenção é que mesmo com a menor liquidez no mercado, em função do período de vacinação contra a Febre Aftosa e, consequentemente, menos dias de negociação, as cotações seguiram firmes superando as médias de outubro e setembro. Para o curto prazo a tendência é de manutenção dos bons volumes de negociações, mas é bom ficar de olho no mercado. A expectativa é de que o preço da arroba do boi gordo mantenha a firmeza no curtíssimo prazo, mas já a partir de meados de dezembro o ritmo de negociações deverá ser menor, cenário típico para o período de final do ano. Quando o mercado retomar o ritmo normal, em janeiro, sazonalmente as cotações do boi gordo são mais frouxas e isso pode diminuir o ânimo dos recriadores e invernistas e a procura por negócios deverá ser menor.
SCOT CONSULTORIA
ECONOMIA
Dólar recua ante real após trégua comercial EUA-China
O dólar terminou a segunda-feira em queda ante o real, sob influência do mercado internacional após os presidentes dos Estados Unidos e da China terem concordado no final de semana em suspender novas tarifas comerciais por 90 dias, e ainda com a disparada do preço do petróleo aliviando a pressão sobre o câmbio.
O dólar recuou 0,35 por cento, a 3,8423 reais na venda, depois de acumular alta de 3,58 por cento em novembro, terminando o mês a 3,8558 reais. Na mínima, foi a 3,8152 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,50 por cento. China e EUA concordaram em não aplicar tarifas adicionais, em um acerto que evita que a guerra comercial cresça, no momento em que ambos os lados tentam resolver as divergências em novas negociações que visam alcançar um acordo dentro de 90 dias. No exterior, o dólar caía ante a cesta de moedas e também ante divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano. O forte avanço dos preços do petróleo nesta sessão, sob influência da trégua comercial e antes de uma reunião dos produtores nesta semana, também ajudava a aliviar a pressão no câmbio. Há expectativa de que os integrantes da Opep anunciem um corte na produção. Internamente, os investidores monitoravam o noticiário político, ainda à espera de um acordo sobre a cessão onerosa e também a recuperação do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, que convalesce de uma infecção viral.
REUTERS
Ibovespa renova máxima de fechamento após trégua em guerra comercial EUA/China
O principal índice de ações do Brasil fechou no azul na segunda-feira, renovando a máxima de fechamento, sustentado pelos setores de commodities diante do otimismo de investidores com a trégua na disputa comercial entre Estados Unidos e China
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,35 por cento, a 89.820,09 pontos. O indicador chegou a subir 1,94 por cento na máxima, tocando 91.242,22 pontos. Em 2018, a alta é de quase 18 por cento. O giro financeiro da sessão somou 17,7 bilhões de reais, superando a média diária de 12,1 bilhões de reais em 2018. Ações de empresas atreladas a commodities, especialmente Vale, Petrobras e siderúrgicas, foram os destaques positivos. No final de semana, o Presidente dos EUA, Donald Trump, aceitou suspender por 90 dias um aumento de tarifas sobre produtos chineses inicialmente previsto para 1º de janeiro. Em troca, o Presidente chinês, Xi Jinping, prometeu elevar compras de produtos norte-americanos, incluindo commodities agrícolas. “O cessar fogo entre EUA e China, somado ao tom mais brando do Fed em relação à necessidade de alta de juros, foi o gatilho que faltava para diminuir a aversão a risco nos mercados globais”, escreveram analistas da XP em nota a clientes.
REUTERS
IPC-Fipe desacelera alta a 0,15% em novembro com queda de preços de Transportes e Habitação
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo encerrou novembro com alta de 0,15 por cento, depois de subir 0,48 por cento em outubro, com recuo dos preços de Transportes e Habitação
A leitura informada nesta terça-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) ficou em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters. Os dados mostraram que o maior peso para o resultado do mês foi exercido pelo grupo Despesas Pessoais, de 0,1553 ponto percentual, depois de acelerar a alta a 1,14 por cento em novembro, de 0,22 por cento no mês anterior. Entretanto, os preços de Transportes passaram a recuar 0,51 por cento no mês, de 0,54 por cento em outubro, enquanto o grupo Habitação mostrou deflação de 0,06 por cento, depois de subir 0,16 por cento antes. O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.
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Brasil tem superávit comercial abaixo do esperado em novembro; acumulado do ano supera US$50 bi
O Brasil teve superávit comercial de 4,062 bilhões de dólares em novembro, resultado abaixo do esperado pelo mercado, mas com o acumulado no ano já batendo a projeção do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) para o desempenho fechado de 2018. A expectativa era de um saldo positivo em 4,3 bilhões de dólares em novembro
No acumulado dos 11 meses deste ano, o superávit das trocas comerciais chegou a 51,698 bilhões de dólares, queda de 16,6 por cento sobre igual período de 2017, mas já acima da marca de 50 bilhões de dólares anteriormente projetada pelo MDIC para todo ano de 2018, informou a pasta na segunda-feira. Em 2017, a balança teve um saldo positivo recorde de 67 bilhões de dólares. A desaceleração neste ano veio na esteira de maior fôlego das importações, que têm ganhado tração diante de maior ímpeto da atividade econômica. De janeiro a novembro, as importações tiveram um crescimento de 21,3 por cento, pela média diária, a 168,304 bilhões de dólares. Já as exportações avançaram 9,4 por cento, a 220,002 bilhões de dólares. Em novembro, as importações avançaram 28,3 por cento sobre igual mês do ano passado, pela média diária, a 16,860 bilhões de dólares. As exportações, por sua vez, tiveram alta de 25,4 por cento na mesma base, a 20,922 bilhões de dólares. As importações tiveram como destaque a expansão de 170,2 por cento em bens de capital. Enquanto isso, as compras de bens intermediários subiram 15,7 por cento e as de combustíveis e lubrificantes, 12,6 por cento. Em contrapartida, as importações de bens de consumo caíram 7,1 por cento. Já as exportações em novembro foram puxadas principalmente pela venda de básicos (+40,1 por cento), com manufaturados (+25 por cento) e semimanufaturados (4,5 por cento) aparecendo em seguida.
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Inflação vai terminar o ano abaixo de 4% em 2018, diz Ilan Goldfajn
A inflação terminará este ano com um avanço menor que 4 por cento, depois de terminar o ano passado abaixo da meta perseguida pelo Banco Central, estimou na segunda-feira o Presidente da instituição, Ilan Goldfajn.
Em discurso durante evento no Rio de Janeiro, o chefe da autoridade monetária também avaliou que, ao prever a subida da Selic do piso histórico atual de 6,5 por cento ao ano para 8 por cento ao ano em 2020, o mercado está estimando qual seria a taxa neutra de juros —aquela que não estimula nem contém a atividade econômica e os preços. “É como se eles dissessem que hoje estamos numa taxa estimulativa e uma vez que a economia se recuperar… você voltaria a uma taxa neutra”, disse Ilan, lembrando que isso deve ocorrer após redução do desemprego e da ociosidade da economia. A meta de inflação para este ano são os mesmos 4,5 por cento, com intervalo de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, previstos para 2017. No ano passado, o índice oficial de preços que norteia a política monetária terminou o ano em 2,95 por cento, um dos fatores que levaram o BC a cortar a Selic para o menor patamar da história em março e manter os juros até agora. O fato de a inflação ficar abaixo do intervalo da meta, que é definida em conjunto pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento com o Banco Central, pode significar que há espaço para usar os juros para estimular a atividade econômica.
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PIB do agro cresceu 2,5% no 3º trimestre na comparação com igual período de 2017
Resultado se deve a ganhos de produtividade e de crescimento dos segmentos da pecuária e produção florestal
A Agropecuária cresceu 0,7% no terceiro trimestre deste ano, de acordo com dados do PIB (Produto Interno Bruto) divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que teve alta de 0,8%. A Indústria aumentou 0,4% e Serviços, 0,5%. Foram gerados R$ 61,9 bilhões pelo setor do agro, 331,6 bilhões, pela Indústria, e, R$ 1,1 trilhão, pelos Serviços. Na comparação do trimestre em relação ao mesmo do ano anterior, mostram crescimento de 1,3% para o PIB, sendo o da Agropecuária, de 2,5%, Indústria, 0,8% e Serviços 1,2%. Foi o melhor resultado neste ano para o agronegócio, observa José Garcia Gasques, Coordenador Geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O IBGE destacou que contribuíram positivamente para os resultados do trimestre, os ganhos na pecuária e na produção florestal. O resultado acumulado de janeiro a setembro indica crescimento do PIB de 1,1%, Agropecuária (-0,3%), Indústria (0,9%) e Serviços (1,4%). A taxa negativa da Agropecuária deve-se ao pior desempenho neste ano, de lavouras com grande importância na formação da renda do setor, como cana-de açúcar, arroz, feijão, laranja, mandioca, milho e uva, destacou o Coordenador.
MAPA
EMPRESAS
Marfrig liquida empréstimo ponte de US$900 mi após venda de subsidiária nos EUA
A empresa de alimentos Marfrig anunciou na segunda-feira a liquidação de um empréstimo ponte de 900 milhões de dólares, com recursos recebidos pela venda da subsidiária norte-americana Keystone Foods, dentro de sua política de gerenciamento da dívida
A Marfrig anunciou na sexta-feira ter recebido 1,4 bilhão de dólares da norte-americana Tyson Foods pela Keystone Foods. “A companhia esclarece, ainda, que o valor remanescente de cerca de 500 milhões de dólares será utilizado para pagamento de outras dívidas”, acrescentou a Marfrig.
REUTERS
BNDES prepara sua saída da JBS
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está se preparando para vender sua participação de 21,3% na JBS, segundo apurou o Estado
O banco enviará nas próximas semanas carta-convite às instituições financeiras para que elas possam participar do processo. A fatia do BNDES na JBS é avaliada no mercado em R$ 6,8 bilhões, considerando o fechamento da cotação da ação na sexta-feira, a R$ 11,77. O desenho de como será a venda da sua participação ainda não está definido: poderá ser feita em bloco para um único investidor ou negociada aos poucos na Bolsa. No auge da crise da JBS, o banco recebeu proposta de diversos investidores para a venda de sua fatia na empresa, mas as conversas não foram para frente. Esses mesmos investidores tentaram comprar a participação dos irmãos Batista, segundo fontes. Entre os interessados estavam os fundos soberanos GIC e Temasek, de Cingapura; e o QIA, fundo de investimento do Catar. Executivos de três grandes bancos afirmaram ao Estado, sob condição de anonimato, que a compra das ações da JBS detidas pelo BNDES não deve embutir um prêmio (valor adicional pago ao preço do negócio). O acordo de acionistas entre as duas companhias será revisado no fim de 2019. O BNDES sempre acompanhou o voto dos conselheiros e acionistas da JBS. Essa relação começou a mudar no início de 2016, quando os controladores da companhia anunciaram a intenção de criar uma nova empresa e mudar a sede da JBS para a Irlanda. No ano seguinte, quando as delações vieram à tona, após o vazamento da conversa de Michel Temer feita por Joesley Batista, o BNDES passou a ser um crítico à gestão da JBS.
ESTADÃO
FRANGOS & SUÍNOS
China perto de acordo para retirar antidumping do frango do Brasil
Os frigoríficos exportadores de carne de frango do Brasil e o Ministério do Comércio da China (Mofcom) estão próximos de um acordo para a retirada das tarifas antidumping aplicadas no ano passado contra o produto brasileiro, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)
A informação sobre o acordo foi transmitida hoje ao Presidente da ABPA, Francisco Turra, pelo Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. De acordo o relato do Ministro, o Presidente da China, Xi Jinping, tratou do assunto com o Presidente Michel Temer durante a cúpula do G-20, que ocorreu no último fim de semana em Buenos Aires. Para retirar a tarifa antidumping que foi aplicada em agosto do ano passado por Pequim, os exportadores de carne de frango do Brasil aceitarão um acordo de preço mínimo (“price undertaking”). Com o estabelecimento de um piso para o preço do produto brasileiro, Pequim visa a proteger os produtores locais, que se sentiam lesados pela entrada do produto brasileiro em seu mercado. O Brasil é o principal fornecedor externo de carne de frango para a China. Os frigoríficos brasileiros negam a prática de dumping. Nos bastidores, a avaliação é que a China quer fechar o acordo de preço mínimo ainda antes da posse do Presidente eleito Jair Bolsonaro. Durante a campanha eleitoral, o Presidente eleito adotou, por vezes, uma retórica crítica aos chineses. Em nota, a ABPA informou hoje que restam algumas pendências para o acordo com o Ministério do Comércio da China. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela ABPA, as exportações brasileiras aos chineses somaram 363 mil toneladas, o equivalente a 11% das exportações totais do país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, as vendas para a China cresceram 9%, segundo a ABPA.
VALOR ECONÔMICO
Frango Vivo: queda de -1,19% em SC
Na segunda-feira (03), a cotação do frango vivo teve queda de -1,19% em Santa Catarina, a R$2,50/kg. As demais cotações permaneceram estáveis
O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,00/kg e queda de -0,71% para o frango no atacado, a R$4,17/kg. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, os valores do frango vivo têm registrado quedas em diversas praças. Dessa forma, o poder de compra do avicultor diminui frente ao milho. No mercado atacadista, os preços se elevam em função de uma menor oferta de animais para abate e maior ritmo de embarques da carne in natura.
Notícias Agrícolas
Suíno Vivo: mês de dezembro deve trazer reajustes positivos aos preços
Na segunda-feira (03), as cotações do suíno vivo permaneceram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor anotado em São Paulo, a R$4,16/kg.
O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente à sexta-feira (30), trouxe cenários mistos, sendo a maior variação a queda de -0,51% em São Paulo, a R$3,93/kg. A Scot Consultoria salientou que a demanda na ponta final da cadeia foi fraca na última semana de novembro. O recebimento da primeira parcela do décimo terceiro não deu fôlego às vendas.
O mês de dezembro, contudo, deve trazer reajustes positivos aos preços, com maior demanda interna e expectativa de melhora nas vendas do varejo.
Notícias Agrícolas
INTERNACIONAL
Japão libera entrada de carne bovina do Uruguai
O Japão e o Uruguai concordaram no domingo em permitir a importação de carne bovina um do outro como forma de expandir o comércio bilateral durante a primeira visita de um líder japonês ao país latino-americano, informou a agência de notícias Kyodo
O Primeiro-Ministro Shinzo Abe disse estar satisfeito com o acordo comercial em uma coletiva de imprensa conjunta com o Presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, após as negociações em Montevidéu. O Japão vinha negociando exportações de carne bovina para o Uruguai desde março de 2016, enquanto as importações de carne do país sul-americano haviam sido suspensas por Tóquio desde 2000 devido a um surto de febre aftosa. Abe também disse na coletiva de imprensa que o Uruguai é “um importante parceiro do Japão, que compartilha valores universais como a democracia e o estado de direito”.
VALOR ECONÔMICO
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