CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1869 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2022

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Ano 8 | nº 1869 | 29 de novembro de 2022

 

Notícias

Mercado físico do boi gordo com preços de estáveis a mais altos na segunda-feira

De acordo com o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o dia foi de alta pontual nos preços da arroba do boi, com a semana iniciando em meio a poucos negócios

“O ritmo de negócios foi pouco fluído, com muitos frigoríficos ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias para aquisição de boiadas no curto prazo. O fato é que as escalas de abate permanecem encurtadas neste momento, sugerindo pela continuidade do movimento de alta no curto prazo. A demanda doméstica de carne bovina permanece aquecida, o que também favorece a continuidade da alta das cotações país a fora.”, disse Iglesias. O comentarista ainda complemente que os frigoríficos exportadores também têm atuado de maneira mais contundente no mercado, mantendo a perspectiva de recuperação dos preços. Em São Paulo (SP), a referência para a arroba do boi ficou em R$ 288. Já em Dourados (MS), a cotação é de R$266. Em Cuiabá (MT), a arroba de boi gordo finalizou o dia cotada a R$ 249. Em Uberaba (MG), as cotações ficaram em R$ 280. Já em Goiânia (GO), a arroba teve cotação de R$ 280. Já os preços da carne bovina seguem firmes. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios volta a sugerir por nova alta das cotações no curto prazo, em linha com o ápice do consumo no mercado doméstico. A entrada do décimo terceiro salário, criação dos postos temporários de emprego, demais bonificações de final de ano e a Copa do Mundo de futebol são fatores importantes nesse sentido. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 16,20 por quilo. A ponta de agulha teve preço de R$ 16,15 e o quarto traseiro do boi ficou cotado em R$ 21,90 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Sob seca, gado na Amazônia não engorda e pecuarista antecipa venda para abate

Pesquisa mostra que crise climática afeta oferta e qualidade da produção

NOVA YORK – Pecuaristas da Amazônia estão mudando estratégias na produção de gado em resposta às mudanças climáticas. Criadores antecipam a venda dos animais para confinamento ou abate por não conseguirem engordar rebanhos nas pastagens escassas pelas secas severas. A oferta e a qualidade da produção podem ser afetadas, diz estudo. O rebanho bovino brasileiro atingiu recorde histórico de 224,6 milhões de animais em 2021, espalhados em mais de 2,5 milhões de estabelecimentos agropecuários. Cerca de 40% do rebanho está na Amazônia Legal, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Sustentar o gado nos pastos da Amazônia sempre foi um desafio durante a estação seca. Os animais engordam na estação chuvosa e perdem peso drasticamente na estação seca, trazendo prejuízos aos pecuaristas. Esse “efeito sanfona” produz oscilações na oferta e torna a carne menos macia, diz a autora do estudo, Marin Skidmore, da Universidade Illinois (EUA). O efeito ficou mais dramático –e custoso– aos produtores à medida que as secas aumentam na região, expondo os animais à fome, sede e calor. Skidmore analisou quase quatro milhões de transações comerciais de gado operadas em 172 mil fazendas de Rondônia e comparou com variações climáticas de dez anos. Dados são do Guia de Transporte Animal e satélites do Climate Hazards Center (EUA). Ela também entrevistou dezenas de pecuaristas da região. Skidmore constatou que os pecuaristas estão terceirizando a engorda dos animais nas secas, vendendo-os para propriedades capazes de confinar ou manter o gado em pastagens recuperadas. Quando as temperaturas se elevam muito, eles vendem direto para o abate. São medidas para evitar perdas financeiras com o gado magro e custos elevados do confinamento, como ração, insumos e estrutura tecnológica. Esse cenário levou a uma maior dependência de poucas fazendas equipadas para resistir às secas e uma maior especialização das fazendas em cuidar de distintas fases dos bovinos (parto, criação e engorda final). Os pecuaristas anteveem a severidade das secas observando irregularidades das chuvas da transição entre a estação chuvosa e seca, o que corresponde às observações científicas, segundo o estudo. Leia mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/11/sob-seca-gado-na-amazonia-nao-engorda-e-pecuarista-antecipa-venda-para-abate.shtml

FOLHA DE SP

ECONOMIA

Dólar tem queda acentuada, apesar de indefinição sobre gastos e Fazenda

O dólar caiu acentuadamente frente ao real nesta segunda-feira, com investidores citando movimento de correção após salto recente, apesar da permanência de indefinições sobre os gastos extra-teto pretendidos pelo governo eleito e sobre quem será o próximo ministro da Fazenda do Brasil

A moeda norte-americana à vista perdeu 0,80%, a 5,3645 reais na venda. Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho, disse à Reuters que essa queda “é um pouco de correção, e investidores em compasso de espera antes da agenda dos Estados Unidos desta semana”, disse Rostagno, citando expectativa por dados do Produto Interno Bruto (PIB) e de emprego norte-americanos. “Curiosamente, as entradas alavancadas de dinheiro estão voltando ao Brasil, após saídas iniciais impulsionadas pelo debate em torno da flexibilização fiscal e da escolha da equipe econômica”, disse o Citi em relatório na segunda-feira, citando dados próprios. “Os clientes alavancados parecem estar dispostos a se engajar novamente antes mesmo de haver uma clareza em torno de ambas as questões. Isso pode sugerir que os clientes acham que o pior caso já está, na maior parte, precificado.” O “pior caso” para a maior parte dos investidores parece ser a aprovação da PEC da Transição sem alterações em relação ao desenho inicial –que prevê quase 200 bilhões de reais em gastos extra-teto por tempo indeterminado– e a indicação de Haddad à Fazenda.

REUTERS

Ibovespa fecha estável com Petrobras e Vale em alta segurando exterior em baixa

O Ibovespa fechou com uma variação marginal na segunda-feira, com varejistas entre as maiores quedas na esteira de dados fracos da Black Friday, enquanto a alta de Petrobras e Vale ofereceu um suporte relevante, em dia com exterior desfavorável

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,05%, a 109.031,16 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro somava 16,5 bilhões de reais, novamente bem abaixo da média do mês, com o Brasil voltando a campo na Copa do Mundo no começo da tarde e afetando a liquidez na bolsa paulista, mesmo com o mercado norte-americano aberto. Investidores também continuam na expectativa de um desfecho sobre a PEC da Transição, que abre espaço para um aumento dos gastos públicos a partir de 2023, bem como da equipe ministerial do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

REUTERS

Mercado eleva projeções para inflação e dólar no Focus

Analistas consultados pelo Banco Central elevaram ligeiramente suas previsões para a inflação e o câmbio neste ano e no próximo, de acordo com a pesquisa Focus divulgada na segunda-feira

O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, apontou que a expectativa para a alta do IPCA este ano agora é de 5,91%, 0,03 ponto percentual a mais do que na semana anterior. Para 2023, a projeção subiu em 0,01 ponto, a 5,02%. Para 2024 o cálculo continua sendo de um aumento de preços de 3,50%. O centro da meta oficial para a inflação em 2022 é de 3,5%, para 2023 é de 3,25% e para 2024 é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento em 2022 melhorou em 0,01 ponto percentual, a 2,81%, enquanto que para o ano que vem permaneceu em 0,70%. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que houve aumento nas estimativas para o dólar, calculado em 5,27 reais em 2022 e 5,25 reais em 2023, de 5,25 e 5,24 reais anteriormente. Já para a taxa básica de juros segue o cenário de que a Selic terminará este ano a 13,75% e o próximo a 11,50%.

REUTERS

Inadimplência no Brasil sobe em outubro ao nível mais alto em quase 4 anos

A inadimplência em recursos livres no Brasil avançou em outubro para o nível mais alto em quase quatro anos, mostraram dados do Banco Central na segunda-feira, em meio ao alto custo dos empréstimos após o agressivo ciclo de aperto monetário

A taxa de inadimplência em recursos livres aumentou para 4,2% em outubro de 4,1% no mês anterior, taxa mais elevada desde agosto de 2018, quando foi de 4,22%. Ao mesmo tempo, o spread bancário no mesmo segmento ficou em 30,3%, de 28,6% em setembro. O BC fez um alerta recentemente sobre riscos à estabilidade financeira do país em um eventual cenário de elevação de gastos públicos e incerteza sobre a trajetória de endividamento do governo, com impacto sobre prêmios de risco e expectativas de inflação. De acordo com o BC, a capacidade das pessoas físicas de pagar se deteriorou mesmo diante de indicadores melhores para a economia e o mercado de trabalho. O estoque total de crédito no Brasil subiu 1,0% em outubro na comparação com setembro, a 5,215 trilhões de reais, correspondente a 54,9% do Produto Interno Bruto (PIB), mostraram ainda os dados do PIB. Em 12 meses, a taxa desacelerou a 15,8%, de 16,4% em setembro. O BC prevê aumento de 14,2% do crédito este ano.

REUTERS

FGV: confiança da Indústria cai 3,6 pontos em novembro

O Índice de Confiança da Indústria (ICI), divulgado ontem (28) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) registrou queda de 3,6 pontos em novembro, chegando a 92,1 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice caiu 2,7 pontos. Segundo o economista do instituto Stéfano Pacini, este é o pior resultado desde julho de 2020

“A confiança da indústria caiu pelo terceiro mês consecutivo e segundo de forma disseminada entre os segmentos pesquisados. Há deterioração das percepções sobre a situação atual decorrente de uma piora da demanda e consequente aumento do nível de estoques, o maior desde o período de lockdown”, disse. De acordo com ele, a perspectiva futura também está em baixa. “Além disso, observa-se uma piora das expectativas para os próximos meses, possivelmente relacionada a uma desaceleração global prevista e um cenário econômico brasileiro de incertezas para o início do próximo ano”, explicou. O indicador apresentou queda da confiança em 14 dos 19 segmentos industriais monitorados pela Sondagem, em novembro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi 9,7 pontos. O Índice Situação Atual (ISA) caiu 4,6 pontos, para 91,8 pontos, e o Índice de Expectativas (IE) registrou queda de 2,4 pontos, indo para 92,6 pontos. Os dois estão no menor nível desde julho de 2020, “período crítico de lockdown da pandemia brasileira”, segundo o FGV Ibre, quando vigoravam as medidas restritivas de circulação devido à covid-19. Entre os componentes do ISA, a maior influência negativa veio do indicador que mede a percepção sobre a demanda no momento, com queda de 6,6 pontos no mês, para 91,5 pontos. Também apresentou piora a percepção dos empresários em relação à situação atual dos negócios, com recuo de 4,9 pontos, para 89,7 pontos. O nível de estoques apresentou leve piora ao subir 1,6 ponto em novembro, para 104,8. Acima de 100 pontos, esse indicador aponta que a indústria está operando com estoques acima do desejável. Nas expectativas, a principal influência do mês foi a tendência dos negócios para os próximos seis meses. A queda de 4,5 pontos, para 87,8 pontos, mantém o indicador abaixo dos 100 pontos desde setembro de 2021. No horizonte de três meses, as perspectivas sobre emprego caíram pela segunda vez seguida, com 2,5 pontos a menos, para 99,3 pontos. É a primeira vez em sete meses que o indicador fica abaixo dos 100 pontos, considerado o nível neutro. Segundo o FGV Ibre, isso sinaliza uma “desaceleração das contratações nos próximos meses”. O indicador que mede as perspectivas sobre a produção para os próximos três meses ficou estável em 91,1 pontos pelo terceiro mês consecutivo. Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci) caiu 0,9 ponto e alcançou 79,8%, mesmo patamar observado em abril deste ano.

Agência Brasil

Juro médio cobrado pelos bancos em outubro é o maior em quase cinco anos

Para as pessoas físicas, a taxa média de juros no crédito livre passou de 54% para 56,6%

Mesmo após o fim do ciclo “intenso e tempestivo” de alta da Selic, a taxa básica de juros, os juros cobrados pelos bancos no chamado crédito livre (não inclui habitacional, rural e BNDES) voltaram a subir em outubro, de 40,7% ao ano em setembro para 42,4% ao ano em outubro, informou nesta segunda-feira, 26, o Banco Central. Esse é o maior nível desde novembro de 2017 (42,6% ao ano), ou seja, em quase cinco anos. Para as pessoas físicas, a taxa média de juros no crédito livre passou de 54% para 56,6% ao ano de setembro para outubro, enquanto para as pessoas jurídicas foi de 23% para 23,5%. No crédito pessoal, a taxa passou de 40,2% para 42,4% ao ano. A taxa média de juros cobrada pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo, por sua vez, avançou de 390,7% ao ano em setembro para 399,5% ao ano em outubro. É a maior taxa desde agosto deste ano (399,6% ao ano). O rotativo do cartão, juntamente com o cheque especial, é uma modalidade de crédito emergencial cara, mas muito acessada em momentos de dificuldades. No caso do parcelado, ainda dentro de cartão de crédito, o juro cedeu no mês, de 185,6% para 184,5% ao ano. Considerando o juro total do cartão de crédito, que leva em conta operações do rotativo e do parcelado, a taxa passou de 89,8% para 95%. Em abril de 2017, começou a valer a regra que obriga os bancos a transferir, após um mês, a dívida do rotativo do cartão de crédito para o parcelado, a juros mais baixos. A intenção do governo com a nova regra era permitir que a taxa de juros para o rotativo do cartão de crédito recuasse, já que o risco de inadimplência, em tese, cai com a migração para o parcelado. Entre as principais linhas de crédito livre para a pessoa física, destaque para o cheque especial, cuja taxa caiu de 134,3% ao ano para 132,5% ao ano de setembro para outubro. Os dados divulgados na segunda pelo Banco Central mostraram ainda que, para aquisição de veículos, os juros foram de 27,1% ao ano em setembro para 27,2% em outubro.  A taxa média de juros no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), foi de 28,8% ao ano em setembro para 29,9% ao ano em outubro. No décimo mês de 2021, estava em 23%. Já o Indicador de Custo de Crédito (ICC) subiu 0,3 ponto porcentual em outubro ante setembro, aos 21,6% ao ano. O porcentual reflete o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque. Na prática, o indicador reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.

O ESTADO DE SÃO PAULO

EMPRESAS

Com Copa do Mundo, BRF prevê alta de 40% nas vendas de alimentos halal no Catar

Brasil fornece 70% da carne de frango consumida no país, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal; entre janeiro e outubro, nação islâmica importou 90,6 mil toneladas do produto

A demanda por produtos halal no Catar durante a Copa do Mundo deve impulsionar em 40% as vendas da BRF no país entre novembro e dezembro, em relação a igual período de outros anos. A expectativa do consumo aquecido no país-sede do evento já havia feito a empresa deslocar em julho seus estoques dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita para reforçar a oferta. Igor Marti, vice-presidente de Mercado Halal da BRF, diz que alimentos industrializados e o foodservice lideram a comercialização da produção, que segue os preceitos do islamismo. “No Catar, a marca Sadia tem market share de até 70% em alguns segmentos.” Em relação às vendas globais da BRF em 2021, o halal garantiu 18% da receita líquida, de R$ 48,3 bilhões. O Brasil fornece 70% da carne de frango consumida no Catar, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal. Entre janeiro e outubro, a nação islâmica importou 90,6 mil toneladas do produto brasileiro (+40%), com receitas superiores a US$ 177,9 milhões (+66,6%). Após a conclusão da joint venture com o fundo soberano da Arábia Saudita (PIF), Igor Marti, da BRF, diz que a empresa está “sempre de olho” em novas oportunidades. “É natural; o halal continua crescendo (na região)”, explica. Mas qualquer expansão, ressalta o executivo, exige capital. E não só o Catar aumentou a demanda pela proteína animal brasileira, como também os vizinhos do Golfo que hospedam torcedores. O Conselho de Cooperação do Golfo, que, além do país-sede, inclui Arábia Saudita, Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes e Omã, ampliou o volume importado de carne de frango do País em 8,3% e de bovina em 19,6% de janeiro a outubro, indica levantamento da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

O ESTADO DE SÃO PAULO

FRANGOS & SUÍNOS

‘Avanço de doenças preocupa Brasil’, diz presidente da ABPA

Segundo Ricardo Santin, Brasil está atento para reforçar políticas de prevenção, seja da influenza aviária, seja da peste suína africana

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin destacou no VI Avisulat 2022, em Porto Alegre, que há uma grande preocupação no Brasil setor com relação ao avanço dos casos de influenza aviária e de peste suína africana. “É importante dizer primeiramente que o Brasil está livre dessas doenças. Somos o único grande produtor mundial que nunca registrou casos de gripe aviária. Quando se fala em peste suína africana, faz muito tempo que o país não tem essa enfermidade e está livre também”, afirmou. Santin disse que há uma preocupação no sentido de reforçar as prevenções, por dois motivos: o primeiro para manter o país livre, evitando o contato dos animais de modo a evitar qualquer possibilidade de vir a se ter a doença e, o segundo, para que se possa ter condições de aumentar a produção para ajudar o mundo. Santin afirma que chama bastante a atenção o fato de que nem se chegou ao inverno no Hemisfério Norte e a gripe aviária já está matando e dizimando planteis nos Estados Unidos e na Europa, se espalhando para todos os países do continente, pois há um clima mais propicio para isso. “No caso da peste suína africana, há um recrudescimento da casos na Alemanha e na Polônia, países importantes de fornecimento e isso faz com que o Brasil deve ser chamado para complementar a segurança alimentar local desses países”, sinalizou. O dirigente disse que o setor de proteína animal Brasil está muito atento e cuidadoso para reforçar todas as campanhas e políticas de prevenção, seja da influenza aviária, seja da peste suína africana.

ABPA

Cotações estáveis para o mercado de suínos

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 130,00/R$ 135,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 10,10/kg/10,50/kg

(25), os preços ficaram estáveis nas principais praças, valendo R$ 7,26/kg em Minas Gerais, R$ 6,56/kg no Paraná, R$ 6,63/kg no Rio Grande do Sul, e R$ 7,15/kg em São Paulo e R$ 6,51/kg em Santa Catarina.

Cepea/Esalq

Frango congelado e resfriado cedem em São Paulo

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,50/kg, enquanto o frango no atacado baixou 0,69%, custando R$ 7,15/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço ficou estável em R$ 4,19/kg, da mesma maneira que no Paraná, fixado em R$ 5,19/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (25), a ave congelada sofreu queda de preço na ordem de 1,50%, atingindo R$ 7,86/kg, enquanto o frango resfriado cedeu 1,60%, fechando em R$ 7,97/kg.

Cepea/Esalq

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