
Ano 3 | nº 644 | 24 de novembro de 2017
NOTÍCIAS
Viés de alta no mercado do boi gordo
Mercado firme para o boi gordo.
No fechamento da última quinta-feira (23/11), das trinta e duas praças pesquisadas pela Scot Consultoria, houve alta em dezessete para o boi gordo, o que evidencia o cenário de alta no mercado. Esta conjuntura de preços firmes é explicada pela redução na oferta de boiadas para abate somada ao aquecimento do mercado atacadista. As cotações de carne sem osso no mercado atacadista tiveram alta de 2,0% na semana. Nos últimos trinta dias a valorização acumulada é de 3,9%. Esses números têm garantido boas margens para as indústrias. Atualmente a margem de comercialização nos frigoríficos que realizam a operação de desossa está em 25,7%. A média histórica deste indicador é de 21,2%. Para o curto prazo as expectativas para o mercado do boi gordo são de manutenção do viés altista. Isso porque sazonalmente neste período do ano o consumo é elevado, devido à entrada do décimo terceiro salário e das festividades de fim de ano.
SCOT CONSULTORIA
JBS, Marfrig e Minerva mantêm compromisso com Bioma Amazônia, segundo auditorias
JBS, Marfrig e Minerva informaram separadamente na quinta-feira (23) que auditorias realizadas por consultorias independentes atestaram que as processadoras de carnes mantêm o compromisso para a preservação do Bioma Amazônia por meio do monitoramento da cadeia de fornecedores de gado
O compromisso para fim do desmatamento no Bioma Amazônia foi lançado em 2009, sob o nome de Compromisso Público da Pecuária, em parceria com a organização não governamental Greenpeace, que deixou o programa no início deste ano depois de denúncias de corrupção envolvendo o setor de carnes brasileiro. Segundo o compromisso, as empresas se comprometem a não adquirir animais de fazendas em áreas de desmatamento, com áreas embargadas pelo Ibama, que utilizam mão de obra análoga à escrava, que estão localizadas em terras indígenas ou em áreas de conservação ambiental. A JBS disse por meio de nota que a auditoria feita pela consultoria DNV-GL comprovou eficiência de 99,97% no processo de compra de gado da processadora de carnes por meio do monitoramento socioambiental dos fornecedores. A empresa monitora 59 milhões de hectares na Amazônia, em 437 municípios. A Marfrig informou separadamente que essa mesma empresa de auditoria atestou, pelo quinto ano consecutivo, que a empresa mantém conformidade com o compromisso assumido em 2009. Já uma auditoria realizada pela consultoria Grant Thornton atestou que a Minerva elevou o monitoramento de fazendas por mapas georreferenciados no Bioma Amazônia para 98%, ante 92% no ano passado. O monitoramento dos restantes 2% ocorre por coordenadas geográficas.
CARNETEC
Mercado de reposição parado no Rio de Janeiro
A falta de movimentação no mercado de reposição do estado já se arrasta há semanas
Este cenário de calmaria ocorre devido, principalmente, à falta de quantidades suficientes de chuvas, o que impossibilita a recuperação da qualidade das pastagens. Porém, desde o início do segundo semestre, período do ano em que a relação de troca piorou, o poder de compra do pecuarista vem ganhando força, principalmente para categorias mais jovens. Isso está ocorrendo porque desde julho a arroba carrega uma valorização de 12,1%, enquanto as categorias de reposição tiveram elevações mais discretas. Nesse mesmo intervalo, o preço do boi magro (12@) subiu 3,2%, o garrote (9,5) teve alta de 2,7%, a cotação do bezerro (7,5@) aumentou 0,4% e o preço do bezerro de desmama (6@) ficou 1,5% superior. Ou seja, quem optou por fazer a troca no final deste segundo semestre provavelmente encontrou oportunidades melhores que aqueles que giraram estoque logo após o meio do ano. Em curto prazo, a melhora na relação de troca dependerá, além da oferta de animais de reposição disponível, da sustentação das cotações do boi gordo, que ficam à mercê do mercado consumidor.
SCOT CONSULTORIA
Exportação de carnes: ritmo do frango e do boi é bom em novembro
O Brasil pode embarcar 124,5 mil toneladas de carne bovina in natura e outras 302 mil toneladas de carne de frango
Na terceira semana de novembro, a balança comercial registrou superávit de US$ 700 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,705 bilhões e importações de US$ 3,004 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,952 bilhões e as importações, US$ 7,435 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,517 bilhões. A média das exportações da terceira semana ficou 3,8% acima da média até a segunda semana em razão do aumento nas exportações de vários produtos, entre eles, as carnes bovina e de frango. Neste ritmo, o Brasil pode embarcar 124,5 mil toneladas de carne bovina in natura e outras 302 mil toneladas de carne de frango. Já a carne suína, se mantiver o desempenho atual, projeta exportação de 52 mil toneladas.
MDCE
É hora de arrumar a casa
A pecuária brasileira vem passando por um tipo de freio de arrumação desde o início do ano, mas as suas consequências ainda guardam um grau elevado de incerteza
O freio começou com a Operação Carne Fraca, que denunciava o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em esquemas de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos. E culminou com a delação sobre pagamento de propinas, de pelo menos R$ 600 milhões a políticos, feita ao Ministério Público e à Polícia Federal pelos maiores acionistas e controladores do grupo JBS, os executivos Joesley Batista e seu irmão Wesley Batista, ainda encarcerados. Mas não foi somente isso. Houve a volta da alíquota de 11% de ICMS sobre a carne vendida em São Paulo, o maior mercado do País. Também entra na conta as auditorias americanas, depois que o país de Donald Trump suspendeu as importações brasileiras de carne, e que eram uma promessa. Fecha a lista de desacertos as missões técnicas europeias após a Carne Fraca, que se tornaram mais rígidas, e o retorno da cobrança do Funrural para os empregadores do campo. A arroba do boi gordo, com média de R$ 152,90 em São Paulo, no ano passado, custava no final de outubro R$ 138,00, valor 10% abaixo. Mas o fato é que, embora contribuam para um cenário de pressão de mercado, nada abalou tanto o setor como o caso JBS, empresa que em uma década saiu de uma receita de R$ 14,1 bilhões para R$ 170,3 bilhões no ano passado. Apenas no Brasil, a estimativa do mercado é de que a JBS compre, diariamente, até 35 mil bois. Esse volume significa recursos da ordem de R$ 88 milhões por dia que saem do caixa da empresa para um enorme contingente de pecuaristas, calculado em cerca de 70 mil fornecedores de gado. Agora, para onde vai a JBS, a maior empresa de processamento de proteína animal do mundo? Nas redes sociais, as manifestações mostram uma certa sensação de prazer com o ocorrido e a percepção de que, ao se envolver em práticas ilegais, a melhor punição seria a sua saída do mercado. Manifestações desse calibre ocorrem no anonimato. Do lado dos que se identificam há uma posição quase convergente: é preciso separar a empresa das atitudes de seus controladores, e olhar o mercado da carne pela ótica da transparência. Isso porque a demanda pelo produto continua saudável. Até meados de dezembro é dado como certo que as exportações de 2017 serão mais robustas que as do ano passado. Em 2016, o setor exportador faturou US$ 5,34 bilhões com a venda de 1,35 milhão de toneladas. Esse novo ambiente de negócios também incluiria uma menor influência da JBS nos principais e mais importantes polos de produção de gado. Em Mato Grosso, por exemplo, de acordo com um estudo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a JBS iniciou o ano com 51% dos abates no Estado. Juntamente com ela, quatro grupos frigoríficos detêm 82% dos abates. A Marfrig Foods, controlada pelo empresário Marcos Molina, vem em segundo lugar com 11%. No ano passado, esses frigoríficos abateram 4,6 milhões de bovinos, volume equivalente a 15,4% do total nacional de 29,6 milhões de animais, de acordo com o IBGE. Em 2008, a JBS controlava 13% dos abates e havia 10 grupos de relevância atuando no Estado. O Diretor executivo da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, uma das lideranças que mais combatem esse movimento de concentração da indústria da carne, diz que os negócios da JBS precisam ser preservados. “Queremos que os canais de venda da carne sejam mantidos, que os abates continuem e os ex-diretores da empresa que se entendam com a justiça”, afirma ele. “Mas seria bom que o conselho da JBS desse um destino às unidades fechadas no Estados, seis do total de 17.” A empresa nega que haja unidades desativadas. No mês passado, a Frente Parlamentar do Agronegócio encaminhou um pedido formal ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com essa recomendação. “O BNDES precisa colocar na cabeça que é sócio de um grande negócio e que de agora para a frente há espaço para um novo rearranjo na indústria frigorífica”, afirma Vacari. A Mafrig, que tinha três frigoríficos em atividade e um paralisado em Mato Grosso, já ativou a unidade e alugou um segundo frigorífico. A Minerva, da família Queiroz Vilela, que possui dois frigoríficos no Estado, dos quais um estava parado, também está retornando aos abates. A estimativa é a de que JBS, Marfrig e Minerva abatam cerca de 55% do gado no País, o que daria no ano passado 16,3 milhões de bovinos. Para Francisco Maia, pecuarista, ex-presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul e Presidente da Frente Nacional da Pecuária (Fenapec), uma articulação de cerca de dez entidades que se reúnem para ações de defesa da cadeia, a relação da JBS com os pecuaristas mudou nos últimos anos. “Houve uma melhor transparência, como no rendimento do boi no abate”, diz Maia. “Havia muito intermediário de gado no Estado, comprometendo o preço pago ao produtor e a JBS acabou com isso.” Para ele, que também foi uma das lideranças que mais combateram o movimento de concentração da indústria, o momento agora é outro. O mercado se profissionalizou na última década, com grupos mais fortes no setor. “Antes, o pecuarista dormia e não sabia se ao acordar receberia pelo gado vendido”, diz Maia. “Cada dia algum frigorífico tocado por laranja dava calote. Então, se a JBS sair do mercado, que não saia com um mercado quebrado.” Para a empresa, essa é uma possibilidade remota. A JBS afirmou que após as delações, as suas operações não foram afetadas e que a receita deste ano vai superar a de 2016. E que tem realizado encontros com fornecedores, em regiões estratégicas, “para tirar dúvidas operacionais e comerciais dos produtores”.
Dinheiro Rural
Comissão do Senado disciplina repasses para defesa agropecuária
Projeto de lei disciplina o uso de recursos federais para apoio a ações de defesa aos Estados e municípios
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, nesta terça-feira, 21, o projeto de lei que disciplina o repasse de recursos federais para apoio a ações de defesa agropecuária aos Estados e municípios. Em nota, o Ministério da Agricultura diz que o projeto de lei do Senado de nº 379, de autoria do senador Roberto Muniz (PP/BA), seguirá diretamente para análise da Câmara, caso não haja recurso para deliberação no plenário. O Senador acrescenta que a proposta dá clareza ao processo e permite mais planejamento no setor agropecuário. O relator, Senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA), destaca a importância de a proposta prever “a elaboração de um plano plurianual de atenção à sanidade agropecuária, com a definição de metas e de responsabilidades de cada um dos entes envolvidos – União, Estados e municípios, assim como a transferência direta de recursos destinados à defesa agropecuária”. “Com a aprovação do projeto, vamos ter um regramento, uma programação, com a alocação dos recursos no Plano Plurianual”, disse Ribeiro na nota. Os principais pontos do projeto de lei:
- a) Institui a transferência direta e obrigatória dos recursos destinados à execução descentralizada das ações de defesa agropecuária por Estados, Distrito Federal e municípios;
b) estabelece transferência mensal, à razão de um doze avos (1/12) do valor previsto para o exercício, para contas correntes de titularidade dos entes favorecidos, abertas especificamente para este fim;
c) veda a utilização desses recursos para o pagamento de despesas obrigatórias de caráter continuado;
d) prevê distribuição dos recursos balizada pelos Planos Plurianuais de Atenção à Sanidade Agropecuária, já previstos no regulamento do Suasa;
e) propõe distribuição dos recursos, tendo por consideração o atingimento das metas nos períodos anteriores e outros parâmetros técnicos;
f) exige contrapartidas;
g) estabelece regras de prestação de contas e medidas de transparência.
ESTADÃO CONTEÚDO
MP do Funrural: votação deve ficar para segunda 23 de Novembro de 2017
Deputados da bancada ruralista, no entanto, acreditam que não há mais tempo hábil para votar a Medida Provisória
A Câmara dos Deputados encerrou a sessão plenária deliberativa da quinta-feira, dia 23, sem votar a Medida Provisória (MP) 793, que prevê o parcelamento de dívidas de produtores rurais referentes ao Funrural. A proposta não foi votada porque a oposição, que é contrária à proposta, obstruiu os trabalhos e porque não havia quórum suficiente de parlamentares da base para garantir a votação. Com isso, o Presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), marcou uma sessão para a próxima segunda-feira, 27, para tentar votar a proposta. Deputados da bancada ruralista, no entanto, acreditam que não há mais tempo hábil para votar a MP. Isso porque a proposta perde a validade na próxima terça-feira, 28 de novembro, e ainda precisa passar tanto pelo plenário da Câmara, quanto do Senado. O governo já avisou aos ruralistas que não vai editar nova MP para reinstituir o programa de parcelamentos. O argumento é de que o Presidente Michel Temer já prometeu reduzir o número de MPs. Além disso, há complicações para se conceder programas de parcelamento com renúncias tributárias em ano eleitoral. O texto da MP aprovado na comissão mista prevê condições mais benevolentes para o parcelamento da dívida dos produtores. O parecer da relatora da proposta, deputada Tereza Cristina (sem partido-MS), elevou os descontos nas multas de 25% para 100%, e também reduziu o valor da entrada a ser paga neste ano de 4% para 2,5% da dívida. As mudanças elevaram a renúncia total do programa para cerca de R$ 15 bilhões em 15 anos, conforme apurou a reportagem. Um ala da bancada ruralista, contudo, ainda insistia no perdão total da dívida, que soma R$ 17 bilhões. A Receita Federal também está insatisfeita com o texto aprovado pela comissão especial, mas por motivos diferentes. Na visão do Fisco, o texto ficou muito frouxo, pois dá perdão integral a multas e juros e ainda permite a compensação de créditos fiscais para devedores até R$ 15 milhões. A versão original do programa previa abatimentos de 100% nos juros e 25% nas multas, com parcelamento em até 15 anos. Nessas condições, a renúncia total já era estimada em R$ 7,6 bilhões. Mas Tereza Cristina elevou os descontos, o que praticamente dobrou o perdão para cerca de R$ 15 bilhões no período.
CANAL RURAL
MP do Funrural corre risco de caducar e precisa ser votada em plenário na Câmara e no Senado até a próxima terça-feira (28)
Votação que deveria ocorrer nesta quinta-feira (23) foi adiada para semana que vem por falta de quórum
Nesta quinta-feira (23) a MP 793 entrou na pauta de votação do plenário da Câmara dos Deputados, porém não houve quórum para avançar com as discussões. Partidos de esquerda como PSOL, PT, PcdoB, PSB, obstruíram a votação, alegando que a MP beneficiaria somente os grandes produtores. Argumento que para o deputado não é verdadeiro, pois qualquer produtor que vende seu produto para a indústria, tem que recolher o Funrural. A sessão foi remarcada para a próxima segunda-feira (27), para uma votação que deve acontecer no máximo na terça-feira (28) pela manhã na Câmara dos Deputados e no Senado no período da tarde. Só então a MP segue, para ser sancionada pela Presidência da República e ter validade em 2018. A dificuldade para aprovação é muito grande. Mas se a medida provisória não for votada, ela pode “caducar” e nesse caso os parlamentares terão que buscar outras alternativas, como um projeto de lei ou até reeditar uma nova MP, possibilidades que podem esbarrar em questões legais. Até terça-feira, a batalha é pela aprovação da MP 793. A medida provisória 793 surgiu como uma alternativa entre três possibilidades: Recorrer ao STF na tentativa de reverter ou modificar decisão sobre a constitucionalidade da cobrança do Funrural, o que é uma solução muito remota.
Notícias Agrícolas
INTERNACIONAL
Mercosul oferecerá queda gradual de tarifas a UE, espera melhor oferta para carnes
BUENOS AIRES – O Mercosul oferecerá à União Europeia uma redução gradual das tarifas de compras de seus produtos em menos de 10 anos, mas espera um “incremento substancial” da cota de exportação de carne do bloco sul-americano, disse um funcionário argentino que participa das negociações para um acordo comercial entre os dois blocos
A nova proposta implica em uma redução mais rápida do que a redução de tarifas em um período maior de 15 anos oferecida anteriormente pelo Mercosul, disse o secretário de Relações Econômicas Internacionais da chancelaria argentina, Horacio Reyser, em entrevista à Reuters. “Em algum momento da rodada de negociação, vamos apresentar um exercício de aceleração (da redução), isto é, vamos apresentar um percentual do comércio substancial em cestas de redução de menos de 10 anos, até chegar a zero”, afirmou Reyser. Mas Reyser também disse que espera um “incremento substancial” na oferta de uma cota de 70 mil toneladas anuais de carne bovina sem a cobrança de tarifas proposta pela UE em outubro, uma proposta considerada decepcionante pelo setor de alimentos, crucial para a economia do Mercosul. Logo que essa oferta foi divulgada, o ministro argentino da Agroindústria, Luis Etchevehere, que até semanas atrás liderava um importante grupo de produtores, declarou à Reuters que esperava conseguir uma cota de cerca de 400 mil toneladas. Um diplomata europeu com conhecimento das negociações disse à Reuters nesta semana que a UE melhoraria sua oferta para a carne, mas que será inferior a 100 mil toneladas. Reyser se recusou a responder se essa cifra lhe parecia razoável. Tanto os governos do Mercosul –formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai–, como os líderes da UE têm dito que buscam assinar um acordo comercial até o fim deste ano. O Mercosul entregou neste mês ao vice-presidente da Comissão Europeia, Jyrki Katainen, uma lista que coloca números em todas as expectativas do bloco para alcançar um acordo, disse Reyser, que se recusou a revelar números, alegando que são confidenciais. Caso se chegue a um acordo, ele entraria em vigor a partir de 2019, já que exige a aprovação do Parlamento de todos os países envolvidos, estimou Reyser. “Pode levar no mínimo um ano, um ano e meio até que tudo isso se ratifique”, afirmou Reyser, que na próxima semana viajará a Bruxelas para uma nova rodada de negociações.
Reuters
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