CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1313 DE 02 DE SETEMBRO DE 2020

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Ano 6 | nº 1313 02 de setembro de 2020

 

NOTÍCIAS

Arroba do boi gordo sobe em SP e há negócios a R$ 240, diz Safras

Segundo a consultoria, a tendência é que os preços continuem em alta dada a oferta restrita e as exportações aquecidas em 2020

Os preços do boi gordo ficaram entre estáveis a mais altos nesta terça-feira, 1º, no mercado físico brasileiro. “Os frigoríficos seguem operando com escalas de abate encurtadas em um ambiente ainda pautado pela restrição de oferta. Até o momento, não há indicativo de mudança de viés, uma vez que a oferta tende a permanecer restrita diante do excepcional desempenho das exportações em 2020”, diz o analista da Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, a exportação é o grande diferencial para a pecuária de corte neste ano. A China tem grande papel nesta movimentação, absorvendo volumes expressivos de proteína animal em todo o mundo, consequência do surto de peste suína africana (PSA), que dizimou o rebanho suíno local. Na capital de São Paulo, os preços do boi gordo no mercado à vista passaram de R$ 238 para R$ 238/240 por arroba. Em Uberaba (MG), permaneceram em R$ 235 por arroba. Em Dourados (MS), subiram de R$ 229 para R$ 230 por arroba. Em Goiânia (GO), seguiram em R$ 230 por arroba. Já em Cuiabá (MT), continuaram em R$ 217/2018 por arroba. No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram estáveis após a forte alta de ontem. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, impulsionando a reposição ao longo da cadeia produtiva. Com isso, a ponta de agulha permaneceu em R$ 13,95 o quilo. O corte dianteiro continuou em R$ 14 o quilo, e o corte traseiro permaneceu em R$ 16,15 o quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Preços da arroba do boi gordo em alta

Na última terça-feira (1/9), a cotação da arroba do boi gordo subiu em 28 das 32 praças pecuárias monitoradas pela Scot Consultoria

Em São Paulo, o preço do boi gordo para o mercado interno bateu nos R$240,00/@, preço bruto e a prazo. Descontando a alíquota do Senar a cotação é de R$239,50/@ e livre de Funrural e livre do Senar a cotação é de R$236,50/@. A disponibilidade de boiadas está pequena.

SCOT CONSULTORIA

Demanda firme no mercado de sebo bovino

Com a retomada gradual da economia, a demanda por sebo bovino para a produção de biodiesel segue aumentando

Com a retomada gradual da economia, a demanda por sebo bovino para a produção de biodiesel segue aumentando. A demanda para produção de produtos de higiene também é um fator a ser considerada. Esses fatores explicam a firmeza do mercado.  Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central, o produto está cotado em R$4,56/kg, livre de imposto, alta de 5,1% na comparação semanal e de 17,8% no acumulado de agosto. No Rio Grande do Sul, o produto está cotado, em média, em R$4,65/kg, nas mesmas condições. Valorização de 3,5% no mesmo período. Para o curto prazo, a expectativa é de que a oferta limitada e a demanda aquecida mantenham os preços em alta no mercado de sebo.

SCOT CONSULTORIA

Exportação de carne bovina in natura bate recorde em agosto

A média diária dos embarques diários ficou em 7,7 mil toneladas

Os embarques brasileiros de carne bovina in natura encerraram agosto com recorde para o mês, atingindo 163,22 mil toneladas, com uma receita de US$ 654,24 milhões, segundo informa o economista Yago Travagini, consultor pela Agrifatto, com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A média diária dos embarques em agosto ficou em 7,77 mil toneladas/dia, um avanço 5,62% quando comparado ao mês de julho. Na comparação anual (frente ao volume médio diário de agosto de 2019), a alta foi de 26,76%. Segundo relata Travagini, o valor da tonelada da carne bovina in natura exportada pelo Brasil vem sofrendo pressão negativa nos últimos meses. Em agosto, o preço médio da tonelada girou em torno de US$ 4.008,30, marcando uma queda de 1,79% ante julho/20 e baixa de 3,97% quando comparado ao mesmo período do ano passado.

PORTAL DBO

Mercado de reposição segue alcançando patamares históricos

Um dos fatores para o aumento dos negócios com animais jovens foi o forte movimento de alta na arroba do boi gordo

Ao longo desta semana passada, o mercado de reposição de gado registrou maior liquidez de negócios, segundo apurou a IHS Markit. “A oferta de animais jovens segue bastante restrita, fator que tem sustentado a cotação de bezerros e bezerras na maioria das praças pecuárias do País”, destaca a consultoria. O preço do indicador Cepea do bezerro (praça do MS) fechou a quinta-feira a R$ 2.189,97, com valorização de 6% no acumulado do mês e acréscimo de 72% sobre a cotação registrada em igual período de 2019 (R$ 1.271,20). Um dos fatores para o aumento dos negócios com animais jovens foi o forte movimento de alta na arroba do boi gordo. “Os pecuaristas se mostraram mais confiantes e ativos na procura do gado magro”, avalia a IHS Markit. Destaca-se a demanda por categorias mais jovens e de qualidade, para produção voltada para exportações. Nas praças da região Norte do Brasil, a valorização intensa da arroba do gado gordo melhorou a margem obtida na comparação entre o custo da reposição e o preço da boiada terminada, injetando maior confiança nos pecuaristas, que se mostraram mais ativos na demanda por animais, relata a consultoria. Já nas praças do Centro-Sul, apesar dos patamares bastante elevados atingidos pela arroba do boi gordo nesta última semana, renovando os recordes anteriores, as significativas altas do milho e do farelo de soja, base da alimentação bovina, aumentou os custos da atividade de recria e engorda e, consequentemente, os custos com a engorda de animais. Na sexta-feira, os preços da reposição subiram em algumas praças do Mato Grosso e de São Paulo.

PORTAL DBO

MAPA vai contratar 140 novos fiscais

A Procuradoria Geral da Fazenda acatou pedido do Ministério da Agricultura e reconsiderou seu entendimento sobre os efeitos da Lei Complementar nº 173, que suspende a realização de concurso e a abertura de novas vagas em função da pandemia de Covid-19 

A nova interpretação consta em parecer publicado na última sexta-feira (28/8) e permite que a pasta convoque os 140 fiscais agropecuários aprovados no último concurso para a carreira realizado em 2017. Em ofício enviado ao Ministério da Economia em 31 de julho, o Ministério da Agricultura argumentou que não há, na Lei Complementar nº 173, “qualquer limitação temporal expressa, no que se refere ao momento em que sejam ocorridas as vacâncias de cargos efetıvos que possam voltar a ser preenchidas”. Em seu novo parecer, a PGF acata a interpretação do Ministério da Agricultura. “Com efeito, reexaminando de forma detida a questão, entende-se que assiste razão à proposta de revisitação do entendimento”, aponta o procurador geral da fazenda, Ricardo Soriano de Alencar. No último concurso, realizado em 2018, o Ministério da Agricultura abriu 300 vagas para o cargo de auditor fiscal agropecuário, com previsão de 150 candidatos excedentes e 90 em lista de espera. Desde então, 100 dos 150 excedentes foram contratados. A pasta pleiteia contratar os 50 excedentes restantes e os 90 aprovados em lista de espera, totalizando 140 novos auditores fiscais agropecuários. Segundo estudo da Secretaria de Defesa Agropecuária, o Ministério da Agricultura precisava contratar 1.620 novos auditores fiscais em 2018. Desde então, apenas 400 foram admitidos. “O único impedimento processual para a convocação dos 140 excedentes do último concurso era o parecer restritivo da Procuradoria Geral da Fazenda (PGF). Dessa forma, no processo não resta qualquer impedimento formal para a convocação dos 140 excedentes do último concurso do Ministério da Agricultura”, aponta Antonio Andrade, Diretor de política profissional do Sindicato dos Auditores Fiscais Agropecuários (Anffa Sindical).

GLOBO RURAL

ECONOMIA

Em dia de PIB, dólar cai com sinalização positiva do lado fiscal; exterior ajuda

O dólar fechou em queda ante o real na terça-feira, começando setembro repercutindo sinais benignos do governo com relação à agenda de reformas e de equilíbrio fiscal em dia de PIB no Brasil, enquanto no exterior a moeda norte-americana seguiu em trajetória de baixa

Na B3, o dólar futuro recuava 2,18%, a 5,3780 reais, às 17h01. O mercado gostou de sinais do presidente Jair Bolsonaro sobre envio da reforma administrativa ao Congresso na próxima quinta-feira, depois de sucessivos adiamentos e muita resistência por parte do próprio presidente. Além disso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, mencionando orientação dada por Bolsonaro, disse que o Renda Brasil, que está sendo gestado para reunir programas sociais numa só iniciativa, será estudado por mais tempo e deverá mirar o andar de cima para reforçar o andar de baixo. Ainda nesta terça, Bolsonaro anunciou que o valor do auxílio emergencial que será pago pelo governo federal a vulneráveis até o final do ano por causa da pandemia de coronavírus será de 300 reais mensais. “(Isso) é sinal de que, se houver boa vontade, o dólar responde em uma magnitude maior”, disse um experiente profissional em trade de dólar. O mercado vinha nas últimas semanas elevando prêmios de risco diante de temores de postura fiscal mais leniente da parte do governo e de perda de influência de Guedes em meio a pressões por setores do Executivo por mais gastos. O sinal positivo do lado fiscal emitido nesta terça por Bolsonaro junto a Guedes ocorreu no mesmo dia em que o IBGE reportou tombo de 9,7% na economia brasileira no segundo trimestre sobre o primeiro –resultado pior que o esperado. Ainda assim, predomina no mercado análise de que a economia segue em recuperação, qualificada pelo economista do Itaú Unibanco Luka Barbosa como “robusta”. O UBS Brasil elevou a projeção para o desempenho da economia no terceiro trimestre e no ano de 2020 como um todo.

REUTERS 

NY ajuda e Ibovespa fecha em forte alta com promessa de reformas e cena fiscal no radar

O Ibovespa fechou acima dos 102 mil pontos na segunda-feira, com promessa do governo sobre a reforma administrativa e definição sobre o auxílio emergencial servindo como argumento para o viés mais comprador após um agosto fraco

Índice de referência no mercado acionário brasileiro, o Ibovespa fechou em alta de 2,66%, a 102.016,63 pontos, segundo dados preliminares, em sessão de noticiário corporativo forte e apoio do avanço em Wall Street. O volume financeiro da sessão somou 25,7 bilhões de reais.

REUTERS

Brasil tem superávit comercial recorde para agosto, de US$6,6 bi, por tombo nas importações

O Brasil teve superávit comercial de 6,6 bilhões de dólares em agosto, melhor para o mês da série histórica iniciada em 1989, mais uma vez ajudado pelo tombo sofrido na ponta das importações

O dado, divulgado na terça-feira pelo Ministério da Economia, veio um pouco abaixo da projeção de um superávit de 6,7 bilhões de dólares, segundo pesquisa Reuters com analistas. Com a crise do coronavírus como pano de fundo, as importações caíram 25,1% em agosto, pela média diária, a 11,1 bilhões de dólares. Já as exportações tiveram um recuo de 5,5% na mesma base de comparação, a 17,7 bilhões de dólares. Em relação aos produtos comprados, todos os setores apresentaram queda sobre o mesmo mês do ano passado. Pela média diária, o maior impacto foi sofrido na importação de produtos da indústria extrativa (-59,5%), seguido pelo que foi visto na indústria de transformação (-23,8%) e na agropecuária (-0,8%).

REUTERS 

PIB do Brasil tem contração recorde de 9,7% no 2º tri com pandemia e volta a patamar de 2009

A economia brasileira sofreu contração recorde no segundo trimestre ao despencar 9,7% sobre os três meses anteriores, com perdas históricas na indústria e no setor de serviços devido ao auge das medidas de contenção da Covid-19

De acordo com dados informados na terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a contração do Produto Interno Bruto (PIB) se aprofundou entre abril e junho depois de queda de 2,5% no primeiro trimestre, em dado revisado de recuo de 1,5% informado anteriormente. As medidas de isolamento contra o coronavírus começaram a ser aplicadas no Brasil no final de março, e o ritmo de queda da atividade atingiu o ápice em abril. Entretanto, indicadores já mostram que o ritmo da economia passou a ganhar força no final do segundo trimestre, com a reabertura de empresas e negócios após medidas mais rígidas de isolamento. A deterioração da atividade fica ainda mais clara na comparação anual, uma vez que o PIB apresentou perdas de 11,4% sobre o segundo trimestre de 2019, também a queda mais forte da série iniciada em 1996, de acordo com o IBGE. Com esses resultados, a contração acumulada no primeiro semestre deste ano chegou a 5,9% em relação ao mesmo período de 2019, de acordo com o IBGE. Em todo o ano passado, houve crescimento de 1,1% do PIB. Com isso, o PIB encontra-se agora no mesmo patamar do final de 2009, auge dos impactos da crise global. O IBGE ressaltou ainda que adotou tratamentos específicos seguindo recomendações internacionais para retratar o impacto da pandemia, mas que isso não configura mudança de metodologia. O IBGE informou, que do lado da produção, a Indústria foi a mais afetada com recuo recorde da produção de 12,3% no segundo trimestre sobre o primeiro. Somente a indústria de transformação apresentou perdas de 17,5%, enquanto construção caiu 5,7% e a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto recuou 4,4%. Já o setor de serviços teve contração de 9,7% no período, resultado também inédito, com destaque para as perdas de 19,8% em outras atividades de serviços, que reúne serviços prestados às famílias. Somados, indústria e serviços representam 95% do PIB brasileiro. A Agropecuária, por sua vez, mostrou que passou praticamente incólume à pandemia ao registrar crescimento de 0,4%, devido principalmente à produção de soja e café. Do lado das despesas, a Formação Bruta de Capital Fixo, medida de investimento, despencou 15,4% no segundo trimestre, enquanto as despesas das famílias, que representam 65% do PIB, recuaram um recorde de 12,5% diante do isolamento social. “O consumo das famílias não caiu mais porque tivemos programas de apoio financeiro do governo. Isso injetou liquidez na economia. Também houve um crescimento do crédito voltado às pessoas físicas, que compensou um pouco os efeitos negativos”, explicou a coordenadora do IBGE Rebeca Palis. “O que puxou para baixo (o consumo das famílias) foi o distanciamento, mas os programas de apoio às pessoas e às empresas minimizaram isso”, completou ela. “Certamente sem os programas de apoio a queda do PIB seria maior.” Já as despesas do governo recuaram 8,8%. De acordo com a coordenadora do IBGE, isso se deu porque, apesar do foco na Covid, houve uma redução na demanda para demais doenças, além de cirurgias eletivas e outros atendimentos.

REUTERS

Reforma tributária ainda não está madura, diz Guedes

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na terça-feira que a reforma tributária ainda não está madura e que o governo ainda precisa negociar com o Congresso os termos das propostas já em tramitação

“A política vai dando o timing. Deu o timing perfeito agora da reforma administrativa, ela estava madura e entrou. A tributária ainda não está madura, está amadurecendo, está quase madura”, afirmou Guedes durante audiência virtual em comissão do Congresso. Ele citou que a PEC 45, que está em discussão na Câmara e propõe a unificação de cinco tributos, incluindo de Estados e municípios, em um imposto sobre valor adicionado, ainda está sofrendo modificações e que o governo precisar conhecer os detalhes dos impactos. Guedes ressaltou que as discussões demandam cuidado e criticou proposta de que um eventual IVA nacional seja gerido por uma comissão tripartite formada por representantes da União, Estados e municípios. Também ressaltou que o governo não pode garantir compensações por eventuais perdas dos entes.

REUTERS 

PIB da agropecuária registra alta de 0,4% no segundo trimestre do ano

Segundo o IBGE, a alta se deve ao desempenho de alguns produtos da lavoura com safra relevante no segundo trimestre e pela produtividade

O Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária apresentou variação positiva de 0,4% no segundo trimestre de 2020, em relação ao primeiro trimestre do ano. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a agropecuária foi o único setor entre os principais setores da economia que apresentou crescimento no segundo trimestre. Na comparação com o segundo trimestre de 2019, a agropecuária cresceu 1,2%. Segundo o IBGE, o índice pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no segundo trimestre e pela produtividade. As contribuições positivas vieram das culturas de soja (5,9%), arroz (7,3%) e café (18,2%). Já as culturas de feijão (-4%), milho (-0,8%) e mandioca (-0,3%) tiveram contribuições negativas. No primeiro semestre de 2020, a agropecuária teve desempenho positivo de 1,6% em relação a igual período de 2019. Segundo o IBGE, o PIB do Brasil caiu 9,7% no segundo trimestre de 2020 (comparado ao primeiro trimestre de 2020), na série com ajuste sazonal. Em relação a igual período de 2019, o PIB caiu 11,4%. Entre os segmentos, a maior queda no segundo trimestre foi na Indústria (-12,3%), seguida por Serviços (-9,7%). Em valores correntes, o PIB totalizou no segundo trimestre R$ 1,653 trilhão, sendo que a agropecuária somou R$ 125,417 bilhões, a indústria R$ 287,544 bilhões e os serviços R$ 1,064 trilhão.

MAPA 

EMPRESAS

BRF vai fornecer máscaras PFF2 para todos os empregados

A BRF S.A. fornecerá máscaras PFF2 ou equivalentes, como a N95, para todos os empregados de suas unidades no Brasil, em substituição às máscaras de tecido, segundo acordo fechado com o Ministério Público do Trabalho (MPT) na sexta-feira (28)

A medida visa garantir maior proteção para cerca de 90 mil trabalhadores, disse o MPT em comunicado na terça-feira (01). As máscaras de tecidos continuam sendo permitidas no transporte fornecido pela empresa aos empregados. O mais recente acordo é um adendo ao termo de ajustamento de conduta (TAC) já assinado pela BRF com o MPT em abril deste ano, quando a empresa se comprometeu com a adoção de medidas para proteção de trabalhadores durante a pandemia em âmbito nacional. Segundo os procuradores, “o acordo representa um grande avanço nas medidas de prevenção e mitigação do risco de contaminação adotadas pela BRF em suas unidades, já que as máscaras PFF2 ou equivalentes são eficazes para filtragem e retenção de gotículas e aerossóis contaminados”.

CARNETEC 

FRANGOS & SUÍNOS

Exportação das carnes em agosto de 2020

Agosto de 2020 propiciou – em termos de volume – resultados melhores que os de um ano atrás: o volume/dia de carne de frango aumentou 6,69%; o de carne bovina 26,57% e o de carne suína significativos 87,5%

Agosto teve 22 dias úteis, um a menos que agosto de 2019. Mesmo assim, os resultados – excetuados os da carne de frango – foram significativos, pois o total mensal de carne bovina aumentou perto de 21% e o de carne suína quase 80%. Com a carne de frango o aumento de volume não chegou a 2%. A carne de frango também segue com um preço médio quase 20% menor que o de um ano atrás. Mas desta vez não esteve sozinha, pois o preço médio alcançado pela carne bovina retrocedeu quase 4% em relação a agosto de 2019. Já a carne suína não esteve muito longe de um retrocesso, pois, a despeito da forte demanda no mercado internacional, seu preço médio em agosto deste ano aumentou menos de meio por cento em relação a idêntico mês do ano passado. Graças à significativa expansão nos volumes embarcados, as carnes bovina e suína registraram incremento na receita cambial – de 16% e quase 80% respectivamente. A carne de frango, por seu turno, prossegue com receita cambial decrescente. A de agosto último foi 18% menor que a de agosto/19.

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