
Ano 7 | nº 1553 | 17 de agosto de 2021
NOTÍCIAS
Mercado vagaroso em São Paulo
Semana iniciou com certa tranquilidade nas praças paulistas
Semana iniciou com vagar, com as escalas de abate caminhando com certa tranquilidade nas praças paulistas. Parte das indústrias estiveram fora das compras nesta segunda-feira (16/8) e as que estiveram negociando mantiveram os preços da última sexta-feira (13/8). Desta forma, boi, vaca e novilha gordos ficaram cotados em R$317,00/@, R$293,00/@ e R$311,00/@, respectivamente, preços brutos e a prazo.
SCOT CONSULTORIA
Boi: cenário de acomodação permanece
De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o cenário de preços e negócios acomodados permanece no mercado físico brasileiro do boi gordo
Segundo o analista Fernando Iglesias, o início da semana foi marcado pela continuidade do movimento dos últimos dias, com cotações estáveis e escalas de abate em nível confortável. Na B3, os contratos futuros do boi gordo também mostram acomodação, de forma que as variações das cotações têm sido apenas pontuais e limitadas. O vencimento para agosto passou de R$ 318,45 para R$ 318,05, do outubro foi de R$ 322,90 para R$ 322,80 e do novembro foi de R$ 328,65 para R$ 327,30 por arroba.
AGÊNCIA SAFRAS
Volume exportado de carne bovina cresce 30% na segunda semana de agosto
O volume exportado de carne bovina in natura atingiu 101,5 mil toneladas até a segunda semana de agosto/21. O total exportado no mesmo mês do ano passado foi de 163,2 mil toneladas
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a média diária embarcada de carne bovina in natura ficou em 10,1 mil toneladas na segunda semana de agosto/21, o que representa alta de 30,71% em comparação com a média diária do total exportado no mesmo período do ano passado, com 7,77mil toneladas. Para o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os volumes embarcados de carne bovina seguem muito aquecidos e isso é reflexo do ritmo acelerado de vendas para a China. “Isso explica o fato de os preços da arroba do boi gordo estarem sustentados no mercado físico já que os frigoríficos conseguiram alongar as escalas de abate com animais destinados à exportação”, frisou. Os preços médios na segunda semana de agosto ficaram próximos de US$ 5.534 por tonelada, alta de 38,11% frente aos agosto de 2020, com valor médio de US$ 4.007 por tonelada. A média diária ficou em US$ 56,2 milhões, crescimento de 80,52%, frente ao observado no mês de agosto do ano passado, com US$ 31,1 milhões.
AGÊNCIA SAFRAS
Semana inicia com preços do boi gordo acomodados e escalas alongadas
No mercado físico de gado, a semana começa sem apresentar grandes mudanças em torno do perfil das negociações, com preços acomodados em grande parte do país
O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis na segunda-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a semana inicia sem apresentar grandes mudanças em torno do perfil das negociações, com preços acomodados em grande parte do país. “A exceção é o Mato Grosso do Sul que ainda se depara com maior propensão a reajustes. Nos demais estados os frigoríficos desfrutam de uma posição mais confortável em suas escalas de abate, que ainda atendem entre cinco e sete dias úteis em média. A entrada de animais a termo e a utilização de confinamentos próprios reforça essa tendência”, assinalou Iglesias. Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 318 na modalidade à prazo. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 305. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 314,00. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 308,00, estável. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 314 a arroba. Já no mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram estáveis. Segundo Iglesias, a tendência de curto prazo ainda remete a alguma queda dos preços, movimento natural durante a segunda quinzena do mês, período que conta com menor apelo ao consumo. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 17 por quilo. O quarto traseiro teve preço de R$ 21,2 por quilo, estável. Já a ponta de agulha foi precificada a R$ 16,9 por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
ECONOMIA
Dólar supera R$5,28 e bate máxima desde maio com incerteza doméstica
O dólar fechou acima de 5,28 reais na segunda-feira, no maior patamar desde maio, pressionado pela força da moeda norte-americana no exterior e pelo recorrente clima de instabilidade político-fiscal no plano doméstico
O dólar à vista subiu 0,67%, a 5,2812 reais, maior nível desde 26 de maio (5,3127 reais). A expectativa pela votação do texto que muda as regras do Imposto de Renda, tensões entre Poderes e renovadas pressões sobre valores para o Bolsa Família seguiram pesando sobre o sentimento doméstico. Em todas essas frentes o mercado teme que haja prejuízo aos cofres públicos e/ou travamento da agenda reformista, com riscos de ações do governo mais enviesadas para o populismo. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender mudanças nas regras para pagamento de precatórios, o mercado vê como uma pedalada fiscal. Mas o ambiente externo também pesou nesta segunda. Lá fora, o índice do dólar frente a uma cesta de moedas fortes tinha ligeira alta de 0,09%, mas mostrava ganhos mais expressivos contra divisas correlacionadas a matérias-primas, caso do real. As commodities caíam 0,5% no fim da tarde. O declínio das matérias-primas pressiona uma medida chamada termos de troca (relação entre preços de exportações e importações). Os termos de troca vinham em forte alta no Brasil com o rali desses produtos no mercado internacional, o que contribuiu para avaliações melhores para a moeda brasileira.
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Pessimismo com China e quadro fiscal doméstico levam Ibovespa à mínima desde maio
Dados decepcionantes sobre atividade econômica na China e a piora de perspectivas para inflação e juros no Brasil colocaram investidores na ponta vendedora de ações domésticas, levando o Ibovespa na segunda-feira à mínima desde o começo de maio
Pressionado pelo efeito da queda de commodities e da alta do dólar sobre ações domésticas, o principal índice acionário do país caiu 1,66%, fechando a sessão em 119.180,03 pontos, menor nível de fechamento desde 4 de maio. O giro financeiro da sessão somou 34,2 bilhões de reais. A China teve crescimento de produção industrial e de vendas no varejo em julho, mas abaixo das expectativas, o que foi suficiente para levar ladeira abaixo as cotações de produtos como petróleo e metais. Além de puxar consigo os índices das principais bolsas globais, por aqui esse quadro ampliou o pessimismo com o Brasil, diante de receios com o quadro fiscal e tensão política. Esse cenário mais negativo foi temperado com a piora das projeções de inflação e juros para 2021, segundo o boletim semanal Focus, do Banco Central.
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Inflação acima de 7% este ano e Projeção para Selic sobe a 7,5% em 2021 e 2022, mostra Focus
Para o Produto Interno Bruto (PIB), as estimativas de crescimento tiveram ajuste para baixo, a 5,28% e 2,04% respectivamente, de 5,30% e 2,05% no levantamento anterior
O mercado elevou a projeção para a taxa Selic a 7,50% tanto ao final de 2021 quanto no de 2022, enquanto a expectativa para a inflação neste ano superou 7%, de acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central na segunda-feira. A projeção anterior para a taxa básica de juros era de 7,25% para ambos os anos. A mudança vem na esteira da indicação do BC de que apertos seguidos e sem interrupção nos juros básicos são necessários para levar a Selic para patamar acima do neutro, para que assim as projeções de inflação fiquem na meta. O comentário foi feito na ata da reunião de política monetária em que o BC elevou os juros em 1 ponto percentual, a 5,25%. Em meio às pressões inflacionárias no país, os especialistas consultados passaram agora a ver alta de 7,05% do IPCA em 2021, de 6,88% antes. Para 2022 a estimativa subiu a 3,90%, de 3,84%. O centro da meta oficial para a inflação em 2021 é de 3,75% e para 2022 é de 3,50%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
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EMPRESAS
Marfrig faz parceria com Unesp para pesquisa sobre bem-estar animal
A Marfrig fechou um contrato com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) para realização de pesquisa inédita que tem por objetivo melhorar os impactos das longas viagens para o bem-estar dos animais e, consequentemente, a qualidade da carne, informou a companhia na segunda-feira (16)
O estudo será elaborado em parceria com o grupo Inobio-Manera da Unesp, que conta com uma equipe multidisciplinar relacionada à área de bem-estar animal nos campi de Ilha Solteira e Jaboticabal, ambos no interior de São Paulo. Para os coordenadores do trabalho, os professores da Unesp Marcos Chiquitelli Neto e Alex Sandro Campos Maia, “é uma grande oportunidade para que a ciência possa contribuir ainda mais nas interações com os animais de produção e resultar em maior eficiência da atividade”, disseram na mesma nota. Além do trabalho de transporte, o projeto inclui desenvolvimento dos materiais para abordagem de conceitos e disseminação dos assuntos para engajamento da cadeia de suprimentos – animais para abate e fornecedores de carne e ingredientes. “O trabalho inicial para elaboração da pesquisa será concentrado nos dados de transporte. Em paralelo, está o desenvolvimento de materiais e atividades que visam à conscientização dos fornecedores sobre os benefícios e os reflexos positivos que isto gera para toda a cadeia”, disse a empresa no comunicado. A estratégia geral da Marfrig para melhorar os processos de bem-estar animal abrange três principais segmentos da cadeia de valor: propriedades rurais, transporte e operações industriais.
CARNETEC
FRANGOS & SUÍNOS
Brasil está com os alertas ligados para evitar a peste suína africana, diz ministra
Preocupação aumentou depois da confirmação de um caso na República Dominicana
A confirmação de um caso de peste suína africana (PSA) nas Américas (na República Dominicana) tem tirado o sono da ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Segundo ela, todos os alertas estão ligados para impedir a entrada da doença no país. Para isso, os cuidados foram redobrados nas fronteiras e nos pontos de entrada. Bagagens de passageiros de voos que chegam ao Brasil também estão sendo checadas. Tereza Cristina afirmou que o Ministério da Agricultura faz um trabalho conjunto com a Receita Federal e com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para conter a entrada da PSA no país. “É um assunto que tem tirado nosso sono. Tivemos esse caso na República Dominicana, e estamos com todos os alertas ligados”, afirmou em entrevista à rádio CBN. “Algumas pessoas trazem carne de porco nas bagagens. As equipes têm pego muita coisa nos aeroportos e estamos fazendo um pente fino nas bagagens, principalmente em voos de países que têm esses problemas”, relatou. O terremoto que afetou o Haiti nesse fim de semana também preocupa, já que a doença está na vizinha República Dominicana. “Estamos com todos os sinais amarelos piscando para que não tenha esse problema no Brasil, que é gravíssimo.”
VALOR ECONÔMICO
Custos de produção para aves sobe em julho, mas com menos intensidade do que para os suínos
Com as altas subsequentes nos preços da carne de frango desde o início do ano, a relação de troca com os insumos para a alimentação das aves segue menos apertada do que na suinocultura
A Embrapa Suínos e Aves divulgou na segunda-feira (16) o Índice de Custos de Produção de Frango (ICPFrango) referente a julho, e os dados mostram alta, principalmente na alimentação das aves. De acordo com o levantamento, em relação a junho, houve um avanço de 0,42% no ICPFrango, atingindo 400,79. Segundo o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a avicultura está conseguindo transformar essa alta nos preços da alimentação das aves em preço do produto. “Desde o início do ano o preço da carne de frango tem tido valorizações, diferente da carne suína, por exemplo, que tem tido um momento mais turbulento”, explicou. A nutrição das aves subiu 1,07% em julho, em relação a junho. No acumulado deste ano, a alta na alimentação representa 15,83%, e entre julho de 2020 até julho deste ano, o avanço foi de 36,17%. Atualmente, representa 75,79% do total de custos da produção avícola. Em julho de 2020, a alimentação das aves representava 71,38% do total de investimentos na granja, segundo a Embrapa. Entre julho de 2020 e o mesmo mês de 2019, a nutrição das aves havia avançado 18,87%, valor muito inferior à alta de 36,17% entre julho de 2020 a julho de 2021. No Paraná, Estado que lidera a produção de frangos no Brasil, os custos chegaram a R$ 5,18/kg de frango, aumento de 0,39% em relação a junho. Comparando o valor com julho de 2020, houve alta de 50,58%. No Paraná, o investimento médio em julho foi de R$ 3,93/kg, avanço de 1,5% em relação a maio. Quando se compara com o valor de R$ 2,42/kg na nutrição das aves, registrado em julho de 2020, aumento de 60,4%.
Embrapa Suínos e Aves
Embarques de carne suína brasileira desaceleram
Segundo informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, as exportações de carne suína in natura na segunda semana de agosto arrefeceram, mas ainda seguem em bom ritmo
Para o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, é natural do mercado que haja variações entre os meses nos volumes embarcados. “Não é todo mês que a gente vai exportar 100 mil toneladas. Seria ótimo, mas não é assim que funciona”, disse. Segundo Iglesias, mesmo com este arrefecimento na segunda semana de agosto, o desempenho para a proteína suinícola brasileira segue positivo, mas há variações entre contratos e acordos com os importadores que podem ocasionar estas flutuações. A receita obtida com as exportações de carne suína até agora, neste mês, US$ 96.9 milhões, representa 49,45% do montante obtido em todo agosto de 2020, que foi de US$ 196 milhões. No volume embarcado, as 40.502 toneladas são 46,18% do total exportado em agosto do ano passado, com 87.704 toneladas. O faturamento por média diária na primeira semana do mês foi de US$ 9.697 quantia 3,86% maior do que agosto de 2020. No comparativo com a semana anterior, houve baixa de 16,6%. Em toneladas por média diária, 4.050 ton., queda de 3,02% no comparativo com o mesmo mês de 2020. Em relação à semana anterior, baixa de 15,8%. No preço pago por tonelada, US$ 2.394, ele é 7,09% superior ao praticado em agosto passado.
AGÊNCIA SAFRAS
Exportações de carne de frango mantêm bom ritmo
Expectativa é de que agosto finalize com o mesmo desempenho de julho, próximo de 400 mil toneladas embarcadas
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, as exportações de carne de aves in natura na segunda semana de agosto seguem com bom desempenho. Para o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, se este ritmo for mantido, é possível que o Brasil repita o resultado do último mês, embarcando cerca de 400 mil toneladas da proteína. “Apesar do embargo saudita a 11 frigoríficos de aves do Brasil, a Arábia Saudita ainda está importando bons volumes, mas destaco a África do Sul que aumentou as compras, Emirados Árabes e Japão, que também é um bom parceiro comercial, além da China”, disse. A receita obtida com as exportações de carne de frango neste mês, US$ 306,2 milhões, representa 67,33% do montante obtido em todo agosto de 2020, que foi de US$ 454,7 milhões. No volume embarcado, as 180.690 toneladas, ele é 53% do total exportado em agosto do ano passado, com 340.468 toneladas. O faturamento por média diária neste início de julho, US$ 30.620, foi 41,41% maior do que o de agosto do ano passado. Em comparação à semana anterior, houve alta de 3,55%. Em toneladas por média diária, 18.069 toneladas, aumento de 11,45% no comparativo com o mesmo mês do ano passado. No preço pago por tonelada, US$ 1.694, ele foi 26,89% superior ao praticado em agosto do ano passado.
AGÊNCIA SAFRAS
Arábia Saudita suspende O shelf life de três meses para carne de frango
As autoridades sanitárias do Reino da Arábia Saudita acolheram os argumentos das nações exportadoras, inclusive do Brasil, e de stakeholders locais, e decidiram pela suspensão da implementação da medida que determinava a adoção de um shelf life (prazo de validade) para a carne de frango congelada em três meses
Os argumentos do Brasil foram apresentados pelo Governo brasileiro com o apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com base nas normas do Codex Alimentarius e outras normas internacionalmente estabelecidas, que atribuem, entre outras coisas, a determinação do prazo de validade ao produtor. “A acolhida da decisão restabelece os processos de nossas tratativas com o fundamental mercado da Arábia Saudita sob os critérios que norteiam o comércio internacional de alimentos. É uma notícia importante para os exportadores brasileiros, que tem uma sólida e longa relação com este mercado”, avalia Ricardo Santin, Presidente da ABPA.
ABPA
BRF do Brasil diz que China suspendeu importação de carne suína de uma de suas fábricas devido a problemas com carga congelada
A BRF SA do Brasil disse em uma coletiva de imprensa que a motivação para a China suspender as importações de carne suína de sua planta de Lucas do Rio Verde no Brasil era um problema com uma carga congelada originária daquela instalação
O CEO Lorival Luz disse que a BRF está trabalhando com as autoridades chinesas e brasileiras para reverter a proibição imposta no início deste mês, que não tem nada a ver com a instalação em si. As exportações de aves da mesma fábrica para a China não foram afetadas pela proibição, disse Luz.
REUTERS
INTERNACIONAL
Exportação de carne de frango dos EUA aumenta
Até junho as exportações de carne de frango dos EUA alcançaram o melhor semestre da história do setor, aumentando quase 6% em relação ao mesmo semestre do ano passado
Em 2020, com a reabertura do mercado chinês para a carne de frango dos EUA, a China – que nos cinco anos anteriores nada importara daquele país – tornou-se, de imediato, já no primeiro semestre, a terceira principal consumidora externa do frango norte-americano. A China continua no bloco dos 10 principais importadores, mas agora na quarta posição, pois suas importações recuaram quase 30% no primeiro semestre de 2021. A China nacionalista – Taiwan – importou menos neste ano (queda de mais de 36%), recuando da segunda posição no primeiro semestre de 2020 para o quinto lugar neste ano. Houve aumento das exportações para Cuba (+96,63%), mas a expansão maior em termos de volume – 100 mil toneladas a mais – ocorreu com o México, cujas importações aumentaram praticamente 30% (com o Canadá o incremento foi mais moderado, não chegando a 12%). Neste ano passaram a integrar o bloco dos 10 principais importadores dos EUA as Filipinas, Angola e Colômbia, saindo do bloco os Emirados Árabes Unidos, a África do Sul e a Georgia. E o maior destaque cabe às Filipinas que, 13ª colocadas no primeiro semestre de 2020, agora se encontram na 3ª posição. Com a participação subindo neste ano para 5,67% – aumento de 185%. Considerados os 10 primeiros importadores, as exportações dos EUA aumentaram 18% no semestre. Isto fez a dependência ao bloco subir para quase 68% do total, 11% a mais que o registrado um ano atrás.
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