
Ano 4 | nº 834 | 11 de setembro de 2018
NOTÍCIAS
Mercado do boi gordo com preços em alta dezessete praças pecuárias
Os preços subiram na última segunda-feira (10/9). Das trinta e duas praças pesquisadas pela Scot Consultoria, houve valorização em dezessete delas, considerando as cotações do boi gordo a prazo, livre de Funrural
O consumo mais aquecido no início do mês e a oferta restrita de boiadas faz com que os frigoríficos tenham que sair às compras com mais afinco a fim de atender a demanda. Em São Paulo, por exemplo, a arroba do boi gordo subiu 0,3% frente ao fechamento da semana anterior, considerando as cotações a prazo. Vale destacar que no estado, desde o início do segundo semestre, enquanto a valorização da arroba do boi gordo foi de 6,1%, o preço do boi casado de animais castrados subiu 8,6%, ou seja, as indústrias vêm conseguindo repassar as altas. Outro estado que merece destaque é o Pará. No estado, houve alta nas três praças pesquisadas no fechamento de hoje e há negócios ocorrendo acima da referência. Nos últimos trinta dias, na média do estado, o preço da arroba do boi gordo subiu 4,4%.
Scot Consultoria
Custos de produção do confinamento têm alta em agosto
Aumento dos valores dos insumos alimentares puxaram para cima os custos da diária-boi
Os custos de produção do confinamento cresceram em agosto em São Paulo e Goiás entre 4% e 5%, segundo dados do Índice de Custo de Produção de Bovinos Confinados (ICBC). O custo total da fazenda representativa grande (27.000 animais/ano) de São Paulo foi de R$ 150,87/@, enquanto o da média (3.000 animais/ano) ficou em R$ 151,33/@. Já para a propriedade de Goiás (16.500 animais/ano), o valor fechou o mês em R$ 142,84/@. Desde setembro de 2017, os valores tiveram alta de 22,8% em Goiás e de 29,5% em São Paulo. Os custos da diária-boi (CDB) também cresceram, alcançando R$ 10,00 (confinamento SP médio), R$ 9,89 (SP grande) e R$ 8,49 (Goiás). O preço do milho grão em São Paulo aumentou, em média, 12,2%; em Goiás o avanço foi de 17,3%. Houve também alta em outros insumos como o grão de sorgo, farelos de soja e algodão, e sal mineral. As cotações do boi magro de 12@ também vêm crescendo desde o começo do ano. Em São Paulo, os preços médios do quilo do boi magro em agosto foram de R$ 5,22, enquanto que o valor em Goiás foi de R$5,11 para o mesmo período. Por outro lado, as taxas de juros de mercado (Selic e Taxa de Juros de Longo Prazo) apresentaram redução nos últimos dois meses. Confira a íntegra em .
Mato Grosso retoma liderança na exportação de carne bovina in natura
O estado de Mato Grosso foi o maior exportador de carne bovina in natura brasileira em agosto, retomando a liderança que havia perdido por três meses, segundo dados compilados pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea)
Mato Grosso exportou 30,92 mil toneladas de carne bovina in natura para outros países em agosto, o equivalente a US$ 128,78 milhões em receita – os maiores valores mensais já registrados para o estado. “Diante disto, a demanda externa caminha de volta à normalidade após os diversos problemas internos”, escreveram analistas do Imea em relatório divulgado em seu website na segunda-feira (10). “Ainda assim, para 2018 se qualificar como um bom ano nas exportações, desempenhos como este precisam ser repetidos.” O volume de carne bovina in natura exportada por Mato Grosso em agosto representa 21,4% do total de 144,4 mil toneladas exportadas por todo o Brasil no mês passado, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgados na semana passada. Mato Grosso também registrou em agosto o crescimento nos abates, de 7,93% ante julho e de 8,56% na comparação anual, segundo o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT). Frigoríficos no estado abateram 539,44 mil bovinos, superando meio milhão de bovinos pela primeira vez após 55 meses. De janeiro a agosto, o abate de bovinos em Mato Grosso soma 3,5 milhões de animais, alta de 9,08% ante o mesmo período de 2017.
CARNETEC
Melhora no poder de compra do recriador em Mato Grosso
Em Mato Grosso, fazendo uma análise desde o início do ano, o preço dos animais de reposição subiu mais do que os preços da arroba do boi gordo. Diante disso, o poder de compra do recriador e invernista piorou neste intervalo de tempo
Mas trazendo a análise mais para perto, nos últimos 30 dias, o preço da arroba do boi gordo teve valorização e a cotação das categorias de reposição retração. Neste novo cenário do mercado, a troca ficou melhor para o pecuarista. Atualmente a relação de troca que mais se recuperou foi a do bezerro de desmama. Para esta categoria o poder de compra do recriador melhorou 3,1% frente ao mês passado. Sinal verde para oportunidades. Segundo os últimos dados do IBGE, foram abatidas 8% mais vacas no primeiro trimestre de 2018 em relação ao primeiro trimestre de 2017. Ou seja, considerando que a participação de fêmeas no abate vem subindo, isso significa que um menor volume de animais poderá estar disponível no mercado em meados de 2020, fator que pode trazer valorizações para as cotações. Portanto, a arroba de bezerro comprada hoje tende a acumular ágio dentro do sistema.
Scot Consultoria
Sebo bovino: demanda e preços firmes
A procura por sebo está aumentando, porém, a oferta tem sido suficiente para atender a demanda, o que colabora com os preços estáveis
Existem negócios ocorrendo acima da referência, o que evidencia um mercado firme, com viés de alta. No Brasil Central, segundo levantamento da Scot Consultoria, o produto está cotado, em média, em R$2,15/kg, livre de imposto. Alta de 2,4% nos últimos trinta dias. Já no Rio Grande do Sul, o sebo está cotado, em média, em R$2,30/kg. Para os próximos dias a expectativa é de que o mercado siga firme e alta de preços não estão descartadas.
Scot Consultoria
ECONOMIA
Tabela de fretes: ANTT vai punir quem descumprir valores
Definição dos preços foi reivindicada pelos caminhoneiros durante a greve da categoria
Valor da indenização será o dobro da diferença entre o que foi pago e o valor do frete. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou na quinta-feira (6) no “Diário Oficial da União” uma resolução que permite punir quem descumprir os preços fixados pela tabela de fretes. Reivindicada pelos caminhoneiros em maio, durante a greve da categoria, a tabela foi instituída por uma medida provisória (MP) pelo presidente Michel Temer. Pela MP, caberá à ANTT definir os preços. Segundo a agência, a resolução publicada nesta quinta-feira autoriza os fiscais da ANTT a notificar os responsáveis pelo descumprimento do valor e a determinar o pagamento de indenização ao caminhoneiro.
G1
ANTT estuda multa de R$ 5 mil para frete abaixo da tabela
Sugestões à proposta podem ser enviadas até o dia 10 de outubro pelo site da agência ou por carta
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou na segunda-feira, 10, que estuda aplicar multa de R$ 5 mil por viagem àqueles que contratarem transporte rodoviário de carga com valor inferior ao disposto pela Agência. A ANTT disse estudar também a aplicação de R$ 3 mil para quem anunciar ou intermediar a contratação de frete com valor inferior ao piso mínimo. As propostas constam de audiência pública, aprovada pela agência regulatória na semana passada, cuja documentação foi apresentada nesta segunda-feira pela ANTT. Segundo a agência reguladora, a audiência “tem o objetivo de discutir medidas adicionais para garantir o cumprimento dos pisos mínimos de frete”. As sugestões à proposta apresentada poderão ser enviadas até as 18h do dia 10 de outubro, por meio de formulário disponível no site da ANTT, por via postal ou durante a sessão pública de audiência, que ocorre no dia 9 de outubro, na sede da ANTT, em Brasília, DF. Na última quarta-feira, 5, a ANTT publicou alterações na tabela de frete mínimo, após o reajuste, no dia 31 de agosto, de 13% no preço do diesel nas refinarias. A tabela considera o preço mínimo por quilômetro, eixo e carga transportada, além dos custos.
Agência Brasil
Dólar tem 3ª queda seguida e termina abaixo de R$4,10
O dólar terminou em baixa pelo terceiro pregão consecutivo, abaixo de 4,10 reais, num movimento de ajuste ao cenário político após o atentado sofrido na quinta-feira pelo candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro
O dólar recuou 0,26 por cento, a 4,0935 reais na venda, acumulando, nas três sessões seguidas de baixa, 1,44 por cento. Na mínima, a moeda marcou 4,0520 reais, na abertura, e na máxima, 4,1283 reais. O dólar futuro subia cerca de 0,80 por cento. Embora o atentado tenha dado maior visibilidade a Bolsonaro e possa impulsionar sua candidatura, analistas e economistas avaliam que o quadro ainda segue bastante incerto, o que justifica a cautela dos agentes. Por essa razão, muitos dos investidores que venderam moeda na quinta-feira compraram de volta nesta sessão, impedindo que o tombo da abertura se mantivesse. Além do cenário eleitoral, os investidores ainda monitoraram os efeitos da guerra comercial depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou que está pronto para seguir adiante e aplicar tarifas sobre mais 267 bilhões de dólares, além dos 200 bilhões de dólares sobre bens do país asiático que devem ser taxados nos próximos dias. O dólar operava em baixa ante uma cesta de moedas, mas operava misto ante divisas emergentes. O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 10,9 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 2,725 bilhões de dólares do total de 9,801 bilhões de dólares que vence em outubro.
REUTERS
Bovespa fecha quase estável com cautela antes de pesquisas eleitorais
O Ibovespa fechou praticamente estável na segunda-feira, com investidores preferindo evitar montar posições expressivas antes de pesquisas eleitorais previstas para os próximos dias, dado o quadro ainda incerto sobre a disputa presidencial no país
O principal índice de ações da B3 encerrou com variação positiva de 0,03 por cento, a 76.436,35 pontos. O volume financeiro do pregão somou 8,55 bilhões de reais. No começo da sessão, o Ibovespa subiu mais de 1 por cento, com ajustes ao movimento de American Depositary Receipts (ADRs, recibos de ações negociados nos EUA) brasileiros na sexta-feira, quando a B3 não abriu em razão de feriado nacional. “Mas logo investidores retomaram a cautela frente ao cenário eleitoral com expectativa para novas pesquisas durante a semana”, notou o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos, destacando levantamentos Datafolha e Ibope. Para o Economista-Chefe da Rio Bravo, Evandro Buccini, o resultado será influenciado pela proximidade com o evento e deve impulsionar o candidato, mas é “difícil saber se ele (Bolsonaro) conseguirá manter esse novo patamar”. Na quinta-feira, véspera de feriado nacional, em meio a notícias sobre o episódio, o Ibovespa acelerou os ganhos na última hora do pregão e fechou em alta de 1,76 por cento, reduzindo fortemente as perdas da semana.
REUTERS
IGP-M acelera alta a 0,79% na 1ª prévia de setembro, diz FGV
Pressionado principalmente pelos preços de minério de ferro, milho e soja no atacado, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 0,79 por cento na primeira prévia de setembro, de 0,70 por cento na primeira leitura do mês anterior
Os dados divulgados nesta terça-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostraram que, no período, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 1,20 por cento, contra avanço de 1,03 por cento na primeira prévia de agosto. O IPA mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do índice geral. O IPA mostrou que a variação do índice referente às Matérias-Primas Brutas se destacou ao avançar 2,58 por cento, depois de subir 1,66 por cento no levantamento anterior. Nesta apuração, os itens minério de ferro, milho e soja exerceram a maior influência para o resultado. A FGV divulgou ainda que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, apresentou variação negativa de 0,04 por cento na primeira prévia de setembro, frente ao recuo de 0,07 por cento antes.
O destaque foi o grupo de Educação, Leitura e Recreação, que avançou 0,17 por cento depois de ter recuado 1,01 por cento no mês anterior.
REUTERS
FEIRAS & EVENTOS
Começa hoje a Mercoagro 2018 em Chapecó
A 12ª edição da Mercoagro (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne) tem início nesta terça-feira (11) e segue até a sexta-feira (14), das 14h às 21h, no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC). A iniciativa é da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), com apoio das principais entidades do setor agroindustrial da proteína animal
A feira apresenta soluções e inovações em processamento e industrialização da carne, com líderes do segmento de diversos países. “A Mercoagro irá conectar pessoas, países e continentes através de negócios, tecnologias, conhecimentos e relacionamentos”, disse em nota o gerente do projeto Mercoagro 2018, Nadir José Cervelin. São esperados mais de 15 mil visitantes-compradores, com presença de empresas da Alemanha, Argentina, Áustria, Austrália, Bolívia, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Paraguai, Uruguai, Rússia, Canadá, China, França, Islândia, entre outros países. Segundo a Acic, a feira terá cerca de 200 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de negócios na ordem de US$ 160 milhões.
CARNETEC
FRANGOS & SUÍNOS
Cotações andando de lado no mercado de suínos
Nem mesmo o cenário favorável de início de mês, somado ao feriado da semana passada (7/9), fez o mercado de suínos registrar altas
Nas granjas paulistas, o animal terminado permanece cotado em R$69,00/@. No atacado, a carcaça segue negociada, em média, em R$5,40/kg. Os compradores continuam fazendo os pedidos de forma cautelosa, a fim de não acumularem estoques. Apesar da estabilidade no período, em trinta dias, o cevado na granja e o produto no atacado acumulam alta de 11,3% e 8,0%, respectivamente. Para o curto prazo, com o pagamento dos salários e maior demanda, a expectativa é de preços firmes, porém, sem muito espaço para altas nos preços.
Scot Consultoria
Carne de frango: embarques quase 8% menores neste ano
Volume embarcado entre janeiro e agosto soma pouco mais de 2,640 milhões de toneladas
Embora persistam algumas incógnitas na distribuição mensal das exportações de carne de frango (mudanças na sistemática de levantamentos da SECEX/MDIC geraram altos e baixos que não se justificam), o total acumulado em oito meses se mostra condizente com a realidade do setor. O volume embarcado entre janeiro e agosto soma pouco mais de 2,640 milhões de toneladas, encontrando-se quase 8% aquém do que foi registrado em idêntico período de 2017. E como o mercado internacional vem gerando deterioração nos preços, o efeito cambial sobre as exportações brasileiras é uma receita perto de 12% menor que a obtida um ano atrás e um valor que não chega a US$4,250 bilhões (US$4,820 bilhões entre janeiro e agosto de 2017). O volume acumulado nos oito primeiros meses de 2018 praticamente se iguala ao registrado em idêntico período de 2014 (incremento pouco superior a 1,0%), enquanto a receita cambial apresenta recuo de quase 18%, situando-se como a menor do quinquênio para o período considerado. Neste ano (oito meses) o dólar registrou valorização próxima de 55% em relação ao valor alcançado entre janeiro e agosto de 2014. Em decorrência, o valor em moeda brasileira auferido pelos exportadores foi quase 40% maior.
AGROLINK
Desempenho do frango vivo nos primeiros dias de setembro
Frango vivo comercializado tanto no interior paulista como em Minas Gerais interrompeu o período de estabilidade logo no início do mês
Em setembro de 2018 o frango vivo comercializado tanto no interior paulista como em Minas Gerais interrompeu o período de estabilidade logo no início do mês. Em São Paulo, a alteração (de dez centavos, valor raro nos ajustes paulistas que, tradicionalmente, opera com variações de cinco centavos – para cima ou para baixo) ocorreu na quarta-feira, 5, elevando a cotação do frango vivo para R$3,10/kg. Em Minas, o reajuste (de cinco centavos) foi registrado no dia seguinte, 6, e, com ele, a cotação das duas praças igualou-se em R$3,10/kg. Justificados por antecipações no abate devidas ao feriado de 7 de setembro, as altas da semana passada têm, também, outras razões – provavelmente mais amplas: neste instante, a oferta de animais em geral (ou seja, não só do frango vivo, mas também do suíno e do boi em pé) se encontra melhor ajustada ao mercado, dando azo aos necessários ajustes de preço. Esse problema deve ser minimizado no decorrer de setembro. Porque as ofertas de aves vivas se encontram mais restritas.
AGROLINK
INTERNACIONAL
Exportações de carne bovina dos EUA direcionadas por demanda da Ásia
As exportações de carne suína e bovina aumentaram em julho com relação ao ano anterior, apesar das disputas comerciais com o México e a ChinaDe acordo com dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) e compilados pela US Meat Export Federation (USMEF), as exportações de carne bovina se beneficiaram de um forte desempenho na Coreia do Sul e forte crescimento no Japão, Taiwan e América Latina. As vendas cresceram 12% em termos de volume para 116.575 toneladas, avaliados em US $ 722 milhões – 16% a mais que um ano atrás e um pouco abaixo do recorde de maio de 2018, de US $ 722,1 milhões. “O momento mundial para a carne bovina dos EUA raramente foi tão forte quanto é hoje”, disse o Presidente e CEO da USMEF, Dan Halstrom. “Em grande parte, nossos principais mercados asiáticos estão impulsionando esse crescimento, mas os mercados emergentes da Ásia e do Hemisfério Ocidental também estão exibindo um tremendo apetite pela carne bovina dos Estados Unidos. As exportações de carne bovina dos EUA ao Japão atingiram um volume pós-encefalopatia espongiforme bovina (EEB) em julho, atingindo 31.883 toneladas (15% a mais que no ano anterior), avaliadas em US $ 196,3 milhões (um aumento de 12%). O crescimento das exportações de carne bovina para a Coreia continuou em julho, com um aumento de 51% em relação ao ano anterior, para 23.614 toneladas, e o valor subiu 66%, para US $ 169,2 milhões.
GlobalMeatNews.com
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