CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 469 DE 09 DE MARÇO DE 2017

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Ano 3 | nº 469 09 de Março de 2017

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Receita com exportações de carne bovina cai 16,9% em fevereiro

Conforme a Abrafrigo, depois de um início promissor em janeiro, quando apresentaram um crescimento de 10% em volume e de 14% na receita em relação a 2016, as exportações caíram devido à significativa redução nas compras por parte de alguns países europeus como Alemanha, Itália, Reino Unido e Holanda e ainda do Egito

As exportações brasileiras de carne bovina (in natura e processada) renderam US$ 395,3 milhões em fevereiro, o que representou um recuo 16,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), que compilou dados Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Em volume, a queda foi de 18,8%, com um total vendido de 99.764 toneladas. Conforme a Abrafrigo, depois de um início promissor em janeiro, quando apresentaram um crescimento de 10% em volume e de 14% na receita em relação a 2016, as exportações caíram devido à significativa redução nas compras por parte de alguns países europeus como Alemanha, Itália, Reino Unido e Holanda e ainda do Egito. Também contribuiu para a queda uma certa estabilização nas importações chinesas que vinham crescendo aceleradamente desde o início de 2016. Hong Kong diminuiu suas aquisições em 21%, mas em compensação a China continental elevou suas compras em 66%. No total, o Brasil comercializou sua carne bovina com 117 países, dos quais 52 aumentaram suas compras e 65 apresentaram diminuição. Apesar do resultado no mês passado, a associação é otimista com os próximos meses e prevê uma recuperação dos embarques pelo menos aos níveis de 2016.

VALOR ECONÔMICO

Volume de carne bovina exportada recua em fevereiro

A exportação de carne bovina in natura e processada recuou 19% em fevereiro em comparação com igual mês do ano passado. O setor embarcou 99,7 mil toneladas em comparação com 122,8 mil toneladas em fevereiro de 2016

A receita cambial caiu 17%, na mesma base de comparação, para US$ 395,3 milhões. Estas informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com base em dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). No acumulado do ano, as exportações são 6% menores do que em 2016 em volume e apresentam queda de 4% na receita, atingindo 207 mil toneladas e US$ 813 milhões, respectivamente. No total, o Brasil comercializou o produto com 117 países, dos quais 52 aumentaram suas compras e 65 apresentaram diminuição, segundo a Abrafrigo. Em fevereiro, segundo a associação, houve significativa redução nas compras por parte de alguns países europeus como Alemanha, Itália, Reino Unido e Holanda e ainda do Egito, no Oriente Médio. “Também contribuiu para a queda uma certa estabilização nas importações chinesas que vinham crescendo aceleradamente desde o início de 2016”. A Abrafrigo ressalta, ainda, a forte movimentação do produto pelo porto de Santos que, nos dois primeiros meses do ano, foi o responsável por 60% das exportações, ante 50% em 2016. Os portos de Itajaí e São Francisco do Sul, em Santa Catarina, foram os que mais perderam este tipo de carga, caindo de uma participação total de 28% em 2016 para 16% em 2017.

O ESTADO DE SÃO PAULO

Exportações de carne bovina caem 19% em fevereiro, diz Abrafrigo

Em receita, as exportações de carne bovina em fevereiro somaram US$ 395,3 milhões, queda de 16,9%

As exportações brasileiras de carne bovina, incluindo produtos in natura e processados, caíram 18,8% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, para 99,7 mil toneladas, afetadas pela redução das compras de países europeus, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) na quarta-feira (8). A China elevou as compras em 66%, o que não foi o suficiente para compensar a queda registrada nas vendas para outros países. Alemanha, Itália, Reino Unido, Holanda, Egito e Hong Kong reduziram significativamente as compras no mês passado, segundo a Abrafrigo. Em receita, as exportações de carne bovina em fevereiro somaram US$ 395,3 milhões, queda de 16,9% ante o registrado em igual mês de 2016. No primeiro bimestre, as exportações somaram 207,1 mil toneladas, 6% menores do que no mesmo período do ano passado. O faturamento somou US$ 813 milhões, redução de 4%.

Entre os 177 países com os quais o Brasil comercializa o produto, 65 reduziram suas compras nos primeiros meses deste ano. Do total exportado, 60% saiu do Porto de Santos. Depois da queda registrada em fevereiro, a Abrafrigo espera uma recuperação dos embarques pelo menos aos níveis de 2016 para os próximos meses.

CARNETEC

Volume de carne bovina exportada recua

Setor embarcou 99,7 mil t em fevereiro. Há um ano, embarque havia sido de 122,8 mil t. No acumulado do ano, as exportações estão 6% menores

A exportação de carne bovina in natura e processada recuou 19% em fevereiro em comparação com igual mês do ano passado. O setor embarcou 99,7 mil toneladas em comparação com 122,8 mil toneladas em fevereiro de 2016. A receita cambial caiu 17%, na mesma base de comparação, para US$ 395,3 milhões. Estas informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com base em dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). No acumulado do ano, as exportações são 6% menores do que em 2016 em volume e apresentam queda de 4% na receita, atingindo 207 mil toneladas e US$ 813 milhões, respectivamente. No total, o Brasil comercializou o produto com 117 países, dos quais 52 aumentaram suas compras e 65 apresentaram diminuição, segundo a Abrafrigo. Em fevereiro, segundo a associação, houve significativa redução nas compras por parte de alguns países europeus como Alemanha, Itália, Reino Unido e Holanda e ainda do Egito, no Oriente Médio. “Também contribuiu para a queda uma certa estabilização nas importações chinesas que vinham crescendo aceleradamente desde o início de 2016”, afirma a instituição, em nota. A Abrafrigo ressalta, ainda, a forte movimentação do produto pelo porto de Santos que, nos dois primeiros meses do ano, foi o responsável por 60% das exportações, ante 50% em 2016. Os portos de Itajaí e São Francisco do Sul, em Santa Catarina, foram os que mais perderam este tipo de carga, caindo de uma participação total de 28% em 2016 para 16% em 2017, segundo a associação.

PORTAL DBO

NOTÍCIAS

Entidade diz serem infundadas as suspeitas de Mal da Vaca Louca no Rio e Nordeste

A princípio não houve indícios de que sejam originadas pelo agente da BSE/EEB

O Conselho Nacional da Pecuária de Corte – CNPC, entidade que representa a cadeia produtiva da carne bovina e promotora de discussões que envolvam a sanidade, o bem-estar animal e a segurança alimentar, considera infundadas as alegadas suspeitas de que esteja havendo casos de consumo de carne bovina com o “Mal da Vaca Louca” no Rio, mais especificamente em Niterói, e no Nordeste, doença que, anos atrás, atacou os rebanhos da Europa, Estados Unidos e Canadá, mas que atualmente se encontra plenamente controlada. “Essa doença, na sua forma patogênica, nunca chegou ao Brasil ou a outros países da América Latina” afirma o presidente em exercício do CNPC, Sebastião Costa Guedes.  Para ele, “a doença verificada em Niterói e no Nordeste deve ter outras origens, conforme dados disponibilizados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Nos primeiros contatos que mantivemos com os técnicos do ministério, a princípio não houve indícios de que sejam originadas pelo agente da BSE/EEB, enfermidade de características crônicas que levam meses e até mesmo anos para se manifestar em humanos”, aduziu. O presidente do CNPC afirma que as primeiras equivocadas alegações dessa notícia ocorreram em Niterói, em 20 de janeiro passado. “Autoridades da saúde já descartaram qualquer relação desta infecção aguda com a carne vermelha”, diz Guedes, que faz alerta à população para evitar pânico, e não deixar de consumir carne vermelha desde que de boa procedência e bem armazenada.

CNPC

Tentativas de compra abaixo da referência são comuns na maioria das regiões pesquisadas

O mercado dá sinais de maior movimentação em relação ao que foi visto no começo da semana

Aos poucos o volume de negócios vem crescendo, mas é bom lembrar que a “lentidão”, a falta de apetite por matéria-prima, tem sido o ritmo normal deste ano até aqui. Sem evolução do consumo, não há porque intensificar muito as compras. O boi casado de animais castrados, que começou o ano sendo vendido por R$10,00/kg, atualmente é negociado por R$9,32/kg, queda de 7,0%. Os pagamentos acima da referência seguem raros em todo o país. Mas, ao mesmo tempo, as tentativas de compra por R$3,00 ou R$4,00 por arroba abaixo da referência não garantem a aquisição de boiadas. Isso ocorre em São Paulo, por exemplo, onde há quem oferta até R$141,00/@, à vista. As fêmeas já estão mais presentes nas escalas e isso tende a aumentar, à medida que a estação de monta chega ao fim. Assim, os frigoríficos precisam de menor pressão de compra para completar suas programações de abate. Estes fatores geram dificuldades para pagamentos maiores para a arroba.

SCOT CONSULTORIA

É hora de refazer “estoques mais baratos” de boiadas

“Refaça o estoque da fazenda com animais “mais baratos” que devem estar disponíveis no mercado este ano”.

Scot Consultoria: Para iniciar nossa entrevista, gostaria que o senhor falasse um pouco sobre o que está preparando para o Encontro de Confinamento e Recriadores da Scot Consultoria?

Alex Lopes: Este é um ano para trazer alguns alertas ao pecuarista. Ano em que a programação de compra e venda, os desembolsos, enfim, a operação como um todo, precisa estar ajustada às condições de mercado. Em 2014, 2015 e até mesmo em 2016, os impactos de possíveis erros de planejamentos acabaram sendo “minimizados”, absorvidos, pelas condições do mercado. Agora, trabalhar sem programação este ano, ou planejar de forma errada, mais do que em outras oportunidades, é um prato cheio para o prejuízo. E o confinamento, dentre todas as outras atividades da pecuária, é o que mostra mais condições de ser planejado, de começar a operação sabendo quase sempre qual resultado terá.

Scot Consultoria: Está definido, teremos um ano de preços menores para a arroba?

Alex Lopes: A situação está caminhando cada vez mais para isso. Para o pecuarista, para efeitos de planejamento, é bom ele ter isso como norte do mercado. A oferta deve ser maior. Mais vacas devem vir ao mercado com o prognóstico de preços menores para o bezerro. Isso já dará alívio para as compras das indústrias. Mais vacas descartadas é mais matéria-prima garantida. A única garantia que não temos é de melhora no consumo de carne. E é bom não apostar nisso. Além disso, ficou muito boi magro e garrote no pasto que deveria ter ido para o cocho em 2016. Estes animais vão se somar à oferta regular de 2017. Mais uma ajuda para os compradores dos frigoríficos. Portanto, ao pecuarista, quanto mais cautela melhor, este ano.

Scot Consultoria: Diante destes cenários menos animadores de preços, o que o pecuarista deve fazer?

Alex Lopes: O pecuarista não deve, jamais, recuar no uso de insumos. Deve, no mínimo, manter a produtividade. Menos desembolso em insumos pode dar a impressão errada de que estão dando um importante passo para melhorar o resultado no final, já que o custo aparenta ser menor. Isso, certamente, resultará em menos produtividade, mais tempo de fazenda e em uma arroba mais cara. Além disso, ao terminador, é importante liquidar o rebanho mais rápido possível. O estoque da fazenda está caro, portanto venda ele rápido já que provavelmente os preços devem seguir caindo. Refaça o estoque da fazenda com animais “mais baratos” que devem estar disponíveis no mercado este ano. Nada de assumir risco. Garanta margem e pare de brigar por R$1,00 a mais por arroba.

Scot Consultoria: O que você chama de assumir risco?

Alex Lopes: Assumir risco é deixar, por exemplo, de travar os preços de venda da arroba como muitos confinadores fizeram em 2016. E olha que houve oportunidade de receber R$167,00/@, o que garantiria retornos de quase 5,0% ao mês. Quem vendeu no mercado, recebeu R$150,00/@ e teve prejuízo. Outra forma de assumir risco é, sabendo que o mercado não é muito favorável em preços este ano, resolver manter a boiada no pasto acreditando que assim poderá controlar a oferta da indústria, o mercado e os preços subirem. O mercado é mais forte. Sempre será. Existem milhares de frigoríficos no país, centenas de milhares de fazendas produzindo boi, milhões de consumidores de carne bovina e tudo isso envolto em um ambiente macroeconômico que possui mais uma centena de variáveis. É este o tamanho do mercado. Não parece fácil conseguir “controlar” isso tudo.

SCOT CONSULTORIA

Exportações de carne bovina in natura começam com bons resultados em março

Após a queda de 20,1% no volume de carne bovina in natura exportada pelo Brasil em fevereiro último, março começou com bons resultados

Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, na primeira semana do mês, o Brasil exportou 19,3 mil toneladas do produto. A média diária foi de 6,4 mil toneladas. Em relação a fevereiro deste ano a alta foi de 46,2% e em relação ao mesmo período do ano passado houve aumento de 27,9% no volume embarcado. O faturamento total no período foi de US$79,00 milhões.  Caso o ritmo das exportações se mantenha, o volume total exportado deverá ser de 147,2 mil toneladas, uma alta de 33,0% em relação a março de 2016.

SCOT CONSULTORIA

Governador do MATO GROSSO decide adiar para julho a alteração da alíquota do boi em pé

Aumenta de 7% para 12% o ICMS sobre a movimentação interestadual do gado

O Governador Pedro Taques (PSDB) disse na quarta (8) que o aumento da alíquota do boi em pé será apenas em 1º de julho. A medida – que aumenta de 7% para 12% o ICMS sobre a movimentação interestadual do gado – começaria a vigorar em 1º de abril. O anúncio do tucano ocorre na abertura do Intercorte 2017, etapa Cuiabá, hoje (8). O evento debate a cadeia produtiva da carne bovina brasileira. O adiamento do aumento deve fazer com que governo e o setor realizem debates mais intensos sobre a medida, que não é consensual.A Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) adianta que a prorrogação deverá ser publicada oficialmente através de uma portaria no Diário Oficial do Estado (DOE) nos próximos dias.A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) tem se manifestado contrária à medida e pede a revogação do decreto. O decreto 777/2016 – que regulamentou o aumento do ICMS para a saída interestadual do gado bovino – foi publicado no DOE em 28 de dezembro.

RDNEWS

EMPRESAS

ABS faz parceria com o “maior confinamento do mundo”

O foco do acordo é aumentar a produção de carne de alta qualidade

A ABS Global, líder mundial em genética bovina, cuja unidade no Brasil fica em Uberaba (MG), anunciou acordo de cooperação para pesquisa com a Cactus Feeders, Inc, proprietária do maior confinamento do mundo, segundo a empresa. A intenção com a parceria é buscar conjuntamente uma genética com bom desempenho para este sistema de produção. A Cactus possui 10 fazendas ao redor do Texas e Kansas, com capacidade para alojar mais de 500 mil bois.  “Nosso objetivo é usar os dados comerciais da propriedade e também pesquisar uma genética vantajosa para a Cactus. Somos reconhecidos por levar eficiência, rentabilidade e sustentabilidade para nossos clientes”, revelou Matthew Cleveland, Diretor Global de Desenvolvimento de Produto da ABS Global. O foco do acordo da ABS e da Cactus é buscar uma genética que contribua para os sistemas intensivos de pecuária de ciclo completo, visando a melhor terminação dos animais e o aumento da produção de carne de alta qualidade. Essa não é a primeira vez que a ABS Global e a Cactus Feeders trabalharão juntas. As duas têm participado de projetos comuns há cinco anos. “Essa nova parceria é uma extensão do sucesso que já tivemos juntos”, definiu Todd Sears, Diretor Comercial de corte da América do Norte da ABS Global. Aqui no Brasil, a ABS também desenvolve experiências importantes. Desenvolve, junto com o Rancho da Matinha, do meu velho conhecido, Luciano Borges, um trabalho de teste alimentar de nelore. Para o Gerente de Produto Corte Europeu da ABS no Brasil, Marcelo Selistre, parcerias como essas contribuem para o avanço da pecuária no mundo todo. “A ABS tem apostado forte em pesquisas e todo o setor ganha com isso. Os pecuaristas com acesso a um melhoramento mais rápido, direcionado e eficiente. E a indústria e os consumidores com um produto de maior qualidade”, afirma.

ABS Global

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