CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 821 DE 22 DE AGOSTO DE 2018

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Ano 4 | nº 821 | 22 de agosto de 2018

NOTÍCIAS

Baixa demanda limita alta de preços

No fechamento da última terça-feira (21/08), as altas da cotação da arroba do boi gordo foram limitadas pelo consumo aquém do esperado e somente houve registro de valorizações em duas praças pecuárias

Na região do Triângulo Mineiro-MG, a arroba subiu R$1,00 frente ao levantamento de segunda-feira (20/8), o que significa alta de 2,2% desde o início de agosto. Em São Paulo, a cotação da arroba do goi gordo está em R$144,00, à vista, livre de Funrural e as escalas de abate atendem em média cinco dias. Porém, há frigoríficos fora das compras, a fim de regularem estoques em virtude da dificuldade do escoamento da produção. O mercado atacadista de carne bovina ficou estável e a carcaça de bovinos castrados está cotada em R$9,05/kg.

SCOT CONSULTORIA

Desempenho externo das carnes na terceira semana de agosto

A carne bovina sinaliza embarques superiores a 150 mil toneladas, prometendo incremento de quase 20% em relação a julho passado e 27% a mais que o exportado há um ano. Se confirmado, o volume previsto corresponderá, também, a novo recorde do setor

Os números de segunda-feira (20) divulgados pela SECEX/MDIC mostram que as exportações de carnes do mês de agosto caminham melhor do que o divulgado uma semana atrás. A correção, neste caso, envolve a receita da segunda semana de agosto (5 a 11, cinco dias úteis), atualizada de US$24,415 milhões/dia para US$85,321 milhões/dia. E como a receita diária da terceira semana do mês (12 a 18, cinco dias úteis) ficou em US$68,558 milhões/dia, a média diária dos 13 primeiros dias úteis de agosto (de um total de 23 dias úteis) está agora em US$68,085 milhões, valor ainda inferior (-5,6%) ao de julho passado, mas 7% superior ao de agosto de 2017. Com expansão mais modesta, a carne suína pode chegar às 60 mil toneladas, aumentando em torno de 5,5% e 2% em relação a, respectivamente, o mês anterior e o mesmo mês de 2017. Já o volume de produto in natura da carne de frango tende a girar em torno das 400 mil toneladas, volume que, se alcançado, será cerca de 9% inferior às 438,3 mil toneladas de julho último. No comparativo com agosto de 2017 (382,5 mil toneladas) haverá um incremento pouco superior a 4%.

AGROLINK

Selo Brazil Agro para carnes será concedido via associações de frigoríficos

Os frigoríficos brasileiros com interesse em usar o selo Brazil Agro – Good for Nature, marca criada pelo governo federal para valorizar produtos do agronegócio brasileiro no exterior, deverão estar associados a entidades representativas do setor, segundo informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

A marca foi lançada no fim de julho e visa agregar valor aos produtos brasileiros, destacando critérios de sustentabilidade, bem-estar animal e qualidade da produção nacional a consumidores internacionais. A intenção é que o selo também possa possibilitar a abertura de novos mercados no exterior. A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) obteve em 1º de agosto a autorização para que seus associados passem a utilizar a marca para seus produtos, desde que sigam as regras estabelecidas. “A supervisão do uso será da própria entidade”, informou a Abrafrigo à CarneTec. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) informaram que o processo para autorização do uso da marca ainda está sendo definido. Na portaria do Mapa que institui a marca, publicada no Diário Oficial da União de 9 de julho, foi autorizada a formação de uma comissão que irá tratar de assuntos sobre o selo, composta por integrantes de diversos departamentos do ministério. Duas reuniões dessa comissão já teriam sido realizadas em julho, segundo dados da agenda do Secretário de Relações Internacionais do Agronegócio no Mapa, Odilson Luiz Ribeiro e Silva. 

CARNETEC

REPOSIÇÃO: Bom pra quem compra e bom pra quem vende

Mercado de reposição segue a toada de altas. No fechamento da última semana, na média de todas as categorias e estados pesquisados, as cotações subiram 0,2%

Esse comportamento de firmeza nas cotações se arrasta desde o início de julho e, de lá para cá, a alta acumulada é de 1,2%. Os fatores que levam a este cenário são a melhora no mercado do boi gordo e consequentemente o maior poder de compra para o recriador e invernista, pois a arroba do boi gordo subiu mais do que a reposição nos últimos dias. Tomando como base São Paulo, atualmente são necessárias 7,9 arrobas de boi gordo para a compra de um bezerro desmama anelorado (6@). Há um mês eram necessárias 8,0 arrobas, ou seja, houve melhora de 1,8% no poder de compra do recriador. Para o curto prazo, a oferta reduzida de boiadas tende a garantir firmeza ao mercado do boi gordo e, portanto, manter recriadores e invernistas ativos nas compras.

SCOT CONSULTORIA

Mercado de sebo segue com preços andando de lado

No Brasil Central, a gordura animal está cotada, em média, em R$2,10/kg, livre de imposto. Existem negócios pontuais ocorrendo acima da referência, porém, ainda sem força para puxar o mercado

No Rio Grande do Sul, o sebo está cotado, em média, em R$2,25/kg, nas mesmas condições. Na direção contrária do couro verde, onde há um viés de baixa, a expectativa para o mercado de sebo é de que a demanda firme mantenha os preços sustentados para os próximos dias.

SCOT CONSULTORIA

ECONOMIA

Dólar salta para R$4 pela primeira vez desde fevereiro de 2016 com preocupações com cenário eleitoral

O dólar saltou 2 por cento na terça-feira e fechou no patamar de 4 reais pela primeira vez desde fevereiro de 2016, com os investidores começando a colocar nos preços a possibilidade de o candidato à Presidência preferido do mercado, Geraldo Alckmin (PSDB), não ir para o segundo turno

O dólar avançou 2,01 por cento, a 4,0372 reais na venda, maior nível desde os 4,049 reais de 18 de fevereiro de 2016. Foi a quinta alta consecutiva do dólar, período no qual avançou 4,40 por cento. Na máxima do dia, atingiu 4,0382 reais. O dólar futuro tinha valorização de 1,70 por cento. “O mercado não considerava até poucos dias atrás um cenário sem Alckmin no segundo turno, mas já começou a precificá-lo. Assim, o dólar tem mesmo que ir para outro patamar”, afirmou o economista da corretora Nova Futura, Pedro Paulo Silveira. Mas há avaliações no mercado que o início da campanha eleitoral na TV e no rádio, marcada para o próximo dia 31, pode mudar o cenário já que Alckmin terá o maior tempo de exposição. No exterior, o dólar recuava ante uma cesta de moedas e também ante divisas de países emergentes após o Presidente Donald Trump, em entrevista à Reuters na véspera, ter criticado a política de aumento de juros do Federal Reserve, banco central norte-americano. Com o nível elevado do dólar, há quem veja necessidade de intervenção do BC, que repetidas vezes avisou que provém liquidez quando o mercado está disfuncional. “Não há pressão de demanda nem por proteção cambial e nem por demanda no mercado à vista, sendo que a alta do preço decorre do emocional e psicológico, fatores imponderáveis, não alcançáveis por intervenção do BC, que se ocorrer será inócua”, avaliou o economista e diretor-executivo da NGO Corretora, Sidnei Nehme.

Redação Reuters

Ibovespa fecha na mínima em quase 6 semanas com receios sobre eleição

O Ibovespa fechou em queda na terça-feira, na mínima em quase seis semanas, com agentes financeiros aflitos sobre o cenário eleitoral, conforme o desempenho do candidato preferido pelo mercado, o tucano Geraldo Alckmin, segue decepcionando nas pesquisas sobre a preferência dos eleitores

O principal índice de ações da B3 encerrou em baixa de 1,5 por cento, a 75.180,40 pontos, menor patamar desde 11 de julho, quando fechou a 74.398,55 pontos. O volume financeiro somou 10,8 bilhões de reais. Na visão do analista Régis Chinchila, da corretora Terra Investimentos, o fato de o panorama eleitoral não trazer nada de novo, principalmente Alckmin não reagir nas pesquisas, está estressando investidores, ao mesmo tempo em que nomes menos benquistos no mercado parecem estar ganhando espaço. Profissionais da área de renda variável acrescentaram que a disparada do dólar, que superou 4 reais pela primeira vez desde 2016, e o forte avanço nas taxas dos DIs mais longos, também por receios eleitorais, corroboraram o tom negativo no pregão, embora o câmbio tenha ajudado algumas exportadoras. Em Wall Street, o S&P 500 fechou em alta de 0,2 por cento, a 2.862,83 pontos, máxima recorde, ajudado por ações de consumo e uma relativa calmaria na disputa comercial em andamento entre Estados Unidos e China.

Redação Reuters

Teto de gastos somente será sustentável com reforma da Previdência, diz Guardia

O Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, reafirmou que a regra constitucional que limita o crescimento das despesas públicas, medida criticada por diversos candidatos presidenciais, só terá sustentabilidade se o Congresso aprovar uma reforma da Previdência

“O cumprimento do teto de gastos exige a aprovação da reforma da Previdência”, disse o Ministro durante evento em São Paulo na noite de segunda-feira. O teto de gasto limita por uma década, renovável por mais 10 anos, o crescimento das despesas públicas à inflação do ano anterior, medida feita pelo governo do Presidente Michel Temer e aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo Guardia, a crítica ao teto de despesas públicas seria a única forma “gradual” de resolver a situação fiscal do país, que vem amargando sucessivos déficits. Sem fazer referência a nenhum candidato, Guardia também teceu críticas à ideia de pagar a dívida pública com o dinheiro obtido pela privatização de todas as empresas estatais, como defendido pelo economista Paulo Guedes, da campanha do candidato Jair Bolsonaro (PSL). “Privatizar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica não resolve o problema fiscal”, afirmou ele. “O problema se dá por um desequilíbrio de fluxo, de receitas e despesas corrente, então a privatização de qualquer empresa estatal não resolve esse problema”, disse o Ministro. A menos de 50 dias do primeiro turno das eleições, o Ministro defendeu ampla revisão dos benefícios fiscais, que consomem cerca de 4,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) e das despesas públicas. Ele citou o orçamento de 6 por cento do PIB para educação como exemplo de que o país destina recursos para as áreas necessárias, mas falta qualidade na forma de gastar o dinheiro público.

Redação Reuters

EMPRESAS

Árabes podem assumir controle do Minerva

O fundo soberano da Arábia Saudita, o Salic, estaria estruturando a operação para realizar uma oferta de aquisição das ações da Minerva Foods (OPA). De acordo com a Coluna do Broad, do Estadão, a operação poderia envolver cerca de R$ 1 bilhão, suficiente para assumir o controle do grupo frigorífico e fechar o capital da companhia

A publicação destaca que o Salic detém atualmente 21,4% das ações da Minerva, que foram adquiridos em 2015. O cálculo dos valores atuais é feito com base em um valor por ação de R$ 9,00, o que representa um ágio de R$ 3,00 na comparação com o atual patamar de negociação dos ativos. Em caso de interesse da família Vilela de Queiroz, que por meio da VDQ Holdings, é dona de 28,22% da Minerca, o Salic poderia ficar com 100% dos papéis pagando cerca de R$ 1,5 bilhão. A empresa de proteína animal Minerva informou no começo do mês que seu conselho de administração aprovou proposta de abertura de capital da subsidiária Athena Foods, no Chile. O plano deve ser antecedido por um aumento de capital da Athena envolvendo participações detidas pela Minerva na Frigomerc, no Paraguai; no Frigorífico Carrasco e na Pulsa, ambos no Uruguai; na Minerva Foods Chile SpA; na Pul Argentina e Swift Argentina; na Red Cárnica e na Red Industrial, na Colômbia. “A companhia avalia a possibilidade de uma vez concluída a integralização das participações, promover o registro da Athena Foods como emissora de valores mobiliários perante a Comissão de Valores Mobiliários Chilena e, na sequência, realizar a oferta inicial de ações da na Bolsa de Comercio de Santiago”, afirmou a Minerva em fato relevante.

Investing.com

Ações da Minerva têm forte valorização na B3

As ações da Minerva Foods, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, registraram forte alta ontem na B3 e recuperaram parte das perdas acumuladas nos últimos meses

A valorização diária chegou a 8,97%, o que reduziu as perdas observadas desde janeiro para 38,4%. Os investidores reagiram bem à notícia de que parte da família Vilela de Queiroz (organizada na holding VDQ) e o fundo saudita Salic estudam formas de elevar a participação na companhia – o que ampliou também o volume financeiro negociado na B3 ontem. Nesse sentido os sócios consideram alternativas como a realização de uma oferta de aquisição (OPA) para o fechamento de capital na bolsa ou uma injeção de capital na empresa, o que resultaria no aumento de suas respectivas fatias no capital. Atualmente, a VDQ tem 28,2% do capital da Minerva e a Salic controla uma fatia de 21,4%. No radar dos sócios, como informou o Valor, está a progressiva queda do valor de mercado da empresa, independentemente de avanços estratégicos como a expansão das operações na América do Sul, reforçada com a aquisição de ativos da JBS. Procurada, a Minerva preferiu não comentar. A companhia começou o ano avaliada em R$ 2,5 bilhões na B3, ou US$ 765 milhões. Na segunda-feira, antes da recuperação de ontem (ver infográfico), o valor da Minerva caiu para R$ 1,4 bilhão, ou US$ 343 milhões. No fim de junho, a dívida líquida da companhia, de R$ 6,8 bilhões, equivalia a 5 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 12 meses – uma piora em relação à alavancagem de 4,5 vezes registrada três meses antes.

VALOR ECONÔMICO

JBS USA cresce no mercado americano e aposta na Ásia

Há onze anos morando na cidade universitária de Fort Collins, o fluminense André Nogueira já não se imagina voltando à terra natal. Egresso do mercado financeiro, o executivo migrou de Nova York ao Estado americano do Colorado em 2007 para ajudar a colocar de pé os planos dos irmãos Batista, donos da JBS

Inicialmente à frente da diretoria financeira da Swift, gigante de carne bovina que acabara de ser adquirida pela empresa brasileira, Nogueira assumiu uma operação que vinha perdendo em torno de US$ 50 milhões por ano. Em pouco mais de uma década, o cenário mudou completamente. No ano passado, os negócios sob o guarda-chuva da JBS USA – que inclui produção em toda a América do Norte, na América Central, na Europa e na Oceania – registraram o melhor resultado de sua história, com um lucro líquido de US$ 2 bilhões, o que ajudou a aplacar a pressão financeira que se seguiu à delação premiada de Joesley e Wesley. O ambiente favorável para a JBS nos Estados Unidos, sustentado pela combinação de maior oferta de gado bovino e economia americana aquecida, reforçam a visão de Nogueira, que preside a JBS USA, de que a companhia brasileira apenas começou a colher os frutos da reestruturação deflagrada em 2007. A expectativa dele, já declarada na semana passada a analistas, é que o negócio de carne bovina nos EUA – o mais importante para a JBS – seguirá entregando bons resultados ao menos até 2021. O momento positivo reforça a percepção de que, mais cedo ou mais tarde, a empresa fará a abertura de capital de suas operações fora do Brasil na bolsa de Nova York. Não à toa, a JBS USA mantém um conselho consultivo composto por figuras proeminentes como o ex-presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, John Boehner, e o ex-presidente da Securities and Exchange Commission (SEC), Harvey Pitt. “É um time forte que se um dia, ou quando a empresa fizer o IPO, será a base do conselho de administração”, disse Nogueira em entrevista a jornalistas em Greeley, no Colorado, sede da companhia nos Estados Unidos. https://www.valor.com.br/agro/5758503/jbs-usa-cresce-no-mercado-americano-e-aposta-na-asia

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

MAPA baixa Portaria para atender normativas sauditas

Edição de terça-feira, 21 de agosto, do Diário Oficial da União, publica a Portaria nº 87, de 16 de agosto de 2018

A edição desta terça-feira, 21 de agosto, do Diário Oficial da União, publica a Portaria nº 87, de 16 de agosto de 2018, assinada pelo Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Luís Eduardo Pacifici Rangel, através da qual é homologado, para fins de certificação oficial brasileira, protocolo privado proposto pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) para monitoramento de resíduos de medicamentos veterinários em aves. O protocolo proposto, de acordo com a Portaria, é complementar ao Plano Nacional de Controle de Resíduos do próprio Ministério e responde a exigências contidas no GSO 2481/2015, da Gulf Standardization Organization. Visa, em essência, o atendimento do mercado saudita. A Gulf Standardization Organization é uma entidade de normatização de padrões técnicos sediada na capital da Arábia Saudita, Riad, e atende, especificamente, aos estados do Golfo Pérsico. Já a GSO 2481, de 2015, é uma normativa que estabelece os limites máximos de resíduos de medicamentos veterinários presentes em alimentos de origem animal. Também fixa o período de suspensão de tratamentos antes do abate, além de definir marcadores de resíduos e métodos de detecção.

AGROLINK

Suíno Vivo: altas em SP, RS e MT

Na terça-feira (21), o suíno vivo registrou variações positivas em São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

A variação mais expressiva foi em São Paulo, de 2,99%, a R$3,79/kg. Rio Grande do Sul teve alta de 2,62%, a R$3,53/kg e Mato Grosso, alta de 1,59%, a R$2,56/kg. O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (20), trouxe alta de 0,85% para Minas Gerais, a R$3,56/kg e de 0,29% para São Paulo, a R$3,44/kg. As demais cotações permaneceram estáveis. O Presidente da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), Ferreira Júnior, demonstrou sua preocupação com o setor primário da cadeia produtivo e fez um desabafo: “se não adequarmos a oferta e demanda urgentemente, teremos um colapso no setor”. O setor está trabalhando oito meses no “vermelho”, comprometendo sensivelmente o fluxo financeiro diário dos produtores.

Notícias Agrícolas

Frango Vivo: cotações estáveis nesta terça (21)

Na terça-feira (21), a cotação do frango vivo permanece inalterada nas principais praças do país, sendo o maior valor de negociação anotado em São Paulo, a R$3,00/kg

O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo traz estabilidade para o frango na granja, a R$3,00/kg, enquanto o frango no atacado tem queda de -0,85%, a R$3,50/kg. O AviSite destaca que o consumo final de frango está abaixo do esperado, o que acaba por travar a valorização da ave abatida e mantém o mercado de aves vivas inalterado. No interior paulista, essa equação se faz ainda mais presente: são 60 dias sem qualquer alteração nos preços.

Notícias Agrícolas

INTERNACIONAL

Taiwan aumentou a cota de carne do Paraguai para 20.635 toneladas por ano

O Paraguai foi autorizado a dobrar a cota de carne bovina exportada para Taiwan a partir do próximo ano, confirmou o Presidente do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa), Fredis Estigarribia

Atualmente a cota tem um volume de 10.600 toneladas e a partir de 1º de janeiro chegará a 20.635 toneladas. Esta operação significa uma renda extra de US $ 100 milhões para o país vizinho. Estigarribia disse que a alta demanda por carne paraguaia em Taiwan se deve ao sabor do produto, de acordo com informações do país asiático. Taiwan posicionou-se como o sexto maior comprador de carne bovina. Nos cinco primeiros meses do ano, exigiu 2.313 toneladas no valor de US $ 10,6 milhões.

El País Digital

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