CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1569 DE 09 DE SETEMBRO DE 2021

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Ano 7 | nº 1569 | 09 de setembro de 2021

 

NOTÍCIAS

Boi gordo: mercado travado

Após a confirmação oficial, em 4 de setembro, da ocorrência de dois casos atípicos de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), a ‘’vaca louca’’, em Minas Gerais e Mato Grosso, o mercado abriu a última quarta-feira (8/9) com poucos negócios e poucos compradores posicionados

As indústrias, com destaque às exportadoras, estão mexendo nas escalas de abate. Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, os compradores que estiveram ativos na manhã do dia 8/9 abriram as compras ofertando R$10,00/@ a menos para animais destinados ao mercado interno, mas sem negócios realizados.

SCOT CONSULTORIA

Boi: mercado aguarda retomada das exportações à China

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a lentidão persiste no mercado físico do boi gordo após o feriado de 7 de setembro 

Segundo o analista Fernando Iglesias, os grandes frigoríficos brasileiros estão ausentes das compras de gado e ainda aguardam a retomada das exportações de carne bovina para a China. Na B3, por outro lado, as cotações dos contratos futuros do boi gordo tiveram mais um dia de alta volatilidade e a curva teve desvalorização. O ajuste do vencimento para setembro passou de R$ 306,60 para R$ 301,25, do outubro foi de R$ 308,35 para R$ 305,05 e do novembro foi de R$ 316,00 para R$ 313,45 por arroba.

AGÊNCIA SAFRAS

Frigoríficos mineiros interrompem compra de gado após caso de vaca louca

Venda do estado para a China, suspensas após doença, cresceram 18% neste ano.

Os seis frigoríficos do estado que operam com vendas para a China suspenderam as compras de bois para abate. Eles estão com as câmaras frigoríficas cheias e há carne à espera de embarque nos portos. Mesmo aqueles que não exportam começam a ser impactados, já que a carne que seria vendida para fora deve ser colocada no mercado interno. O temor é que o excesso de carne acabe forçando os preços para baixo. O dono de um frigorífico em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, disse que reduziu o prazo de compras de bois para abate. A apreensão aumenta porque não há um prazo para que o governo chinês autorize a retomada das compras no Brasil. Dois terços de toda a exportação mineira de carne bovina de 2021 tiveram o país como destino, segundo a Faemg (Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais). As compras chinesas cresceram 18% de janeiro a agosto, na comparação com o mesmo período de 2020, para US$ 390,5 milhões (R$ 2.061 bilhões). Em volume, a alta é de 6%, para 73 mil toneladas. A Secretaria de Agricultura de Minas Gerais estima que a suspensão pode durar até 30 dias, e que só nos próximos meses será possível medir o impacto da paralisação para o estado. Os casos de vaca louca registrados foram considerados atípicos, que é como são chamadas as ocorrências em que não há a possibilidade de surto entre os animais.

FOLHA DE SÃO PAULO

Importações de carnes da China caem 9% em agosto com preços domésticos baixos

A China importou 758.000 toneladas métricas de carne em agosto, queda de 8,9% em relação ao mês correspondente do ano anterior, conforme dados alfandegários divulgados na terça-feira (7), uma vez que os fracos preços domésticos de carne suína pesaram sobre a demanda por importações

A China importou 6,69 milhões de toneladas de carne nos primeiros oito meses do ano, um aumento de 1,7% em relação aos volumes do ano passado, de acordo com a Administração Geral das Alfândegas. As importações de agosto também foram menores do que a cifra de julho de 854.000 toneladas métricas. Os preços domésticos da carne suína despencaram este ano, depois que a produção aumentou devido aos esforços para reabastecer e expandir as fazendas após uma epidemia de peste suína africana que dizimou os rebanhos durante 2018 e 2019. Com os pequenos agricultores perdendo em média 665 yuans (US $ 103,04) por porco em junho, de acordo com dados do Ministério da Agricultura, o governo interveio para aumentar os preços, comprando carne suína para suas reservas. Os preços caíram novamente no mês passado, no entanto, e estão atualmente em 18,7 yuans por quilo, menos da metade do que eram há um ano. Pequim disse na segunda-feira que várias províncias fizeram novas compras para reservas, enquanto outras planejam comprar carne suína nos próximos meses para apoiar ainda mais os produtores.

PORTAL DO AGRONEGÓCIO

Lentidão persiste na venda de boi após feriado com poucos negócios

“Até a queda da suspensão provisória das exportações para a China o mercado seguirá com inexpressiva fluidez”, afirma analista da Safras & Mercado

O mercado físico de boi gordo registrou poucos negócios após o feriado. Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado, os grandes frigoríficos brasileiros seguem ausentes na compra de gado, ainda no aguardo da retomada das exportações destinadas à China. “Até a queda da suspensão provisória o mercado seguirá com inexpressiva fluidez dos negócios”, afirma Iglesias. “É importante mencionar que todos os laudos e informações disponíveis já estão em posse das autoridades chinesas. Até pela ausência de outros fornecedores de carne bovina, considerando os problemas de Austrália e Argentina, é bastante possível que não leve muito tempo para que o processo de reabertura seja anunciado. Outro aspecto que trava a ação dos frigoríficos é o bloqueio realizado em algumas rodovias país afora, aumentando a preocupação em torno da logística”, acrescenta. Em São Paulo, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 305 a R$ 310 na modalidade a prazo. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 295 a R$ 298. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 309 a R$ 310. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 302,00. Em Uberaba (MG), preços a R$ 307 a arroba. A carne bovina segue com preços acomodados no mercado atacadista. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere por maior espaço para reajustes no curto prazo. O quarto dianteiro ainda foi precificado a R$ 16,30. A ponta de agulha também permanece precificada a R$ 16,30, por quilo. Quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,50 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em alta de 2,84%, a R$5,3236

Uma venda generalizada de ativos brasileiros dominou o mercado doméstico na quarta-feira, com o dólar experimentando a maior alta em 15 meses e indo acima de 5,30 reais, conforme investidores estrangeiros e locais se desfizeram de posições em meio a temores de acirramento da crise institucional doméstica e de seus potenciais desdobramentos sobre as contas públicas e o crescimento econômico

O dólar à vista saltou 2,84% no fechamento, para 5,3236 reais. É a maior valorização percentual diária desde 24 de junho de 2020 (+3,33%). O patamar é o mais alto desde o último dia 23 (5,3823 reais). O real teve, de longe, o pior desempenho entre as principais moedas globais nesta sessão. Entre outros mercados domésticos, os juros futuros de longo prazo –que medem o custo do dinheiro para investimentos empresariais– chegaram ao fim da tarde em disparada de 27 pontos-base, e o principal índice das ações brasileiras tombou 3,75% (dados preliminares), maior queda desde 8 de março deste ano.

REUTERS

Ibovespa afunda quase 4% com aumento da tensão político-institucional no país

O Ibovespa afundou quase 4% na quarta-feira, marcando a maior queda diária em seis meses, refletindo preocupações com a pauta econômica do país diante do aumento da tensão político-institucional, após declarações do presidente Jair Bolsonaro

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa fechou em queda de 3,78%, 113.412,84 pontos, mínima de fechamento desde 24 de março e maior perda percentual diária desde 8 de março. O volume financeiro no pregão totalizou 36,9 bilhões de reais. Milhares de pessoas participaram de atos convocados por Bolsonaro no 7 de Setembro, marcados por ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com o chefe do Executivo ameaçando descumprir ordens judiciais. As falas do presidente elevaram o patamar das discussões na classe política, com partidos condenando as declarações e alguns prometendo monitorar os próximos eventos para avaliar um eventual apoio a um processo de impedimento contra o Presidente. O presidente do STF, Luiz Fux, também reagiu com tom crítico nesta quarta-feira sobre as declarações de Bolsonaro, enquanto o presidente da Câmara dos Deputados adotou um viés menos duro. Mesmo avaliando que as chances de um impeachment permanecem baixas, analistas chamaram atenção para um aumento no impasse institucional, que pode dificultar negociações de reformas como a tributária e administrativa no Congresso, além de atrapalhar as discussões temas como os precatórios, entre outros reflexos. “O ruído político aumentou consideravelmente… O investidor fica sem confiança e, na dúvida, vende”, afirmou o sócio e economista da VLG Investimentos, Leonardo Milane. Para ele, o tom dos discursos de Bolsonaro sinaliza que a situação não deve melhorar do dia para a noite. “Não parece que ele está na iminência de tomar um chá de consciência e começar a reformular o que disse; pelo contrário, a temperatura política esquentou e permanecerá quente por mais tempo.”

REUTERS 

Greve dos caminhoneiros

Segundo boletim divulgado às 20h30 de ontem pelo Ministério da Infraestrutura, os caminhoneiros realizam paralisações em trechos de rodovias em ao menos 14 Estados — um dia após os atos de raiz golpista convocados pelo presidente

No entanto, a Pasta não informou em quais desses Estados houve paradas. Até o fim da tarde da quarta, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já havia registrado atos de caminhoneiros em rodovias federais de oito unidades da federação. Os atos registrados pela PRF até 17h30 ocorreram na Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, Maranhão e Rio Grande do Sul. O presidente Jair Bolsonaro encaminhou um áudio para apoiadores no qual pede que os caminhoneiros desmobilizem a paralisação iniciada em rodovias de pelo menos 14 Estados. Na mensagem, Bolsonaro chama a categoria de “aliada”, mas diz que a greve vai atrapalhar a economia, provocar desabastecimento e inflação.

VALOR ECONÔMICO 

Governo diz que protestos nas estradas caíram 10% à noite; ainda há pontos em 15 estados

Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso estão entre os afetados

O Ministério da Infraestrutura atualizou na manhã desta quinta (9) o boletim sobre os protestos de caminhoneiros nas estradas do país que atingiam 16 estados até o início desta madrugada. Às 8h, o órgão diz que tem registros de pontos de concentração em rodovias federais de 15 estados, com 10% de redução das ocorrências desde o último levantamento. Segundo os dados da pasta com base em informações da PRF (Polícia Rodoviária Federal), não há mais pontos de interdição total de pistas na malha de rodovias federais. Há apenas um protesto pela causa indígena na BR-174 em Roraima, diz o órgão. Os estados ainda afetados são Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Tocantins, Rio de Janeiro, Rondônia. Maranhão, Roraima, Pernambuco e Pará. A pasta afirma que a PRF liberou os seguintes corredores logísticos para o trânsito de caminhões: BR-040/Minas Gerais, BR-116/Rio de Janeiro (Dutra/Barra Mansa), BR040/Rio de Janeiro (Reduc), BR101/Espírito Santo, BR-376/Paraná, BR153/Goiás (Anápolis).

FOLHA DE SP 

Citi reduz alta do PIB de 2022 para 1,5%

Recuperação econômica em curso será mais gradativa do que o mercado atualmente espera, segundo o banco

O Citi Brasil ajustou sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2022 de 1,8% para 1,5%, mas manteve 2021 em 5,1%. Os riscos de racionamento de energia estão aumentando, diz a equipe em relatório, embora esse ainda não seja o cenário-base do banco. De qualquer forma, “os preços da energia já muito mais elevados apontam para um risco crescente de restrição ao crescimento econômico”, afirmam. Segundo os economistas, a recuperação da atividade deve ser limitada no segundo semestre deste ano por fatores do lado da oferta, enquanto fatores de demanda terão peso maior em 2022. A demanda agregada, dizem, deve desacelerar de maneira constante, refletindo a política monetária contracionista, um mercado de crédito, provavelmente, mais restrito e um impulso via economia global menor. Em relação às restrições de oferta, o Citi Brasil assume uma acomodação das questões envolvendo problemas com insumos e a escassez de energia apenas em 2022, “na melhor das hipóteses”, diz, “portanto, quando a desaceleração da demanda agregada provavelmente será mais evidente”. “A materialização dessa dinâmica nos sugere que a recuperação econômica em curso será mais gradativa do que o mercado atualmente espera”, conclui. O Citi Brasil prevê alta de 0,2% para o PIB do terceiro trimestre, ante os três meses imediatamente anteriores, e de 0,4% entre outubro e dezembro.

VALOR ECONÔMICO 

MEIO AMBIENTE

DSM obtém aprovação no Brasil de aditivo que reduz emissão de gases na pecuária

Múlti holandesa calcula que diminuição pode superar 50%

A holandesa DSM, dona da Tortuga, informou que obteve autorização para comercializar no Brasil um produto capaz de reduzir em mais de 50% a emissão de metano por ruminantes. O aditivo para ração animal promete dar um fôlego de sustentabilidade para a produção de leite e carnes pelo mundo, que enfrenta grande pressão por causa de suas emissões de gases de efeito estufa. O aditivo, chamado Bovaer, demorou mais de uma década para ser desenvolvido e é apontado como uma das dez inovações tecnológicas que ajudarão a alimentar o planeta sem destruí-lo, segundo o Instituto de Recursos Mundiais (WRI, na sigla em inglês). Nesse período de pesquisa, foram 45 testes realizados em fazendas de 13 países em quatro continentes, o que resultou em 48 estudos científicos. O Brasil foi o primeiro país a dar aval para a tecnologia, no mês passado. Logo na sequência, autoridades do Chile também liberaram o uso do aditivo. “Para nós é muito emblemático que o Brasil seja um dos primeiros. É um grande produtor de carne, com um rebanho gigante, e que agora poderemos fazer a pecuária ter grandes avanços e ser ainda mais sustentável”, disse ao Valor o presidente da DSM na America Latina, Mauricío Adade. Com um quarto de colher de chá ao dia por animal, diz a DSM, o Bovaer é capaz de reduzir a emissão de metano entérico em vacas leiteiras em aproximadamente 30%, e o percentual pode chegar a 90% no caso do gado de corte. O produto, que tem efeito imediato já no primeiro uso, age no sistema digestivo dos ruminantes evitando que os microrganismos que estão no trato intestinal gerem grandes quantidades do gás. A empresa afirma ainda que, nos testes realizados, nenhum efeito colateral foi identificado nos animais.

VALOR ECONÔMICO 

FRANGOS & SUÍNOS

Importações de carnes da China caem 9% em agosto com preços domésticos baixos

A China importou 758.000 toneladas métricas de carne em agosto, queda de 8,9% em relação ao mês correspondente do ano anterior, conforme dados alfandegários divulgados na terça-feira (7), uma vez que os fracos preços domésticos de carne suína pesaram sobre a demanda por importações

A China importou 6,69 milhões de toneladas de carne nos primeiros oito meses do ano, um aumento de 1,7% em relação aos volumes do ano passado, de acordo com a Administração Geral das Alfândegas. As importações de agosto também foram menores do que a cifra de julho de 854.000 toneladas métricas. Os preços domésticos da carne suína despencaram este ano, depois que a produção aumentou devido aos esforços para reabastecer e expandir as fazendas após uma epidemia de peste suína africana que dizimou os rebanhos durante 2018 e 2019. Com os pequenos agricultores perdendo em média 665 yuans (US $ 103,04) por porco em junho, de acordo com dados do Ministério da Agricultura, o governo interveio para aumentar os preços, comprando carne suína para suas reservas. Os preços caíram novamente no mês passado, no entanto, e estão atualmente em 18,7 yuans por quilo, menos da metade do que eram há um ano. Pequim disse na segunda-feira que várias províncias fizeram novas compras para reservas, enquanto outras planejam comprar carne suína nos próximos meses para apoiar ainda mais os produtores.

REUTERS 

Suínos: estabilidade nos preços

Após a virada do mês, os preços da carne suína permaneceram estáveis na primeira semana de setembro. Nas granjas, o suíno terminado está cotado em R$115,00/@ e no atacado, a carne suína é negociada em R$9,20/kg. 

SCOT CONSULTORIA

INTERNACIONAL

Inflação das carnes preocupa também a Casa Branca

Para governo dos EUA, “falta de concorrência” é fator central para o aumento dos preços; desde dezembro, carne bovina ficou 14% mais cara no país 

A inflação das carnes já não é uma preocupação que se restringe a países em desenvolvimento, como Brasil e Argentina. Publicação que foi ao ar ontem (8/9) no site da Casa Branca diz que o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está preocupado com o impacto das proteínas sobre as contas das famílias americanas. Levantamento da Casa Branca mostra que, desde dezembro, os preços da carne bovina aumentaram 14% no país, os da carne suína, 12,1%, e os da proteína de aves, 6,6%. Segundo o governo americano, o aumento é consequência da falta de concorrência no processamento de carne. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) diz que quatro grandes companhias controlam de 55% a 85% dos mercados dessas três proteínas. “Os dados mostram que essas empresas aumentaram os preços enquanto geraram lucros recorde durante a pandemia”, afirma a publicação. “Os dois primeiros trimestres de 2021 foram os mais lucrativos da história para alguns desses processadores. O lucro líquido de muitas dessas empresas também está a caminho de atingir recordes históricos”. Segundo a Casa Branca, o Presidente está tomando medidas para fazer com que sejam cumpridas as leis antitruste e para evitar especulação que prejudique consumidores, que pagam mais, e os pecuaristas, que recebem menos pelos animais. No texto, o governo informa que, entre as iniciativas, está uma investigação conduzida pelo USDA e pelo Departamento de Justiça para apurar suspeitas de fixação de preços pela indústria. A administração cita a confissão de culpa pela Pilgrim’s Pride, que teve que pagar multa de US$ 107 milhões, entre outras acusações. Em junho, a Argentina decidiu impor cotas de exportações para tentar conter os preços das carnes. O Presidente argentino, Alberto Fernández, comemorou nesta semana a queda de 1,4% no preço das carnes no país em agosto. Foi o segundo mês consecutivo de queda dos preços das proteínas. “Não é justo que o preço internacional da carne bovina seja o mesmo que nossos compatriotas pagam. Cuidar da mesa dos argentinos, esse é o nosso compromisso”, disse Fernández no Twitter.

VALOR ECONÔMICO

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