CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1570 DE 10 DE SETEMBRO DE 2021

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Ano 7 | nº 1570 | 10 de setembro de 2021

 

NOTÍCIAS

Arroba do boi gordo volta a cair no mercado físico brasileiro

Exportação à China segue suspensa e preços caem, diz Safras & Mercado

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os preços da arroba do boi gordo negociada no mercado brasileiro tiveram quedas nas principais praças de produção e comercialização. Em São Paulo, capital, a referência passou de R$ 305 para R$ 300/305 por arroba, na modalidade a prazo. Segundo o analista Fernando Iglesias, os frigoríficos estão remanejando as escalas até a retomada das vendas para China. Na B3, as cotações dos contratos futuros do boi gordo tiveram forte recuo e praticamente voltaram ao patamar alcançado quando surgiram os rumores sobre a doença da “vaca louca”. O ajuste do vencimento para setembro passou de R$ 301,25 para R$ 294,95, do outubro foi de R$ 305,05 para R$ 298,65 e do novembro foi de R$ 313,45 para R$ 306,25 por arroba.

AGÊNCIA SAFRAS

Boi/Cepea: EEB deve limitar exportação em set/21; liquidez é baixa no mercado interno

Depois de terem atingido volume recorde em agosto, as exportações brasileiras de carne bovina in natura iniciaram o mês de setembro em ritmo intenso. Contudo, notícias indicando dois casos atípicos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), mais conhecida como “mal da vaca louca”, resultaram em suspensões dos embarques da proteína brasileira para alguns países 

No geral, agentes do mercado consultados pelo Cepea esperam que a retomada das vendas ocorra o mais breve possível, seja pela negociação entre as autoridades brasileiras e do mercado internacional, seja pela dependência mundial pela carne brasileira. No mesmo sentido, o mercado externo também é muito importante para a cadeia pecuária nacional como um todo. No mercado interno, a liquidez está baixa. Segundo pesquisadores do Cepea, a notícia de casos de EEB somou-se à baixa oferta de animais para abate e ao fato de que parte dos frigoríficos havia preenchido as escalas para alguns dias, fazendo com que novos negócios fossem postergados no início desta semana.

Cepea

Afinal, qual é o tamanho do rebanho bovino?

Dados de agosto do USDA apontaram número de cabeças 40% maior que o estimado no país

Segundo o IBGE, país abateu menos de 30 milhões de bovinos em 2020, mas as estimativas do USDA, referência no comércio internacional, sugerem mais. Dados divergentes sobre o tamanho do rebanho bovino brasileiro continuam a gerar ruído na cadeia produtiva e alguma incerteza em planejamentos de longo prazo. Ainda são grandes as diferenças entre estimativas oficiais e privadas e até o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), cujas estatísticas são referência no comércio internacional, colabora para aprofundá-las. Projeção divulgada em agosto pelo órgão americano apontou que o rebanho bovino do Brasil é 40% maior do que o estimado pela publicação Beef Report, publicado em junho. No anuário, calcula-se entre 175 milhões e 180 milhões de cabeças de gado, enquanto o USDA, no documento Livestock and Products Annual, indicou que existiam 252,7 milhões de cabeças em janeiro. Segundo o IBGE, em 2020, o país abateu menos de 30 milhões de bovinos sob algum serviço de inspeção oficial. Além de estimar um rebanho maior, o USDA acredita que o número deverá crescer 4% neste ano e chegar, em janeiro de 2022, a 264 milhões de cabeças de gado. A projeção do USDA também se apoia na perspectiva de que o segmento está se recuperando de uma fase de baixa oferta, que predominou entre 2016 e 2019, e conta com crédito subsidiado pelo governo para melhorar pastagens e adotar tecnologias reprodutivas. O USDA prevê, ainda, que a demanda global por carne bovina será menor em 2022.

VALOR ECONÔMICO

Mobilização dos caminhoneiros complica o transporte de bovinos

O bloqueio nas rodovias em pelo menos 15 estados (Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Tocantins, Rio de Janeiro, Rondônia, Maranhão, Roraima, Pernambuco e Pará) fez com que frigoríficos não abrissem as ofertas de compra na manhã da última quinta-feira (9/9)

Em São Paulo, os compradores não estiveram ativos, e as compras, que já estavam travadas por conta da vaca louca, seguiram suspensas na maior parte das indústrias. No Tocantins, tanto no Norte quanto no Sul do estado, os frigoríficos estiveram fora das compras, em função do bloqueio nas rodovias. Na Bahia, a cotação do boi gordo caiu R$1,00/@ na comparação dia a dia no Sul e no Oeste do estado. Apesar disso, os compradores estão cautelosos em função dos bloqueios nas estradas. O boi gordo ficou cotado em R$297,00/@, preço bruto e a prazo em ambas as regiões. As cotações da vaca e da novilha gordas ficaram estáveis.

SCOT CONSULTORIA

Mapa e Esalq/USP firmam acordo para aprimorar ações de defesa agropecuária

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Defesa Agropecuária, e a Universidade de São Paulo (USP), representada pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), assinaram termo de cooperação técnica que tem como objetivo a geração de inteligência, conhecimentos e inovação para o aprimoramento das ações da defesa agropecuária brasileira

“A modernização e a melhoria na prestação dos serviços de defesa agropecuária deve ser uma busca permanente, impulsionada pelas demandas do setor e da sociedade, para oferecermos serviços e fiscalizações com a qualidade adequada”, disse na nota o Secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal. A cooperação visa apoiar a prestação de serviços e as ações de fiscalização da defesa agropecuária por meio do desenvolvimento de soluções tecnológicas que permitam a adoção de inovações e a modernização das atividades, a realização de estudos e pesquisas, e a geração de índices, indicadores e modelos preditivos que ofereçam suporte técnico para o aprimoramento de suas ações. Está previsto também o intercâmbio de servidores públicos, funcionários e pesquisadores associados para ações específicas e a realização de capacitação e troca de pesquisa e de ensino. O Acordo de Cooperação Técnica firmado entre as instituições tem o prazo de cinco anos para execução das atividades previstas no Plano de Trabalho, podendo ser prorrogado, mediante a celebração de aditivo, finalizou o ministério.

CARNETEC

Manifestações em rodovias diminuem 45%, informa Ministério da Infraestrutura

A redução aconteceu em todas as regiões do Brasil e apenas três estados seguem com pontos de concentração com abordagem a caminhoneiros

O Ministério da Infraestrutura, com base em informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), informou que, às 7h30 do dia 10 de Setembro de 2021, o número de ocorrências em rodovias federais caiu 45% desde a noite de quinta-feira, 9. A redução aconteceu em todas as regiões do Brasil e apenas três estados seguem com pontos de concentração com abordagem a caminhoneiros: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia. Nos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santos e Paraná não há mais qualquer ponto de retenção na malha federal. Há aglomerações sem prejuízo ao livre fluxo de veículos no Mato Grosso e no Pará.

CANAL RURAL

Preços do boi voltam a cair enquanto exportação à China segue suspensa

“Os frigoríficos exportadores continuam seu trabalho de remanejar escalas de abate até que haja uma posição firme da China”, observa analista

O mercado físico de boi gordo registrou preços mais baixos nas principais praças de produção e comercialização do país na quinta-feira. Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado, o ambiente em termos de negócios segue complicado. “Os frigoríficos exportadores seguem em seu trabalho de remanejar as escalas de abate até que haja uma posição concreta por parte da China. Já há notícias de tentativas de renegociação de contratos por parte de importadores chineses. Os frigoríficos que operam apenas no mercado doméstico também atuam de maneira tímida, já sinalizando para preços muito mais baixos na comparação com terça-feira da semana passada, data que antecedeu a notícia dos casos atípicos de EEB no Brasil”, apontou Iglesias. Enquanto não houver a retomada das exportações com destino à China o mercado seguirá pressionado, com os frigoríficos tentando comprar em níveis cada vez mais baixos. “A logística ainda é uma grande preocupação, com pontos de bloqueio em alguns estados relevantes da região Centro-Sul”, disse o analista. Com isso, em São Paulo, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 300 a R$ 305 na modalidade à prazo. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 295,00. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 308,00. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 300 a R$ 301. Em Uberaba (MG), preços a R$ 306 a arroba. A carne bovina segue com preços acomodados no mercado atacadista. Segundo Iglesias, a logística permanece como uma preocupação importante no decorrer da semana, com os frigoríficos encontrando dificuldades em escoar a produção com os bloqueios impostos em alguns estados. O temor está na ausência de caminhões. Além disso, os frigoríficos seguem remanejando a programação de abates enquanto a China está ausente das importações. O Quarto dianteiro ainda foi precificado a R$ 16,30. A ponta de agulha também permanece precificada a R$ 16,30, por quilo. Quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,50, por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

ECONOMIA

Reviravolta na política derruba dólar, mas pressão nos juros mantém mercado na defensiva

O “cavalo de pau” no cenário político depois da divulgação da nota oficial do presidente Jair Bolsonaro disparou ordens de vendas de dólar, e a moeda caiu 1,80% na quinta-feira, voltando à casa de 5,22 reais

O documento pegou de surpresa o mercado, que na véspera reagiu de maneira aguda à escalada da crise após um discurso do presidente da República no 7 de Setembro em que ameaçou descumprir ordens judiciais, piorando um ambiente já tensionado e reduzindo ainda mais o espaço para qualquer progresso na agenda de reformas econômicas. O dólar, apesar da queda da quinta, não devolveu todo o rali da véspera (+2,84%) e ainda está 0,99% acima dos níveis de sexta-feira passada, antes, portanto, dos eventos do 7 de Setembro. Pouco antes de a nota oficial do presidente da República vir a público (por volta de 16h30), o dólar estava em queda de 0,31%, a 5,3072 reais. O viés de baixa, apesar de tímido, se sustentava na fraqueza da moeda norte-americana no exterior, enquanto investidores tentavam digerir dados de emprego nos EUA e a sinalização do Banco Central Europeu (BCE) de redução de estímulos.

REUTERS

Ibovespa fecha em alta de 1,72%

O Ibovespa fechou em alta na quinta-feira, reagindo na última meia hora do pregão após o Presidente Jair Bolsonaro divulgar nota oficial, na qual afirmou respeito pelas instituições da República

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,72%, a 115.360,86 pontos. O volume financeiro da sessão somou 38,9 bilhões de reais. Na véspera o Ibovespa caiu 4% após Bolsonaro atacar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em manifestações na terça-feira e ameaçar descumprir ordens judiciais. Na quinta, ele disse que nunca teve a intenção de agredir quaisquer dos Poderes e que as pessoas que exercem o poder não têm o direito de “esticar a corda” a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia. A nota foi publicada após Bolsonaro ter se reunido com o ex-presidente Michel Temer, em Brasília. Para o analista da Clear Corretora Rafael Ribeiro, Bolsonaro “colocou panos quentes” sobre suas últimas declarações, reduzindo riscos, o que foi respondido pelos investidores. Apesar do alívio, o cenário do mercado brasileiro, com dúvida sobre o andamento da pauta econômica, crise hídrica, inflação elevada e movimentação de caminhoneiros, entre outros fatores, deve continuar ditando volatilidade. Esses componentes, combinados com ruídos no exterior, tiram a visibilidade do investidor, segundo o responsável pela mesa de ações da Western Asset, Naio Ino. “O momento segue de cautela.”

REUTERS 

IPCA tem maior alta para agosto em 21 anos e taxa dispara para perto de 10% em 12 meses

Os pacotes pesaram com força no bolso do consumidor e levaram o oficial brasileiro a maior alta para um mês de agosto em 21 anos, com a taxa em 12 meses se aproximando de 10%, em um momento de apreensão com a alta dos preços no país

Em agosto, a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,87%, depois de subir 0,96% no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira. O dado levou a taxa acumulada em 12 meses até agosto a 9,68%, de 8,99% no mês anterior, disparando bem acima do teto da meta oficial para este ano – Informação de 3,75%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. “Trocamos uma taxa baixa e com isso (o IPCA em 12 meses) chegou a perto de 10%. É a maior taxa desde fevereiro de 2016 (10,36%)”, disse o analista da pesquisa, André Filipe Guedes Almeida. “Vamos ver os próximos meses se é um movimento contínuo de alta”, acrescentou. “São vários fatores que influenciam a aceleração da informação: questões cambiais, crise hídrica, dólar que afeta as importações de produtos e insumos”, disse. O maior vilão no orçamento das famílias foi a gasolina, com alta de 2,80%. Etanol subiu 4,50%, gás veicular teve alta de 2,06% e óleo diesel, de 1,79%. Os combustíveis como um todo subiram 2,96%. No ano, a gasolina acumula alta de 31,09%, o etanol de 40,75% e o diesel de 28,02%, segundo os dados do IBGE. Com isso, o grupo Transportes registrou a maior variação em agosto de 1,46%, embora a taxa tenha enfraquecido de 1,52% em julho. Já o grupo Alimentação e Bebidas acelerou com força a alta em agosto a 1,39% de 0,60% em julho. A alimentação no domicílio passou de 0,78% para 1,63%, afetada principalmente pelas altas da batata-inglesa (19,91%), café moído (7,51%), frango em pedaços (4,47%), frutas (3,90%) e carnes (0,63%). Já a energia elétrica subiu 1,10% depois do salto de 7,88% em julho, levando o grupo Habitação a enfraquecer a alta a 0,68% em agosto de taxa de 3,10% no mês anterior. A informação de serviços, grupo mais afetado pelas medidas de restrição durante a pandemia, teve alta de 0,39% em agosto depois de subir 0,67% em julho, em meio à reabertura da economia e maior demanda.

REUTERS 

FRANGOS & SUÍNOS

Exportações de carne de frango crescem 4,8% em agosto

Receita das vendas internacionais sobem 36,1% no mês

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) somaram 379,9 mil toneladas em agosto, volume que supera em 4,8% as exportações registradas no mesmo período do ano passado, com 362,5 mil toneladas. Em receita, o crescimento foi ainda mais expressivo, com 36,1%, alcançando US$ 677,3 milhões em agosto deste ano, contra US$ 497,8 milhões no oitavo mês de 2020. Na soma dos oito primeiros meses de 2021, os embarques de carne de frango alcançaram 3,048 milhões de toneladas, volume 7,58% superior ao exportado no mesmo período do ano passado, com 2,833 milhões de toneladas. No mesmo período (janeiro a agosto), a receita das exportações alcançou US$ 4,893 bilhões, resultado 18,2% maior que o efetivado em 2020, com US$ 4,140 bilhões. Principal destino das exportações, a China importou 57,4 mil toneladas em agosto, volume 4,8% superior ao efetuado no mesmo período de 2020. Assumindo o segundo lugar nas exportações, os Emirados Árabes Unidos importaram no mês 38,8 mil toneladas, número 50,5% superior ao embarcado em agosto do ano passado. Na terceira posição está o Japão, com 35,2 mil toneladas, número ,1,7% superior ao embarcado no oitavo mês de 2020. Outros destaques do mês foram União Europeia, com 17,2 mil toneladas (+12,5%), México, que entrou para o “top 10” com 15,1 mil toneladas (+591,4%), Filipinas, com 12,1 mil toneladas (+55,1%), Rússia, com 9,5 mil toneladas (+17,6%) e Líbia, com 8,9 mil toneladas (+161,5%). Entre os principais estados exportadores estão o Paraná, que embarcou 157 mil toneladas em agosto (+10,18%), seguidos por Santa Catarina, com 77,6 mil toneladas (-0,88%) e Rio Grande do Sul, com 50,8 mil toneladas (-17,5%).

ABPA 

Suínos/Cepea: Embarques são os menores em seis meses

As exportações de carne suína recuaram em agosto, chegando ao menor volume em seis meses 

De acordo com dados da Secex, foram escoadas 89,9 mil toneladas de carne suína (entre produtos processados e in natura) em agosto, volume 11,3% menor que o de julho e 8,1% abaixo do exportado em agosto/20. Agentes do setor indicam que a demanda internacional até está aquecida, mas os embarques do mês foram limitados por dificuldades logísticas. Segundo pesquisadores do Cepea, a queda nas vendas externas desfavoreceu a liquidez do animal ao longo do mês, devido à menor presença das agroindústrias nas compras de novos lotes de suíno vivo para abate no mercado independente.

Cepea 

Produção chinesa de carne de frango de 2021 e 2022 será menor que a de 2020

Projeções anteriores sugerindo que – em função dos surtos internos de peste suína africana – a produção chinesa de carne de frango apresentaria crescimento contínuo não devem se confirmar

Estimativas do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) apontam que, após o pico de produção registrado em 2020, neste ano a produção local de carne de frango tende a recuar 4% neste ano e, mesmo aumentando 2% no ano que vem, continuará inferior à do ano passado. Há menos de um ano o USDA previa que em 2021 a produção de carne de frango da China chegaria aos 15,3 milhões de toneladas, aumentando mais de 30% em apenas quatro anos. Mas, posteriormente, essa projeção foi sendo corrigida para baixo e, agora, se encontra em 14 milhões de toneladas (o que, pelos dados do USDA, volta a colocar a China como 3º produtor mundial, atrás do Brasil, com 14,350 milhões de toneladas). Justificam essa queda os baixos preços internos (efeito, sobretudo, da pandemia), o que tem levado o setor descartar maciçamente o plantel de matrizes e, concomitantemente, a alojar menor volume de novos reprodutores. Daí a expectativa de que a produção de 2022, embora 2% superior à deste ano, continue inferior à de 2019. Também em função, principalmente, dos baixos preços internos, a importação do produto tende a recuar cerca de 10% em 2021 (da parte do Brasil, recuaram 7% entre janeiro e julho), devendo apresentar breve recuperação (+3,33%) em 2022. Mas continuam quase 7% menores que as de 2019. No balanço final, a oferta interna de carne de frango deste ano deve recuar quase 5% em relação a 2020. Volta a aumentar (+2,18%) em 2022, mas permanece quase 3% inferior à do ano passado.

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