CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2093 DE 26 DE OUTUBRO DE 2023

clipping

Ano 9 | nº 2093 |26 de outubro de 2023

 

NOTÍCIAS

Estabilidade continua no mercado do boi gordo

Pelos dados levantados pela Scot Consultoria, nas praças de São Paulo, os preços do boi gordo e da novilha gordas seguem estáveis, enquanto a cotação da vaca gorda teve aumento de R$ 3/@ na quarta-feira

Com isso, a arroba do boi destinado ao mercado interno (sem prêmio-exportação) está sendo negociada em R$ 235, a da vaca gorda em R$ 218 e da novilha gorda em R$ 227 (preços brutos e a prazo), de acordo com a Scot. O “boi-China” (com padrão-exportação) é vendido por R$ 240/@ no mercado paulista, valor bruto, no prazo, com ágio de R$ 5/@ sobre o animal “comum”.

SCOT CONSULTORIA

Boi: Preços da carne caem no atacado

O mercado físico do boi gordo apresenta compras abaixo da referência média

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos ainda desfrutam de uma frente confortável em suas escalas de abate. Ao mesmo tempo, os preços da carne bovina passaram a recuar no atacado, o que é uma sinalização de que há um bom volume de produtos ofertados. A expectativa de um bom consumo parece insuficiente para sustentar os preços das boiadas neste momento. Cotações: São Paulo, Capital: R$ 235 por arroba do boi gordo. Goiânia, Goiás: R$ 230 por arroba do boi gordo. Uberaba, Minas Gerais: R$ 235 por arroba do boi gordo. Dourados, Mato Grosso do Sul: R$ 231 por arroba do boi gordo. Cuiabá, Mato Grosso: R$ 206 por arroba do boi gordo. O mercado atacadista registrou uma intensa queda em seus preços durante o dia, um indício claro de crescimento da oferta. Ainda assim, há uma boa expectativa em relação ao consumo durante o último bimestre, período marcado pelo auge do consumo. Mas vale destacar que a carne de frango ainda conta com a preferência da parcela da população de menor renda, disse Iglesias. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 13,70 por quilo, queda de R$ 0,30. O quarto traseiro foi cotado a R$ 17,75 por quilo, queda de R$ 0,50. A Ponta de agulha foi precificada a R$ 13,80 por quilo, queda de R$ 0,25.

AGÊNCIA SAFRAS

Boi gordo: indústrias preenchem escalas e pressionam preços

Baixas não são significativas, mas sinalizam que a indústria está conseguindo reduzir os valores oferecidos aos pecuaristas. Na B3, contratos futuros de prazo mais curto estão entre R$ 237 e R$ 239 a arroba

O preço do boi gordo vem registrando recuos em algumas praças de negociação. Segundo a consultoria Agrifatto, os frigoríficos estão conseguindo preencher as escalas de abate e pressionar o mercado. Em boletim, os analistas ressaltam que as baixas não são significativas, mas sinalizam que a indústria está conseguindo reduzir os valores oferecidos aos pecuaristas pelo animal pronto para abate. Em Mato Grosso, por exemplo, a arroba foi cotada R$ 210 na terça-feira (24/10), baixa de 0,3% em relação ao dia anterior e de 0,4% em uma semana. Em relatório semanal, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) destaca que aumentou o diferencial entre o preço no Estado e a referência baseada em São Paulo. Na parcial de outubro, o mercado paulista tem média de R$ 237,69 a arroba (a prazo e livre de impostos), alta de 16,02% em relação a setembro. A média de Mato Grosso foi de R$ 200,88, valorização de 14,36%. “Esse movimento de distanciamento na cotação entre as praças é um “termômetro” que mede os preços em MT, ou seja, grandes alongamentos no diferencial de base MT-SP representam uma arroba mato-grossense desvalorizada”, diz o Imea. O indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) voltou a ficar abaixo dos R$ 240 por arroba nos últimos dois dias. Na terça-feira (24/10), encerrou a R$ 239,45. A alta acumulada no mês é de 1,4%. Na B3, os contratos futuros com vencimento para este ano estão entre R$ 237 e R$ 239 a arroba. No mercado de carne com osso, as vendas ainda são consideradas razoáveis, destaca a Agrifatto. Mesmo em um cenário de enfraquecimento do consumo no final do mês. A expectativa é de retomada em novembro, principalmente nos dez primeiros dias do mês. “Com o escoamento da carne desacelerado, por conta do final do mês e das escalas confortáveis, boa parte dos compradores (de boi gordo) ficou fora das compras”, reforçou a Scot Consultoria.

GLOBO RURAL

Imea: boi gordo paulista sobe mais que boi de MT, alongando o diferencial de base

Diferença de preço da arroba entre as duas praças ficou em -15,49% na parcial de outubro/23

O diferencial de base MT-SP (diferença de preço entre a arroba do boi gordo do Mato Grosso e de São Paulo) ficou em -15,49% na parcial de outubro/23 (até 20/10), alargamento de 1,23 ponto percentual em comparação ao mesmo período de setembro/23, informa o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária. Esse movimento foi reflexo do maior aumento no preço pago pela arroba paulista em relação ao valor da arroba mato-grossense, justifica o Imea. Na parcial de outubro/23, a cotação do boi gordo no Estado de São Paulo ficou na média de R$ 237,69/@, com alta de 16,02% sobre o preço obtido no mesmo período de setembro/23. Por sua vez, no Mato Grosso, o boi gordo fechou foi negociado por R$ 200,88/@ no mesmo intervalo de tempo, em média, com acréscimo de 14,36%. “O distanciamento na cotação entre as praças é um termômetro para os pecuaristas do MT, ou seja, grandes alongamentos no diferencial de base representam uma arroba mato-grossense desvalorizada, e esse movimento tende a permanecer durante a fase de baixa do ciclo pecuário”, observam os analistas do Imea.

PORTAL DBO

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em leve alta de 0,16%, a R$5,0018 na venda

O dólar à vista interrompeu a sequência de três sessões consecutivas de queda e fechou a quarta-feira em leve alta no Brasil, pouco acima dos 5 reais, em sintonia com o avanço da moeda norte-americana e dos rendimentos dos Treasuries no exterior, após a divulgação de dados positivos do setor imobiliário dos EUA

O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,0018 reais na venda, em alta de 0,16%. Em outubro, a divisa dos EUA acumula queda de 0,51%. Na B3, às 17:07 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,19%, a 5,0065 reais. No início da sessão, o dólar chegou a oscilar no território negativo no Brasil, dando continuidade ao movimento de queda dos três dias anteriores. A divulgação de novos dados econômicos nos EUA, no entanto, mudou o cenário. Eles reforçaram a percepção de que o Federal Reserve precisará manter as taxas de juros em patamares mais elevados por mais tempo, para segurar a inflação, o que deu força aos rendimentos dos Treasuries e, em paralelo, ao dólar ante a maior parte das demais divisas, incluindo o real.

REUTERS

Ibovespa fecha em queda pressionado por Wall St e tombo de WEG

O Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira, pressionado pela trajetória negativa em Wall Street e avanço nos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano, enquanto WEG desabou após receita abaixo do esperado no terceiro trimestre

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,8%, a 112.857,33 pontos., de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 114.318,65 pontos. Na mínima, a 112.680,27 pontos. O volume financeiro somava 17,6 bilhões de reais antes dos ajustes finais.

REUTERS

Dívida pública federal cai 3,02% em setembro, para R$ 6,076 tri

A dívida pública federal caiu 3,02% em setembro ante agosto, para 6,076 trilhões de reais, informou o Tesouro Nacional na quarta-feira

No período, a dívida pública mobiliária federal interna (DPMFi) somou 5,834 trilhões de reais, com queda de 3,22%, enquanto a dívida pública federal externa (DPFe) atingiu 241,8 bilhões de reais, após crescer 1,82%. Conforme o Tesouro, do total da dívida pública federal no final de setembro, 26,4% correspondiam a títulos prefixados, 30,8% a títulos vinculados a índices de preços, 38,6% a papeis com taxas flutuantes e 4,2% a papeis cambiais. Em setembro, a queda de 3,02% deveu-se, conforme o Tesouro, “ao resgate líquido, no valor de 244,20 bilhões de reais, neutralizado, parcialmente, pela apropriação positiva de juros, no valor de 54,68 bilhões de reais”. O órgão informou ainda que a reserva de liquidez da dívida pública — uma espécie de “colchão” para o pagamento dos compromissos — caiu 20,9% em termos nominais em setembro, para 810,31 bilhões de reais. O valor é suficiente para cobrir pagamentos dos próximos 9,5 meses de vencimentos. Em agosto, o colchão cobria o equivalente a 7,92 meses. Na comparação com setembro de 2022, a reserva de liquidez cedeu 21,4%. Apesar dos recuos percentuais em setembro, o coordenador de Operações da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Roberto Lobarinhas, pontuou durante entrevista coletiva que o fator mais importante na reserva de liquidez é a suficiência em relação aos meses à frente — ou seja, quantos meses a reserva consegue cobrir. “Passado o pagamento de setembro, quantos meses à frente eu consigo com o caixa de 810 bilhões (de reais)? Este montante alcança um prazo mais longo porque as maturações dos meses à frente não são tão altas assim”, disse Lobarinhas. Lobarinhas afirmou ainda, durante a coletiva, que o governo finalizou todos os preparativos para a emissão de títulos sustentáveis no mercado internacional, mas que não há uma definição sobre quando o lançamento de fato irá ocorrer. “Estamos prontos para realizar a emissão de títulos sustentáveis. O que vai contar daqui para frente são as condições do mercado”, afirmou. De acordo com o coordenador da dívida, tanto o momento da emissão quanto o montante de títulos a serem lançados dependem das condições do mercado. “Não existe previsibilidade certa do volume que será alcançado”, acrescentou. No início de setembro, o governo lançou um conjunto de regras para a emissão de títulos públicos sustentáveis no mercado internacional, em documento que traça compromissos ambientais e sociais e sistematiza a aplicação dos recursos captados com os papéis. Em um primeiro momento, o ministério da Fazenda havia apresentado expectativa de que a primeira emissão captasse aproximadamente 2 bilhões de reais. Posteriormente, a avaliação foi de que o montante seria superior a 1 bilhão de reais.

REUTERS

Confiança do consumidor no Brasil tem queda em outubro após 4 meses de ganhos

A confiança do consumidor brasileiro teve piora em outubro, interrompendo sequência de quatro meses de ganhos, possível reflexo de uma desaceleração econômica em curso e de temores sobre o mercado de trabalho, mostraram dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) na quarta-feira

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV recuou 3,8 pontos em outubro, para 93,2 pontos, menor nível desde junho (92,3). Em outubro, houve piora tanto nas avaliações sobre o momento presente quanto na percepção em relação aos próximos meses, com o Índice de Situação Atual (ISA) caindo 0,7 ponto, a 82,5 pontos, e o Índice de Expectativas (IE) cedendo 5,8 pontos, para 100,9 pontos. Segundo a FGV, o componente do índice geral que mede o otimismo em relação à situação econômica futura foi o que mais influenciou a piora da confiança no mês, com baixa de 6,0 pontos, a 111,2 pontos, mínima desde novembro de 2022 (110,6). Anna Carolina Gouveia, economista da FGV Ibre, disse que a calibragem das expectativas passou o ICC da “zona de otimismo” para a “zona de neutralidade”, o que “pode estar relacionado com a desaceleração dos setores econômicos, e talvez uma preocupação com a continuidade da resiliência do mercado de trabalho”. Ela afirmou ainda que “o resultado negativo se apresenta disseminado em todas as variáveis, classes de renda e capitais, o que acende um sinal de alerta”. Após um desempenho surpreendentemente forte da economia brasileira nos dois primeiros trimestres, a expectativa é de que dados econômicos da metade até o final do ano mostrem desaceleração da atividade, conforme o país sente os efeitos defasados da política monetária apertada do Banco Central.

REUTERS

Bancos chineses anunciam primeiro empréstimo comercial

A Usina Hidrelétrica de São Simão, também ligada a um grupo chinês, SPIC Brasil, recebeu 1,3 bilhão de yuans (R$ 886 milhões)

O Banco de Comunicações da China (Bocom), que atua no país através do BBM, e o Banco Industrial e Comercial da China (ICBC) realizaram o primeiro empréstimo transfronteiriço em moeda chinesa no Brasil. A Usina Hidrelétrica de São Simão, também ligada a um grupo chinês, SPIC Brasil, recebeu 1,3 bilhão de yuans (R$ 886 milhões) das duas instituições, sendo 1 bilhão de yuans do Bocom e 300 milhões de yuans do ICBC. A usina, adquirida pela SPIC há seis anos, fica na divisa de Minas Gerais e Goiás. O grupo tem também parques eólicos na Paraíba, no Ceará e no Piauí e detém 33% da Gás Natural Açu (GNA), no Porto do Açu, no Rio. A estimativa é que o empréstimo direto em yuan ou renminbi (RMB), outro nome da moeda, resulte numa economia de mais de 60 milhões de yuans nos custos de financiamento da empresa. O vencimento é em três anos. Há três semanas, também pela primeira vez, segundo o Banco da China, foi realizada uma operação de comércio bilateral em circuito fechado, com transações financiadas e liquidadas em yuan e convertidas para real. Foi uma venda de celulose da Eldorado Brasil, empresa com representação em Xangai. O produto partiu em agosto, as transações financeiras ocorreram em setembro, até a finalização em moeda brasileira no dia 28. Os presidentes do Brasil e da China chegaram a um acordo em abril, em Pequim, para desenvolver o comércio nas moedas locais, culminando medidas tomadas desde o início deste ano, inclusive pelos bancos centrais. Lula havia visitado dias antes o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco do Brics, em Xangai, quando defendeu buscar alternativas para as trocas feitas hoje em dólar, em declaração com repercussão internacional. David Cohen, tesoureiro do BBM, afirma que o segundo semestre vem apresentando um crescimento acentuado no volume de operações em real e yuan realizadas pela instituição. “E não é só a gente”, acrescentou. No caso, o banco saltou de US$ 50 milhões em todo o primeiro semestre para US$ 760 milhões no terceiro trimestre. O BBM foi o primeiro participante local do CIPS, o sistema de liquidação em moeda chinesa, em março. “Isso foi um diferencial grande, facilitou muito”, diz. Por exemplo, “o CIPS é um sistema que funciona 24 horas, então você consegue liquidar em qualquer horário. Sempre foi uma dificuldade essa questão do fuso”. Nas operações até então, “os participantes são mais importadores brasileiros”, já que os exportadores chineses “preferem receber em RMB, dado que seus passivos são em RMB”. Os empréstimos são um novo passo. “A China hoje é um lugar em que os juros estão muito baixos, se comparados aos dos países desenvolvidos”, descreve ele. “É interessante para a empresa, em vez de emitir dívida nos Estados Unidos, captar na China.” Enquanto nos EUA “a gente está falando de uma taxa de 5,5%, na China está em 2%”.

VALOR ECONÔMICO

EMPRESAS

BRF conquista Selo Ouro em emissões de gases de efeito estufa

Companhia é uma das empresas fundadoras do Programa Brasileiro GHG Protocol

A BRF foi reconhecida pelo 14º ano consecutivo com o Selo Ouro pelo Programa Brasileiro GHG Protocol, ferramenta que visa estimular empresas brasileiras na tomada de decisão para a mitigação de seu impacto sobre o clima ambiental e a mensuração e gerenciamento de emissões de gases de efeito estufa (GEE). O selo é concedido aos inventários completos de instituições que apresentam suas emissões verificadas por empresas especializadas. “A conquista do selo reforça a consistência e a transparência das ações do nosso plano de redução de emissões, que embasa o nosso compromisso de sermos Net Zero até 2040”, disse a diretora de Reputação e Sustentabilidade da BRF, Raquel Ogando, na quarta-feira (25). A companhia, que é uma das empresas fundadoras do Programa Brasileiro GHG Protocol, tem atuado para reduzir as emissões. Foram definidas iniciativas em quatro frentes prioritárias do compromisso de ser Net Zero até 2040: compra sustentável de grãos; fomento ao agronegócio de baixo carbono; aumento do uso de energia renovável e incremento da eficiência operacional. No ano passado, a empresa reduziu 26% nas emissões absolutas de GEE nos escopos 1 e 2, em comparação ao ano-base (2019). Entre outros avanços da jornada Net Zero em 2022, destaque para a conquista de 100% de rastreabilidade dos fornecedores diretos de grãos dos biomas Amazônia e Cerrado, que estão alinhados à Política de Compra Sustentável da Companhia – neste ano, a rastreabilidade dos fornecedores indiretos evoluiu de 45% para 75%. A energia solar na integração também cresceu, com 1,5 mil produtores integrados da BRF utilizando usinas fotovoltaicas em suas propriedades.

CARNETEC

GOVERNO

Senado prorroga desoneração da Folha de pagamento até o fim de 2027

Aprovação de projeto mantém redução de alíquota para 17 setores que geram empregos; texto vai à sanção do presidente Lula

O Senado aprovou, na quinta-feira (25), em votação simbólica, o projeto de lei que prorroga até 31 de dezembro de 2027 a desoneração da folha de pagamento dos 17 setores que mais empregam no país. A proposta segue agora para sanção presidencial. O texto aprovado, de relatoria do senador Angelo Coronel (PSD-BA), possibilita às empresas dos setores pagar uma alíquota de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários. Entre os setores incluídos no texto estão as indústrias têxtil, de calçados, máquinas e equipamentos e proteína animal, construção civil, comunicação e transporte rodoviário, que têm uso intensivo de mão de obra. Na versão do relator, a proposta também contempla municípios com a população inferior a 142,6 mil habitantes. Essas cidades teriam a alíquota da contribuição previdenciária sobre a folha reduzida de 20% para 8%. No plenário, os senadores acataram uma alteração feita pelos deputados que prevê a redução da tributação de empresas de transporte rodoviário coletivo de passageiros. A proposta reduz para 1% a alíquota de contribuição previdenciária paga pelas companhias do setor, e mantém em 2% para o transporte de cargas. A medida é vista como essencial pelos 17 setores para a manutenção dos empregos e o planejamento das empresas.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Valor da carcaça suína especial apresente queda de 1,04% no estado de São Paulo

A Scot Consultoria reportou que o valor da carcaça suína especial apresentou recuo de 1,04% no estado de São Paulo e está cotado em R$ 9,50/kg. Os valores para o suíno CIF também seguiram com estabilidade e estão cotados em R$ 123,00/@

A cotação do animal vivo em Minas Gerais está em R$ 6,46/kg e registrou baixa de 2,42%, conforme foi divulgado pelo Cepea/Esalq referente às informações da última terça-feira (24). Já no estado do Paraná ficou em R$ 6,20/kg e teve queda de 0,48%. O preço do animal vivo no estado de São Paulo está próximo de R$ 6,57/kg e teve queda de 0,76%. Em Santa Catarina, o preço do animal vivo também registrou baixa de 0,49% e está em R$ 6,08/kg. Já no Rio Grande do Sul, o preço do suíno permaneceu com estabilidade e está cotado em torno de R $ 6,19/kg.

Cepea/Esalq

Frango com estabilidade no atacado paulista

Na quarta-feira (25), o preço do frango no atacado no estado de São Paulo seguiu com estabilidade e valor está em R$ 6,85 por kg

A Scot Consultoria informou que a cotação para o frango na granja na praça paulista não teve reajuste e seguiu estável em R$ 5,00 por kg. A cotação do frango vivo no Paraná apresentou estabilidade e está em R$ 4,47/kg. Em São Paulo, a cotação do frango vivo está sem referência. A cotação do frango vivo no estado de Santa Catarina seguiu estável e está precificado em R$ 4,28/kg, conforme divulgado pelo Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina). No último levantamento realizado pelo Cepea desta terça-feira (24), o preço do frango congelado registrou baixa de 0,14% e está cotado em R$ 7,29/kg. Já a cotação do frango resfriado também teve baixa de 0,14% e está sendo negociado em R$ 67,32/kg.

Cepea/Esalq

Número de casos de gripe aviária sobe para 135 focos no Brasil, aponta Ministério da Agricultura 

Na quarta-feira (25), o painel de dados para consulta online disponibilizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que foram 135 os focos de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP, vírus H5N1) registrados desde a primeira confirmação em 15 de maio

Até o momento, são 135 casos de gripe aviária de alta patogenicidade em que 132 são de aves silvestres e as outras 03 em aves de subsistência. Segundo as informações reportadas pelo ministério, há dez casos em investigações em andamento, com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo. Espírito Santo: 31 (sendo 30 em aves silvestres e 01 em ave de subsistência). Rio de Janeiro: 23 (aves silvestres). Rio Grande do Sul: 05 (ave silvestre). São Paulo: 40 (aves silvestres). Bahia: 04 (aves silvestres). Paraná: 12 (aves silvestres). Santa Catarina: 19 (18 em ave silvestre e 01 em ave de subsistência). Mato Grosso do Sul: 01 em ave de subsistência.

MAPA

Gripe aviária já foi confirmada em 72 dos 195 países

Entre os continentes, apenas a Oceania está livre de casos da doença até o momento. Trinta-reis-de-bando é a principal espécie afetada no país pela gripe aviária

A produção brasileira precisou se readaptar após a entrada da gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) no país, no dia 15 de maio deste ano. Até o momento, o país segue livre de focos da doença em granjas comerciais — apenas aves silvestres, criações de fundo de quintal e leões-marinhos contraíram o vírus. Assim, segundo o Ministério da Agricultura, o status sanitário segue sem alterações. No entanto, a H5N1 é um desafio global. Dados da Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) mostram que 72 dos 195 países já confirmaram casos da doença. Até mesmo na Antártida foram detectadas aves com gripe aviária. Apenas a Oceania está livre de casos da doença até o momento.

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