CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1954 DE 06 DE ABRIL DE 2023

clipping

Ano 9 | nº 1954 |06 de abril de 2023

 

NOTÍCIAS

Em São Paulo, queda na arroba do boi destinado à exportação

As ofertas de compra diminuíram em função da maior oferta de bovinos e do volume já adquirido, tanto para o mercado interno quanto para o mercado externo

Os preços, nos últimos dias, subiram com a retomada da exportação para a China, e estabilizaram-se. As escalas de abate estão confortáveis e a perspectiva é que as compras deverão melhorar na próxima semana. A cotação do “boi China” caiu R$10,00/@ na comparação dia a dia. Na região Noroeste do Paraná, as cotações para o boi, vaca e novilha permaneceram estáveis e as escalas de abate seguem confortáveis. Nas últimas semanas, um frigorífico paranaense foi habilitado para exportar à China e, nos últimos dias, deu início às compras com expectativa de começar a exportação em breve. No Acre, a cotação subiu R$5,00/@ para todas as categorias.

SCOT CONSULTORIA

Boi: preços cedem

Em São Paulo, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 289, em Dourados (MS) em R$ 276, em Cuiabá em R$ 252 e em Goiânia em R$ 273

O mercado físico do boi gordo apresentou preços mais baixos. As informações são da Safras & Mercado. Os frigoríficos da Região Sudeste conseguiram dianteira mais confortável em suas escalas de abate, resultando em negociações concretizadas mesmo em um nível mais baixo de preço. No Centro-Norte do Brasil, o mercado apresenta maior firmeza, mas os frigoríficos seguem realizando um bom volume de negócios. O volume de animais ofertados permanece em ritmo crescente e tende a se acentuar em maio. Em São Paulo, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 289, em Dourados (MS) em R$ 276, em Cuiabá em R$ 252 e em Goiânia em R$ 273. O mercado atacadista do boi apresenta preços estáveis. A entrada dos salários na economia sugere alguma alta dos preços no curto prazo. A situação das proteínas concorrentes, especialmente a carne de frango, é mais competitiva que a carne bovina. O quarto traseiro foi precificado a R$ 20,15. O quarto dianteiro teve preço de R$ 14,30. A ponta de agulha seguiu no patamar de R$ 14,40 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em baixa de 0,65%, a R$5,0501 na venda

O dólar retomou na quarta-feira a trajetória mais recente de baixa ante o real no Brasil, na esteira da percepção positiva em relação ao novo arcabouço fiscal do governo e da divulgação de dados fracos sobre a atividade econômica nos EUA, que reforçam a avaliação de que os juros norte-americanos podem não continuar subindo

Neste contexto, profissionais ouvidos pela Reuters afirmaram que o diferencial de juros entre Brasil e EUA segue favorável à entrada de dólares no país, o que pesa sobre as cotações do dólar. O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,0501 reais na venda, em baixa de 0,65%.

Na B3, às 17:04 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,43%, a 5,0710 reais.

REUTERS

Ibovespa cai com receios de recessão nos EUA

O Ibovespa fechou em queda na quarta-feira, em meio a preocupações com o ritmo da atividade econômica norte-americana

Declarações do Presidente do Banco Central (BC), porém, ajudaram a reduzir as perdas. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,88%, a 100.977,85 pontos. O volume financeiro somou 23,5 bilhões de reais. Nos Estados Unidos, dados mostraram que o setor de serviços desacelerou mais do que o esperado em março, enquanto empregadores do setor privado contrataram muito menos trabalhadores do que as estimativas de analistas no mês passado. De acordo com Rafael Bombini, assessor de investimentos da DOM Investimentos, os dados reforçaram as preocupações com uma eventual recessão naquele país. “Isso ofuscou o contraponto positivo de um potencial interrupção do ciclo de aperto monetário norte-americano”, acrescentou. Alan Dias Pimentel, especialista em renda variável da Blue3 Investimentos, acrescentou que dados mais fracos eram esperados, mas não “tão fracos”, o que faz o mercado vislumbrar uma recessão no horizonte, não apenas uma desaceleração econômica. “Isso traz aversão a risco”, reforçou. Além do cenário norte-americano, a bolsa brasileira também continua fragilizada pela dúvida de um eventual aumento de carga tributária, na esteira dos planos do governo para elevar receitas e melhorar o resultado fiscal do país. Há expectativa de que novas medidas sejam anunciadas nos próximos dias. Ao deixar o Ministério da Fazenda, em Brasília, o ministro Fernando Haddad desejou boa Páscoa aos jornalistas que o esperavam e disse que volta segunda-feira “com novidades”. Um contraponto positivo que ajudou no fechamento da curva de juros, foram as declarações do Presidente do BC, Roberto Campos Neto, de que a avaliação sobre o novo arcabouço é “super positiva”. Em evento do Bradesco BBI, Campos Neto afirmou que o que foi anunciado até o momento sobre o arcabouço fiscal ameniza preocupações com uma trajetória mais explosiva da dívida pública, mas ressaltou que é preciso acompanhar como a proposta vai caminhar no Congresso e que há “ansiedade” sobre as receitas.

REUTERS

Fluxo cambial no Brasil é positivo em US$3,580 bi em março, diz BC

O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de 3,580 bilhões de dólares em março, favorecido pela entrada de moeda pela via comercial, após encerrar fevereiro com entradas líquidas de 4,774 bilhões de dólares, informou na quarta-feira o Banco Central

Os dados mais recentes são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. Pelo canal financeiro, houve saídas de 3,462 bilhões de dólares em março. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, o saldo de março foi positivo em 7,042 bilhões de dólares. No acumulado do ano até 31 de março, o Brasil registra fluxo cambial total positivo de 12,524 bilhões de dólares.

REUTERS

Indicador antecedente de emprego tem pico de 5 meses em março, diz FGV

O Indicador Antecedente de Emprego do Brasil subiu em março e atingiu o nível mais alto em cinco meses, embora a cautela ainda esteja presente, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV)

O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, subiu 1,7 ponto em março e atingiu 76,4 pontos, maior nível desde outubro do ano passado (79,8). “Pelo segundo mês consecutivo, o IAEmp avançou, mas ainda sem conseguir afastar a percepção de cautela. Os últimos resultados positivos são insuficientes para compensar a queda ocorrida na virada de ano”, disse em nota Rodolpho Tobler, economista da FGV Ibre. Segundo ele, o patamar do indicador permanece historicamente baixo, o que sugere que altas recentes estariam mais associadas a uma acomodação do que uma reversão de tendência. “As perspectivas macroeconômicas no curto prazo continuam desafiadores e devem continuar limitando uma melhora expressiva do indicador e do mercado de trabalho”, completou Tobler. Os componentes do IAEmp mostram que os destaques positivos em março foram os indicadores de Tendência dos Negócios e de Emprego Previsto da Indústria, que contribuíram com 1,4 e 1,0 ponto. Por outro lado, o indicador de Emprego Previsto de Serviços caiu 0,7 ponto, e o de Situação Atual dos Negócios da Indústria caiu 0,5 ponto.

REUTERS

Brasil emite US$2,25 bi no mercado externo em bônus de 10 anos; demanda fica em US$7,7 bi, diz fonte

O Brasil emitiu 2,25 bilhões de dólares no mercado externo nesta quarta-feira em bônus de 10 anos com vencimento em 2023, informou à Reuters uma fonte familiarizada com o assunto. O cupom do título ficou em 6,15%. A demanda pelo primeiro título ofertado pelo país no mercado externo em quase dois anos começou em 8,5 bilhões de dólares e terminou em 7,7 bilhões de dólares, acrescentou a fonte.

REUTERS

Brasil deve ter crescimento pior que o da América Latina, que já é baixo, diz Banco Mundial

Desequilíbrio fiscal permanece elevado na região, mas caiu em relação ao começo da pandemia, diz organismo

O Brasil deve manter uma taxa de crescimento abaixo da média da América Latina, que já é considerada baixa, como em anos anteriores, segundo novo relatório do Banco Mundial divulgado nesta semana. A instituição projeta que em 2023 o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 0,8% em relação ao ano anterior. O valor é próximo do que o mercado prevê, de 0,9%, segundo o último boletim Focus do Banco Central e abaixo da estimativa do IPEA de 1,4%. A projeção do Banco Mundial é de pouco mais que a metade prevista para o crescimento da América Latina, de 1,4% em 2023, a mais baixa taxa regional no mundo. Nos dois anos seguintes, o crescimento previsto é de 2,4% ao ano. “Embora numerosos fatores globais possam explicar as taxas modestas de crescimento em 2023, as previsões para o futuro apontam para o mesmo ritmo medíocre das últimas duas décadas, que continua insuficiente para reduzir a pobreza, promover a inclusão e aliviar as tensões sociais”, diz o banco. Entre os maiores obstáculos, estão os preços mais baixos das commodities, as altas taxas de juros nos países desenvolvidos e a instabilidade na recuperação chinesa. Segundo o relatório, o déficit fiscal na região em 2022 é estimado em 4,4% do PIB, considerado alto, sem reduzir em relação ao ano anterior, após chegar a 8,7% em 2020, no primeiro ano da pandemia, em meio ao aumento expressivo de gastos dos governos para lidar com a crise da Covid-19. Os esforços do Brasil e de outras grandes economias da região como Colômbia e México para registrar superávit primário em 2023 ainda é insuficiente para compensar os pagamentos crescentes de juros sobre estoques da dívida, o que provoca déficits grandes, segundo os economistas do banco, que continuarão a corroer o espaço fiscal da região. O endividamento médio em 2022 cresceu 17,9 pontos percentuais em relação ao PIB na comparação com 2010. Considerando as grandes economias, como o Brasil, a relação dívida por PIB aumentou 20 pontos na última década. Há, porém, uma série de pontos positivos no relatório, como a avaliação de que a América Latina “administrou com relativo sucesso as múltiplas crises causadas pela guerra da Rússia contra a Ucrânia e as incertezas da economia global” e conseguiu voltar os níveis de pobreza e emprego aos patamares pré-pandêmicos. Para o Banco Mundial, as economias da região “têm se mostrado relativamente resilientes diante do aumento do estresse da dívida, da inflação e do aumento da incerteza global”. A inflação da região, depois de atingir média de 7,9% em 2022, deve baixar para 5% neste ano, excluindo-se a Argentina e a Venezuela da conta, que convivem com aumento desenfreado de preços. A taxa média da região fica então abaixo da média dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 9,4%, e do Leste Europeu, de 18,8%, ainda que maior que inflação do Leste Asiático (4,7%).

FOLHA DE SP

GOVERNO

Governo tenta apoio externo para a recuperação de pastos

Comitiva brasileira quer capital chinês na conversão de áreas

Na nova missão brasileira à China, na próxima semana, um dos objetivos do Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, será assegurar apoios adicionais ao plano, ambicioso, de financiar a conversão de 30 milhões de hectares de pastagens degradadas em lavouras nos próximos anos e quase dobrar a área plantada no Brasil. Ele já apresentou a ideia a empresários chineses em sua viagem anterior a Pequim, no mês passado. A primeira empresa a ouvir a proposta foi a multinacional chinesa Cofco International, que deve participar de um projeto-piloto. Fávaro quer contar com a ajuda internacional, principalmente dos países clientes do agronegócio brasileiro para dar andamento ao plano, que está em discussão desde a campanha eleitoral de 2022. Com as limitações do orçamento federal, o ministro sabe que o crédito rural oficial não será suficiente para bancar a transformação dessas áreas. Nos cálculos da Pasta, transformar um hectare de pastagem improdutiva em área de cultivo agrícola custará, em média, US$ 3 mil, o que exigiria cerca de US$ 90 bilhões – o equivalente, hoje, a quase R$ 500 bilhões – em investimentos. Para efeito de comparação, todas as linhas de crédito do Plano Safra 2022/23, para produtores de todos os portes e perfis, totalizaram R$ 340,88 bilhões. O Ministro negocia com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a criação de um programa estruturado para financiar essa conversão de pastagens. Em paralelo, ele quer costurar com as tradings multinacionais a compra da produção dos grãos das áreas a serem recuperadas, o que geraria receita para os produtores e incentivaria a prática no campo. A ideia é que os compradores da soja e do milho brasileiros ofereçam contratos de longo prazo aos agricultores para assegurar demanda firme pela produção dessas novas áreas de lavoura. Procurada, a Cofco não se manifestou. A proposta inclui a possibilidade de antecipação de pagamento da safra, o que daria fluxo e capital de giro aos produtores. Na visão da equipe de Fávaro, o comprometimento dos importadores pode ser decisivo para complementar a oferta de recursos para as iniciativas de conversão. O assessor especial do Ministro, Carlos Augustin, disse ao Valor que o grande interesse por temas como sustentabilidade e crédito verde que os chineses manifestaram nas reuniões do mês passado surpreendeu a delegação brasileira. Segundo ele, o Brasil pode aproveitar esse momento para atrair os investimentos.

VALOR ECONÔMICO

EMPRESAS

Marfrig garante excelência em suas operações com 224 certificações

Para alcançar a posição de maior produtora de hambúrguer do mundo e uma das maiores de carne bovina, a Marfrig recorreu, nos últimos anos, às melhores práticas nacionais e globais. E continua a segui-las rigorosamente para se manter nesse patamar e assegurar a sustentabilidade e a longevidade do seu negócio

Entre essas práticas estão as mais importantes certificações do mundo, informou a Marfrig na terça-feira (04). A companhia tem atualmente 224 certificações, de 36 tipos, nas operações da América do Sul (Brasil, Argentina, Chile e Uruguai) e nos Estados Unidos. As certificações são nas seguintes áreas: qualidade e segurança dos alimentos; responsabilidade social; meio ambiente; saúde e segurança do trabalho. Atualmente, todas as 32 unidades da Marfrig no mundo são certificadas pelo BRC (British Retail Consortium), referência global em segurança dos alimentos, com notas máximas (A ou AA). Uma unidade brasileira de processamento alcançou nota AA+ nos últimos três anos, segundo a Marfrig. No Brasil, mais de 90% das operações têm certificação SMETA (Sedex Members Ethical Trade Audit). Um dos formatos de auditoria social mais utilizados no mundo para medir o desempenho da gestão socioambiental e as condições de trabalho do local, esta metodologia é baseada no Código de Conduta ETI (sigla em inglês de iniciativa de comércio ético) com relação a saúde e segurança, normas laborais, meio ambiente e ética comercial e nas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Organização das Nações Unidas (ONU). Essa metodologia compila as boas práticas de outras certificações, como a ISO 45001, de saúde e segurança ocupacional, a SA 8000, de responsabilidade social, e ISO 14001, de meio ambiente. Nas operações da Marfrig em diferentes regiões do mundo as certificações se diferenciam de acordo com as características das unidades – ou com as demandas dos mercados ou países. No Uruguai, por exemplo, as plantas têm certificações específicas para a produção de alimentos com carne orgânica. “Certificação de qualidade é um atestado de que nossas unidades cumprem todos os requisitos estabelecidos e atendem aos padrões estabelecidos pelas normas. Não entregamos resultados inferiores às notas A ou AA em BRC, que é uma norma global para segurança de alimentos”, disse no comunicado Elaine Bedeschi, gerente corporativa da Garantia da Qualidade da Marfrig Brasil. Levantamento divulgado pela Marfrig aponta que, no Brasil, a companhia possui no total 121 certificações, sendo de 17 tipos diferentes; na Argentina, são 17 certificações de 10 tipos; no Chile, são 4 certificações de 3 tipos; no Uruguai, 33 certificações de 9 tipos; e nos Estados Unidos, 49 certificações de 16 tipos.

CARNETEC

FRANGOS & SUÍNOS

Suínos: alta no PR, queda em SC

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 117,00/R$ 123,00, assim como a carcaça especial, valendo R$ 9,50/R$ 9,80 o quilo.

Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (4), houve leve alta somente no Paraná, na ordem de 0,31%, chegando a R$ 6,41/kg. Foi registrada queda de 1,37% em Minas Gerais, atingindo R$ 6,46/kg, e de 0,96% em Santa Catarina, alcançando R$ 6,22/kg. Ficaram estáveis os preços no Rio Grande do Sul e São Paulo, precificados, respectivamente, em R$ 6,49/kg e R$ 6,57/kg.

Cepea/Esalq

Frango: estabilidade no PR e SC

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,80/kg, assim como o frango no atacado, custando R$ 6,61/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o valor ficou inalterado em R$ 4,30/kg, da mesma maneira que no Paraná, custando R$ 4,93/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (4), o frango congelado ficou estável em R$ 7,05/kg, enquanto a ave resfriada teve tímido aumento de 0,14%, fechando em R$ 7,06/kg.

Cepea/Esalq

Casos de gripe aviária na Argentina chegam a 74. em granjas comerciais 10

A Argentina atingiu a marca de 74 casos de gripe aviária no país, conforme anúncio feito pelo governo local na noite de terça-feira

Foram confirmados dois novos casos positivos de gripe aviária (IA) H5, um em aves de uma granja comercial da província de Chubut (Gaiman) e um em aves domésticas da província de Santa Fé (Capivara). Os casos confirmados são: 59 em aves domésticas, 10 em aves do setor comercial e cinco em aves silvestres, distribuídos da seguinte forma: 19 em Córdoba, 18 em Buenos Aires, 10 em Neuquén, 9 em Santa Fe, 5 em Río Black, 3 em Chubut, 2 em San Luís, 2 em Chaco, 2 em La Pampa, 1 em Jujuy, 1 em Santiago del Estero, 1 em Salta e 1 em Corrientes. Vale lembrar que, pouco mais de um mês após a detecção da gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP) em aves (comerciais) – motivo pelo qual a Argentina perdeu temporariamente o status de país livre da doença e, portanto, autosuspendeu as exportações de produtos avícolas, cumprindo os padrões internacionais – o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) iniciou negociações com os países compradores para restabelecer os mercados. A Argentina tem conseguido, por meio de acordos bilaterais, dar andamento aos embarques. Foram feitos acordos para retomar os embarques para Rússia, Arábia Saudita, Hong Kong, Japão e alguns países africanos que devem comprar carne de frango fresca de áreas livres de doenças.

Senasa

Situação da gripe aviária no Japão se agrava e país está quase sem áreas para enterrar aves

O pior surto de gripe aviária de todos os tempos no Japão dizimou seus rebanhos de aves e elevou os preços dos ovos. Agora falta espaço para enterrar galinhas mortas

Mais de 17 milhões de aves foram mortas em todo o país nesta temporada. O descarte de carcaças deve ser feito adequadamente para evitar a propagação do vírus ou a contaminação do abastecimento de água. Governos locais e agricultores dizem que faltam terras adequadas para enterrá-los, informou a emissora nacional NHK. O caso do Japão destaca a necessidade de os países revisarem como lidam com a gripe aviária, especialmente porque o número recorde de mortes devido ao vírus está se tornando uma norma em todo o mundo. Embora os surtos tenham ocorrido principalmente na Europa, Estados Unidos e Ásia, a doença se espalhou ainda mais para a América do Sul nos últimos meses, com Argentina, Uruguai e Bolívia relatando seus primeiros casos. Isso está afetando a oferta global de carne e ovos em um momento de crescentes temores de inflação. O surto no Japão forçou empresas como McDonald’s e 7-Eleven a suspender a venda de itens relacionados a ovos ou aumentar seus preços. Agricultores e autoridades geralmente desenvolvem planos pré-incidentes para gerenciar os resíduos gerados durante um surto de gripe aviária, incluindo carcaças, estrume e equipamentos de proteção individual. Mas o número de frangos a serem descartados aumentou além das expectativas, disse a NHK. Algumas regiões estão queimando as galinhas mortas se conseguirem instalações de incineração.

Bloomberg

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