CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 853 DE 08 DE OUTUBRO DE 2018

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Ano 4 | nº 853 | 08 de Outubro de 2018

NOTÍCIAS

Boi gordo: Ritmo lento na primeira semana de outubro

Mercado do boi gordo mais frouxo no fechamento da primeira semana de outubro. Desde segunda-feira (1/5), o preço da arroba caiu em cinco praças. Na semana anterior foi registrada queda em apenas uma

Em São Paulo as escalas de abate ganharam fôlego devido a melhora da saída do gado confinado e também da oferta remanescente de gado proveniente de Mato Grosso do Sul. Além disso, em função do feriado do dia 12 de outubro, as indústrias paulistas apertaram o pé nas negociações no início desta semana e agora, melhor posicionadas, algumas já saíram das compras e outras aproveitaram para testar o mercado ofertando preços abaixo da referência. Em geral, apesar da dificuldade para compor as escalas de abate, a arroba teve pouca firmeza durante o início deste mês em função do lento escoamento da carne bovina. No mercado atacadista de carne bovina com osso o preço do boi casado de animais castrados recuou 1,3% na comparação diária e está cotado em R$9,88/kg. É o menor patamar das últimas quatro semanas. Os cortes desossados vendidos no atacado também estão em ritmo lento. E mesmo com menor oferta de matéria-prima, os preços ficaram estáveis nos últimos sete dias. Ilustrando a dificuldade de escoar a produção.

SCOT CONSULTORIA

Desequilíbrio entre oferta e demanda eleva preço do boi gordo em MS

As informações da Unidade Técnica do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul apontam que a cotação do boi gordo em setembro deste ano apresentou alta de 5,68%, em relação ao início do mês

No último mês, o boi gordo encerrou com valor médio de R$147,24/@, contra R$139,36/@ contabilizado no início de setembro. Segundo os dados do Boletim Casa Rural divulgado essa semana, a valorização da arroba do boi gordo no estado, livre de Funrural e referente às negociações à vista, foi motivada pela oferta restrita de animais terminados e pelo desempenho positivo da demanda no mercado interno e externo. “Apesar da cotação em alta no mercado pecuário, não há a garantia de maior rentabilidade para o produtor tendo em vista que neste momento de pastagens precárias é preciso suplementar o rebanho, fato que eleva o custo da arroba produzida. A manutenção dos preços nos próximos meses irá contribuir para minimizar os gastos excessivos do produtor no período dos pastos secos” afirma o Diretor-Secretário do Sistema Famasul, Frederico Stella. Confirmando a análise do diretor da Famasul, os dados do Cepea mostram, ainda, que no período entre janeiro e junho de 2018 o Custo Operacional Efetivo (COE) para o sistema de recria-engorda em Mato Grosso do Sul registrou alta de 4,7%. De acordo com a Unidade Técnica do Sistema Famasul, a estimativa é que na primeira quinzena do mês de outubro, a alta permanecerá sustentada pelo consumo.

Famasul

Execução do programa de prevenção da aftosa está em dia e PR deve suspender vacina

Balanço foi feito em Brasília. Retirada da campanha no estado deverá acontecer junto com Acre, Rondônia, parte do Amazonas e de Mato Grosso

O Paraná deve antecipar de 2021 para maio do ano que vem a retirada da vacinação contra a febre aftosa, se resolver pequenas inconformidades verificadas, como a necessidade de melhorias em postos fiscais. O Diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA)do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques disse o ministério enviará ainda neste mês o relatório das inconformidades encontradas em duas auditorias realizadas ao longo deste ano a autoridades sanitárias do estado, que deverão quando resolverão pendências. Caso, o ministério aceite as correções providenciadas, o estado será autorizado a começar a retirada da vacinação, em sete meses, juntamente com o Acre, Rondônia, parte do Amazonas e de Mato Grosso, estados que fazem parte do chamado bloco 1 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA). Atualmente o PR, que tem rebanho de 9,5 milhões de bovinos, faz parte do bloco 5 do PNEFA, cuja retirada da vacina está prevista para 2021. Nesta semana, integrantes do DSA e representantes das 27 unidades federativas, estiveram reunidos na Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro), em Brasília, para avaliar o primeiro ano de execução do PNEFA (2017/2026). Conforme Marques, para dar suporte ao programa, a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) está buscando no Congresso Nacional emendas parlamentares que garantam R$ 150 milhões para a defesa, dos quais R$ 100 milhões serão direcionados à saúde animal nos estados.

http://www.agricultura.gov.br/noticias/execucao-do-programa-de-prevencao-da-aftosa-esta-em-dia-e-pr-deve-suspender-vacina

MAPA

Oficina discute diretrizes da marca Carne baixo carbono

Expectativa é que o protocolo CCN esteja disponível no início de 2019 e os parâmetros para CBC até abril do próximo ano

Embrapa e parceiros estão avançando para validação dos protocolos dos conceitos produtivos carne baixo carbono (CBC) e carne carbono neutro (CCN), que certificam carnes produzidas em sistemas que neutralizam ou reduzem a emissão de metano emitido pelos animais. A expectativa é que o protocolo CCN esteja disponível no início de 2019 e os parâmetros para CBC até abril do próximo ano. Os protocolos estabelecem os indicadores com relação a, por exemplo, boas práticas de manejo animal, qualidade do solo e pastagens para que as certificadoras possam seguir os parâmetros necessários para atestar que as carnes são produzidas em sistemas que neutralizam ou reduzem as emissões de carbono.   Pesquisadores de 16 Unidades da Embrapa, em conjunto com a Secretaria de Inovação e Negócios (SIN), participaram da oficina para definição de diretrizes da marca-conceito “Carne baixo carbono”, realizada nos dias 4 e 5 de outubro no parque tecnológico BioTIC, em Brasília (DF), com apoio da Marfrig. O pesquisador Roberto Giolo, da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande –MS), salienta que definir quais indicadores medir e como mensurá-los é um passo importante para melhorar a eficiência dos sistemas de produção de carne bovina. “O Brasil, historicamente, foi sempre criticado pela baixa eficiência do sistema produtivo de gado de corte. Ao avançarmos com os conceitos CCN e CBC, ganha o produtor rural, e também contribuímos para melhorar a imagem do Brasil”, comenta.

AGROLINK

CNA e entidades do setor debatem programa para a carne brasileira

A CNA e as associações que representam a cadeia produtiva da carne bovina se reuniram na sexta (5) para desenhar um programa de promoção da imagem da carne produzida no País. Essa foi a primeira reunião do núcleo de execução criado para tratar do assunto

Um dos principais temas levantados foi a necessidade de estimular o consumo de carne no mercado interno e mostrar as qualidades do produto. “Vamos unir forças para construir um programa que mostre a qualidade da nossa carne”, afirmou o Superintendente Técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi. “O que está sendo criado hoje é uma ação para mostrar que aqui no Brasil se produz carne de qualidade e acessível”, ressaltou Francisco Castro, Vice-Presidente da Comissão de Bovinocultura de Corte da CNA. Para Paulo Mustefaga, representante da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), “o objetivo é levar informação clara e desmistificar equívocos, fazendo com que o consumidor se sinta mais confiante na hora de adquirir um produto”. A Gerente da Associação Brasileira das Raças Hereford e Brasford, Fabiana Castro, acredita que é importante destacar pontos como valores nutricionais, a sustentabilidade na produção e o bem-estar animal para o consumidor final. “Vamos desenvolver ações que mostrem para o público que nós temos uma carne de qualidade, com valor nutricional altíssimo, que está disponível nas gôndolas dos supermercados e nas boutiques de carne. Não precisamos comprar carne de fora, nós temos o melhor aqui dentro”.

CNA/SENAR

ECONOMIA

Deputado diz que prazo do Refis será prorrogado

O deputado federal Jerônimo Goergen (Progressistas-RS) afirmou que o prazo para adesão ao programa de refinanciamento de dívidas do Funrural vai ser prorrogado para 31 de dezembro de 2018

Ele garantiu que a Medida Provisória (MP) 842/2018 será aprovada pelo Senado Federal na terça-feira, dia 9, e que o Palácio do Planalto vai tentar dar o máximo de celeridade para torná-la lei. Ele ressaltou que há “um acordo político com o governo” e que não haverá cobranças dos débitos para quem não aderir até o dia 10 de outubro. Apesar das questões técnicas e jurídicas desfavoráveis, o parlamentar ponderou que não haverá prejuízos aos produtores rurais com a perda de validade da Medida Provisória 834/2018, que colocou prazo para o dia 30 de outubro. Ela expira na quarta-feira, dia 10. “A Receita Federal é um órgão do governo. Se tem acordo político com o governo, a Receita não vai sair cobrando”, disse. Goergen é o autor da emenda que estende o prazo de adesão ao Refis do Funrural até o fim do ano e articulou sua aprovação com o relator da MP, o líder da base governista senador Fernando Bezerra; o Presidente do Senado, Eunício Oliveira; e com o Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun. Uma fonte do Palácio do Planalto ouvida pelo Canal Rural confirmou que deve existir “um vazio na lei”, mas que o governo vai tentar acelerar a sanção para estender o prazo. Porém, fez advertências. “O acordo político foi construído lá no Congresso, mas às vezes a gente esbarra em impedimentos técnicos e orçamentários para viabilizar esse acordo”. Um dos itens que podem dificultar o cumprimento desse acordo são os cálculos de arrecadação do Ministério da Fazenda. A pasta, em um primeiro momento, comunicou o Planalto que só poderia aceitar nova prorrogação até 30 de novembro, e não 31 de dezembro como está no texto. “Vamos conversar com a Fazenda para que, sendo aprovada a MP, ela não peça veto nessa parte”, disse a fonte. A última ressalva foi quanto à cobrança das dívidas para quem perder o prazo. A fonte afirmou que não existe negociação, por parte do Planalto, para evitar que a Receita execute dívidas a partir de 11 de outubro, se o órgão entender que a lei o permite a fazer isso.

Canal Rural

IPCA sobe 0,48% em setembro e supera centro da meta em 12 meses pela 1ª vez em 1 ano e meio

Os preços de combustíveis e alimentos pressionaram em setembro e a inflação oficial no Brasil voltou a superar o centro da meta oficial em 12 meses pela primeira vez em um ano e meio, embora isso não deva pressionar o Banco Central a elevar a taxa básica de juros diante do desemprego elevado e da recuperação econômica lenta

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,48 por cento em setembro depois de variação negativa de 0,09 por cento em agosto, segundo os dados divulgados na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a leitura mais alta para o mês de setembro desde 2015 (+0,54 por cento) e ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,41 por cento. Com isso, a inflação acumulada em 12 meses acelerou a 4,53 por cento, de 4,19 por cento até agosto e estimativa de 4,45 por cento. O resultado é o mais elevado desde os 4,57 por cento registrados em março de 2017 e também superou o centro da meta de inflação —de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos— pela primeira vez desde a mesma data. “No início do ano, ficar abaixo do centro da meta parecia claro. Agora estamos num momento de incerteza e de eleição que pressiona os preços. Temos que ver os últimos três meses do ano”, disse à Reuters o economista do IBGE Fernando Gonçalves. “Ao longo dos últimos meses emergiram pressões como safra menor, greve de caminhoneiros, dólar mais alto e combustíveis mais caros. A alta está dentro da dinâmica esperada”, completou. Os principais impactos para o resultado de setembro do IPCA em setembro vieram dos grupos Alimentação e bebidas e Transportes, que representam cerca de 43 por cento das despesas das famílias. Ao subir 1,69 por cento, Transportes apresentou a maior variação no mês, após queda de 1,22 por cento em agosto, registrando a maior alta para um mês de setembro desde o início do Plano Real em 1994. O principal responsável por isso foram os combustíveis, que subiram 4,18 por cento em setembro após deflação de 1,86 por cento em agosto. No mês, a gasolina subiu 3,94 por cento, o etanol avançou 5,42 por cento e óleo diesel teve alta de 6,91 por cento.

REUTERS

Ibovespa recua com cautela antes de eleição

O Ibovespa fechou em queda na sexta-feira, com agentes financeiros reduzindo exposição a ações brasileiras antes do primeiro turno da eleição presidencial no domingo, quando Bolsonaro ampliou a sua liderança na disputa nas últimas pesquisas eleitorais

O principal índice da bolsa brasileira caiu 0,76 por cento, a 82.321,52 pontos, perdendo fôlego à tarde após o ritmo mais positivo verificado no começo do dia, quando chegou a subir 1 por cento. O volume financeiro somou 14,89 bilhões de reais. Para o analista Filipe Villegas, da corretora Genial, a queda nesta sessão é natural, dada a relevância do evento no domingo e a semana bastante positiva na bolsa. “Investidores estão colocando um pouco no bolso, assumindo uma posição mais cautelosa”, afirmou. O último pregão da semana teve como pano de fundo o declínio das bolsas nos EUA, pressionadas pela alta dos rendimentos dos Treasuries, após dados de emprego em setembro endossarem a visão no mercado de que o Federal Reserve, o banco central norte-americano, continuará elevando os juros gradualmente.

REUTERS

Vantagem de Bolsonaro no 1º turno deve agradar mercados, mas não assegura euforia

O resultado do primeiro turno da eleição presidencial no país deve agradar investidores, mas não assegura uma sessão de euforia no mercado brasileiro na segunda-feira

Conforme agentes financeiros consultados pela Reuters, um cenário com Bolsonaro e Haddad no segundo turno, com o candidato do PSL à frente, já estava no preço dos ativos; e pode frustrar principalmente aqueles que já trabalhavam com um desfecho neste domingo. “Havia uma expectativa crescente de que talvez a eleição acabasse já no primeiro turno”, disse o economista Evandro Buccini, da Rio Bravo Investimentos, acrescentando que os investidores podem adotar uma posição mais defensiva. Na visão do analista Filipe Villegas, da corretora Genial, o Ibovespa teve uma semana bastante positiva e a possibilidade de vitória de Bolsonaro não era pequena, então não seria de estranhar uma realização de lucros” dado o cenário de segundo turno. Na semana que antecedeu a votação, o dólar acumulou queda de 4,5 por cento, encerrando a sexta-feira a 3,8570 reais, enquanto o Ibovespa contabilizou um ganho de 3,76 porcento, fechando a 82.321,52 pontos. A avaliação no mercado é de que agora começa uma nova campanha, com novas pesquisas e novos debates, além de anúncios de potenciais alianças partidárias.

REUTERS

Dólar tem maior queda semanal em 30 meses ante real, com otimismo sobre Bolsonaro na eleição

O dólar voltou a terminar em baixa ante o real na sexta-feira chegando 4 por cento mais barato do que na semana anterior

O dólar recuou 1,00 por cento, a 3,8570 reais na venda terminando a semana em queda de 4,46 por cento, a maior desde o recuo semanal de 4,51 por cento registrado no intervalo encerrado em 11 de março de 2016. O dólar futuro tinha variação positiva de 0,53 por cento.

Nesta sexta-feira, a moeda terminou em queda. Os investidores ajustaram um pouco suas posições para o pleito de domingo, buscando proteção com a compra de dólares, depois de a moeda ter renovado a mínima, a 3,8963 reais, após a divulgação de dados do mercado de trabalho norte-americano fora do setor agrícola abaixo do esperado. Segundo o relatório do Departamento do Trabalho, foram criadas 134 mil vagas no mês passado, menor número em um ano, mas os dados de julho e agosto foram revisados para mostrar 87 mil vagas a mais do que o informado antes. A previsão era de abertura de 185 mil vagas. No exterior, o dólar tinha leve queda ante a cesta de moedas, e caía ante as divisas de emergentes, como o peso mexicano. O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares.

REUTERS

EMPRESAS

JBS é processada nos EUA por caso de salmonela um dia após recall

Uma mulher do Estado norte-americano de Kentucky está processando o braço da JBS nos Estados Unidos, alegando ter sido hospitalizada após consumir carne moída da empresa contaminada por salmonela, de acordo com documento na sexta-feira no tribunal estadual do Arizona

O processo acontece um dia após o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos EUA (Usda) ter anunciado que a JBS Tolleson estava voluntariamente fazendo o recall de pouco mais de 2,9 mil toneladas de carne moída e outros produtos de carne crua que tinham sido enviados para lojas por todo o país. A JBS Tolleson faz parte da JBS USA, braço norte-americano da maior empacotadora de carne do mundo. A carne tinha sido processada pela planta da JBS no Arizona, disse o Usda. A JBS USA não pode ser contatada imediatamente para comentário. A reclamação, feita no Tribunal Superior do Estado do Arizona, no Condado de Maricopa, diz que Dana Raab comprou carne moída produzida pela JBS na loja Sam’s Club em setembro e que ela teria feito um bolo de carne com parte do produto e congelado o resto. Raab teria se sentido mal mais tarde e testou positivo para Salmonela Newport, tendo sido hospitalizada por cinco dias por desidratação severa e um bloqueio no duto biliar.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

FRANGO/CEPEA: Apesar de queda no mês, média diária de exportação aumenta

Ritmo de embarques de carne de frango in natura esteve aquecido

Em setembro, o ritmo de embarques de carne de frango in natura esteve aquecido. Mesmo com o recuo do volume total frente ao mês anterior, a média diária de embarques passou de 16,02 mil toneladas em agosto para 17,64 mil toneladas no último mês, aumento de 10% no período, segundo a Secex – isso ocorreu devido ao fato de que setembro teve menos dias úteis do que o mês anterior. As exportações de carne de frango in natura totalizaram 335,24 mil toneladas em setembro, recuo de 9% frente ao de agosto, também conforme a Secex.

CEPEA/ESALQ

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