CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1380 DE 10 DE DEZEMBRO DE 2020

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Ano 6 | nº 1380| 10 de dezembro de 2020

 

NOTÍCIAS

Mais um dia de ajustes nos preços no mercado do boi gordo

Na última quarta-feira (9/12) em São Paulo, as escalas de abate foram levemente alongadas e atendem em média 6 dias. Essa situação trouxe mais um dia de ajuste negativo nos preços

Na comparação com a última terça-feira (8/12), os preços caíram R$3,00/@. Nesse cenário, a arroba do boi gordo foi apregoada em R$263,00, preço bruto e à vista, R$262,50 com desconto do Senar, e R$259,00 com desconto do Senar e Funrural. Os preços da vaca gorda e novilha gorda caíram com mais intensidade, R$4,00/@, e foram apregoados em R$248,00/@ e R$260,00/@, respectivamente, preço bruto e à vista. Para os machos jovens de até trinta meses que atendem ao mercado chinês, as ofertas também recuaram, com negócios em torno de R$265,00/@, preço bruto e à vista.

SCOT CONSULTORIA

Queda nos preços da arroba pode estar perdendo força, diz Safras

No entanto, segundo analista da consultoria, demanda pela carne bovina ainda segue abaixo do esperado, até mesmo para fora do Brasil

O mercado físico de boi gordo teve um dia de preços pouco alterados. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a pressão de baixa parece estar no limite em algumas importantes regiões produtoras. No Centro-Oeste e no Norte do país, os frigoríficos ainda conseguem alguma vantagem ao negociar com os pecuaristas, pois contam com escalas de abate mais confortáveis. Já na Região Sudeste, os preços se acomodaram. Enquanto isso, a demanda de carne bovina segue abaixo do normal para esta época do ano, normalmente o ápice do consumo doméstico, com uma reposição entre atacado e o varejo mais lenta do que o esperado pelo mercado. “Esta é uma consequência das dificuldades macroeconômicas provocadas pela pandemia. Somado a isso, precisa ser citado o fraco desempenho dos embarques durante a primeira semana de dezembro, resultado de um ritmo mais discreto de compras da China”, destaca Iglesias. Em São Paulo, Capital, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 265 a arroba, estáveis na comparação com a terça-feira, 8. Em Uberaba, Minas Gerais, a cotação chegou a R$ 262 a arroba, contra R$ 262 – R$ 263. Em Dourados, no Mato Grosso do Sul, os valores ficaram em R$ 252 – R$ 253 a arroba, ante R$ 253. Em Goiânia, Goiás, a arroba do boi gordo foi negociada por R$ 255, estável. Já em Cuiabá, no Mato Grosso, o preço ficou em R$ 254 a arroba, ante R$ 253 – R$ 254. No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem estáveis. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere por pouco espaço para reação dos preços, em linha com a decepcionante reposição entre atacado e varejo no decorrer deste último bimestre. “Relevantes redes varejistas a exemplo de restaurantes, rede hoteleira e bares adotam uma posição mais cautelosa com o avanço da pandemia em alguns estados. O temor é de formar estoques e novas medidas de restrição serem adotadas pelos governos logo em seguida, ao mesmo tempo em que as exportações estão enfraquecidas”, disse Iglesias. Com isso, o corte traseiro permaneceu em R$ 19,20 o quilo. O corte dianteiro teve preço de R$ 15 o quilo, e a ponta de agulha permaneceu em R$ 15,05 o quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Carne: recuo chinês derruba exportações do Brasil

Nos quatros primeiros dias úteis de dezembro, a média diária exportada de carne bovina in natura ficou em 5,46 mil toneladas e teve uma queda de 22,85% se comparado com os dados observados em dezembro do ano passado, que registrou uma média exportada de 7,08 mil toneladas

De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (SECEX), o volume embarcado alcançou 21,8 mil toneladas de carne bovina na primeira semana de dezembro, sendo que no ano passado o total exportado em todo mês de dezembro foi de 148,7 mil toneladas. O Analista de Mercado da Agrifatto Consultoria, Yago Travagini Rarreira, destacou que os chineses reduziram as compras por carne bovina nesta semana. “A queda foi maior do que o esperado cerca de 35% em relação a novembro/20, isso demonstra que os chineses não estão muito apetitosos pela carne brasileiras”, informou. Já o analista de Mercado da Safras & Mercados, Fernando Henrique Iglesias, essa queda no volume embarcado pode gerar uma pressão ainda mais baixista no mercado. “Esse resultado dos embarques somado à atípica queda do atacado reforça essa tendência de pressão por parte dos frigoríficos, é preciso acompanhar”, informou. As projeções preliminares da Consultoria Agrifatto apontam que o mês de dezembro deve encerrar com volume exportado de 110 a 130 mil toneladas de carne bovina in natura. Os preços médios na primeira semana de dezembro ficaram próximos de US$ 4.433,6 mil por tonelada, uma queda de 11,38% frente aos dados divulgados em dezembro de 2019 que registrou um valor médio de US$ 5.003,2 mil por tonelada. O valor negociado para o produto foi US$ 96,930,9 milhões na primeira semana de dezembro deste ano, tendo em vista que o preço comercializado durante o mês de dezembro do ano anterior foi de US$ 744,306 milhões. A média diária ficou em US$ 24,232,7 milhões e registrou um recuo de 31,63%, frente ao observado mês de dezembro do ano passado que ficou em US$ 35.443,2 milhões

PECUARIA.COM.BR

ECONOMIA

Dólar sobe 0,87% puxado por exterior

A deterioração nos mercados de risco no exterior catapultou o dólar ante o real nesta quarta-feira, com investidores ajustando posições após quedas recentes da moeda, numa semana já marcada por renovada cautela no campo fiscal doméstico

O dólar à vista fechou com valorização de 0,87%, a 5,1737 reais na venda –maior ganho diário desde 23 de novembro (+0,90%). Na B3, o dólar futuro ganhava 1,22%, a 5,1790 reais, às 17h13. No exterior, o índice do dólar frente a uma cesta de moedas subia 0,2%, a caminho da maior alta diária desde o fim de novembro e afastando-se da mínima em dois anos e meio tocada na semana passada. Em Wall Street, o índice S&P 500 caía 0,9%, se distanciando de máximas recordes, com o sentimento afetado por incertezas sobre as negociações acerca de novos estímulos nos EUA. O mercado brasileiro de câmbio deu uma pausa nesta semana depois de fortes quedas do dólar desde as eleições norte-americanas, no começo de novembro, com analistas citando também a renovação de ruídos fiscais como um argumento para a postura mais conservadora, num contexto em que as boas notícias sobre o desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19 no mundo parecem estar no preço. Na segunda e terça-feira, o dólar acabou fechando perto da estabilidade, anulando quedas durante a sessão, enquanto a moeda norte-americana se manteve fraca no exterior. O mercado de câmbio ainda pode sofrer pressão até o fim do ano com a expectativa de compra de bilhões de dólares na esteira do desmonte do overhedge –proteção cambial que bancos vêm desfazendo devido a questões tributárias. O Banco Central começou na semana passada a ofertar 16 mil contratos de swap cambial para rolagem do vencimento janeiro, ante lote de 12 mil contratos disponibilizado antes. Se mantiver essa quantia até o fim de dezembro, com colocação integral, o BC terminará negociando pelo menos 9 bilhões de dólares a mais do que o estoque desses papéis a vencer em 4 de janeiro (11,798 bilhões de dólares). Ainda assim, esse valor fica abaixo dos cerca de 16 bilhões de dólares de compra líquida de moeda na passagem do ano por causa do overhedge.

REUTERS

Ibovespa fecha em queda de 0,7%

O Ibovespa fechou em queda na quarta-feira, outra vez sem conseguir se sustentar acima dos 114 mil pontos, com o enfraquecimento em Wall Street ditando movimentos de realização de lucros na bolsa paulista

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,7%, a 113.001,16 pontos. O volume financeiro totalizou da sessão somou 28 bilhões de reais. Em Nova York, o S&P 500 renovou máxima intradia, mas reverteu sob pressão de ações de tecnologia e sem progressos nas negociações para mais estímulo fiscal nos Estados Unidos. “Nada mais natural do que o mercado encontrar maior dificuldade em superar os 114 mil pontos, justamente o patamar perdido na última semana de fevereiro, que abriu caminho para a correção”, notou o analista Rafael Ribeiro, da Clear Corretora. Apesar de ainda não ter renovado as máximas do ano, registradas em janeiro, quando encostou em 120 mil pontos, o Ibovespa quase zerou as perdas em 2020 e acumula valorização de mais de 80% desde as mínimas de março. “É normal que haja esse movimento de realização”, afirmou Renato Mekbekian, responsável por alocações de fundos de fundos na Kilima Gestão de Recursos. Ele ponderou que as discussões e indefinições atreladas ao cenário fiscal brasileiro estão gerando incertezas entre investidores e que isso em alguns momentos ofusca o otimismo com as novidades sobre vacinas contra o coronavírus.

REUTERS

BC mantém Selic em 2% e diz que compromisso de não subir juros pode cair “em breve”

O Banco Central manteve na quarta-feira a Selic na mínima histórica de 2% ao ano pela terceira vez consecutiva e destacou que, em função do quadro inflacionário, as condições para seu compromisso de não elevar os juros básicos podem em breve não estar mais satisfeitas

No comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC destacou que desde a adoção do chamado forward guidance (orientação futura), em setembro, houve uma reversão da queda das expectativas de inflação em relação às metas para o horizonte relevante, que hoje inclui os anos de 2021 e 2022. No comunicado desta quarta-feira, o BC avaliou que essas condições seguem de pé, mas reconheceu que as expectativas de inflação permanecem abaixo da meta para o horizonte relevante, e não mais “significativamente abaixo”. “Além disso, ao longo dos próximos meses, o ano-calendário de 2021 perderá relevância em detrimento ao de 2022, que está com projeções e expectativas de inflação em torno da meta”, disse o BC. “A manutenção desse cenário de convergência da inflação sugere que, em breve, as condições para a manutenção do forward guidance podem não mais ser satisfeitas, o que não implica mecanicamente uma elevação da taxa de juros pois a conjuntura econômica continua a prescrever estímulo extraordinariamente elevado frente às incertezas quanto à evolução da atividade”, acrescentou. Na sua comunicação, o BC também abandonou a frase de que o espaço remanescente para baixar os juros, se houver, deve ser pequeno, ao mesmo tempo em que disse considerar adequado o atual nível “extraordinariamente elevado” de estímulo monetário que vem sendo produzido pela manutenção da taxa básica de juros em 2% ao ano, em conjunto com o forward guidance. Para a equipe do banco Modalmais, a mudança de tom no comunicado é um “evidente alerta” de que o forward guidance poderá ser retirado já na próxima reunião do Copom, em 19 e 20 de janeiro, passo que o time de analistas da instituição passou a prever em seu cenário base. Na quarta-feira, o BC piorou suas estimativas para o IPCA, passando a prever alta de 4,3% em 2020, 3,4% em 2021 e 3,4% em 2022, ante metas de 4%, 3,75% e 3,5%, respectivamente, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Na última reunião do Copom, os percentuais calculados pela autoridade monetária eram de 3,1%, 3,1% e 3,3%.

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EMPRESAS

BRF cria vice-presidência de Relações Institucionais, Reputação e Sustentabilidade

Cargo será ocupado por Grazielle Tallia Parenti, que atualmente é diretora de RI e presidente do conselho da Abia

A BRF, que controla marcas como Sadia e Perdigão, informou que criou uma vice-presidência global de Relações Institucionais, Reputação e Sustentabilidade. Em comunicado, a empresa disse que o cargo será ocupado a partir de janeiro por Grazielle Tallia Parenti, que desde 2019 ocupa a posição de Diretora de Relações Institucionais. Parenti é formada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e, além de trabalhar na BRF, também é Presidente do Conselho da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia). Segundo a empresa, a nova estrutura reforçará a relação de interdependência já existente entre as áreas, além de catalisar esforços “para o aprimoramento de suas práticas de gestão em prol da geração de valor para os seus acionistas e a sociedade”, disse a empresa, em nota.

VALOR ECONÔMICO

JBS oferece mais de 1.400 vagas em 8 estados

A JBS está com mais de 1,4 mil vagas de emprego abertas em oito estados brasileiros, em mais de 50 municípios, informou a empresa na quarta-feira (09)

As oportunidades são para atuar nas unidades da Seara como operador de produção e os candidatos precisam ter o Ensino Médio completo. Segundo a companhia, não é obrigatório ter experiência prévia na função. O estado com mais vagas em aberto é Santa Catarina (472), seguido por Rio Grande do Sul (267), Mato Grosso do Sul (262), São Paulo (218), Paraná (155), Minas Gerais (48), Mato Grosso (13) e Bahia (12). Para participar dos processos seletivos, o candidato deve se inscrever nesta página https://jbs.com.br/carreiras/ ou entrar em contato com a unidade da empresa mais próxima. Além dessas vagas destinadas aos processos de modernização das linhas e de atendimento à produção, desde o início da pandemia a JBS já contratou mais de 12 mil colaboradores.

CARNETEC

FRANGOS & SUÍNOS

Brasil amplia oferta de carnes apesar da pandemia, diz ABPA

Os frigoríficos do Brasil aumentaram a oferta de carnes para os mercados mundiais este ano e vão elevar novamente a produção em 2021, embora enfrentem desafios em meio à pandemia de Covid-19, disse a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) na quarta-feira

A produção de frango provavelmente cresceu até 4,2%, para 13,8 milhões de toneladas este ano, mostraram as projeções da entidade que representa grandes grupos como JBS e BRF. As exportações podem chegar a 4,23 milhões de toneladas em 2020, um aumento estimado em 0,5%. China e Arábia Saudita compraram a maior parte do frango do Brasil, de acordo com a ABPA. Já a produção de carne suína pode totalizar 4,3 milhões de toneladas, um aumento de 8%, mostram os dados da ABPA para 2020. As exportações da proteína podem chegar a 1,03 milhão de toneladas neste ano, um aumento projetado de 37% e um recorde histórico, com a China respondendo por 50% da demanda nos primeiros 11 meses do ano. Mas, embora as empresas tenham apresentado um bom desempenho durante a crise, os desafios permanecem, disse o Presidente da ABPA, Ricardo Santin. Ele citou os custos mais elevados dos grãos, utilizados na ração animal, que atribuiu à especulação no mercado de milho em meio à disponibilidade escassa. Santin também citou preocupações com dúvidas sobre até que ponto o auxílio emergencial oferecido pelo governo, que ajudou os brasileiros de baixa renda a comprarem alimentos durante a pandemia, seria estendido. O Brasil, considerado o maior exportador de carne de frango, deve aumentar a produção em até 5,5% no próximo ano, para 14,5 milhões de toneladas. As exportações podem crescer 3,6%, para 4,35 milhões de toneladas, informou a ABPA. Para a carne suína, a produção brasileira pode crescer 3,5%, para 4,4 milhões de toneladas em 2021, enquanto as exportações podem chegar a 1,1 milhão de toneladas no próximo ano, um aumento de 10%. O Brasil também pretende abrir novos grandes mercados, com negociações em estágio avançado para exportar carne suína para o Canadá, acrescentou Santin.

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Volumes das exportações de carnes de frango e suína cresceram em novembro

Segundo a ABPA, produção dessas proteínas vai aumentar em 2020

O volume das exortações brasileiras de carne de frango alcançou 350,7 mil toneladas em novembro, 5,6% mais que no mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A receita dos embarques caiu 11,3%, para US$ 476,8 milhões. Com isso, nos primeiros 11 meses do ano o volume aumentou 0,7%, para 3,8 milhões de toneladas, mas a receita foi 13% menor (US$ 5,5 bilhões). No caso da carne suína, o volume das exportações cresceu 31,7% em novembro, para 87,5 mil toneladas, e 39,5% de janeiro a novembro, para 940,9 mil toneladas. A receita aumentou 35,7% em novembro, para US$ 202,7 milhões, e 47,1% de janeiro a novembro, para US$ 2,1 bilhões. Também segundo a ABPA, a produção brasileira de carne de frango deverá crescer entre 3,8% e 4,2% em 2020, e a produção brasileira de carne suína deverá aumentar entre 6,7% e 8%.

VALOR ECONÔMICO

Preço dos insumos pressionou suinocultura

Poder de compra do suinocultor foi menor

A alta nos preços dos principais insumos como milho e farelo de soja pressionaram a suinocultura em novembro, especialmente na segunda quinzena do mês. É o que aponta o boletim mensal de análise dos setores do Cepea/USP. O poder de compra do suinocultor caiu em relação a outubro e ficou abaixo da média de novembro do ano passado. Considerando o milho comercializado no mercado de Campinas e o suíno na mesma região, o produtor conseguiu comprar 7,16 quilos do cereal com a venda de um quilo de animal.  A quantidade é 2,2% menor que em outubro e 4,9% abaixo da média de novembro de 2019.  Já em relação ao farelo de soja comercializado em Campinas, foi possível ao produtor a compra de 3,53 quilos do derivado com a venda de um quilo de suíno na média de novembro, queda de 3,2% frente ao mês anterior e 17,4% abaixo da média de novembro do ano passado. Em Santa Catarina, maior produtor nacional com 7,96 milhões de animais e participação de 20,3% no efetivo, com o animal negociado na região do oeste do estado e os insumos no mercado de lotes de Chapecó (SC), foi possível a compra de 6,95 quilos de milho com a venda de um quilo de suíno, queda de 3,6% frente ao mês anterior. Já frente ao farelo de soja, a quantidade média de novembro teve aumento de 2,2% frente a outubro, uma vez que o suíno na região teve alta muito mais intensa que a verificada para o derivado da oleaginosa, principalmente na primeira quinzena, sendo possível ao suinocultor a compra de 3,66 quilos de farelo com a venda de um quilo de suíno. Apesar disso, esse volume ainda ficou 8,2% abaixo do registrado em novembro do ano passado.  No mercado de milho o Cepea apurou que as negociações foram lentas e a saca de 60 kg de milho registrou média de R$ 79,60 em Campinas e de R$ 83,73 em Chapecó, com respectivas valorizações de 10,5% e de 15,7% frente a outubro. Para o farelo de soja, as demandas interna e externa continuaram elevadas e a disponibilidade do produto, baixa. Esse contexto manteve as cotações em alta. Na média de novembro, a tonelada do farelo foi cotada a R$ 2.689,86 na região de Campinas, aumento de 11,9% frente ao mês anterior. Em Chapecó, a valorização de outubro para novembro foi de 9,2%, com o derivado negociado a R$ 2652,83/t no último mês.

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