CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2002 DE 19 DE JUNHO DE 2023

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Ano 9 | nº 2002 |19 de junho de 2023

 

NOTÍCIAS

A cotação do “boi China” subiu em SP

Semana que passou com pouco volume de compras, o que trouxe pouca variação para a cotação das categorias destinadas ao abate

A semana registrou negociações travadas em algumas praças pecuárias, com menor oferta de bovinos e, consequentemente, menor volume de carne, relata a Scot. Esse cenário levou a ajustes positivos pontuais no atacado de carne com osso em São Paulo e em algumas praças no varejo. No mercado atacadista de carne com osso (fechamento em 9/6), as cotações da carcaça da vaca e da novilha casadas aumentaram 1,1% e 0,7%, respectivamente, segundo a Scot. O atacado paulista de carne sem osso apresentou queda de 0,9% na média geral. Os cortes de traseiro recuaram 1,0%, destaque para a maminha (queda de 2,9%). Os cortes de dianteiro caíram 0,5%, puxado pelo peito (queda de 1,6%). Para a próxima semana, devido à menor oferta de bovinos, a carcaça de machos pode sofrer ajustes positivos, bem como os cortes de dianteiro, observa a Scot. A cotação da vaca caiu R$5,00/@, em 15/6, e a cotação do bovino padrão exportação, o “boi China”, subiu R$5,00/@, hoje (16/6). Na região Norte de Minas Gerais, a oferta, ajustada à demanda, trouxe mais um dia de estabilidade para a região, que não observou variação ao longo da semana para os preços pagos pelo boi, vaca e novilha. No Acre, a oferta de compra melhorou R$2,00/@ para todas as categorias.

SCOT CONSULTORIA

Preços do boi em leve alta devido à redução na oferta

Em São Paulo, capital, a referência para a arroba do boi foi de R$ 248. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada a R$ 231

O mercado físico do boi gordo registrou mais uma alta nos preços nesta sexta-feira (16). De acordo com a Safras & Mercado, foram realizadas negociações acima da média de referência, destacando-se São Paulo, onde os negócios chegaram a atingir R$ 250 por arroba, com pagamento a prazo. Embora em outros estados os preços ainda não tenham aumentado significativamente, já são perceptíveis sinais de recuperação, começando pela redução na oferta de animais. Os frigoríficos ainda possuem certo conforto em suas escalas de abate, o que limita o aumento mais agressivo do preço da arroba do boi gordo no momento. No entanto, espera-se que esse movimento se fortaleça na próxima virada de mês, quando a oferta será efetivamente menor, resultando em maior dificuldade na composição das escalas de abate e maior propensão a reajustes, afirmou o analista Fernando Henrique Iglesias. Em São Paulo, capital, a referência para a arroba do boi foi de R$ 248. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada a R$ 231. Em Cuiabá, o preço da arroba ficou em R$ 208. Em Goiânia, Goiás, a indicação foi de R$ 228 para a arroba do boi gordo. Em Uberaba (MG), o preço da arroba atingiu R$ 227. No mercado atacadista, os preços da carne bovina se mantiveram firmes. A expectativa é que haja menos espaço para reajustes durante a segunda quinzena do mês, período em que o consumo tende a diminuir. No entanto, os frigoríficos já não possuem estoques tão elevados, o que pode motivar alguma recuperação pontual. Por outro lado, a situação das proteínas concorrentes, especialmente a carne de frango, continua limitando novas altas nos preços da carne bovina, explicou Iglesias. O quarto traseiro foi precificado em R$ 18,15 por quilo. O quarto dianteiro teve cotação de R$ 13,30 por quilo. A ponta de agulha manteve-se em R$ 13,00 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Estatística da pecuária (Sul – GO)

Na região Sul de Goiás, o preço do boi gordo manteve-se estável ao longo da semana

Segundo levantamento da Scot Consultoria, a arroba do boi gordo na praça é negociada a R$203,00/@, a prazo, descontados os impostos (Senar e Funrural). O diferencial de base do boi gordo, em relação a São Paulo, está 16,5% negativo, ou R$33,50/@ a menos, com o boi gordo na praça paulista cotado em R$236,50/@, a prazo, descontados os impostos (Senar e Funrural). No Sul de Goiás, a cotação da novilha gorda caiu 1,43% em sete dias, negociada em R$202,00/@. No curto prazo, com expectativa de menor oferta de bovinos para o abate, principalmente machos, e encurtamento das escalas de abate dos frigoríficos em algumas regiões, o cenário é de estabilidade, sem descartar altas pontuais.

SCOT CONSULTORIA

Queda de preços preocupa exportadores brasileiros de carnes

Ambiente é positivo para os volumes de vendas, mas cenário econômico global gera incertezas sobre o faturamento

Fundamentais para preservar a rentabilidade de grandes frigoríficos como JBS, Marfrig, Minerva e BRF, as exportações brasileiras de carnes tendem a permanecer firmes nos próximos meses, mas a desvalorização do dólar, a inflação global e os riscos associados à gripe aviária alimentam uma dose maior de cautela no segmento. De janeiro a maio, os embarques das proteínas continuaram a ser absorvidos sobretudo pela China, e houve aumentos de volumes e receitas nas operações de carnes de frango e suína. No caso da carne bovina, porém, os resultados foram negativos no período, e nos três casos a preocupação agora é com o comportamento dos preços de venda. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), as exportações de carne bovina do país somaram 840,4 mil toneladas nos primeiros cinco meses do ano, 8% menos que em igual intervalo de 2022. A receita caiu 24%, para US$ 3,8 bilhões, em meio a um recuo do preço médio dos cortes embarcados de US$ 5.593 para US$ 4.578 por tonelada. Nessa frente, houve sinais concretos de melhora em maio, quando o volume exportado já foi 11,3% maior e a receita foi “apenas” 11,3% menor – os percentuais são mesmo iguais. Em boa medida, essa recuperação refletiu a retomada das importações da China após a suspensão do fluxo entre fevereiro e março por causa da descoberta de um caso atípico da doença da vaca louca no Brasil. “Diminuiu a piora, e a tendência é de aumento de volumes e preços”, afirma Paulo Mustefaga, presidente da Abrafrigo. Para isso, pondera, será preciso que a recuperação da economia chinesa se solidifique, até para que a pressão dos importadores do país sobre os preços praticados, que está grande, arrefeça. De janeiro a maio, o preço médio dos embarques ao país asiático alcançou US$ 5.011 por tonelada, 24,5% menos que no mesmo período de 2022. As exportações à China somaram 381,4 mil toneladas e renderam US$ 1,9 bilhão no intervalo, com quedas de 13,3% e 34,6%, respectivamente. Pesam favoravelmente para a melhora das exportações do Brasil, segundo Mustefaga, a redução da oferta de países concorrentes como Estados Unidos, Austrália, Argentina e Uruguai no mercado internacional. O Presidente da Abrafrigo reforça que as exportações são vitais para que grandes frigoríficos garantam rentabilidade, e que para empresas que não exportam a fraca demanda no mercado doméstico continua a prejudicar os negócios.

INFOMONEY

ECONOMIA

Dólar sobe em dia de realização de lucros

Após ter caído em nove das dez sessões anteriores, o dólar à vista fechou a sexta-feira em alta ante o real no Brasil, com investidores realizando os lucros mais recentes e com as cotações seguindo a tendência mais ampla do exterior, onde a moeda norte-americana também subia ante várias outras divisas

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,8214 reais na venda, com alta de 0,39%. No acumulado da semana, porém, o dólar cedeu 1,12%. Na B3, às 17:18 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,03%, a 4,8300 reais. Após ter acumulado queda de 5,32% nas dez sessões anteriores, o dólar se manteve em alta ante o real durante toda a sexta-feira, com parte dos investidores realizando os lucros mais recentes e recompondo posições. Profissionais ouvidos pela Reuters argumentaram que, após os recuos mais recentes, era natural o dólar voltar a subir, ainda que a tendência mais geral seja de queda. Além de questões técnicas, o dólar foi impactado na sexta-feira no Brasil pelo avanço da divisa também no exterior. “Nós vimos um dólar um pouco mais forte no Brasil, reflexo de um dólar mais forte no exterior, com o DXI (índice do dólar ante uma cesta de moedas) ganhando força e a moeda ganhando força também ante divisas de outros emergentes”, comentou Felipe Izac, sócio da Nexgen Capital. Izac lembrou que, em sua decisão de política monetária da última quarta-feira, o Federal Reserve sinalizou que poderá elevar os juros nos EUA mais duas vezes até o fim de 2023. E juros mais altos, em tese, significam um dólar mais alto.

REUTERS

Ibovespa recua e fecha abaixo de 119 mil pontos, mas confirma nova alta semanal

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,39%, a 118.758,42 pontos. O volume financeiro somou 35 bilhões de reais

Na semana, o Ibovespa avançou 1,49% — a última vez que acumulou perda semanal foi no período encerrado em 21 de abril. No mês, alcança valorização de 9,62%. Parte desse movimento reflete o retorno do capital externo para a bolsa paulista com números mais recentes da B3 mostrando que, em junho, as compras de estrangeiros superam as vendas em 6,912 bilhões de reais até o dia 14. Na quarta-feira, marcada por decisão do Federal Reserve e melhora da perspectiva do rating brasileiro pela Standard & Poor’s, houve entrada líquida de 767 milhões de reais. De acordo com o analista da Terra Investimentos Luis Novaes, a semana foi significativamente positiva para o mercado de ativos de risco brasileiro. Ele destacou que, além do expressivo fluxo de capital estrangeiro, dando força ao movimento de valorização do índice iniciado por investidores locais, a revisão de perspectiva do risco do mercado brasileiro reforçou o movimento de alta. Estrategistas do JPMorgan elevaram a projeção para o Ibovespa no final de 2023 para 135 mil pontos, ante 130 mil pontos, citando um cenário macro melhor do que no começo do ano, conforme relatório a clientes na sexta-feira. Emy Shayo e Cinthya Mizuguchi argumentam que o cenário está ficando ainda mais interessante conforme a inflação recua mais do que o esperado, as expectativas para os preços começam a diminuir e as previsões de crescimento aumentam. Divulgado na sexta-feira, o IBC-Br, sinalizador do PIB calculado pelo Banco Central, registrou alta de 0,56% em abril em relação ao mês anterior, segundo dado dessazonalizado, acima das expectativas do mercado. Em paralelo, a Fundação Getulio Vargas divulgou queda de 2,2% para o IGP-10 em junho, deflação mais intensa desde o início dos registros, que remonta a 1993.

REUTERS

IGP-10 tem maior queda da série histórica em junho, diz FGV

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) registrou as maiores quedas da série histórica em junho, tanto em base mensal quanto no acumulado dos últimos 12 meses, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), na sexta-feira, com forte deflação de commodities no período

O IGP-10 teve baixa de 2,20% neste mês, ante recuo de 1,53% em maio, registrando queda de 6,31% em 12 meses, sendo ambas as deflações mais intensas desde o início dos registros, que remonta a 1993. “Os preços de commodities de grande importância seguem em queda e puxam para baixo o resultado do índice, com destaque para: óleo diesel (de -5,63% para -15,80%), milho (de -12,48% para -15,63%) e bovinos (de -1,05% para -6,17%)”, disse André Braz, coordenador dos índices de preços, sobre a variação do IGP-10 de junho. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, acelerou o declínio a 3,14% neste mês, de queda de 2,25% em maio. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), que responde por 30% do índice geral, caiu 0,18% em junho, contra alta de 0,60% no mês anterior, com destaque para a queda de 1,23% do grupo Transportes, que abandonou o avanço de 0,52% registrado em maio. Ao mesmo tempo, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 1,19% em junho, ante alta de 0,09% no mês passado. O IGP-10 é mais um de vários indicadores de inflação que têm mostrado trajetória de arrefecimento das pressões de preços no Brasil. O IPCA de maio, por exemplo, desacelerou bem mais do que o esperado, elevando a perspectiva de que o Banco Central começará a cortar os juros em breve, possivelmente já no terceiro trimestre. A taxa Selic está atualmente em 13,75%.

REUTERS

Indústrias do agro retomam expansão

Produção das agroindústrias cresceu 1,4% em março, diz FGV Agro

Em março, após dois meses consecutivos de queda, a atividade das indústrias do agronegócio voltou a crescer no país, segundo o Índice de Produção Agroindustrial PIMAgro, elaborado pelo Centro de Estudos do Agronegócio, da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro). A expansão, de 1,4%, ocorreu tanto nos segmentos de produtos alimentícios e bebidas quanto no de não alimentícios, que cresceram 1,6% e 1,2% em comparação com fevereiro, respectivamente. Entre os destaques individuais de março figuraram as indústrias de produtos têxteis e de alimentos de origem vegetal, que cresceram 4,4% e 3,7%, respectivamente. Fumo e insumos agropecuários foram os únicos segmentos que encerraram o mês com retração. Em grande medida, o aumento da atividade da agroindústria no mês de março foi um dos desdobramentos da melhoria geral da economia brasileira, avaliam os pesquisadores do FGV Agro. Eles ressalvam, por outro lado, que fatores como a elevada taxa de juros e o enfraquecido mercado de trabalho, que segue com altos índices de informalidade, continuam a limitar uma recuperação mais firme dos negócios das indústrias do agronegócio. O desempenho positivo da agroindústria brasileira em março não impediu a retração do setor no acumulado do primeiro trimestre. A produção física recuou 1,4% na comparação com o trimestre imediatamente anterior e 2,3% em relação aos três primeiros meses de 2022.

VALOR ECONÔMICO

EMPRESAS

JBS investe R$ 800 mi em ampliação de unidade da Friboi em Diamantino (MT)

Recuperação e modernização das instalações tornarão o abatedouro o maior operado pela empresa no paísA JBS anunciou no sábado (17) que realizará um investimento de R$ 800 milhões na recuperação e modernização de sua unidade da Friboi em Diamantino, Mato Grosso, o que tornará o abatedouro o maior operado pela empresa no país. Segundo a companhia, a reconstrução do frigorífico gerará 1,4 mil empregos no município, duplicando a força de trabalho local. O anúncio foi feito pelo CEO da JBS no Brasil, Gilberto Xandó, e pelo presidente da Friboi, Renato Costa, durante encontro com autoridades locais e com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, em visita à unidade – atingida por um incêndio na semana passada e atualmente com as operações paralisadas. De acordo com a empresa, também foi firmado o compromisso de manutenção do emprego dos funcionários atuais enquanto durarem os trabalhos de reconstrução da unidade. A expectativa é de que as obras de recuperação e expansão da planta estejam concluídas até o fim deste ano.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Mercado de suínos fecha semana com estabilidade

As cotações para o mercado de suínos ficaram, na maioria, estáveis na sexta-feira (16). De acordo com análise do Cepea/Esalq, os principais insumos utilizados na atividade, milho e farelo de soja, vêm registrando desvalorizações ao longo deste mês

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 107,00/R$ 112,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 8,40/kg/R$ 8,80/kg. Segundo informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (15), houve aumento de 0,96% em Santa Catarina, chegando a R$ 5,25/kg, e de 0,34% em São Paulo, alcançando R$ 5,94/kg. Ficaram estáveis os preços em Minas Gerais (R$ 5,97/kg), Paraná (R$ 5,22/kg), e no Rio Grande do Sul (R$ 5,35/kg).

Cepea/Esalq

Frango: queda pronunciada na sexta-feira no Paraná

“De acordo com os pesquisadores do Cepea, a pressão sobre os valores do frango vem da oferta elevada, cenário que, inclusive, vem sendo observado desde maio. Além disso, agentes da indústria têm reduzido os preços da proteína, visando escoar a carne e evitar aumentos de estoque”, informam.

Em São Paulo, segundo a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,50/kg, enquanto o frango no atacado teve queda de 2,02%, valendo R$ 5,83/kg. Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço não mudou, valendo R$ 4,37/kg, enquanto o Paraná teve recuo de 2,81%, atingindo R$ 4,49/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (15), a ave congelada ficou estável em R$ 6,08/kg, enquanto o frango resfriado subiu 1,16%, fechando em R$ 6,11/kg.

Cepea/Esalq

Governo confirma mais 3 casos de gripe aviária no Brasil e soma 39

Segundo o Ministério da Agricultura, até o momento, todos os focos da doença foram encontrados em aves silvestres

O Brasil registrou mais três novos casos de gripe aviária, somando um total de 38 infecções pelo vírus no país até o momento, segundo dados do Ministério da Agricultura divulgados no sábado (17/6). Todos os casos de influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1) foram encontrados em aves silvestres. A doença está presente em onze espécies espalhadas pela Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, de acordo com o governo, mas a maior intensidade é no litoral capixaba. Além dos casos confirmados, outros seis focos estão sendo investigados, ainda sem resultado laboratorial conclusivo. Há também 257 amostras coletadas, sinalizadas inicialmente como “prováveis” para a doença, que também carecem de confirmação. No total, 1.344 investigações foram realizadas, como suspeitas de suspeitas de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves, cujas doenças-alvo são influenza aviária e doença de Newcastle. “A suspeita pode ser descartada com base na avaliação clínico-epidemiológica realizada pelo médico veterinário oficial, encerrando-se a investigação sem necessidade de coleta de amostras para diagnóstico laboratorial”, informou o ministério. Ainda assim, o Brasil continua reconhecido no mercado internacional como um país livre da doença, pois as granjas comerciais não foram atingidas. A manutenção desse status sanitário é particularmente importante para o comércio global de carne de frango, já que o país é o maior exportador dessa proteína no mundo.

VALOR ECONÔMICO

Frango/Cepea: Competividade da carne de frango cai frente a concorrentes

Os preços médios das carnes de frango, suína e bovina vêm registrando fortes quedas nesta parcial de junho (até o dia 14)

No entanto, segundo levantamento do Cepea, as baixas nas cotações das proteínas suína e de boi têm sido ainda mais intensas que as de frango, cenário que resulta em diminuição da competitividade da carne avícola neste mês. De acordo com os pesquisadores do Cepea, a pressão sobre os valores do frango vem da oferta elevada, cenário que, inclusive, vem sendo observado desde maio. Além disso, agentes da indústria têm reduzido os preços da proteína, visando escoar a carne e evitar aumentos de estoque.

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