
Ano 4 | nº 852 | 05 de Outubro de 2018
NOTÍCIAS
Exportação de carne bovina acelerada mantém preços do boi firmes
As exportações brasileiras de carne bovina in natura atingiram um novo recorde em setembro, colaborando para manter os preços do boi firmes no mercado doméstico no início de outubro, segundo informações divulgadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) na quinta-feira (04)
O volume de vendas externas de carne bovina in natura somou 150,66 mil toneladas em setembro, alta de 4,3% ante agosto e 34,6% acima do registrado no mesmo período do ano passado, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços compilados pelo Cepea. O indicador do boi gordo Esalq/BM&FBovespa registrou média de R$ 150,55 nos primeiros dias de outubro – o maior valor em termos nominais em dois anos e o maior em termos reais desde março deste ano. Além do forte volume de exportações, a menor oferta de animais para abate também influencia os preços do boi gordo, disse o Cepea em nota.
CARNETEC
Mercado do boi gordo perde força, mas viés ainda é de alta
Em São Paulo, a oferta de boiadas segue restrita, porém, tem sido suficiente para atender a demanda nestes primeiros dias de outubro, permitindo que as indústrias reduzam o ritmo de compra
Entretanto, ainda assim o cenário é de firmeza no mercado do boi gordo, a baixa disponibilidade de animais terminados para o abate deixa pouco espaço para que os frigoríficos pressionem o mercado de maneira mais intensa. Assim, as empresas que conseguiram alongar as programações de abate saíram das compras nessa quinta-feira, aguardando um melhor posicionamento do mercado antes de voltar às negociações. Considerando as duas praças de São Paulo, o preço da arroba do boi gordo (pagamento à vista) recuou e está, em média, em R$153,00, livre de Funrural. Contudo, no acumulado dos últimos trinta dias, é observada alta de 2,4%. No mercado atacadista de carne bovina com osso, o boi casado de animais castrados está cotado, em média, em R$10,01/kg. Vale lembrar que o feriado da próxima semana e o recebimento de salários são fatores que podem dar fôlego para o mercado.
SCOT CONSULTORIA
Negociação para exportar bovinos vivos foi acertada com Arábia Saudita
Em novembro, nova reunião será realizada em Riade, com representantes dos dois países, incluindo empresários, para tratar de detalhes operacionais. Sauditas visitaram neste ano o porto de exportação de animais vivos localizado no Pará e fazendas de criação e de exportação de gado
Para acertar os detalhes operacionais e comerciais de exportação de bovinos vivos para a Arábia Saudita, integrantes do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Ministério de Meio Ambiente, Água e Agricultura daquele país (MEWA), além de empresários dos países, se reunirão em novembro, em Riade. O Diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques, disse que produtores brasileiros preveem exportar até 150 mil animais por ano destinados ao abate e reprodução. No domingo (30), o Brasil concluiu negociação iniciada em 2014 para a exportação de animais vivos à Arábia Saudita, durante missão organizada pelo Mapa. Na oportunidade, foi acertado o modelo de certificação que será firmado pelo Mapa para animais destinados aquele país. Conforme o diretor, a exportação de gado vivo é uma atividade praticada somente por países que possuem rígido controle sanitário dos seus rebanhos. Nos últimos sete anos (2010-2017), a atividade gerou US$ 3,7 bilhões em divisas ao país. No ano passado, a exportação de bovinos vivo garantiu faturamento de mais de US$ 276 milhões e neste ano as exportações já superaram US$ 300 milhões. Os sauditas também querem iniciar tratativas para a elaboração de normas (Certificado Zoosanitário Internacional) que viabilizem a importação de material genético de bois e de aves do Brasil.
MAPA
De olho no mercado do boi gordo e no pasto
O mercado de reposição fechou a semana com estabilidade nas referências
Mas o que chama atenção é o longo período de firmeza nas cotações deste mercado. Já são 14 semanas consecutivas sem ajustes negativos. Para o curto prazo, a expectativa é de manutenção deste cenário de preços positivos, isso porque a arroba do boi gordo tende a se manter firme e “puxar” as cotações de reposição. Além disso, a recuperação das pastagens deve ganhar ritmo com a chegada das chuvas e esse é outro fator que ajuda a dar maior dinâmica ao mercado. Conforme as condições das pastagens melhoram, recriadores e invernistas tendem a se lançar às compras com maior afinco, buscando a reposição do rebanho. Já pelo lado do criador, a maior demanda tende a gerar maior poder de barganha, fato que pode dar maior firmeza às cotações.
SCOT CONSULTORIA
Início do mês com estabilidade nos preços
A alta dos preços na semana passada em função do reabastecimento do varejo não se repetiu. Nos últimos sete dias, na média de todos os cortes pesquisados no atacado, os preços ficaram inalterados
Mesmo com o fornecimento de matéria-prima irregular, o consumo tem limitado a força para altas do preço da carne. Quanto aos índices de consumo, são observados cenários diversos. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 1,7 ponto em relação a agosto e alcançou os mesmos patamares observados em junho, quando os abalos da greve dos caminhoneiros ainda eram sentidos pela população. Por outro lado, o índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aumentou 1,5% em setembro, frente a agosto. Outro ponto positivo é que pelo segundo mês consecutivo houve recorde em volume de carne bovina in natura exportado. Foram embarcadas 150,7 mil toneladas. Aumento de 4,3% em relação a agosto. Para os próximos dias, desvalorizações para carne não são esperadas, já que a oferta de boi gordo está limitada, o que definirá o trajeto dos preços entre estabilidade e valorização é o fluxo de escoamento de carne dos frigoríficos. Neste aspecto, as variações cambiais devido às eleições têm impacto.
SCOT CONSULTORIA
Exportação de couro tem alta de 19,5% em setembro
Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em setembro ano o Brasil exportou 41,1 mil toneladas de couros. Na comparação com o mês anterior, o volume embarcado aumentou 19,5%. Frente a setembro de 2017 o volume foi 12,5% maior.
MDIC
ECONOMIA
Índice de preços de alimentos da FAO registrou queda de 1,4% em setembro
O índice de preços dos alimentos da FAO, o braço das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, registrou queda de 1,4% em setembro na comparação com agosto, para 165,4 pontos. O grupo das carnes caiu 0,1 ponto percentual sobre agosto
Em relação ao mesmo mês do ano passado, a baixa é de 7,4% ou 13 pontos percentuais. Foi o segundo menor resultado de 2018. Entre os grupos de produtos pesquisados pela FAO, apenas o açúcar subiu no mês passado. Os demais recuaram, com destaque para a forte retração do milho, que influenciou o resultado dos cereais. Esse grupo registrou redução média de 2,8% na comparação mensal. “As expectativas de uma safra muito grande nos EUA pressionaram as cotações para baixo. Os preços internacionais do arroz e do trigo também caíram no mês – este último devido principalmente às fortes vendas e embarques da Rússia”, informou a FAO em comunicado. O indicador de preços do grupo dos óleos vegetais, onde está incluída a soja – carro-chefe do agronegócio brasileiro – caiu pelo oitavo mês consecutivo e atingiu o piso em três anos. A maior queda foi a do óleo de palma, em decorrência dos grandes estoques nos países exportadores. O índice de preços dos produtos lácteos, por sua vez, registrou variação negativa de 2,4% em setembro, enquanto o indicador do grupo das carnes caiu 0,1 ponto percentual sobre agosto. Em setembro, o indicador da FAO para o açúcar ficou em 161,4 pontos, em alta de 2,6% sobre o mês anterior, mas ainda 21% abaixo do preço médio praticado em setembro de 2017.
VALOR ECONÔMICO
Dólar tem alta ante real com correção
O dólar interrompeu uma sequência de três quedas e subiu pela primeira vez em outubro, num leve movimento de correção influenciado pela fraqueza das divisas emergentes no exterior e ainda com uma pausa na euforia com o cenário eleitoral após a mais recente pesquisa Ibope
O dólar avançou 0,22 por cento, a 3,8960 reais na venda. Na véspera, cedeu 1,20 por cento, a 3,8876 reais, acumulando até então uma queda de 3,70 por cento nos primeiros três pregões da semana. O dólar futuro subia cerca de 0,05 por cento. O dólar chegou a subir 1 por cento no início dos negócios, indo à máxima de 3,9346 reais. Um fluxo pontual de recursos acabou aliviando o movimento, fazendo com que a moeda passasse a operar com leves oscilações. No exterior, o dólar rondava a estabilidade ante a cesta de moedas, depois de registrar mais cedo pico de seis semanas com o salto nos rendimentos dos Treasuries por causa de dados fortes da economia norte-americana divulgados na véspera. O dólar subia ante as moedas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano. O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 1,540 bilhão de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.
REUTERS
BOLSA fecha em queda de 0,38%, longe da mínima
O Ibovespa fechou em queda na quinta-feira, em meio a realização de lucros, mas longe da mínima, influenciado pelo avanço de ações de companhias de controle estatal, com agentes financeiros ajustando posições
O índice de referência do mercado acionário brasileiro BVSP caiu 0,38 por cento, a 82.952,81 pontos, tendo chegado a subir 0,19 por cento na máxima. Na mínima, caiu 1,66 por cento. O volume financeiro do pregão somou 13,879 bilhões de reais. A queda vem após duas altas seguidas, período em que o Ibovespa acumulou elevação de 5,9 por cento. O Ibovespa recuou abaixo de 82 mil pontos na primeira etapa do dia com viés negativo do exterior, o que abriu espaço para investidores embolsarem lucros recentes. No exterior, os pregões foram minados pela alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, apoiada particularmente em robustos dados econômicos recentes e na visão otimista do Federal Reserve, o banco central dos EUA, para a maior economia do mundo. Do lado do fluxo, após as últimas semanas de setembro mostrarem forte ingresso de recursos de estrangeiros, refletido tanto em entradas líquidas na Bovespa como nas posições compradas em futuros do Ibovespa, o começo de outubro mostra algum desmonte nas alocações no mercado futuro. A posição comprada líquida de investidores estrangeiros, considerando contratos cheios e minicontratos, totalizou 93.562 ativos no último pregão. Na véspera, estava em 142.170 ativos. No dia 14, chegou a 200.504 contratos.
REUTERS
Poupança tem entrada líquida de R$8,542 bi em setembro, recorde para mês, diz BC
A caderneta de poupança registrou entrada líquida de 8,542 bilhões de reais em setembro, divulgou o Banco Central na quinta-feira, no melhor desempenho para o período da série histórica iniciada em 1995
Este foi o sétimo dado mensal positivo da poupança em 2018, que só perdeu recursos em janeiro e fevereiro. No último mês, os depósitos superaram os saques em 6,779 bilhões de reais no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), enquanto na poupança rural houve ingresso de 1,762 bilhão de reais. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, a poupança mostrou entrada líquida de 25,502 bilhões de reais. Agora, o saldo total na caderneta soma 775,775 bilhões de reais.
REUTERS
FRANGOS & SUÍNOS
Frango Vivo: SP ainda registra o melhor preço, a R$3,25/kg
Na quinta-feira (04), os preços do frango vivo se mantiveram estáveis nas principais praças do país. O maior valor de negociação foi anotado em São Paulo, a R$3,25/kg
O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,25/kg, enquanto o frango no atacado teve alta de 0,23%, a R$4,33/kg. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) destacou nesta semana que os preços do milho, um dos principais insumos da cadeia, encerraram o mês de setembro em queda na maioria das praças. Segundo pesquisadores, a pressão vem de um maior interesse de venda por parte dos produtores, que desejam fazer caixa para a próxima safra.
NOTÍCIAS AGRÍCOLAS
SUÍNOS/CEPEA: Vivo se recupera, mas média do ano ainda é a menor da série
Apesar da elevação do preço do suíno vivo posto no frigorífico em setembro em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea
Apesar da elevação do preço do suíno vivo posto no frigorífico em setembro em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, esse movimento indica apenas uma recuperação, visto que as cotações recuaram com força até a metade deste ano. A média do suíno vivo na parcial de 2018 (de janeiro a setembro), de R$ 3,35/kg, é a menor, em termos reais, de toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2002. Quanto às exportações, segundo a Secex, o volume de carne suína in natura embarcada pelo Brasil em setembro foi de 48,1 mil toneladas, 11% abaixo de agosto e 9% menor que o de setembro do ano passado.
INTERNACIONAL
Colômbia perde status livre de aftosa com vacinação
Medida foi anunciada pela OIE após um surto da doença na região de Sogamoso
A Organização Mundial de Saúde (OIE) suspendeu na quarta-feira, 3 de outubro, o status sanitário livre de febre aftosa com vacinação da Colômbia. O anúncio foi feito pela entidade, por meio do Ministério da Agricultura Colombiano e do Instituto Colombiano Agropecuário (ICA), após serem encontrados 18 animais com sinais clínicos da doença em Sogamoso, na região de Boyacá, norte da Colômbia, distante em cerca de 580 km em linha reta da fronteira com o Brasil. O Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural da Colômbia, Andrés Valencia Pinzón, destacou que o país vai reforçar sua vigilância sanitária a fim de recuperar o status. “Vamos continuar lutando para manter os mercados de exportações abertos e preservar os interesses das mais de 450.000 famílias que dependem da pecuária”, destacou. Pinzón também reforçou que o caso aconteceu dentro da área de contenção sanitária e que ainda não há nenhum indício de que o vírus tenha se espalhado por outras regiões. De acordo com o jornal La República, o governo também informou à OIE que realizará a verificação sanitária de todo o resto do rebanho nacional e caso seja necessário fará uma nova etapa de vacinação contra febre aftosa em, pelo menos, 22 milhões de cabeças.
Portal DBO/ICA/La República
JBS faz recall de cerca de 2,9 mil toneladas de carne nos EUA por risco de salmonela
A JBS disse na quinta-feira que está recolhendo 6,5 milhões de libras (pouco mais de 2,9 mil toneladas) de carne moída em sua unidade no Arizona, Estados Unidos, devido à potencial presença de salmonela na carne
As ações da empresa caíam cerca de 5 por cento com notícias de que investigadores norte-americanos identificaram pelo menos 57 pessoas em 16 Estados que adoeceram devido ao consumo de produtos de carne moída da JBS contaminados, segundo o departamento de Agricultura dos EUA (Usda). Como resultado, a JBS Tolleson, parte da JBS USA, braço norte-americano da maior empresa de processamento de carne do mundo, estava voluntariamente recolhendo carne bovina moída e outros produtos crus que haviam sido enviados às lojas em todo o país, disse o Usda. Salmonela pode causar febre, diarréia e dor abdominal, e pode ser fatal para crianças pequenas, idosos e pessoas com sistema imunológico comprometido. Existem centenas de produtos de carne bovina que fazem parte do recall, incluindo produtos vendidos sob a marca Walmart. Os produtos recolhidos foram embalados entre 26 de julho a 7 de setembro de 2018.
REUTERS
Austrália aprova abatedouro movido a energia solar
A indústria de carne bovina da Austrália deve receber um impulso depois que o governo aprovou a construção de um abatedouro movido a energia solar em Gladstone, Queensland
O abatedouro deverá ser construído pela Asia Pacific Agri-Corp, com construção a partir de maio de 2019 e com o objetivo de estar totalmente operacional até 2021. O projeto custará A$ 308 milhões (US$ 220,15 milhões), o que criará 308 obras e 335 empregos operacionais em toda a instalação. O abatedouro será desenvolvido com uma planta de hidrogênio de 33 MW e 95 hectares de painéis solares que atenderão à crescente demanda por carne bovina australiana, de acordo com o ministro do estado de Queensland, Cameron Dick. “Uma vez plenamente operacional, esta instalação de ponta será capaz de processar 2.400 cabeças de gado por dia”, disse Dick. “Essas tecnologias permitirão que a Asia Pacific Agri-Corp adote um piquete inovador para comercializar os arranjos da cadeia de fornecimento, obtendo o gado diretamente dos criadores e rastreando o produto até o mercado.” O movimento também foi bem recebido por Glenn Butcher, um membro do governo de Gladstone, que acredita que a instalação irá melhorar a posição da área nos mercados internacionais. “O desenvolvimento abrirá posições para trabalhadores administrativos e oferecerá emprego e treinamento em comércio de exportação. Em geral, é uma oportunidade extraordinária para os trabalhadores da Gladstone”, disse Butcher. Em abril, o processador australiano Southern Meats uniu-se ao fornecedor de energia ReNu Energy para criar um matadouro que transformaria lixo em energia.
GlobalMeatNews.com
Uruguai registra queda nas exportações da cota 481
A competição de carne argentina, favorecida pela desvalorização de sua moeda, foi sentida nos embarques de cortes bovinos uruguaios destinados à cota de 481, segundo o Faxcarne
A cota, no caso do Uruguai, destina-se a animais jovens – com menos de 30 meses de idade – cujos últimos 100 dias antes do abate terminaram com uma dieta baseada em grãos. É para cortes de alta qualidade destinados à União Europeia. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Carnes (INAC) publicados pela Faxcarne, no trimestre julho-setembro – primeiro do ano agrícola de 2018-19 -, os frigoríficos uruguaios exportaram 3.568 toneladas, o que marca uma queda de 21% em relação ao volume colocado no mesmo período do ano passado. Além do declínio, o valor médio de venda por tonelada aumentou 4%, ficando em US $ 9.441. Enquanto isso, sob a cota Hilton, 1.782 toneladas (-7,9% anuais) foram exportadas no primeiro trimestre para um valor médio de US $ 11.202 (-7,4%). Neste caso, é para animais jovens terminados a pasto. Por outro lado, em dois dias, 4.939 toneladas de um total de 11.250 toneladas disponíveis dentro da cota entraram na União Europeia.
El País Digital
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