
Ano 9 | nº 1894 |10 de janeiro de 2023
ABRAFRIGO NA MÍDIA
Exportações totais de carne bovina crescem 42% na receita e 26% no volume em 2022, mas devem perder força em 2023
As exportações totais de carne bovina em 2022 cresceram 42% na receita e 26% no volume e são as maiores da série histórica do produto no país (carne in natura + carne processada)
Aproveitando a boa maré do mercado mundial, principalmente do mercado chinês que representou mais da metade das vendas, tanto nos preços (60,9%) como nos volumes (53,3%), o Brasil obteve uma receita de US$ 13,091 bilhões no ano passado e movimentou 2.344.736 toneladas. Em 2021 a receita foi de US$ 9,237 bilhões e o volume de 1.867.574 toneladas. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), que compilou os dados da Secex – Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia. Em dezembro, segundo a ABRAFRIGO, as exportações totais proporcionaram uma receita de US$ 850,3 milhões, 17% de alta em relação aos US$ 726,8 milhões do mesmo mês de 2021. Foram movimentadas 186.084 toneladas contra 151.573 toneladas em dezembro de 2021. A China comprou, sozinha, 99.744 toneladas no último mês do ano. Segundo a ABRAFRIGO, esse quadro não deve se repetir em 2023, principalmente em relação aos preços obtidos no ano passado, porque nos últimos meses houve uma intensa renegociação dos valores com o mercado chinês, com o produto brasileiro apresentando quedas de mais de 10% nos valores médios, que se mantiveram elevados graças aos patamares das cotações do começo do ano passado. Depois da China, os Estados Unidos foi o maior comprador da carne bovina brasileira, proporcionando uma receita de US$ 904,1 milhões, com movimentação de 173.141 toneladas. No ano passado, a receita foi de US$ 801,7 milhões e a exportação de 117.805 toneladas, crescendo, respectivamente, 12,8% e 47%. No terceiro lugar ficou o Chile, mesmo com queda nas compras em relação a 2021: as exportações proporcionaram receita de US$ 360,1 milhões (- 29,2%) para uma movimentação de 71.858 toneladas (-27,5%). Já o Egito ocupou a quarta posição, com receitas de US$ 354,4 milhões (+62,1%) e movimentação de 99.994 (+69,7%) toneladas em 2022, contra US$ 219,8 milhões e 55.399 toneladas em 2021. Também com quedas na movimentação, Hong Kong ocupou a quinta posição: em 2021 a receita alcançou a US$ 793,7 milhões e caiu para US$ 308,9 milhões em 2022 (- 61,1%). Já a movimentação foi de 206.468 toneladas em 2021 para 88.535 toneladas em 2022 (- 57,1%), o que foi amplamente compensado pela elevação das compras da China pelo continente. No total, em 2022, 110 países aumentaram suas aquisições da carne bovina brasileira enquanto que outros 57 reduziram.
Publicado em: Valor Econômico/Reuters/Agro em Dia/Canal Rural/Money Times/CNN Brasil/Isto É/Investing.com/Portal DBO/Globo Rural/Carnetec/Notícias Agrícolas/BBM Datagro/Portal do Agronegócio
NOTÍCIAS
Queda na cotação da arroba do boi gordo em São Paulo
A ponta compradora com as escalas de abate confortáveis e a sinalização de queda na última semana, a cotação da arroba de boi e vaca gordos caiu R$3,00 na comparação com o último levantamento (6/1)
Em Alagoas, no levantamento diário, a referência para boi, vaca e novilha gordos permaneceu estável. No atacado com osso, na primeira semana de janeiro, as movimentações de venda para o atacado e varejo foram consideradas razoáveis. Houve uma inversão nas preferências do consumidor, que refletiu em um incremento de 3,7% na cotação do dianteiro nos últimos sete dias. Com isso, na variação semanal, a cotação da carcaça casada de bovinos inteiros subiu 1,0%. Para a carcaça de bovinos castrados, incremento de 1,2%.
SCOT CONSULTORIA
Demanda doméstica permanece deprimida, com queda dos preços no atacado logo no início da semana
O mercado físico do boi gordo inicia a semana com alguns frigoríficos testando preços mais baixos, sinalizando para uma frente de relativo conforto em suas escalas de abate. As negociações acontecem a conta gotas neste momento.
De acordo com o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, precisa ser relatado que os pecuaristas dispõem de maior poder de barganha neste momento, avaliando a boa condição das pastagens em grande parte do país. A demanda doméstica permanece deprimida com queda dos preços no atacado logo no início da semana. Em São Paulo (SP), a referência para a arroba do boi ficou em R$ 283. Em Minas Gerais, os preços foram sinalizados em R$ 282. Já em Dourados (MS), a cotação é de R$ 258. Em Campo Grande (MS) arroba tem indicação de R$ 265. Em Cuiabá (MT), a arroba de boi gordo finalizou o dia cotada a R$ 256. Já em Goiânia (GO), a arroba teve cotação de R$ 275. O mercado atacadista abriu a semana apresentando queda em suas cotações. De acordo com Iglesias, a demanda costuma ser mais tímida ao longo do primeiro trimestre, considerando a descapitalização da população em meio a despesas tradicionais a esse período do ano. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 14 por quilo. Já a ponta de agulha caiu, ficando com preço de R$ 14,80. O quarto traseiro do boi ficou cotado em R$ 20 por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Carne bovina: preço médio da exportação cai 6,7% na primeira semana de Janeiro
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, o volume exportado de carne bovina in natura atingiu 40,7 mil toneladas nos primeiros cinco dias úteis de janeiro/23
No ano passado, o mês de janeiro encerrou com 138,06 mil toneladas em 21 dias úteis. A média diária exportada ficou em 8,1 mil toneladas, alta de 24,1%, contra 6,5 mil toneladas em janeiro do ano passado. De acordo com as informações da Datagro, os resultados estão ligados a volumes sólidos de importações da China, que tem obtido melhores condições de compra da proteína brasileira, aproveitando uma valorização de 7,3% do yuan em relação ao dólar desde novembro. “O recente fortalecimento do yuan chinês em relação ao dólar junto do início da reabertura econômica iminente na China nas próximas semanas são alguns fatores que podem indicar que os preços da carne brasileira exportada devem estar próximos das mínimas, podendo voltar a subir e talvez flertar com o patamar de US$5.500 por tonelada nos próximos meses”, informou em seu relatório. O preço médio da carne bovina na primeira semana de janeiro ficou em US$ 4.880 mil por tonelada, queda de 6,7% frente a janeiro de 2021 com US$ 5,233 mil por tonelada. A média diária ficou em US $ 39,821 milhões, alta de 15,7%, em comparação com janeiro do ano passado, com US$ 34,407 milhões.
AGÊNCIA SAFRAS
ECONOMIA
Dólar tem alta leve após ataques em Brasília com reação forte de instituições democráticas
O dólar teve alta comedida frente ao real na segunda-feira, um dia depois de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadirem e depredarem as sedes dos Três Poderes em Brasília, com a reação forte das instituições democráticas nacionais ajudando a limitar os ganhos da moeda norte-americana
No mercado à vista, o dólar subiu 0,44%, a 5,2594 reais na venda, avanço bem comportado na comparação com os saltos de mais de 1,5% registrados em cada um dos dois primeiros pregões de 2023. Apoiadores radicais do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram no domingo os prédios do Palácio do Planalto, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional, num eco da invasão do Capitólio norte-americano por apoiadores de Donald Trump em 6 de janeiro de 2021. “Tem uma percepção de que esses protestos violentos do final de semana não devem gerar uma crise política no país, porque a opinião pública está extremamente contrária a eles, então existe uma visão de que não haverá uma escalada”, disse à Reuters Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho. Além disso, investidores reagiram bem ao posicionamento rápido e forte das instituições brasileiras aos ataques, disseram participantes do mercado. Ainda no domingo, após as invasões, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal (DF) e, na madrugada desta segunda-feira, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou o afastamento por 90 dias do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB). Também nesta segunda, os chefes do Executivo, Legislativo e Judiciário disseram em nota conjunta que rejeitam o que chamaram de “atos terroristas, de vandalismo, criminosos e golpistas”. Enquanto isso, a polícia do DF e o Exército desmontaram na segunda-feira o acampamento de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro no entorno do quartel-general do Exército em Brasília e os integrantes foram levados de ônibus para a sede da Polícia Federal. “Não teve nenhuma manifestação do Exército ou de partido apoiando institucionalmente esse tipo de coisa”, disse Hideaki Iha, operador de câmbio da Fair Corretora, em referência aos ataques realizados na véspera na capital federal. Ele acrescentou, porém, que fica no mercado a dúvida sobre se os ataques bolsonaristas vão continuar. Para o Citi, sem qualquer apoio institucional, os ataques devem ser de curta duração e não ter grandes implicações diretas no Brasil. “Qualquer recuo nos preços dos ativos brasileiros também deve, portanto, ser revertido com relativa rapidez”, disse o banco norte-americano em relatório. O cenário externo também ajudou a limitar os ganhos do dólar frente ao real nesta sessão, segundo participantes do mercado, uma vez que o índice da moeda norte-americana contra uma cesta de pares fortes caía cerca de 0,7% nesta tarde, em meio à redução de temores sobre um aperto monetário agressivo demais por parte do Federal Reserve.
REUTERS
Ibovespa fecha com declínio marginal após ataques em Brasília
O Ibovespa fechou com baixa discreta na segunda-feira, com os ataques no domingo às sedes dos Três Poderes em Brasília por bolsonaristas pedindo um golpe contra Luiz Inácio Lula da Silva tendo efeito limitado no mercado, dada a percepção de agentes de que não devem desencadear uma crise política
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,12%, a 108.832,10 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro no pregão somava 18,5 bilhões de reais. Na máxima, chegou a encostar em 110 mil pontos, mas perdeu fôlego com a piora em Nova York no final da sessão. O S&P 500 tinha baixa de 0,07% no fechamento preliminar.
REUTERS
Mercado prevê alta da inflação e Selic para 2024, indica Focus
Analistas consultados pelo Banco Central passaram a ver a taxa básica de juros mais alta em 2024 em meio ao aumento das expectativas para a inflação tanto neste ano quanto no próximo, de acordo com a pesquisa Focus
A pesquisa ainda não reflete possíveis mudanças após a invasão das sedes dos Três Poderes em Brasília no domingo, já que foi fechada na sexta-feira. No entanto, são as primeiras projeções depois da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 1 de janeiro. O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, apontou que as expectativas para a alta do IPCA em 2023 e 2024 subiram respectivamente a 5,36% e 3,70%, de 5,31% e 3,65% antes. Para 2022, cujo dado final será divulgado na terça-feira, a projeção para a inflação ficou em 5,62%. Todas as estimativas superam o centro da meta, estabelecida em 3,5% para 2022, 3,25% para 2023 e 3,00% para 2024, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Diante da pressão inflacionária, os analistas mantiveram a perspectiva de que a taxa básica de juros Selic encerrará este ano a 12,25%, ante patamar atual de 13,75%. Mas passaram a ver a taxa em 9,25% em 2024, de 9,0% antes. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento foi ajustada em 0,01 ponto percentual para baixo para 2022, a 3,03%, e recuou 0,02 ponto para este ano, a 0,78%. Para o próximo ano permanece a projeção de um crescimento de 1,50%. O cenário do dólar para 2023 passou de R$ 5,27 para R$ 5,28. Há um mês, a mediana era de R$ 5,25. A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.
ESTADÃO CONTEÚDO
EMPRESAS
Crescem as certificações para mercado halal no Brasil
Cdial, uma das principais certificadoras de produtos destinados ao mercado muçulmano da América Latina, ratificou 30 novas empresas do agro em 2022
A Cdial Halal, uma das principais certificadoras de produtos destinados ao mercado muçulmano da América Latina, ratificou 30 novas empresas do agronegócio em 2022, o dobro do ano anterior. Desse grupo, dez produzem proteína animal. Segundo a companhia, além de o Brasil seguir firme como o maior exportador de carne de frango halal, setores como o da piscicultura começaram a enxergar o potencial desse mercado e também buscaram a certificação ao longo do último ano. “Temos um mercado abundante, que necessita de nossas proteínas. Falta as empresas abrirem novos horizontes e participarem, efetivamente, desse mercado, que cresce a cada ano”, afirma o diretor de operações da Cdial Halal, Ahmad Saifi. Atualmente, as empresas de proteína animal representam 53% das certificações concedidas pela empresa. A Cdial tem a expectativa de aumentar o número de certificações em pelo menos 25% neste ano em comparação com os números de 2021. O processo de certificação halal analisa todas as etapas da cadeia de produção, que vão da obtenção da matéria prima ao armazenamento. Com o trabalho, ela garante a conformidade com as leis islâmicas. A certificadora frisa que esses produtos têm se popularizado também entre consumidores não-muçulmanos, já que a certificação é também um atestado de qualidade e higiene. “Vários países, entre eles Japão e Austrália, têm buscado a certificação halal”, afirma o diretor.
VALOR ECONÔMICO
FRANGOS & SUÍNOS
Exportações de carne suína superam 100 mil toneladas em dezembro
Embarques de dezembro são 14,6% maiores em relação ao mesmo período de 2021; desempenho do segundo semestre é o maior já registrado pelo setor; embarques totais de 2022 é 1,4% menor em relação ao ano anterior
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 102,8 mil toneladas em dezembro, volume 14,6% superior ao registrado no décimo segundo mês de 2021, com 89,7 mil toneladas. Em receita, a alta chegou a 32,5%, com US$ 253,8 milhões em dezembro do ano passado, contra US$ 191,5 milhões em 2021. Com o desempenho registrado em dezembro, as exportações totais de 2022 alcançaram 1,120 milhão de toneladas, volume 1,4% menor que o registrado no mesmo período do ano anterior, com 1,137 milhão de toneladas. A receita total gerada no ano passado chegou a US$ 2,572 bilhões, resultado 2,6% menor que o registrado em 2021, com US$ 2,641 bilhões. No levantamento por países, a China (principal destino) importou 53,5 mil toneladas em dezembro, volume 79,6% maior que o realizado no mesmo período de 2021, com 29,8 mil toneladas. Outros destaques foram o Chile, com 5,8 mil toneladas (+68,7%), Uruguai, com 4,4 mil toneladas (+3,8%) e Angola, com 3,6 mil toneladas (+84%). De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a média mensal de exportações em volume registradas no segundo semestre de 2022 é a maior da história, e contribuiu para que os embarques do ano alcançassem números próximos ao registrado em 2021 – ano de recorde histórico para o setor. “As vendas mensais registradas desde julho até dezembro se estabeleceram em média acima de 100 mil toneladas, algo inédito para o setor, que recuperou o desempenho visto no primeiro semestre, com média de 85 mil toneladas. As divisas geradas reduziram a pressão resultante dos atuais patamares de custos de produção, que são históricos”, avalia Santin.
ABPA
Exportações de carne de suína em cinco dias úteis chega a 35% do faturamento de janeiro/22
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, as exportações de carne suína in natura nos primeiros cinco dias úteis de janeiro ultrapassaram em 30% o registrado em janeiro de 2022, em apenas cinco dias úteis
A receita, US$ 53,1 milhões, representa 35,36% da de janeiro de 2022, com US$ 150,2 milhões. No volume, as 21.298 toneladas são 31,41% do total registrado em janeiro do ano passado, com 67.793 toneladas. A receita por média diária foi de US$ 10,6 milhões valor 48,5% maior do que janeiro de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 1,1%. Em toneladas por média diária, foram 4.259 toneladas, houve crescimento de 31,9% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Em relação à semana anterior, avanço de 1,26%. No preço pago por tonelada, US$ 2.495, ele é 12,6% superior ao praticado em janeiro passado. Frente ao valor da semana anterior, queda de 2,33%.
AGÊNCIA SAFRAS
Preços do frango com quedas pontuais
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,00/kg, enquanto a ave no atacado recuou 0,82%, chegando em R$ 6,05/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, não houve mudança de preço, com valor inalterado de R$ 3,02/kg, assim como no Paraná, custando R$ 5,03/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (6), houve recuo de 0,94% para a ave congelada, atingindo R$ 7,40/kg, enquanto o frango resfriado baixou 1,05%, fechando em R$ 7,53/kg.
Cepea/Esalq
Frango: exportações começam janeiro aceleradas
Resultados acima de janeiro de 2022 e também da última semana de dezembro
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, a exportação de carne de aves in natura nos cinco primeiros dias úteis de janeiro iniciou aquecida. A receita, US$ 237,3 milhões, representa 43,6% sobre janeiro de 2022, com US$ 544,3 milhões. No volume embarcado, as 117.227,46 toneladas são 36,9% em relação a janeiro do ano passado, com 317.378 toneladas. A receita por média diária foi de US$ 47,4 milhões, valor 83,1% maior do que o registrado em janeiro de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve aumento de 47,20%. Em toneladas por média diária, foram 23.445 toneladas, houve crescimento de 55,1% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Em relação à semana anterior, alta de 45,8%. No preço pago por tonelada, US$ 2.024, ele é 18,0% superior ao praticado em janeiro do ano passado. Frente ao valor da semana anterior, leve alta de 0,92%.
AGÊNCIA SAFRAS
ABRAFRIGO
imprensaabrafrigo@abrafrigo.com.br
POWERED BY EDITORA ECOCIDADE LTDA
041 3289 7122
