CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1443 DE 12 DE MARÇO DE 2021

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Ano 7 | nº 1443| 12 de março de 2021

 

NOTÍCIAS

Boi gordo: baixa oferta de animais para abate

O mercado paulista está firme, com a oferta baixa de boiadas e o consumo também baixo

Segundo levantamento da Scot Consultoria, a cotação do boi gordo que atende ao mercado interno ficou em R$303,00/@, preço bruto e à vista, na última quinta-feira (11/3), estabilidade na comparação diária. As cotações das vacas e novilhas gordas também ficaram estáveis, em R$280,00/@ e R$295,00/@, respectivamente, preços brutos e à vista. Para a exportação, os negócios são realizados em até R$310,00/@, preço bruto e à vista. Em Rondônia, a oferta restrita de gado e o consequente encurtamento das escalas de abate resultaram em alta de R$2,00/@ na cotação do boi gordo e R$1,00/@ para vaca e novilha gordas, na comparação feita dia a dia. O boi gordo foi negociado em R$281,00/@, preço bruto e à vista, e a vaca e novilha gordas estão apregoadas em R$272,00/@, nas mesmas condições.

SCOT CONSULTORIA

Boi: oferta restrita se sobrepõe à demanda interna fraca e arroba segue em alta

A consultoria Safras & Mercado voltou a registrar avanço das cotações da arroba do boi gordo em São Paulo

Em seu levantamento diário de preços, a empresa registrou o preço passando de R$ 310 para R$ 311. A demanda interna que já estava enfraquecida deve sofrer mais um pouco com as novas medidas de restrição à abertura de bares e restaurantes pelo Brasil. A nova rodada de auxílio emergencial deve ter um peso bastante abaixo do que foi no ano passado, pois o valor agora será menor. Por outro lado, mesmo com a queda do dólar nos últimos dois dias, os frigoríficos exportadores mantiveram comportamento agressivo. Isso sinaliza que as vendas para a China devem continuar acelerando após um início de ano lento.

AGÊNCIA SAFRAS

Oferta de gado no Brasil deve permanecer apertada e pressiona frigoríficos

A escassez de gado pronto para abate continuará pressionando os processadores brasileiros de carne bovina por pelo menos um ano, disse o analista da Safras & Mercado Fernando Iglesias, em apresentação na quinta-feira

A oferta apertada, causada pelo abate de vacas e a forte demanda por carne bovina em mercados como a China, levou empresas a paralisar temporariamente as operações e dispensar funcionários em Estados como Goiás, Rondônia, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, disse ele. O preço da arroba bovina subiu para 315 reais esta semana, patamar recorde. “A oferta está muito apertada”, disse Iglesias. “Apenas processadores de carne com licenças para vender para a China podem pagar.” O mercado apertado atinge empresas como JBS, Marfrig e Minerva, que operam nos mercados interno e de exportação. Nas últimas semanas, grupos comerciais que representam os frigoríficos começaram a fazer lobby junto ao Ministério da Agricultura para obter autorização para importar gado vivo do Paraguai como forma de continuar o abate em meio à oferta restrita. Iglesias disse que a disponibilidade de gado no Brasil pode melhorar no próximo ano. Ele previu que o Brasil abaterá 31,585 milhões de cabeças de gado em 2021, um aumento anual de 0,4%. Em comparação, o abate de gado caiu 9% no ano passado ante 2019, para 31,471 milhões de cabeças, segundo dados da Safras.

REUTERS 

Abate de bovinos atinge em 2020 o menor nível desde 2011

Maior retenção de fêmeas por parte dos produtores foi o que levou ao abate de 22,19 milhões de bovinos no ano passado, 9,56% a menos que em 2019

A margem da cria em alta estimula a retenção de fêmeas que, por sua vez, restringe ainda mais a oferta de animais, levando os números de abate brasileiros em 2020 aos menores patamares dos últimos cinco anos da série histórica, informam as analistas Bruna Giacon e Caroline Matos, da consultoria Agrifatto. Segundo informações registradas no SIF (Sistema de Inspeção Federal), foram abatidas um total de 22,19 milhões de bovinos em 2020, uma redução de 9,56% se comparada à quantidade de animais abatidas no ano anterior. Além da retenção de fêmeas, o atraso das chuvas também colaborou com a redução na quantidade de bovinos para o abate no ano passado, acrescentam as consultoras. Acompanhando o desempenho mensal do abate bovino brasileiro em 2020, observa-se que os meses de janeiro, fevereiro, novembro e outubro tiveram o pior índice dos últimos 5 anos. No entanto, o preço da arroba do boi gordo permaneceu firme ao longo do ano passado – a valorização acumulada ficou em 38,71% em 2020 em relação a 2019. Neste ano, os valores da arroba já registraram novos recordes, com negócios pontuais superiores a R$ 310/@. “Para 2021, ainda não há previsão de melhora para a oferta de matéria-prima, que segue escassa, pressionando ainda mais os abates para baixo”, observam as analistas. Em janeiro último, de acordo com números preliminares, já contabiliza a menor quantidade abatida dos últimos 10 anos, informam as analistas da Agrifatto.

PORTAL DBO

RS será reconhecido como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela OIE

A homologação, por parte da OIE na assembleia geral, deve ser realizada em maio, na França. Acre, Rondônia, Paraná e parte do Amazonas e do Mato Grosso também obtiveram o reconhecimento

A retirada da vacinação evidencia, em âmbito mundial, que o Estado tem defesa sanitária confiável e permitirá acesso ao mercado de carnes chamado circuito “não aftósico”, onde se estima poder exportar cerca de US$ 1,2 bilhão anuais adicionalmente. Atualmente, a carne gaúcha não acessa 70% dos mercados potenciais. Outra vantagem da condição é o preço pago ao produtor, que tende a aumentar entre 25% e 30% a partir da evolução de status sanitário.

Em agosto do ano passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já havia formalizado o Rio Grande do Sul como zona livre da febre aftosa sem necessidade de vacinação. O reconhecimento permite que em torno de 12,5 milhões de cabeças, entre bovinos e bubalinos, deixem de ser vacinadas no Estado. O reconhecimento nacional pelo Mapa é um dos passos para alcançar o reconhecimento internacional na OIE. Também deixa de ser necessária a aplicação de 20 milhões de doses anuais de vacina, uma vez que a imunização ocorria em duas etapas: rebanho geral e para animais com até 24 meses. Para realizar a transição de status sanitário, os Estados e as regiões atenderam a requisitos básicos, como aprimoramento dos serviços veterinários oficiais e implantação de programa estruturado para manter a condição de livre da doença, entre outros, alinhados com as diretrizes do Código Terrestre da OIE.

Seapdr RS

ECONOMIA

Dólar cai 4,3% em dois dias com BC, expectativa sobre juros e fiscal

O dólar emendou um segundo dia de forte queda ante o real, fechando na quinta-feira numa mínima em 14 dias, com o mercado repercutindo expectativa de alta de juros na semana que vem, andamento da agenda fiscal e um ambiente externo benigno, além de nova atuação do Banco Central

O dólar à vista caiu 2,00%, a 5,5412 reais na venda, depois de recuar 2,26%, a 5,5265 reais. Na véspera, a moeda recuou 2,39%, a 5,6542 reais na venda, maior desvalorização em seis semanas. O mercado já começou esta quinta com venda de dólares, repercutindo o IPCA de fevereiro mais alto e à espera de nova intervenção do Banco Central com swaps cambiais tradicionais, apenas um dia depois de ter realizado operações nos mercados futuro e à vista mesmo com o dólar em baixa. O BC vendeu todos os 20 mil contratos de swap ofertados nesta quinta, injetando no mercado 1 bilhão de dólares em dinheiro novo. “Eles (o BC) estão colocando em prática uma nova experiência de intervir com o mercado melhorando, o que é mais poderoso para se ter o desejável efeito de gerar desconforto (nos comprados em dólar)”, disse o operador de um grande banco. Uma das teorias para explicar o maior ativismo do BC aponta que a instituição estaria mais preocupada com o risco de repasse cambial aos preços da economia, num cenário em que as expectativas de inflação de algumas casas já superam o centro da meta para 2021 e começam a colocar em xeque o objetivo para 2022. O IBGE divulgou junto com a abertura do mercado que o IPCA de fevereiro teve a maior alta para o mês em cinco anos e, em 12 meses, superou 5%. O mercado de câmbio também repercutiu na quinta a fraqueza do dólar no exterior, onde a moeda norte-americana caía a mínimas em uma semana em meio a um amplo apetite por risco, que beneficiava Wall Street. O humor era favorecido pela estabilização nos rendimentos dos Treasuries, cuja recente escalada chacoalhou investidores por receios de retirada antecipada de apoio monetário por bancos centrais.

REUTERS

Ibovespa fecha em alta e quase zera perda na semana

O Ibovespa fechou novamente em alta na quinta-feira, praticamente zerando as perdas do tombo da segunda-feira, em meio a uma combinação de fatores, desde trégua nos temores fiscais no Brasil a alívio em receios com a inflação nos EUA

Índice de referência no mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,88%, a 114.894,99 pontos, de acordo com dados preliminares, superando os 115 mil pontos na máxima da sessão. O volume financeiro somava 38,3 bilhões de reais. Na semana, o Ibovespa acumula agora variação negativa de apenas 0,27%, quase no mesmo patamar da última sexta-feira, após despencar 4% no último dia 8, em meio a receios com o cenário político e a cena fiscal brasileira.

REUTERS

IPCA sobe 0,86% em fevereiro, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,86 por cento em fevereiro, após alta de 0,25 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira

No acumulado de 12 meses até fevereiro, o IPCA teve alta de 5,20 por cento, contra alta 4,56 por cento do mês anterior. Pesquisa da Reuters apontou que a expectativa de analistas era de alta de 0,72 por cento em fevereiro, acumulando em 12 meses alta de 5,06 por cento.

REUTERS 

Vendas dos supermercados fecham janeiro com crescimento de 12%

O setor supermercadista registrou em janeiro crescimento real (deflacionado pelo IPCA/IBGE) de 12% nas vendas na comparação com o mesmo período de 2020, de acordo com o Índice Nacional de Consumo dos Lares Brasileiros Abras, apurado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da entidade nacional de supermercados.

Em relação a dezembro, o índice registrou queda de – 18,45%. “Janeiro é um mês tradicional de férias e, mesmo durante a pandemia, muitas pessoas viajaram. Com as restrições de funcionamento de muitos estabelecimentos pelo Brasil, o setor, por ser essencial, foi uma opção na compra de diversos itens. Na comparação com dezembro, a queda de -18,45% foi impactada pela sazonalidade das compras de final de ano, considerado o melhor período de vendas dos supermercados”, declarou o Vice-Presidente Administrativo e Institucional, Marcio Milan. No mês passado, a Associação Brasileira de Supermercados divulgou a projeção de crescimento das vendas do setor para o ano de 2021, de 4,5%.

ABRAS 

EMPRESAS

Frigorífico de Mato Grosso pede recuperação judicIAL

Com dívidas acumuladas em R$ 18,2 milhões, o Frigorífico Nova Carne LTDA, sediado em Nova Xavantina (651 km de Cuiabá), entrou em recuperação judicial. A autorização foi dada no dia 2 deste mês pelo juiz da 4ª Vara Cível de Rondonópolis, Renan Carlos Leão Pereira do Nascimento 

A pedido da banca de advogados, foi decretado segredo de Justiça nos autos. Agora, o frigorífico Nova Carne tem 60 dias para apresentar um plano de recuperação que contemple todos aqueles que têm dinheiro a receber. Pelo período de seis meses, todas as ações de execução deverão permanecer suspensas. O Frigorífico Nova Carne alegou à Justiça uma sequência de episódios que teriam impactado suas finanças. Na petição inicial, é narrado que a atividade de produção, desde janeiro de 2011, vinha mantendo bom ritmo com o abate de suínos e bovinos. Porém, em março de 2017, quando foi deflagrada pela Polícia Federal a Operação Carne Fraca, o frigorífico diz que começou a entrar em crise financeira por conta de dificuldades para concretizar transações comerciais. A operação policial investigou fraudes laboratoriais no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e irregularidades cometidas por grandes frigoríficos. Outra alegação da empresa é que o couro teria sofrido redução de preço em quase 50%. Com a greve dos caminhoneiros deflagrada em maio de 2018, o frigorífico diz que sofreu novos prejuízos. Isso porque houve uma paralisação dos abates de porcos e bois, e o que estava disponível na região estava com preço inflacionado. Para não suspender a produção, a empresa teria sido obrigada a recorrer a empréstimos bancários com juros de até 14% ao mês para arcar com os altos custos do gado disponível na região e assim evitar a paralisação geral das funções e demissão em massa de funcionários. Com o reconhecimento da pandemia do coronavírus pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em março de 2020, o frigorífico se viu obrigado a reduzir a carga horária dos empregados e, consequentemente, a produção, agravando ainda mais a crise financeira.

O Livre 

FRANGOS & SUÍNOS

Expectativa de queda nos preços da carne suína

Medidas restritivas podem limitar avanço nos próximos dias

Após consecutivos recuos na primeira quinzena de fevereiro, os preços da carne suína reagiram no final daquele mês, movimento que continuou sendo observado nos primeiros dias de março. Para os próximos dias, porém, pesquisadores do Cepea indicam que a expectativa do setor é de queda nos valores da carne, fundamentada nas medidas de restrições mais rígidas adotadas em diversas regiões do País, na tentativa de conter a pandemia de covid-19, e que deve limitar a comercialização da proteína. De acordo com boletim informativo do Cepea, quanto às exportações de carne suína in natura, na primeira semana de março, estiveram aquecidas. Segundo dados parciais da Secex, nos cinco primeiros dias úteis do mês, o Brasil embarcou 4,2 mil toneladas/dia, aumento de 6,4% frente à média de fevereiro, mês em que o ritmo dos embarques já esteve acima dos anteriores. O avanço nos embarques tem sido atribuído à retomada das compras por parte da China, que havia interrompido em janeiro parte de seus pedidos.

AGROLINK

Produtores integrados com BRF em SC investem em painéis solares

A BRF informou na quinta-feira (11) que produtores integrados de Santa Catarina assinaram os primeiros contratos do convênio que a empresa firmou com o Banco do Brasil para financiar a instalação de painéis de energia solar nas granjas e adequações ambientais nas propriedades

O acordo firmado entre a BRF e o Banco do Brasil disponibilizará R$ 200 milhões em financiamentos para produtores investirem em eficiência energética. A iniciativa é parte do plano de Sustentabilidade da BRF anunciado em dezembro de 2020. A processadora de alimentos pretende ampliar em 50% a autoprodução de energia elétrica provenientes de fontes limpas ou renováveis nos próximos dez anos. “Vamos avançar ainda mais no fomento ao desenvolvimento energético dos nossos integrados, porque eles são os nossos parceiros na gestão sustentável de uma cadeira que proporciona vida melhor a todos, do campo à mesa”, disse o Presidente da BRF, Lorival Luz, em comunicado. O Banco do Brasil também estabeleceu compromissos de fomento à energia renovável no longo prazo, visando direcionar R$ 15 milhões do saldo da carteira de financiamentos para o segmento até 2025, segundo informou a BRF. “São as primeiras operações dessa parceria que impulsiona a transição para uma matriz energética limpa dos integrados, com mais sustentabilidade no campo. Nossa diretriz é apoiar a BRF e todos os seus integrados nesse processo, promovendo em cada ação o compromisso do Banco do Brasil com a sustentabilidade”, disse o Presidente do BB, André Brandão.

CARNETEC 

INTERNACIONAL

Consumo de carne bovina na Argentina caiu quase 30% em relação ao pico de 2008

Em relação ao pico que atingiu em 2008, registou uma queda de quase 30%, com forte impacto que evidencia o menor poder aquisitivo da população. Isso fica claro no relatório mensal da Câmara de Indústria e Comércio de Carnes e Derivados da República Argentina (CICCRA)

Em fevereiro passado, o abate de bovinos atingiu 1,039 bilhão de cabeças, com uma participação de fêmeas levemente acima de 45%. Além disso, nos dois primeiros meses do ano o mercado interno absorveu 331,4 mil toneladas de carne bovina com osso, uma redução de 10,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, que em termos absolutos representou cerca de 39 mil toneladas. Por sua vez, as exportações totalizaram 133,9 mil toneladas, registrando um aumento de 17,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Para tudo isso, em fevereiro passado o consumo de carne bovina por habitante foi de 49 quilos por habitante ao ano. Se a comparação for feita com a média dos últimos 12 meses, foi registrada uma queda de 3,2%, mas na comparação do consumo dos últimos meses com o pico alcançado em fevereiro de 2008, quando ficou em 68,9 quilos por habitante ao ano, em tempos de restrições às exportações e alta liquidação de estoques, a queda no consumo foi de 28,9% (-19,9 kg / hab / ano). Os deputados explicaram que o principal fator que impulsiona a redução do consumo é a queda do poder de compra, que também é impulsionado pelo maior nível de desemprego que retira as famílias do mercado. Em meio às reuniões do governo e da iniciativa privada para controlar a inflação e com a validade do acordo popular de preços para 10 cortes de carne bovina, o preço da carne continua registrando altas nos balcões dos açougues. De acordo com os dados da Ciccra, em fevereiro passado nos açougues da Região Metropolitana de Buenos Aires (AMBA) os preços dos cortes bovinos aumentaram apenas 1,1%, sendo que o preço relativo da carne bovina pé caiu -4,9% em relação ao no mês anterior e estava localizado no mesmo nível de novembro de 2020 e dezembro de 2019.  Por sua vez, o relatório privado detalhou que no mesmo mês analisado o preço do frango subiu 5,7% ao mês e a média dos cortes de carne suína cresceu 1,8% entre janeiro e fevereiro deste ano. “Em termos comparativos, no segundo mês do ano, os cortes bovinos ficaram mais baratos, 4,3% frente ao frango e 0,7% ante a média dos suínos. E na comparação com abril de 2018, os aumentos foram de 290,1% para a média dos cortes bovinos, 297,1% para os de frango e 267,8% para a média dos cortes suínos”, detalhou a Ciccra.

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