CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1572 DE 14 DE SETEMBRO DE 2021

clipping

Ano 7 | nº 1572 | 14 de setembro de 2021

 

NOTÍCIAS

Boi gordo: queda no preço da arroba

Em São Paulo, o início desta semana foi calmo, com parte dos frigoríficos fora das compras na última segunda-feira (13/9), aguardando uma definição do mercado. Apesar disso, houve frigoríficos concretizando negócios com preços menores, apesar do baixo volume de compra

Segundo levantamento da Scot Consultoria, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ no comparativo diário, e os preços de vaca e novilha gordas ficaram estáveis. Dessa forma, o boi gordo foi negociado em R$308,00/@, preço bruto e a prazo no estado. No Sul da Bahia, os compradores ofertaram preços menores e também sem negócios concretizados. Dessa forma, as referências para o boi, vaca e novilha gordos ficaram estáveis no comparativo dia a dia na região, em R$297,00/@, R$290,00/@ e R$294,00/@, respectivamente, preço bruto e a prazo.

SCOT CONSULTORIA

Boi: arroba tem queda em algumas regiões, diz Safras & Mercado

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a pressão de alguns frigoríficos gerou um recuo de preços para a arroba do boi gordo em algumas regiões do mercado físico brasileiro 

O analista Fernando Iglesias pontua, porém, que o fluxo de negócios permanece muito baixo em relação ao padrão recente, já que as exportações à China seguem suspensas. Na B3, o dia foi marcado por nova valorização das cotações dos contratos futuros do boi gordo. Dessa forma, agora quase toda a curva já está novamente acima de R$ 300 por arroba. O ajuste do vencimento para setembro passou de R$ 295,00 para R$ 298,00, do outubro foi de R$ 301,95 para R$ 303,65 e do novembro foi de R$ 308,75 para R$ 312,05 por arroba.

AGÊNCIA SAFRAS

Média diária exportada de carne bovina alcança 12,4 mil toneladas na segunda semana de setembro/21

A Secretária Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, informou ontem que a média diária exportada de carne bovina in natura ficou em 12,4 mil toneladas na segunda semana de setembro/21, alta de 83,10% frente a média do total exportado no mesmo período do ano passado, que ficou em 6,77 mil toneladas

O volume exportado atingiu 86,8 mil toneladas. No ano passado, o volume total exportado chegou em 142,3 mil toneladas. Para o analista da Safras e Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os embarques tiveram um desempenho aceitável diante da falta de posicionamento da China frente aos casos atípicos de vaca louca. “Acreditamos que podemos sentir o peso da ausência da China mais adiante, mas por enquanto já temos informações que eles querem renegociar os preços”, informou. Os preços médios ficaram próximos de US$ 5.789,1 mil por tonelada, alta de 41,34% frente a setembro de 2020, com US$ 4.095,9 mil por tonelada. “Os preços médios tiveram um leve recuo frente ao observado na semana passada. A movimentação cambial parece mais relevante para justificar essa queda, os contratos em renegociação não são para agora, são para os próximos meses”, disse.  A média diária ficou em US$ 71,851 milhões e registrou uma valorização de 158,79%, frente ao observado no mês de setembro do ano passado com US$ 27,764 milhões.

AGÊNCIA SAFRAS 

Mapa publica novos procedimentos de registro de estabelecimentos de produtos de origem animal

Objetivo é simplificar e harmonizar os requisitos documentais e dos procedimentos, incluindo os estabelecimentos agroindustriais de pequeno porte

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou na segunda-feira (13) a Portaria nº 393 que aprova os procedimentos de registro, relacionamento, reformas e ampliações, alterações cadastrais e de cancelamento do registro ou relacionamento de estabelecimentos junto ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, incluídos os estabelecimentos agroindustriais de pequeno porte de produtos de origem animal. “A medida tem como objetivos a simplificação e harmonização dos requisitos documentais e dos procedimentos, incluindo os estabelecimentos agroindustriais de pequeno porte. O intuito é promover a otimização dos processos de registro junto ao Dipoa”, esclarece a Diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana. A norma publicada ontem revoga a Instrução Normativa nº 3/2019 para atender o Decreto 10.468/2020, que determina que os estabelecimentos de produtos de origem animal deverão ser registrados de forma mais simplificada, ou seja, conforme a sua classificação, o registro será concedido automaticamente mediante a apresentação de informações e documentação obrigatórias. Estão contemplados nos procedimentos simplificados para registro e relacionamento automático os estabelecimentos classificados como granja avícola, postos de refrigeração, queijaria, unidade de beneficiamento de produtos de abelha, entreposto de produtos de origem animal e casa atacadista. “A casa atacadista é submetida a relacionamento junto ao Dipoa. Os demais estabelecimentos são submetidos a registro junto ao Departamento”, explica a diretora.  Para os demais estabelecimentos classificados como abatedouro frigorífico, unidade de beneficiamento de carne e produtos cárneos, barco-fábrica, abatedouro frigorífico de pescado, unidade de beneficiamento de pescado e produtos de pescado, estação depuradora de moluscos bivalves, unidade de beneficiamento de ovos e derivados, granja leiteira e unidade de beneficiamento de leite e derivados será necessária análise para aprovação e emissão do laudo de inspeção para concessão do registro. Veja aqui o passo a passo para o registro de estabelecimento.

MAPA 

Arábia Saudita suspende compra de 5 frigoríficos no Brasil após casos de “malda vaca louca”

Todos os estabelecimentos ficam em MG, local da primeira suspeita de ocorrência da doença, no início de setembro 

A suspensão foi comunicada ao Brasil pelo adido agrícola em Riade, capital do país árabe, no dia 9 deste mês, com efeitos a partir de 6 de setembro. “O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informa que a suspensão foi publicada pela Arábia Saudita. Sim, o motivo está relacionado à EBB”, confirmou a Pasta ao. A medida é diferente da tomada no dia 4 de setembro, quando o governo brasileiro suspendeu voluntariamente as exportações de carne bovina para a China conforme determina o protocolo de comércio bilateral dos países. Neste caso, a iniciativa partiu dos árabes. Sobre a China, ainda não há previsão de quando os embarques serão restabelecidos. Não existe um prazo estipulado”, respondeu o ministério. Sem riscos para o rebanho, o setor quer a revisão do protocolo para evitar prejuízos econômicos com a paralisação de exportações para o principal comprador de carne bovina do país. “Mas está em fase de avaliação pelo lado chinês”, concluiu a Pasta. Em maio, a Arábia Saudita suspendeu a compra de carne de aves de 11 frigoríficos brasileiros, em uma decisão que irritou o governo brasileiro e tirou a Seara, pertencente à JBS, do mercado. Segundo o MAPA, “estão sendo realizadas reuniões, mas não há ainda previsão sobre a retirada das suspensões”. Em nota na época, o ameaçaram levar o caso à OMC se fosse identificada barreira comercial indevida.

VALOR ECONÔMICO

Brasil deve enviar missão do MAPA à China

O Brasil propôs o envio de uma missão técnica do ministério da Agricultura à China para esclarecer os casos do mal da vaca louca que levaram à suspensão temporária das exportações de carne bovina ao país asiático, anunciada no último dia 4

Fontes do mercado creem que os embarques serão retomados em breve, já que o Brasil agiu rapidamente após a identificação dos dois casos, um em Belo Horizonte (MG) e o outro em Nova Canaã (MT), cumprindo o protocolo sanitário com a China ao suspender voluntariamente as exportações. Mais importante, tratam-se de casos atípicos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (nome técnico do mal), que ocorrem naturalmente em animais de idade avançada e não oferecem riscos sanitário à pecuária brasileira, conforme foi constatado na última semana pela Organização Internacional de Saúde Animal. A proposta feita pelo Brasil de enviar uma missão à China incluiu uma consulta para que os técnicos sejam liberados da quarentena de duas semanas imposta a todos os que entram no país do exterior. Até esta segunda, as autoridades chinesas ainda não haviam respondido à oferta. Assim como a suspensão automática das exportações, a possibilidade de enviar uma delegação do governo brasileiro a Pequim faz parte das medidas previstas no protocolo firmado com a China, mas espera-se que ele não seja necessário para a liberação das exportações. Até porque, diante da dificuldade atual de realizar viagens internacionais e a exigência de quarentena de duas a três semanas para quem entra na China, isso significaria uma demora maior que a prevista na liberação dos frigoríficos brasileiros. Uma alternativa levantada foi discutir o tema numa reunião por videoconferência. Até a última sexta-feira a China ainda não havia dado uma resposta à proposta do Brasil. Como a expectativa é de que as exportações brasileiras possam ser retomadas num prazo de até 14 dias, como ocorreu em 2019, a última vez em que elas foram suspensas por casos do mal da vaca louca, a quarentena provocaria um atraso indesejável na liberação. A suspensão ocorre num momento em que o Brasil vinha aumentando sua fatia nas importações de carne bovina da China. Segundo estudo do banco holandês Rabobank, ela cresceu para 38% no primeiro semestre deste ano, enquanto que em 2018 havia sido de 31%. Em segundo lugar vem a Argentina, que pulou de 17% para 22% no mesmo período.

O Globo 

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em queda de 0,84%, a R$5,2236

O dólar fechou em queda ante o real na segunda-feira com investidores atentos às movimentações nos mercados de moedas no exterior antes da divulgação na terça de dados de inflação nos EUA, enquanto no plano doméstico o noticiário político seguiu sob os holofotes. O dólar à vista caiu 0,84%, a 5,2236 reais. Na sexta, a cotação havia subido 0,77%, para 5,2679

REUTERS 

Ibovespa fecha em alta com aval externo

O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira, endossado pelo clima positivo nos mercados no exterior, além da relativa trégua na tensão político-institucional do país, embora questões como a dos precatórios persistam no radar de agentes financeiros

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,82%, a 116.367,90 pontos, segundo dados preliminares, tendo ultrapassado os 117 mil pontos na máxima da sessão. O volume financeiro somava 24 bilhões de reais.

REUTERS 

Projeção do mercado para juros básicos sobe a 8,0% em 2021 e 2022 com pressão inflacionária, mostra Focus

Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento cai a 5,04% para este ano e 1,72% para 2022, de 5,15% e 1,93% antes

O mercado passou a ver a taxa básica de juros a 8% ao final deste ano e de 2022 diante da forte pressão inflacionária, com a projeção para a alta do IPCA em 2021 chegando a 8,0%. A pesquisa Focus divulgada na segunda-feira pelo Banco Central mostra alta na conta para o IPCA neste ano pela 23ª vez seguida, de uma taxa de 7,58% prevista no levantamento anterior. Para 2022 a conta subiu a 4,03%, de 3,98%. O movimento aconteceu na esteira do maior avanço do IPCA para um mês de agosto em 21 anos, de 0,87%, levando a taxa acumulada em 12 meses a 9,68%, disparando bem acima do teto da meta oficial para este ano — inflação de 3,75%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Com isso, a projeção para a taxa básica Selic no Focus saltou a 8,0% para 2021 e 2022, de 7,63% e 7,75%, respectivamente, na semana anterior. O Banco Central volta a se reunir para debater a taxa de juros nos dias 21 e 22 de setembro, com a expectativa no Focus de que ela seja elevada a 6,25%, dos 5,25% atuais.

REUTERS 

Ministério mantém estimativa do valor da produção agropecuária EM R$ 1,1 trilhão este ano

O valor da produção das lavouras foi de R$ 749,9 bilhões e o da pecuária, R$ 356,5 bilhões. A lavouras tiveram um crescimento de 11,9% em valores reais, e a pecuária, 5,4%

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2021, calculado com base nas informações de agosto, está estimado em R$ 1,106 trilhão, maior 9,7% do que o obtido em 2020 (R$ 1,008 trilhão). Os produtos que mais impulsionaram o VBP foram o arroz (3,9%), cana-de-açúcar (4,3%), milho (6,8%), soja (28,5%) e trigo (38,6%). De acordo com José Garcia Gasques, Coordenador de Avaliação de Políticas e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a contribuição desses cinco produtos deve-se a bons resultados de preços e produção. Eles respondem por 81% do VBP das lavouras. Na pecuária, os que mais contribuíram para o aumento do VBP foram carne bovina (6,8%) e de frango (12,5%). O comércio internacional, por intermédio das exportações, tem sido uma variável relevante para o crescimento. Nos primeiros seis meses do ano, o faturamento das exportações de carnes foi de U$ 11,1 bilhões e do complexo soja, de U$ 34,2 bilhões. Segundo o coordenador da pesquisa, os preços têm sido decisivos este ano. “Considerando as carnes de frango e carne bovina, trigo, soja, milho e algodão, observa-se que esses produtos apresentam os maiores preços dos últimos 17 anos. Observa-se ainda que, o café, obtém neste ano o maior preço recebido pelos produtores dos últimos nove anos”, explica Gasques. Os resultados regionais mostram uma liderança do estado de Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que representam 63% do VBP de 2021.

MAPA 

Receita com embarques do agro foi recorde em agosto

Exportações cresceram 26,7% no mês passado, a US$ 10,9 bilhões. Em volume, os embarques do país caíram 2,9%. A participação do agronegócio nas exportações totais do Brasil caiu de 49,4% em agosto do ano passado para 40,1% em 2021

As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 10,9 bilhões em agosto, montante 26,7% maior que o de agosto do ano passado e um recorde para o mês. De acordo com o Ministério da Agricultura, antes de 2021, as exportações brasileiras haviam ultrapassado a barreira de US$ 10 bilhões no período somente em 2013. O desempenho deveu-se à elevação dos preços internacionais das principais commodities exportadas pelo país, movimento que vem se repetindo ao longo de 2021 — em volume, os embarques do país caíram 2,9%. O índice de preços dos produtos agropecuários exportados aumentou 30,4% em agosto. Mesmo com mais um mês com receita recorde nas vendas ao mercado externo, a participação do agronegócio nas exportações totais do Brasil caiu de 49,4% em agosto do ano passado para 40,1% em 2021. As importações de produtos do agronegócio, por sua vez, cresceram 37,2% em agosto, a US$ 1,25 bilhão. Com isso, o superávit comercial do setor aumentou 25,3% no mês, para US$ 9,6 bilhões. As exportações de soja e derivados (farelo e óleo) lideraram os embarques brasileiros no mês passado, quando cresceram 53,6%, a US$ 4,02 bilhões. Em volume, os embarques do segmento somaram 6,5 milhões de toneladas, ou 11% (o equivalente a 700 mil toneladas) a mais. A China comprou 4,5 milhões de toneladas de soja brasileira em agosto, quase 2% a mais do que em 2020. As exportações de carne, que nunca haviam passado de US$ 2 bilhões em agosto, alcançaram US$ 2,09 bilhões no mês passado, alta de 40,5% em relação ao mesmo mês de 2020. Foram registrados aumento nos preços dos produtos (34,8%) e na quantidade embarcada (4,2%). A China foi o destino de 37,9% das exportações do agronegócio de janeiro a agosto, segundo o Ministério da Agricultura.

VALOR ECONÔMICO 

FRANGOS & SUÍNOS

Cotação do suíno CIF registrou alta de até 6,84% na 2ª feira

As referências no mercado de suínos seguiram com o movimento de alta na segunda-feira (13) nas principais praças consultadas

Segundo o analista de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, o mercado interno tem atuado de modo mais paulatino ajustes de produção para tentar segurar a questão dos custos de produção demoram a surtir efeito. O levantamento realizado pela a Scot Consultoria informou que a arroba do suíno CIF teve valorização de 6,84%/5,65%, precificada a R$ 125,00 a R$130,00, enquanto a carcaça especial registrou um leve ganho de 1,09%/1,04%, cotada em R$ 9,30/R$ 9,70 o quilo. “Nas granjas paulistas, a referência para o suíno terminado é de R$130,00/@, preços melhores comparado ao início do mês, mas, comparado ao mesmo período em agosto ainda 5,8% abaixo. Cenário que, somado a um custo de produção elevado na atividade, ainda mantém as margens do suinocultor apertada”, comentou. De acordo com os dados do Cepea/Esalq da última sexta-feira (10), o preço do suíno vivo apresentou uma alta de 4,25% em São Paulo e está cotado a R$ 6,38/kg. Em Minas Gerais, o preço do suíno vivo subiu 1,98% e está cotado a R$ 6,68/kg. No Rio Grande do Sul, o valor do suíno vivo está próximo de R$ 5,79/kg e teve uma valorização de 1,94%.

Scot Consultoria/CEPEA 

Exportação de carne suína nos 7 primeiros dias de setembro é metade do mesmo mês do ano anterior

Volume embarcado representa 53% do registrado em setembro de 2020

Até a segunda semana de setembro, o Brasil exportou 40.882 toneladas de carne suína in natura, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. Este volume representa aumento de 19.877 toneladas com relação ao acumulado na semana anterior (21.004) e é 53,75% das 76.053 toneladas que foram exportadas durante todo o mês de setembro 2020. A média diária de embarques ficou em 5.840 toneladas, elevação de 61,26% com relação as 3.621 do mês de setembro de 2020. “A exportação de carne suína continua em alto nível. O Brasil é o único exportador relevante que a China não reduziu importações de carne suína e isso tem feito uma diferença substancial, com as exportações de carne suína oscilando entre 90 e 100 mil toneladas mensais”, disse analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Em valor, o Brasil movimentou US$ 96,7 milhões no período, contra US$ 176 milhões em setembro do ano passado. Na média diária, aumento de 64,85% com US$ 13,8 milhões por dia útil contra US$ 8,3 milhões em setembro de 2020.   A receita obtida por tonelada embarcada cresceu 2,23%, de US$ 2.314 no ano passado para US$ 2.366 neste mês de setembro.

AGÊNCIA SAFRAS 

Média diária da exportação de frango dobrou em setembro

Volume embarcado nas duas primeiras semanas de setembro é 53,62% do total registrado em 2020

Nos sete primeiros dias úteis de setembro, o Brasil exportou 171.349 toneladas de carne de aves in natura, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. Este volume representa aumento de 92.030,6 toneladas com relação ao acumulado na semana anterior (79.258,4) e é 53,62% das 319.517 toneladas que foram exportadas durante todo o mês de setembro 2020. A média diária de embarques ficou em 24.478 toneladas, elevação de 60,88% sobre as 15.212 do mês de setembro de 2020. “Para a carne de frango o Brasil vai muitíssimo bem. Mantemos a liderança mundial desse segmento, com a exportação halal ocupando papel de destaque. Vamos superar as 4 milhões de toneladas com alguma facilidade em 2021”, informa o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Em receita, o Brasil exportou um total de US$ 299,7 milhões no período, contra US$ 434 milhões de setembro do ano passado. Na média diária, aumento de 107,17% com US$ 42.819 por dia útil contra US$ 20.668 em setembro de 2020.  Em valor, alta de 28,7%, saindo de US$ 1.358 no ano passado para US$ 1.749.

AGÊNCIA SAFRAS

INTERNACIONAL

Índia deve produzir 4,24 mi de toneladas de carne bovina em 2022

A Índia deverá produzir 4,25 milhões de toneladas de carne bovina (em equivalente carcaça) em 2022, segundo informações divulgadas pelo boletim Grain Report, de adidos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume deve ficar acima das 4,1 milhões de toneladas previstas para este ano

Para atingir esse volume, o país deve abater 40 milhões de bovinos em 2022, acima dos 38,6 milhões de animais esperadas para este ano. A previsão é de que o país exporte 1,5 milhão de toneladas de carne bovina em 2022, em equivalente carcaça, volume maior que as 1,45 milhão de toneladas, em equivalente carcaça, projetadas para este ano. A previsão é de que o consumo interno fique em 2,75 milhões de toneladas, em equivalente carcaça em 2022, superando as 2,65 milhões de toneladas, em equivalente carcaça, projetadas para 2021.

Agência Safras 

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