Ano 7 | nº 1490| 19 de maio de 2021
NOTÍCIAS
Queda na cotação da vaca gorda nas praças paulistas
O mercado esteve calmo em São Paulo na última terça-feira (18/5)
A oferta de animais foi mais comedida, mas as escalas de abate estão confortáveis. Com isso, o preço do boi e da novilha gordos ficou estável na comparação diária. A cotação da vaca gorda, por sua vez, caiu R$1,00/@ na comparação diária. Segundo levantamento da Scot Consultoria, o boi, a vaca e novilha gordos ficaram apregoados, respectivamente, em R$306,00/@, R$283,00/@ e R$298,00/@, preços brutos e a prazo.
SCOT CONSULTORIA
Arroba está cotada a R$ 304 em São Paulo e oferta dá sinais de recuo, diz Safras
De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a arroba do boi gordo está estável em R$ 304 em São Paulo há pelo menos uma semana
Segundo o analista Fernando Iglesias, já é possível observar os primeiros sinais de retração da oferta com a passagem do período de pico da safra. Apesar disso, os frigoríficos seguem com escalas de abate confortáveis. Os contratos futuros do boi gordo negociados na B3 apresentaram leve recuo na ponta mais curta e avanços consistentes nas mais longas. O vencimento para maio passou de R$ 311,90 para R$ 310,95, e o para outubro, avançou de R$ 337,95 para R$ 340,70 por arroba.
CANAL RURAL
Suspensão de vendas de carne na Argentina favorece Brasil, mas sustenta preço do boi
A suspensão das exportações de carnes recém-anunciada pela Argentina deve deslocar parte da demanda externa para o Brasil, seu concorrente direto, porém abre espaço para que as cotações do boi, que já operam em patamar elevado, alcancem novas máximas no mercado brasileiro, conforme analistas ouvidos pela Reuters
“Afeta o Brasil positivamente porque, assim como no Brasil, a China é o principal mercado para os argentinos, então provavelmente os chineses deverão reforçar seus pedidos de carne no restante do mundo”, afirmou na terça-feira o diretor da Scot Consultoria, Alcides Torres. Ele lembrou que, segundo o governo argentino, a medida pode até ser revertida antes do prazo caso se encontre uma solução para limitar a inflação. Mas também há risco de continuidade da intervenção por mais tempo, o que, para os brasileiros, seria uma “oportunidade”. “Isso gera toda uma expectativa negativa quanto ao cumprimento de contratos pelos argentinos”, acrescentou sobre a visão dos compradores internacionais. Torres também disse que, historicamente, a Argentina já fez este tipo de intervenção na tentativa de controlar preços e não deu certo, por não existir uma relação direta entre as exportações e o preço interno da carne. Parece um cenário perfeito para a concorrência, mas não é. A Diretora da consultoria Agrifatto, Lygia Pimentel, alertou que os compradores não deixarão de ser atendidos, mas este movimento também significa novas altas de preço para o Brasil, onde a escassez de gado já eleva os custos. “É mais um fator de suporte para os preços pecuários, inclusive no médio/longo prazo, caso a restrição persista”, afirmou ela. Ainda que a medida dure apenas 30 dias, a especialista acredita que já seria suficiente para alguma movimentação nas cotações da arroba, mesmo que em menor proporção. “Hoje a disponibilidade de carne é baixa globalmente, então tudo ajuda a sustentar as cotações”, explicou. No Brasil, a arroba bovina segue cotada acima de 300 reais, conforme o indicador do centro de estudos Cepea.
REUTERS
Preços da arroba em Goiás apresentam quedas após alongamento das escalas de abate
Com o aumento da disponibilidade de boiada pronta para o abate, as indústrias frigoríficas no estado de Goiás conseguiram preencher as escalas de abate e apresentaram média de 7 dias úteis
Segundo levantamento do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG), os preços do boi gordo e da vaca gorda tiveram variações negativas ao longo da última semana. “A média de preços nesta semana foi de R$286,72 e R$278,08 para boi gordo e vaca gorda. O cenário da arroba bovina na maioria das praças brasileiras é de estabilidade com viés de baixa, uma vez que os frigoríficos estão com escalas de abate mais confortáveis, pressionando a arroba do boi e vaca gorda para baixo”, informou o instituto. O alongamento nas escalas ocorre com a aproximação da entressafra quando a perda de qualidade das pastagens leva os pecuaristas que possuem animais no peso de abate a comercializá-los. Para o início de fato da entressafra, espera-se movimentação de recuperação nos preços do boi.
IFAG
Oferta de boi gordo começa a diminuir em algumas regiões do país, diz Safras
Segundo a consultoria, os primeiros sinais de retração do volume ofertado de boi gordo começam a aparecer em grande parte do Centro-Sul
O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis na terça-feira nas principais praças de produção e comercialização do país. Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, os primeiros sinais de retração do volume ofertado começam a aparecer em grande parte do Centro-Sul. A expectativa é que a oferta de animais terminados siga bastante restrita no início da entressafra, “portanto haverá as condições necessárias para a retomada do movimento de alta na arroba do boi gordo”, assinala. O mercado do boi gordo segue com muita atenção no desempenho das exportações. “Apesar do fraco volume de embarques brasileiros em maio, a suspensão total das exportações de carne bovina nos próximos 30 dias imposto pelo governo da Argentina oferece perspectiva de avanços das exportações do Brasil”, pontua Iglesias. Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 304. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 290, estável. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 294. Em Cuiabá, o boi gordo chegou a R$ 301. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 297 a arroba, inalterados. No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram estáveis. Para a virada de mês, a expectativa é por preços mais altos, avaliando a entrada dos salários na economia como motivador do consumo. Com isso, o corte traseiro teve preço de R$ 20,35 o quilo, estável. O corte dianteiro teve preço de R$ 17,20 o quilo, assim como a ponta de agulha.
AGÊNCIA SAFRAS
ECONOMIA
Dólar fecha em queda de 0,21%, a R$ 5,2552
O dólar fechou em queda ante o real na terça-feira, acompanhando sobretudo o viés de baixa da moeda norte-americana no exterior enquanto o mercado aguarda avaliações do banco central dos Estados Unidos sobre manutenção de estímulos.
O dólar à vista caiu 0,21%, a 5,2552 reais na venda. No exterior, o dólar recuava 0,5% frente a uma cesta de rivais, indo a mínimas desde o fim de fevereiro. Para o banco canadense Scotiabank, as novas mínimas cíclicas atingidas pelo índice do dólar deixam a moeda exposta a mais fraqueza, à medida que a tônica central em termos de análise técnica segue fortemente negativa para a moeda. O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) divulga na quarta-feira a ata de sua última reunião de política monetária, e o mercado vai buscar com lupa indicações do BC norte-americano sobre eventuais mudanças nos rumos da política monetária. O contexto doméstico tem ficado centrado na CPI da Covid no Senado, na evolução da pandemia e nas discussões sobre a agenda de reformas. A incerteza política combinada com pressão fiscal, contudo, levam a Rio Bravo a ver espaço limitado para mais apreciação cambial.
“Sem novidades estruturalmente relevantes para o controle fiscal, o câmbio continuará subvalorizado”, disse a gestora.
REUTERS
Ibovespa fecha quase estável
O Ibovespa fechou quase estável terça-feira, com o avanço de Vale freando pressão de movimentos de realização de lucros e assegurando a quarta sessão consecutiva com sinal positivo na bolsa paulista
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com variação positiva de 0,03%, a 122.979,96 pontos. O volume financeiro somou 27,6 bilhões de reais.
Em uma sessão sem muitas notícias relevantes e alguma “ressaca” dos últimos dias, marcados por uma bateria de resultados corporativos, o estrategista Mauro Morelli, da Davos Investimentos, avaliou que o Ibovespa teve de um dia “de lado”. Ele ressaltou, porém, que a volatilidade deve retomar seu espaço no mercado, uma vez que os problemas continuam os mesmos, com as adversidades no Brasil incluindo pandemia, situação fiscal e cenário político, com a CPI da Covid. “No exterior, continua a dúvida se a retomada forte da economia norte-americana vai trazer inflação e se essa inflação que estamos vendo no curto prazo vai se estender por mais tempo”, acrescentou.
REUTERS
Governo estima crescimento de 3,50% do PIB para este ano, com inflação de 5,05%
O Ministério da Economia elevou sua projeção de crescimento do PIB este ano para 3,50% e também aumentou a estimativa de inflação para 5,05%, patamar ainda mais distante do centro da meta de 3,75% para o período, mostrou boletim divulgado pela Secretaria de Política Econômica na terça-feira
O boletim anterior, de março, previa uma alta de 3,20% do PIB e de 4,42% do IPCA para 2021. As projeções para 2022 foram mantidas em crescimento de 2,50% do PIB e de 3,50% do IPCA. A meta de inflação para o ano que vem é de 3,50%. Tanto neste ano quanto no próximo, há uma margem de tolerância na meta de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.
REUTERS
EMPRESAS
A Marfrig Global Foods e a Minerva Foods são as empresas diretamente afetadas pela decisão argentina
A Marfrig divulgou comunicado ao mercado na terça-feira dizendo que o impacto se limita a 1,3% da receita líquida consolidada. A concorrente não quis comentar
A MINERVA ON caiu 3,56% em meio ao anúncio do governo argentino de suspensão de exportações de carne por 30 dias. A Minerva tem a opção de compensar suas vendas a partir da produção em outras nações. Marfrig disse que o impacto direto desta restrição se limita a 1,3% da receita líquida consolidada. MARFRIG ON perdeu 1,08%. JBS ON recuou 2,82%. A expectativa é que a Minerva seja a mais afetada, pois no total as operações da Argentina representam cerca de 10% do faturamento global da empresa, disse o head de agronegócios da Criteria Investimentos, Rodrigo Brolo. “Não vai cair pela metade (a receita) por causa de suspensão em 30 dias, mas abala a confiança dos investidores.” “A Minerva pode falar que agora vai exportar mais pelo Brasil para suprir essa falta, mas nem sempre é tão simples, pois aqui a qualidade do boi é diferente, os cortes diferentes, não é como vender milho ou soja, são produtos customizados.” Em reação à decisão do governo, e para complicar o cenário no país vizinho, as principais associações agropecuárias da Argentina anunciaram nesta terça-feira uma suspensão das vendas de gado por nove dias em protesto contra a interrupção das exportações de carne do país.
REUTERS
PlantPlus Foods, joint venture entre Marfrig e ADM, lança sua 1ª linha de produtos
A linha é composta por Hambúrguer, Kibe, Almôndega e Carne Moída. Todos os itens possuem composição 100% vegetal, ingredientes de origem natural e características nutricionais superiores, que garantem, segundo a PlantPlus, experiência sensorial semelhante à carne bovina e uma culinária de ponta
Segundo John Pinto, CEO da PlantPlus Foods, essa é a primeira etapa de uma série de lançamentos no Brasil e em outros países das Américas do Sul e do Norte. “O nosso objetivo é tornar a PlantPlus Foods um player multinacional relevante no mercado de produtos à base de vegetais, que cresce a cada ano. Queremos ser a primeira opção não apenas dos vegetarianos e flexitarianos, mas atrair mais consumidores que gostam de proteína animal também. Para isso, investimentos em produtos com sabor e textura muito semelhantes à carne, trazendo uma experiência bastante superior ao que temos hoje no mercado”, disse o executivo em nota. O mote da campanha de lançamento dos produtos, presente nos canais digitais da marca e em pontos de vendas, acompanha esse objetivo e afirma “A vida vale cada mordida”, convidando assim a experimentar toda suculência e sabor diferenciado da linha. Já as embalagens destacam atributos nutricionais como ingredientes de origem natural, ricos em proteína e fontes de fibras, baixo sódio e naturalmente sem lactose e colesterol. “Os produtos da PlantPlus Foods foram inspirados no consumidor que quer experimentar algo novo. A escolha dos quatro formatos – hambúrguer, kibe, almôndega e carne moída – foi baseada especialmente nas preferências de consumo do brasileiro. Acreditamos que os nossos produtos irão promover um momento gastronômico com muita qualidade e sabor em qualquer tipo de refeição”, disse na mesma nota Beatriz Hlavnicka, Head de Marketing para a América do Sul da PlantPlus Foods.
CARNETEC
MEIO AMBIENTE
Múltisde alimentos se comprometem a acabar como desmatamento
Grupo formado por 11 grandes companhias mundiais quer garantir a sustentabilidade de suas cadeias de suprimento
Um grupo de 11 grandes companhias globais ligadas ao setor de alimentos, incluindo Nestlé, Danone, Carrefour e Tesco, se comprometeu ontem a acabar com o desmatamento em suas cadeias de fornecimento e apoiou uma ação da União Europeia para impor rastreabilidade nas commodities importadas que entram no mercado comum europeu. Em comunicado, o grupo, que inclui empresas de toda a cadeia de valor — de fornecedores a fabricantes e varejistas —, diz que “o desmatamento continua em taxas alarmantes” e que o problema tem impacto não apenas sobre o clima, mas também na perda de biodiversidade e no crescente risco de pandemias. “É por isso que colocar um fim no desmatamento de uma vez por todas precisa ser uma prioridade urgente para nossos negócios e para o mundo”, afirmam as companhias. Além de Nestlé, Danone, Carrefour e Tesco, assinam o comunicado Barry Callebaut (fabricante de chocolates), Jeronimo Martins, Kering, Occitane, Metro, Reckitt e Sainsbury’s. O Brasil não é citado expressamente no comunicado, mas está sob forte pressão no exterior diante da percepção de que a política ambiental do governo de Jair Bolsonaro é nociva. Nesse contexto, exportadores brasileiros tendem a enfrentar crescentes questionamentos sobre a origem e a qualidade de seus produtos. O movimento das companhias antecede uma diretriz que a UE deverá lançar no mês que vem para proteger as florestas tropicais e incentivar o consumo de commodities de cadeias de abastecimento livres de desmatamento. Basicamente, será uma forma de responsabilizar as empresas importadoras na Europa pelos danos que vierem a ser causados por negligência em suas relações comerciais com terceiros países. As medidas mais mencionadas, para o plano de ação europeu dizem respeito a rotulagem ecológica, certificação e due diligence. A expectativa é que as principais commodities enquadradas como ameaças ao desmatamento das florestais tropicais sejam soja, gado (carne e couro), milho, café, cacau, óleo de palma e borracha.
VALOR ECONÔMICO
FRANGOS & SUÍNOS
Suínos: preços do animal vivo caem forte nesta terça-feira (18)
A terça-feira (18) foi mais um dia de recuos para as cotações
Segundo o Cepea/Esalq, os preços da carne suína e do animal vivo estão em queda nesta primeira quinzena de maio. Segundo pesquisadores, apesar do Dia das Mães e do pagamento dos salários na semana passada, a venda de carne no mercado doméstico está enfraquecida. Em São Paulo, segundo a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF recuou 4,55%, alcançando R$ 110,00/R$ 120,00, enquanto a carcaça especial caiu 1,08%/1,04%, valendo R$ 9,30/R$ 9,50 o quilo. No caso do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à segunda-feira (17), a queda foi de 8,82% em Minas Gerais, chegando a R$ 6,62/kg, baixa de 4,73% em São Paulo, atingindo R$ 6,64/kg, retração de 3,93% no Paraná, custando R$ 6,36/kg, desvalorização de 3,32% em Santa Catarina, com preço de R$ 6,41/kg, e de 1,34% no Rio Grande do Sul, fechando em R$ 6,65/kg.
Cepea/Esalq
OIE deve atualizar normas e critérios relativos à Influenza Aviária
No decorrer da próxima semana, de segunda (24) a sexta-feira (28), a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla original) realiza sua assembleia anual, da qual participam delegados de todo o mundo.
Essa é a 88ª sessão geral da OIE e, devido à pandemia, será realizada virtualmente. Nela, diversas normas do Código Sanitário para Animais Terrestres devem ser submetidas a atualização, inclusive a que trata, no tocante à avicultura, dos critérios relativos à ocorrência da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (HPAI, na sigla em inglês). Excetuadas algumas reuniões, a assistência a esta Sessão Geral da OIE poderá ser acessada ao vivo a partir de 25 de maio através de webcast da OIE. Haverá tradução simultânea em cinco idiomas: inglês, francês, espanhol, árabe, chinês e russo.
AGROLINK
INTERNACIONAL
Empresas protestam e deixam Argentina sem carne
Representantes do setor anunciaram paralisação de nove dias após governo suspender embarques do produto
Após uma noite mal dormida, representantes do agronegócio na Argentina anunciaram que o setor vai paralisar suas atividades por nove dias. A medida foi adotada como resposta à decisão do governo de Alberto Fernández de suspender, por um mês, as exportações de carne do país. A interrupção dos embarques, anunciada na noite de ontem, afeta o setor de carnes da Argentina em geral — e os frigoríficos brasileiros Minerva e Marfrig em particular. Na B3, as ações das empresas, que estão entre os maiores exportadores da Argentina, fecharam o dia em baixa de 3,56% e 1,08%, respectivamente. Nesta terça, logo cedo, representantes da Mesa de Enlace, que reúne as principais entidades do agronegócio na Argentina, decidiram por uma greve de nove dias, que começará amanhã. Nesse intervalo, não haverá nenhum comércio de carne no país, afirmou, em nota, Jorge Chemes, Presidente da Confederação Rural da Argentina (CRA). A paralisação recebeu apoio da Sociedade Rural Argentina (SRA), da Coninagro e da Federación Agraria Argentina (FAA). As entidades também enviaram nota de repúdio à imprensa dizendo que, “sem dúvida, a decisão prejudicará toda a Argentina”. No meio do dia, Carlos Achetoni, Presidente da FAA, informou que a indústria, produtores e outras empresas estão dispostos a repetir o que fizeram em 2008, quando, como resposta à decisão da presidente Cristina Kirchner de criar “retenciones” (impostos sobre exportação) sobre soja, milho e trigo (resolução 125), as entidades paralisaram estradas por 129 dias. “Estamos convencidos de que vamos defender os direitos do setor produtivo”, disse. No Twitter, Daniel Urcía, Presidente da Federação das Indústrias Frigoríficas Regionais da Argentina (Fifra), afirmou que a suspensão dos embarques foi “intempestiva” e inesperada. Urcía argumentou ainda que a medida pode ter pouco efeito prático, já que a China, principal destino dos embarques, compra cortes que não são consumidos no mercado local.
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