
Ano 6 | nº 1292| 04 de agosto de 2020
NOTÍCIAS
Boi gordo: pouca oferta de boiadas CONTINUA
Em São Paulo, com programações de abate para atender esse início de mês e o Dia dos Pais, a cotação do boi comum ficou estável na última segunda-feira (3/8) na comparação com a última sexta-feira
Segundo levantamento da Scot Consultoria, o boi gordo ficou cotado em R$225,00/@, considerando o preço bruto, à vista, R$224,50/@, com desconto do Senar, e R$221,50/@ com desconto do Funrural e Senar. Para o boi China, os negócios ocorrem até R$5,00/@ acima da referência do boi comum, a depender do volume e padrão dos bovinos.
Scot Consultoria
Boi gordo inicia a semana com mais uma alta no mercado brasileiro
A oferta restrita de animais terminados e demanda constante do mercado chinês favoreceu o aumento de preço em algumas praças; veja as cotações
Os preços do boi gordo voltaram a subir em algumas praças de produção e comercialização na segunda-feira. Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado, a oferta de animais terminados permanece restrita em grande parte do Centro-Sul do país, cenário que não deve sofrer grandes alterações até a segunda quinzena do mês. No que diz respeito à demanda, a China permanece muito efetiva no mercado. “Outro aspecto que precisa ser considerado é o consumo ao longo da primeira quinzena de agosto, com a celebração do dia dos pais produzindo repique”, assinalou Iglesias. Em São Paulo, Capital, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 226 a arroba, estáveis na comparação com a sexta-feira. Em Uberaba, Minas Gerais, os preços subiram de R$ 220 a arroba para R$ 223. Em Dourados, Mato Grosso do Sul, os preços ficaram em R$ 219 a arroba, ante R$ 218. Em Goiânia, Goiás, o preço indicado continuou em R$ 218,00. Já em Cuiabá, Mato Grosso, o preço ficou em R$ 205, também estável. No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. “O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta durante a primeira quinzena do mês, avaliando a entrada dos salários na economia neste período, além do Dia dos Pais”, disse Iglesias. Com isso, a ponta de agulha permaneceu em R$ 12,50 o quilo. O corte dianteiro permaneceu em R$ 12,80 o quilo, e o corte traseiro aumentou de R$ 14,60 por quilo para R$ 14,65 o quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Exportação de carne bovina tem melhor julho da história
Receita com exportações de carne bovina in natura atingiu US$ 690,7 milhões no mês
As exportações brasileiras de carne bovina (fresca, refrigerada ou congelada) tiveram o melhor julho da história. A China vem sustentando o forte crescimento das exportações em 2020. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) informou na segunda-feira (3) que os embarques de carne bovina ao exterior somaram 169,2 mil toneladas no mês passado. De acordo com Lygia Pimentel, sócia-diretora da consultoria Agrifatto, é o maior volume exportado para o mês de julho. Trata-se de um crescimento de 27% ante as 133,2 mil toneladas comercializadas em julho de 2019. Em receita, os embarques de carne bovina totalizaram US$ 690,7 milhões, crescimento de 30,2% na comparação anual. Para a carne suína (fresca, refrigerada ou congelada), também houve forte crescimento, impulsionado pela maior demanda chinesa. No mês passado, os frigoríficos exportaram 90,2 mil toneladas, incremento de 46,7% na comparação com as 61,5 mil toneladas comercializadas no mesmo período do ano passado, de acordo com a Secex. A receita com exportações de carne suína somou US$ 191,5 milhões no mês passado, alta de 36,1% ante o mesmo mês do ano passado. Em contrapartida, os embarques de carne de frango voltaram a cair. Em julho, o Brasil exportou 337,5 mil toneladas de carne de aves e miúdos (frescas, refrigeradas ou congeladas), redução de 9,2% ante as 371,8 mil toneladas exportada em julho do ano passado. A queda em receita foi ainda maior. Pressionada pela desvalorização dos preços da carne de frango no mercado internacional, a receita com as vendas atingiu US$ 446,8 milhões, retração de 28,9%.
VALOR ECONÔMICO
RS: Mapa faz vistoria para retirar vacina
Processo importante para fim da vacinação contra febre aftosa acontece nessa terça e quarta-feira
Nos dias 4 e 5 de agosto o Rio Grande do Sul vai passar por uma auditoria do Ministério da Agricultura que vai avaliar se os itens exigidos para a retirada da vacinação contra febre aftosa no rebanho e, consequente evolução de status sanitário, foram cumpridas. São 18 medidas que levam em consideração adequação nos sistemas, fiscalização, aquisição de 72 veículos e a contratação de 150 auxiliares administrativos para atendimento nas inspetorias de defesa agropecuária do Estado. O procedimento será virtual devido ao coronavírus. “Na verdade, são duas auditorias em uma. Ela será virtual, junto com o pessoal de Brasília e a superintendência regional do ministério no Estado. Já carregamos uma série de documentos num drive que eles estão acompanhando e, a partir de amanhã, vamos repassar juntos item a item”, detalha a Diretora de Defesa Agropecuária da Seapdr, Rosane Collares. A expectativa é de uma avaliação positiva já que o Estado considera que teve sucesso em todos requisitos. Segundo uma pré-avaliação o Mapa considerou que o andamento está adequado. “Acredito que o relatório do ministério deve sair muito rápido, porque temos prazos nacionais e internacionais que precisamos cumprir para dar andamento no processo de evolução de status sanitário”, diz Rosane. Se tudo correr como esperado o Rio Grande do Sul pode evoluir para zona livre de febre aftosa sem vacinação em maio de 2021, junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
AGROLINK
Carne bovina: vendas para a Ásia crescem 94,5% em julho
Dados preliminares da balança comercial de julho, divulgados pelo Ministério da Economia na segunda, 3, mostram um aumento de 94,5% nas vendas de carne bovina para a Ásia, com exceção do Oriente Médio
Nas vendas feitas somente para a China, o crescimento de arrecadação é ainda maior: 143%. Em julho de 2019, as vendas de carne bovina para a China somaram US$154 milhões. Já no mesmo mês deste ano, a cifra chegou a US$375 milhões. Em coletiva de imprensa, o Secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, foi questionado se há preocupação do governo sobre uma possível dependência comercial do continente asiático, já que cerca de metade das exportações brasileiras segue para esse destino. “Desde o início do governo ficou muito claro que o Brasil tem a ambição de ser um grande player na arena internacional. Essa concentração excessiva na Ásia é um fenômeno conjuntural. A Ásia tem uma participação importante não só na pauta de comércio do Brasil, mas eu diria que de basicamente todos os países do mundo. Isso é mais do que um fenômeno localizado no Brasil, isso é um fenômeno global”, introduziu. O Secretário afirmou que pelas exportações brasileiras terem maior foco nos produtos agropecuários e pela Ásia ser a primeira região do globo a se recuperar dos prejuízos econômicos causados pela pandemia de Covid-19, é “natural que essa concentração [de vendas] aumente”. “Mas, como eu mencionei, é bem possível que a recuperação do continente europeu, que já dá sinais concretos e que, certamente, virá no segundo semestre para a economia americana, as exportações de outros produtos – sobretudo os industrializados – ganhem mais peso na nossa pauta exportadora e, com isso, a dependência da Ásia diminua”, apontou.
CANAL RURAL
ECONOMIA
alta do dólar em 1ª sessão de agosto
O dólar começou agosto em alta expressiva ante o real, puxado pela correção global na moeda, que no exterior registrou em julho o pior mês em uma década
A valorização na segunda-feira foi lastreada em dados melhores do setor manufatureiro nos Estados Unidos, que amenizaram temores sobre desaceleração no ritmo de retomada da maior economia do mundo após uma série de números fracos semanas atrás. O dólar à vista subiu 1,83%, a 5,3142 reais na venda, em dia de amplas oscilações. A moeda variou entre alta de 2,27%, a 5,3371 reais, e queda de 0,12%, para 5,2122 reais. Na B3, o dólar futuro tinha ganho de 1,78%, a 5,3225 reais, às 17h07. O real teve o pior desempenho global nesta sessão. No exterior, o índice do dólar contra uma cesta de divisas de países ricos subia 0,13%, depois de a atividade manufatureira dos Estados Unidos crescer em julho no ritmo mais rápido em quase um ano e meio. “Está muito difícil traçar cenários para o dólar no Brasil. Há um contraste grande entre forças de curto e médio prazos”, disse Italo Lombardi, estrategista sênior para mercados emergentes do Crédit Agricole em Nova York, referindo-se à ampla liquidez mundial de agora e à incerteza quanto ao cenário fiscal brasileiro. O mercado aguarda ainda decisão de política monetária do Banco Central, na quarta-feira. A expectativa geral é de novo corte de 0,25 ponto percentual na Selic, para 2,00% ao ano, com sinalização de estabilidade à frente.
REUTERS
Ibovespa fecha no vermelho após ajustes com blue chips
A JBS ON avançou 4,46%, recuperando-se de três sessões consecutivas de perdas, em meio a dados mostrando alta nas exportações de carne bovina do Brasil em julho, bem como lucro acima do esperado divulgado pela rival norte-americana Tyson no segundo trimestre
O Ibovespa fechou marginalmente no vermelho o primeiro pregão de agosto, na segunda-feira, com o declínio de blue chips como Petrobras ofuscando a influência positiva de Wall Street. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com variação negativa de 0,08%, a 102.829,96 pontos, numa sessão volátil, marcando 103.863,33 pontos na máxima e 102.304,26 pontos na mínima. O volume financeiro da sessão somou 30,77 bilhões de reais. Analistas não descartam movimentos de realização de lucros no curtíssimo prazo, mas citam a liquidez elevada nos mercados e juros significativamente baixos como suporte da tendência de alta das ações brasileiras. De acordo com relatório a clientes, a equipe da XP afirmou esperar que a agenda política mostre sinais de melhora. Nesta segunda, em Wall Street o S&P 500 subiu 0,72%, conforme notícias corporativas compensaram a ausência de novidades sobre novos estímulos.
REUTERS
Importações despencam 35% e país tem superávit comercial de US$8,1 bi
Brasil teve superávit comercial de 8,1 bilhões de dólares em julho mais uma vez beneficiado por um forte tombo nas importações em meio à crise com o coronavírus
De um lado, as importações caíram 35,2% em julho sobre um ano antes, a 11,5 bilhões de dólares, com redução observada tanto em volumes quanto em preços. Pelo critério da média diária, houve diminuição de 62,7% nas compras de produtos da indústria extrativa, de 33,6% em itens da indústria de transformação e de 6,5% nos produtos da agropecuária. “É uma queda generalizada das nossas importações e muito mais forte que nossas exportações, que estão sendo impulsionadas pelo agronegócio”, afirmou o Secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz. “Isso em muito tem a ver com a dinâmica interna da economia brasileira, que ainda se encontra em processo de recuperação”, completou. Já as exportações somaram 19,6 bilhões de dólares, queda de 2,9% sobre igual mês do ano passado pela média diária. Segundo dados do ministério, os volumes vendidos subiram em todas as três categorias analisadas —agropecuária, indústrias extrativas e indústrias de transformação. Mas os preços sofreram recuo significativo nas indústrias extrativas e de transformação, levando o desempenho geral para o campo negativo. Em junho, as trocas comerciais haviam ficado positivas em 7,5 bilhões de dólares, outro saldo expressivo, também sob o impacto da queda das importações. No acumulado de janeiro a julho, a balança brasileira ficou superavitária em 30,4 bilhões de dólares, acima dos 28,1 bilhões de dólares de igual período do ano passado.
REUTERS
Mercado vê queda da indústria de quase 8%
O mercado reduziu a expectativa de contração da economia brasileira neste ano pela quinta semana seguida, embora tenha piorado o cenário para a indústria, mostrou a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira.
Os especialistas consultados passaram a ver contração de 5,66% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, contra queda de 5,77% estimada no levantamento anterior. A melhora se deu apesar de a pesquisa mostrar agora uma perspectiva de queda da produção industrial de 7,92%, contra recuo de 7,86% estimado antes. Para 2021, o mercado continua projetando crescimento do PIB de 3,50%, com a indústria crescendo 4,0%. O levantamento semanal registrou ainda ajuste no cenário para o IPCA, com alta prevista para este ano de 1,63% contra 1,67%, permanecendo o cálculo de inflação de 3,0% em 2021. O centro da meta oficial de 2020 é de 4% e, de 2021, de 3,75%, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. O cenário também não mudou para a política monetária, com a taxa básica de juros Selic ainda estimada em 2,0% em 2020 e em 3,0% em 2021. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, continua vendo a Selic a 1,88% este ano na mediana das projeções, e a 2,25% em 2021.
REUTERS
EMPRESAS
MPT no RS fecha acordos com mais 3 frigoríficos para conter covid-19
O Ministério Público do Trabalho (MPT) no Rio Grande do Sul fechou acordos com mais três frigoríficos no estado na semana passada, incluindo a JBS em Três Passos, para evitar o contágio da covid-19 entre funcionários, segundo informações divulgadas no site do MPT
O frigorífico Seara Alimentos, da JBS, de Três Passos, assinou acordo com o MPT no último dia 27 de julho se comprometendo a adotar medidas de prevenção para contenção da epidemia, incluindo a realização de triagem médica em todos os trabalhadores atualmente afastados das atividades. Trabalhadores que testarem negativo para covid-19 em teste sorológico serão submetidos à coleta para teste RT-PCR em até 48 horas, segundo o acordo já homologado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT). A empresa ainda deverá fornecer, durante esse período, máscaras faciais do tipo PFF2 para trabalhadores na fábrica e no transporte fretado, além de garantir o uso de proteção face shield no setor produtivo. O frigorífico Frigofar Indústria de Alimentos, de Farroupilha, firmou um termo de ajuste de conduta (TAC) com o MPT na semana passada para adotar medidas de prevenção ao vírus. Entre as medidas acordadas, estão implantação de procedimentos de rastreamento, busca ativa de empregados com sintomas e triagem periódica, implantação de rotina de testagem, afastamento de contactantes de casos suspeitos ou confirmados de covid-19, fornecimento de equipamentos de proteção individual, entre outras. Na quinta-feira (30), o Frigorífico Chesini de Farroupilha também firmou um TAC com o MPT, aceitando adotar as medidas de prevenção defendidas pelos procuradores. O frigorífico registrou 34 casos positivos de covid-19 entre seus trabalhadores desde o início da pandemia. O MPT já firmou TACs com 93 plantas frigoríficas brasileiras que empregam mais de 179 mil pessoas para evitar o contágio da doença entre trabalhadores da indústria.
CARNETEC
FRANGOS & SUÍNOS
Vendas externas de carne suína crescem 46,75% em julho
Embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada somaram 90,22 mil toneladas no mês
A receita e a quantidade obtida com a exportação de carne suína em julho cresceram em relação a julho de 2019, conforme dados divulgados há pouco pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. As exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada somaram 90,22 mil toneladas, um salto de 46,75% sobre as 61,48 mil toneladas de julho de 2019. As vendas externas do produto geraram um faturamento de US$ 191,56 milhões no mês passado, ante US$ 140,73 milhões em igual mês de 2019, aumento de 36,12%. O preço médio variou negativamente, saindo US$ 2.288,90/tonelada (julho/2019) para US$ 2.123,30/tonelada (julho/2020), queda de 7,23%.
Embarques de carne de frango sofre retração em julho
Valor médio de venda no mês foi de US$ 1.324,20 por tonelada, recuo de 21,6%
Os embarques brasileiros de carne de frango (carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas) registraram desempenho inferior em julho no comparativo com julho de 2019. Os dados foram divulgados na segunda-feira, 03 de Agosto, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. As exportações brasileiras no mês totalizaram 337,48 mil toneladas, recuo de 9,23% na comparação com as 371,8 mil toneladas de igual mês de 2019. A receita com as exportações de frango somou US$ 446,87 milhões, um recuo de 28,9% em relação a julho do ano passado, quando havia alcançado US$ 628,49 milhões. Já o valor médio de venda em julho deste ano foi de US$ 1.324,20 por tonelada, um recuo de 21,6% ante os US$ 1.690,40 de um ano antes, o que explica, além da queda no volume embarcado, o expressivo recuo no faturamento.
ESTADÃO CONTEÚDO
INTERNACIONAL
Lucro líquido da Tyson Foods caiu 22% no 3º trimestre
Companhia americana lucrou US$ 527 milhões no período encerrado em junho
A americana Tyson Foods, uma das maiores empresas de proteínas animais do mundo, reportou na segunda-feira (3) um lucro líquido de US$ 527 milhões no terceiro trimestre fiscal, encerrado em 27 de junho, 22% menos que no mesmo período do ano passado. Por ação, o lucro líquido ficou em US$ 1,44 ante US$ 1,84 um ano antes. No balanço dos nove primeiros meses, o lucro líquido da Tyson Foods somou US$ 1,45 bilhão frente a US$ 1,65 no período análogo de 2019. Na comparação entre os trimestres, as vendas da companhia caíram 8,07%, para US$ 10,02 bilhões. No semestre, elas somaram US$ 31,7 bilhões, com queda 0,6%. No comunicado que acompanha o balanço, o CEO da Tyson, Noel White, afirmou que o terceiro trimestre foi um dos períodos mais voláteis e incertos que já viveu na indústria. “No entanto, nosso compromisso com a saúde e segurança dos membros da equipe e os investimentos em operações e estratégia de portfólio nos posicionaram efetivamente para resistir à volatilidade do mercado covid-19 sem precedentes, ao mesmo tempo em que permitimos apoiar nossos fazendeiros, fazendeiros e produtores e atender às necessidades de nossos clientes”. O executivo completou dizendo que “em cada um de nossos segmentos, absorvemos custos operacionais acima do normal relacionados ao covid-19. No entanto, a Tyson apresentou fortes resultados durante o terceiro trimestre, liderados pela força em nossos segmentos de carne bovina e suína. Apesar dos desafios de curto prazo, mantemos um foco claro no longo prazo.” O lucro operacional da área de carne bovina da companhia cresceu 141% no terceiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2019, ao chegar a US$ 651 milhões. Na área de carne suína, a alta foi de 154,8%, para US$ 107 milhões. Em aves, a empresa registrou um prejuízo operacional no trimestre de US$ 120 milhões ante lucro de US$ 230 milhões um ano antes. A área de alimentos prontos teve queda de 36,7% na comparação anual, com lucro operacional de US$ 145 milhões.
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