CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2322 DE 02 DE OUTUBRO DE 2024

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Ano 10 | nº 2322 |02 de outubro de 2024

 

NOTÍCIAS

Novas altas na cotação do boi gordo em São Paulo

O mercado em São Paulo seguiu firme, abrindo esta terça-feira (1/10) com um aumento de R$3,00/@ no preço do “boi China” e da novilha. A oferta de boiadas está pequena e as escalas apertadas, o que tem pressionado o mercado

Em São Paulo, após a alta do boi “comum” na segunda-feira (30/9), o mercado paulista registrou avanço R$ 3/@ nos preços do “boi-China” e da novilha gorda, agora negociados por R$ 258/@ e R$ 275/@, respectivamente, de acordo com dados da Scot Consultoria. O boi destinado ao mercado interno (de SP) continua valendo R$ 270/@, enquanto a vaca gorda está cotada em R$ 245/@, acrescenta a Scot. No Rio de Janeiro, a falta de pastagem devido à estiagem tem reduzido a oferta de boiadas, o que resultou em uma alta de R$5,00/@ na cotação do boi gordo. Aumentos ao longo da semana, tanto para essa quanto para outras categorias, não estão descartados. Em Alagoas, o mercado abriu a terça-feira com um aumento de R$3,00 por arroba para vaca e para a novilha. Vencimento do contrato futuro do boi gordo (B3) em setembro/24. No último dia útil de setembro, segunda-feira (30/9), na B3, aconteceu a liquidação do contrato futuro do boi gordo, cujo código é BGIU24. A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$274,35/@, à vista e livre de impostos.

Scot Consultoria

Demanda aquecida volta a elevar preços da arroba do boi

Mesmo diante da constante elevação dos preços da arroba, indústrias não conseguem avanços em suas escalas de abate, diz analista

O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar negócios acima da referência média, com expectativa de nova alta dos preços no curto prazo, em linha com a posição das escalas de abate. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o que mais chama a atenção no atual movimento é que, mesmo diante da constante elevação dos preços da arroba, as indústrias não conseguiram avanços consistentes em suas escalas de abate. “Pelo contrário, o que se observa é a manutenção das escalas de abate de boi gordo na posição menos confortável da atual temporada. A demanda segue aquecida no final da atual temporada, em especial à relacionada às exportações”. Preços médios da arroba do boi: São Paulo: R$ 277,92. Goiás: R$ 266,79. Minas Gerais: R$ 272,94. Mato Grosso do Sul: R$ 279,66. Mato Grosso: R$ 240,20. O mercado atacadista voltou a se deparar com preços firmes. O ambiente de negócios volta a sugerir pela alta dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia. Importante destacar que a carne bovina tende a perder competitividade no curto prazo, em especial para a carne de frango. “Com a continuidade do movimento de alta da carne bovina no mercado doméstico o mais provável é que a população busque alternativas que causem menor impacto na renda familiar. Essa relação é especialmente importante para a parcela da população de menor renda”, assinalou Iglesias. O quarto traseiro segue no patamar de R$ 19,90, por quilo. Ponta de agulha ainda é cotada a R$ 15,00, por quilo. Quarto dianteiro segue precificado a R$ 15,15 por quilo.

Agência Safras

Preço do boi gordo em MT alcança o maior valor do ano em setembro, diz Imea

Cenário foi resultado da menor participação de vacas nos abates totais, além de uma boa demanda interna e externa

O preço do boi gordo em Mato Grosso alcançou, em setembro, o maior valor do ano, de R$ 215,73, alta de R$ 10,01 ante agosto, informou o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Segundo o Imea, tal cenário foi resultado da menor participação de vacas nos abates totais, além de uma boa demanda interna e externa por carne bovina. O Imea também diz que o preço de setembro de 2024 foi 16,24% maior do que a cotação de setembro de 2023, quando a arroba atingiu “o fundo do poço”. “Mesmo com a maior valorização do boi em setembro de 2024, os preços nos meses anteriores praticamente vinham andando de lado, visto que a média de ganhos mensais entre janeiro e setembro ficou em R$ 3,25 por arroba”, prossegue o Imea. “Este cenário é típico de anos de transição do ciclo pecuário.” Por fim, apesar de os abates totais ainda estarem em altos patamares, a redução na participação de vacas tem sido um fator positivo para os preços do boi em Mato Grosso, tanto que os preços no mercado futuro apontam para valorizações no quarto trimestre deste ano.

Estadão Conteúdo

Relação de troca farelo/boi é favorável ao pecuarista

Segundo a Agrifatto, a relação de troca entre o farelo de soja e o boi gordo recuou 5,11% no comparativo mensal da média nacional do indicador, ficando em 8,56 @/tonelada em setembro/24

Em setembro/24, a relação de troca entre o farelo de soja e o boi gordo melhorou em todas as praças brasileiras monitoradas, informa a Agrifatto. No mês passado, houve um avanço no preço do subproduto da oleaginosa, refletindo a escassez das chuvas no início do plantio da safra da soja 2024/25 e o aumento da demanda no mercado doméstico. Segundo dados da Agrifatto, o preço médio do farelo de soja (média Brasil) em setembro/24 ficou em R$ 2.113,48/tonelada, com alta de 3,2% sobre a cotação registrado em agosto/24, de R$ 2.048,28/tonelada. Por sua vez, de acordo com a Agrifatto, a cotação média do boi gordo (média Brasil) registrou avanço mensal de 8,74%, saltando de R$ 227,11/@, em agosto/24, para R$ 246,96/@, em setembro/24. Como resultado, calcula a Agrifatto, a relação de troca entre o farelo de soja e o boi gordo recuou 5,11% no comparativo mensal da média nacional do indicador, ficando em 8,56 @/tonelada em setembro/24, 0,34@/tonelada abaixo da média histórica (8,90 @/t) – veja os indicadores dos últimos 12 meses ao final deste texto. O maior destaque no mês passado ficou para São Paulo, onde a relação de troca teve queda de 6,81% em setembro/24 (na comparação com agosto/24), possibilitando a aquisição de uma tonelada de farelo de soja com 8,16 arrobas de boi gordo (ante 8,75 arrobas do mês anterior).  “Foi a melhor relação de troca para o pecuarista paulista dos últimos quatro meses”, contabiliza a Agrifatto.

Portal DBO

Diferencial de base do boi gordo se encurta nas praças interioranas do País

Diferença de preços entre MS e SP encurtou 1,5 ponto percentual em setembro/24, atingindo +2,2%, o nível mais positivo da série histórica, destacou a Agrifatto

Os preços do boi gordo nas regiões do Brasil-Central têm subido intensamente nas últimas semanas, resultando no encurtamento do diferencial de base em importantes praças pecuárias, informou a Agrifatto. Diferencial de base é a diferença entre os valores do boi gordo praticados na praça-base – no caso São Paulo – e na região onde o animal será abatido. Nesse sentindo, o destaque no mês passado ficou para o Mato Grosso do Sul, onde o preço do animal terminado registrou um avanço e 10,34% no comparativo mensal, fechando em R$ 261,17/@. “Mesmo com São Paulo também apresentando uma alta mensal significativa, o diferencial de base MS-SP encurtou 1,5 ponto percentual em setembro/24, atingindo +2,2%, o nível mais positivo da série histórica”, observa a Agrifatto. Historicamente, a diferença de preços entre o boi gordo de Mato Grosso do Sul e o animal abatido em São Paulo é de -6,30%, acrescenta a Consultoria. Por sua vez, em setembro/24, o preço médio do boi gordo na praça paulista atingiu R$ 255,45/@, com aumento mensal de 8,67% e o maior nível desde maio/23, relata a Agrifatto. Em setembro/24, o maior destaque de encurtamento do diferencial de base ficou para Rondônia, onde o indicativo registrou encolhimento de 4,5 pontos percentuais, para -14,9%, o menor nível desde novembro/23. Segundo dados da Agrifatto, os preços do boi gordo em Rondônia registraram alta de 14,76% em setembro/24, na comparação com agosto/24, atingindo R$ 217,43/@, o maior patamar desde abril/23. “Vale ressaltar que as escalas de abate estão em níveis desconfortáveis para a indústrias brasileiras, rondando os 6 dias úteis, na média nacional, o menor nível desde 2023”, aponta a Agrifatto. “Não à toa, em setembro/24, a valorização da fêmea foi tão intensa quanto a alta do macho em todos os Estados acompanhados”, observa a consultoria. No último mês, continua a Agrifatto, Minas Gerais e de Rondônia registraram as altas mais expressivas para as fêmeas. No primeiro Estado, a vaca gorda encerrou setembro/24 cotada a R$ 228,35/@, com aumento mensal de 12,83%. Em Rondônia, o acréscimo no preço dessa categoria foi de 16,14%, fechando o período em R$ 202,41/@.

Portal DBO

ECONOMIA

Moody’s melhora nota do Brasil, que fica a 1 degrau de retomar grau de investimento

Agência de avaliação de risco se adiantou às duas concorrentes, Fitch e S&P, que mantêm o País como um mercado de investimento de grau ‘especulativo’

Exatamente cinco meses depois da melhora da perspectiva de rating (classificação de risco) do Brasil, a agência de classificação de risco Moody decidiu elevar a nota do País — de Ba2 com perspectiva positiva, para Ba1 — e manteve a perspectiva positiva. A empresa se adiantou às duas concorrentes — Fitch e Standard & Poor’s (S&P) — que com ela formam as Big 3 no setor. Nessas empresas, o País segue como um mercado de investimento de grau “especulativo”, o que antecede o primeiro nível do selo de bom pagador, tão almejado por empresas e governo, porque facilita a atração de mais investimentos e, com isso, há a expectativa de fomentar a economia doméstica. Muitos fundos de pensão internacionais, por exemplo, têm autorização para comprar apenas papéis considerados pelas agências como “investment grade” (grau de investimento). Para chegar às notas de crédito de longo prazo, são consideradas variáveis políticas e econômicas que influenciam na classificação de risco, como juros, fluxo de caixa, contexto político e projeções de resultados futuros, entre outros. As agências medem também a capacidade de pagamento da dívida de países — chamados de rating soberanos —, e este foi um dos pontos vistos como positivos pela Moody’s em 1º de maio, quando melhorou a perspectiva do País. Apenas a partir das classificações seguintes à Ba1 é que se considera um ativo grau de investimento pela Moody’s: de Baa1 a Baa3 de nível médio; médio-alto de A1 a A3; grau alto de Aa1 a Aa3 e AAA o mais alto grau. No caso da Fitch, o Brasil está classificado atualmente em BB. A nota foi alterada ao final de julho do ano passado, após deixar o País estacionado em BB- por cinco anos. BB é grau especulativo, quando não há recomendação de investimentos.

O Estado de São Paulo

Dólar sobe ante real com escalada do conflito no Oriente Médio

O dólar fechou a terça-feira em leve alta ante o real, impulsionado por movimento global de busca por ativos seguros em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, após o Irã realizar um ataque com mísseis a Israel

O dólar à vista fechou em alta de 0,27%, cotado a 5,4640 reais. No ano, a divisa norte-americana acumula elevação de 12,62% ante o real. Às 17h21, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,19%, a 5,4810 reais na venda. Ainda durante a manhã, no entanto, a moeda norte-americana ganhou força ante o real, acompanhando o fortalecimento da divisa também no exterior em meio aos receios com o cenário no Oriente Médio. A expectativa de um ataque do Irã a Israel disparou uma busca por ativos de menor risco, como o dólar, em movimento que foi amplificado à tarde, após centenas de mísseis serem disparados contra o território israelense. No Brasil, a aversão ao risco se traduziu na aceleração do dólar ante o real e na migração das taxas dos DIs para o território positivo. Às 14h27 o dólar à vista atingiu a cotação máxima de 5,4794 reais (+0,56%). “Quando surgem episódios bélicos, os investidores acabam procurando mercados mais protegidos, mais seguros. Aí a tendência é que haja fuga para o mercado norte-americano”, comentou durante a tarde Thiago Avallone, especialista em câmbio da Manchester Investimentos. Após o impacto inicial das notícias sobre o ataque, o dólar desacelerou, mas ainda assim terminou em alta ante o real. Profissionais ouvidos pela Reuters ponderaram que os impactos do conflito no Oriente Médio serão mais duradouros no câmbio apenas se houver um acirramento de fato, com o envolvimento de países de fora da região. “O cenário de tensão geopolítica nunca é positivo. No início é normal haver um exagero, como na alta do petróleo, na busca pelo ouro ou por títulos dos EUA”, comentou Felipe Izac, sócio da Nexgen Capital. “No longo prazo, se tivermos mesmo uma escalada, que não fique só no Oriente Médio, isso seria muito negativo para o mundo como um todo”, acrescentou.

Reuters

Ibovespa fecha em alta puxado por Petrobras com salto do petróleo

O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira, chegando a superar os 133 mil pontos no melhor momento, em movimento sustentando principalmente pelas ações da Petrobras, acompanhando o forte avanço dos preços do petróleo no exterior pela escalada do conflito no Oriente Médio

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,51%, a 132.495,16 pontos, tendo marcado 133.405,49 pontos na máxima e 131.816,56 pontos na mínima do dia. O volume financeiro no primeiro pregão de outubro somou 23,55 bilhões de reais. O forte avanço dos preços do petróleo foi o destaque do dia, após o Irã lançar dezenas de mísseis balísticos contra Israel em retaliação à campanha israelense contra o Hezbollah, aliado de Teerã, no Líbano. O petróleo Brent fechou em alta de 2,6%, a 73,56 dólares o barril, após subir mais de 5% na máxima da sessão. Em Wall Street, o S&P 500 caiu 0,93%.

Reuters

Expansão da indústria do Brasil ganha força em setembro com melhora da demanda, mostra PMI

A expansão do setor industrial brasileiro ganhou força em setembro com um renovado aumento na produção, criação mais forte de empregos e aceleração das vendas, apesar das pressões de preços historicamente elevadas, de acordo com uma pesquisa divulgada na terça-feira

O Índice de Gerentes de Compras (PMI) da indústria brasileira, compilado pela S&P Global, avançou a 53,2 em setembro, de 50,4 no mês anterior, afastando-se ainda mais da marca de 50 que separa crescimento de contração. No entanto, devido ao resultado baixo de agosto, a média para o terceiro trimestre foi a mais baixa até agora em 2024. Os dados de setembro apontaram o oitavo aumento seguido na produção industrial em nove meses, após declínio em agosto. As empresas que elevaram a produção citaram crescimento das vendas e melhora na tendência da demanda. As entradas de novos negócios em setembro aumentaram pelo nono mês consecutivo, e no ritmo mais forte desde abril, de acordo com o levantamento. A fabricação de bens de capital, que havia pesado em agosto, foi o subsetor de melhor desempenho no mês passado em termos de vendas e crescimento da produção. A demanda internacional também ajudou no aumento das vendas totais, com os participantes da pesquisa destacando ganhos de pedidos da África, Ásia, América Latina e Europa. O investimento em tecnologia, a resiliência da demanda e a necessidade de funcionários qualificados alimentou a criação de vagas de emprego em setembro a um ritmo mais forte do que em agosto. Por outro lado, tanto os custos de insumos quanto os preços cobrados subiram em um dos ritmos mais fortes em mais de dois anos. Em meio a relatos de que a demanda por insumos excedeu a oferta, e citações a depreciação cambial e aumento dos custos de transportes, os produtores registraram aumentos em seus custos operacionais, o que levou a uma alta também dos preços cobrados. As empresas ainda permaneceram confiantes de uma alta da produção ao longo dos próximos 12 meses, com 62% dos entrevistados sinalizando otimismo. No entanto, o nível de sentimento positivo caiu para o menor patamar em seis meses. “Apesar dos desafios, o sentimento positivo e o aumento das contrações entre as indústrias sugerem que o crescimento da produção deve continuar nos próximos meses, indicando resiliência no setor”, disse Pollyanna De Lima, diretora associada de Economia S&P Global Market Intelligence.

Reuters

GOVERNO

MAPA adia fim de exportação de carne de fêmeas para UE

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) prorrogou por 120 dias o prazo para a suspensão das importações de carne bovina de fêmeas brasileiras pela União Europeia

A medida, que passaria a valer em 6 de outubro, foi adiada até 27 de janeiro de 2025. O objetivo é permitir a criação de um novo protocolo que elimine o uso de estradiol em programas de inseminação artificial. A decisão ocorre em um momento de alta nas exportações de carne bovina do Brasil, um dos maiores fornecedores do produto para a Europa. A restrição afetaria frigoríficos que dependem desse mercado, o que poderia causar insegurança em toda a cadeia produtiva. Com o novo prazo, espera-se a conclusão de um protocolo que atenda às exigências europeias, já em desenvolvimento.

MAPA

Brasil mantém negociações para adiar lei antidesmatamento

O Brasil ainda não recebeu resposta oficial da Comissão Europeia a respeito do pedido para adiar a entrada em vigor da lei antidesmatamento da União Europeia. ‘Vamos buscar outros mecanismos para que a implementação [da lei] não ocorra de forma unilateral”, diz o ministro Carlos Fávaro

O Brasil ainda não recebeu resposta oficial da Comissão Europeia a respeito do pedido para adiar a entrada em vigor da lei antidesmatamento do bloco (EUDR, na sigla em inglês). A solicitação foi apresentada por carta assinada pelos ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Mauro Vieira (Relações Exteriores) durante as reuniões do Grupo de Trabalho de Agricultura do G20, em setembro. Na ocasião, Fávaro afirmou que esperaria uma manifestação formal dos europeus até dia 1º de outubro e que o país poderia ingressar com uma reclamação na Organização Mundial do Comércio (OMC) caso o pleito não fosse atendido. “Vamos dar prazo até 1 de outubro para que a comunidade europeia se manifeste formalmente quanto à prorrogação. Caso não o façam, vamos buscar outros mecanismos para que a implementação não ocorra de forma unilateral”, disse o ministro, na ocasião. Consultado, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Roberto Perosa, disse que o Brasil seguirá em diálogo com as autoridades europeias. Ele disse que o país e outros exportadores vão insistir na prorrogação da vigência do regulamento. “Não há como cumprir uma legislação, se até o momento não houve nenhuma regulamentação. Falta a instrução e a regulação. Sem discutir o mérito, o mínimo que se espera é a prorrogação”, afirmou. Segundo ele, a estratégia será manter as consultas aos europeus e intensificar o diálogo até ter uma resposta. O Brasil, porém, não descarta acionar a OMC com o apoio dos países do Mercosul caso haja demora nesse retorno. Mesmo com o órgão de apelação do órgão inativo, sem indicação do membro dos Estados Unidos, pode haver uma movimentação internacional para suspender a lei europeia por um período de avaliação.

Globo Rural

FRANGOS & SUÍNOS

Suínos: alta leve para o preço do vivo no PR e no RS

As cotações no mercado de suínos encerraram esta terça-feira (1) com a maioria dos preços estáveis, com mudanças tímidas apenas para o suíno vivo no Paraná e no Rio Grande do Sul. Segundo análise do Cepea, os preços do suíno vivo e da carne suína têm se mantido praticamente estáveis na maioria das regiões acompanhadas pelo órgão

Segundo a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 169,00, assim como a carcaça especial, fechando em R$ 13,20/kg, em média. Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à segunda-feira (30), houve tímida alta de 0,12% no Paraná, chegando a R$ 8,53/kg, e queda de 0,12% no Rio Grande do sul, com valor de R$ 8,19/kg. Os valores ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 8,96/kg), Santa Catarina (R$ 8,41/kg), e São Paulo (R$ 8,97/kg).

Cepea/Esalq

Frango no atacado paulista sobe 3,10% na terça-feira

A ave no atacado paulista, que vinha registrando pouco a pouco queda nos preços desde a semana passada, teve alta de 3,10% na terça-feira (1). De acordo com análise do Cepea, os preços do frango vivo vêm tendo suporte da oferta reduzida do animal e do forte ritmo de exportação da carne brasileira

A média diária de embarques de carne de frango in natura, por sua vez, está em 21,3 mil toneladas, mais de 30% superior à de agosto e 14% acima da do mesmo período do ano passado – dados Secex divulgados pelo Cepea. De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 5,50/kg, enquanto a ave no atacado teve alta de 3,10%, fechando, em média, R$ 6,65/kg. Na cotação do animal vivo, o preço não mudou no Paraná, cotado a R$ 4,65/kg, da mesma forma que em Santa Catarina, valendo a R$ 4,41/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à segunda-feira (30), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram com preços estáveis, valendo, respectivamente, R$ 7,38/kg e R$ 7,53/kg.

Cepea/Esalq

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