CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1284 DE 23 DE JULHO DE 2020

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Ano 6 | nº 1284| 23 de julho de 2020

 

NOTÍCIAS

Poucos negócios no mercado do boi gordo

Em São Paulo, o fechamento da última quarta-feira (22/7) foi marcado pela pouca movimentação no mercado do boi gordo 

Na comparação diária os preços estáveis em São Paulo. Segundo levantamento da Scot Consultoria, o boi gordo ficou cotado em R$218,00/@, bruto e à vista, R$217,50/@, livre de Senar, e em R$214,50/@, descontado o Senar e o Funrural. As programações de abate estão curtas, e o comportamento do consumo de carne bovina no mercado interno tem sido acompanhado de perto pelos compradores de boi. Por outro lado, os bons volumes exportados e a dificuldade na originação da matéria-prima, tem sido fatores que dão sustentação para o mercado.

SCOT CONSULTORIA

Boi gordo: preços fecham esta quarta-feira estáveis no Brasil

Segundo analista da consultoria Safras, a oferta de animais terminados segue restrita de um modo geral, dando sustentação às cotações

Os preços do boi gordo ficaram estáveis nas principais praças de produção e comercialização nesta quarta-feira, 22, segundo a consultoria Safras. “Os frigoríficos ainda tentam barganhar com os pecuaristas, mas sem resposta positiva, o que mantém um ritmo de negócios mais cadenciado”, diz o analista Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, a oferta de animais terminados segue restrita de um modo geral, oferecendo respaldo aos pecuaristas. “Além disso, o resultado preliminar das exportações em julho segue animador, com a China comprando volumes importantes de proteína animal. No mercado doméstico aumenta o otimismo em relação ao consumo de carne bovina na primeira quinzena de agosto, com o Dia dos Pais impulsionando a demanda”, assinalou. Na capital de São Paulo, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 218/R$ 219 por arroba. Em Uberaba (MG), continuaram em R$ 216 por arroba. Em Dourados (MS), seguiram em R$ 210 por arroba. Em Goiânia (GO), mantiveram-se em R$ 210 por arroba. Já em Cuiabá (MT), ficaram em R$ 198 por arroba. No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem acomodados, o que não é surpresa com a reposição mais lenta entre o atacado e varejo na segunda quinzena do mês. Com isso, a ponta de agulha continuou em R$ 12,10 o quilo. O corte dianteiro seguiu em R$ 12,65 o quilo, e o corte traseiro permaneceu em R$ 14 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Pará: oferta restrita de animais para reposição

Mercado de reposição aquecido e em alta no estado

A escassez de oferta de animais resultou em alta de 46,7% nos preços, no acumulado dos últimos doze meses, considerando a média de todas as categorias monitoradas pela Scot Consultoria. A maior demanda nesse período foi pelo boi magro. O animal anelorado de 12@ teve valorização de 50,0% nesse intervalo e atualmente está cotado em R$2,7 mil. A categoria é seguida pelo bezerro desmamado anelorado, com alta de 46,4% na mesma comparação. Já o boi gordo valorizou 41,5% nos últimos doze meses, piorando a relação de troca em 3,4%, considerando a média de todas as categorias. Nesse mesmo período, a pior evolução da relação de troca ficou para o boi magro, com o qual o poder de compra do invernista caiu 5,6%. Em julho de 2019, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,43 boi magro, atualmente compra-se 1,35. Para o curto prazo, embora observado teste de valores menores no mercado do boi gordo, a oferta de animais para reposição é insuficiente para atender a demanda no estado e colabora para que os preços continuem pressionados para cima.

SCOT CONSULTORIA

A carne bovina se consolida como principal carne exportada pelo Brasil

Conforme dados da SECEX/ME a receita cambial foi de US$8,306 bilhões gerada pelas carnes no 1º semestre de 2020 – quase 97,5% foram propiciadas pelas carnes bovina, suína e de frango

A contribuição maior – 47,28% da receita total – veio da carne bovina que, desde o ano passado, vem apresentando desempenho crescente. Um ano atrás ela ocupava entre as três carnes a segunda posição e gerava receita correspondente a 41,9% do total. Agora, no primeiro posto, responde por quase 47,3% do total. Quem ficou para trás com esse avanço é a carne de frango. E não apenas porque apresentou crescimento mínimo no volume embarcado (1,20% de aumento, contra aumento superior a 9% da carne bovina), mas sobretudo porque vem registrando forte retrocesso de preços. A participação do produto na receita cambial das carnes recuou de 45,7% há um ano para pouco mais de 37,2% nos seis primeiros meses de 2020.  A carne suína é quem registra a melhor evolução entre as três: o volume embarcado no semestre aumentou quase 37%, enquanto a receita cambial apresenta evolução de 52%.

AGROLINK

ECONOMIA

Dólar vai às mínimas em mais de 5 semanas

O dólar voltou a mostrar queda na quarta-feira com operadores citando ajustes de posições no mercado de câmbio em meio a nova sessão de enfraquecimento global da moeda norte-americana

O dólar à vista caiu 1,87%, a 5,1143 reais na venda, menor patamar desde 12 de junho (5,0454 reais). Na B3, o dólar futuro tinha baixa de 1,30%, a 5,1070 reais, às 17h09. O real ainda perde 21,54% em 2020, o que mantém a moeda brasileira com o título de pior desempenho do ano. Alguns analistas dizem que o real vinha sofrendo mais por causa da escalada de incertezas fiscais em meio a baixos retornos ajustados pelo risco. O recuo da moeda dos EUA se estendeu depois de na véspera ter caído para baixo de sua média móvel de 100 dias, movimento que alguns acreditam que pode acionar ordens de venda, acelerando a desvalorização da divisa. “Parece que o Federal Reserve está fazendo todo o possível para reduzir o valor do dólar e, portanto, é provável que continuemos a ver o real se apreciar, apesar do fato de que não há razão fundamental para o Brasil ter esse desempenho”, disseram analistas do DailyForex. Desde o começo da crise econômica global gerada pela pandemia, o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) anunciou trilhões de dólares em medidas para irrigar o sistema financeiro, aliviando a pressão de demanda por dólares. Em julho, o real aprecia 4,42% ante o dólar. Segundo o Morgan Stanley, a correção na moeda brasileira pode estar relacionada à melhora do potencial de recuperação do crescimento do país, à medida que analistas passam a ver retração menor do PIB neste ano, conforme as últimas edições da pesquisa Focus do Banco Central. A volatilidade implícita na taxa de câmbio teve leve alta nesta sessão. Após ter indicado nas últimas semanas que o Banco Central ainda estava investigando as causas da volatilidade cambial, o presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, afirmou na quarta-feira que começou a ter figura um pouco mais clara, mas pontuou que quanto menos intervenção houver no mercado, melhor.

REUTERS

Ibovespa fecha estável em dia volátil

Índice encerrou com variação negativa de 0,02%

O Ibovespa fechou quase estável na quarta-feira, em sessão volátil, com o declínio de blue chips ofuscando o salto da Weg, que teve resultado forte no segundo trimestre, apesar da pandemia. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com variação negativa de 0,02%, a 104.289,57 pontos, tendo alcançado 103.277,01 na mínima. O volume financeiro totalizou 28,35 bilhões de reais. A falta de tendência nas bolsas em Nova York corroborou o sobe-e-desce na bolsa paulista, embora Wall St tenha fechado em alta, em sessão marcada por aumento das tensões entre Estados Unidos e China, resultados corporativos e expectativas de mais estímulos econômicos. O S&P 500 subiu 0,57%. No Brasil, a temporada de balanços trimestrais começou, com números de empresas como Weg e Neoenergia, e deve concentrar atenções nas próximas semanas, uma vez que mostrará os efeitos nas companhias do período mais agudo da crise desencadeada pelo coronavírus, bem como o que as empresas veem no horizonte. O BTG Pactual destacou que a partir de agora a volatilidade se torna muito mais individual, e dependendo dos resultados, haverá movimentações abruptas nos preços das ações.

REUTERS

Equipe econômica passa a ver déficit primário de R$787,45 bi para governo central em 2020

O Ministério da Economia atualizou na quarta-feira sua estimativa para o déficit primário do governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência) a 787,45 bilhões de reais em 2020, conforme relatório de receitas e despesas do terceiro bimestre

O cálculo levou em conta uma projeção de queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,7%, conforme divulgado pela Secretaria de Política Econômica na semana passada. Antes disso, a conta mais recente era de rombo primário de 795,6 bilhões de reais neste ano, ou 11,5% do PIB, mas feita com base em retração de 6,5% da atividade, retirada do boletim Focus à época. No relatório do segundo bimestre, a expectativa era de um déficit de 540,534 bilhões de reais. Por conta do estado de calamidade pública, o governo não precisará cumprir neste ano a meta de déficit primário, de 124,1 bilhões de reais. No relatório, o governo elevou as despesas primárias calculadas para o ano em 229,301 bilhões de reais, a 1,983 trilhão de reais, principalmente pelos créditos extraordinários adicionais para enfrentamento à crise do coronavírus, como os ligados à extensão por dois meses do auxílio emergencial. Para a receita líquida, a conta foi diminuída em 17,615 bilhões de reais, a 1,195 trilhão de reais.

REUTERS 

Soja será principal exportação do Brasil pelo 6º ano; commodities lideram lista

“O superávit comercial projetado para o Brasil em 2020 (de 47,47 bilhões de dólares) será triplamente negativo, pois será obtido com queda das exportações, das importações e na corrente de comércio, com geração de redução da atividade econômica”, afirmou a entidade 

A soja registrará em 2020 seu sexto ano consecutivo como principal produto de exportação do Brasil, em lista dominada por commodities nas dez primeiras posições, indicou na quarta-feira a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Até a terceira semana de julho, 66,5 milhões de toneladas de soja haviam sido embarcadas pelo país no ano, ante projeção de 78,5 milhões de toneladas para 2020 completo, em meio à forte demanda pela oleaginosa —especialmente da China— e ao câmbio favorável às commodities, com o real desvalorizado frente ao dólar. O setor agropecuário foi um dos menos afetados pela pandemia de coronavírus, que puxou para baixo a participação dos manufaturados na lista de exportações. Segundo a AEB, as posições da soja e das outras duas principais commodities exportadas pelo Brasil (petróleo e minério de ferro) foram beneficiadas pela queda dos manufaturados, “consolidando o peso das commodities nas exportações e no superávit comercial”. As exportações de petróleo totalizam no ano, até a terceira semana de julho, 41,6 milhões de toneladas, enquanto os embarques de minério de ferro no período somam cerca de 166 milhões de toneladas, também puxados pela demanda chinesa, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A receita com exportações de produtos básicos do Brasil deve recuar 7,2% em 2020 na comparação anual, a 109,65 bilhões de dólares, disse a AEB. No final do ano passado, antes dos impactos da pandemia, a entidade projetava o resultado em quase 116 bilhões de dólares. Entre os fatores, além dos impactos gerais da Covid-19 em vários segmentos, estão as fortes oscilações dos preços das principais commodities. No total, as exportações brasileiras devem atingir 192,72 bilhões de dólares em 2020, queda de 14% na comparação anual e de 11,3% em relação às estimativas da AEB ao final do ano passado. Já as importações tendem a somar 145,25 bilhões de dólares, recuo de 18,1% no ano a ano e de 24% ante as projeções iniciais.

REUTERS

EMPRESAS 

Marfrig vai rastrear todo o gado que abate

Inédito, compromisso vai contemplar desde criação do bezerro

Em meio à crescente pressão de investidores internacionais e empresas brasileiras para que o governo federal tome medidas para conter o desmatamento da Amazônia, a Marfrig Global Foods, segunda maior indústria de carne bovina e a principal produtora de hambúrguer do mundo, anuncia hoje um compromisso para rastrear a origem de todo o gado abatido – desde a criação do bezerro. A meta é implementar o rastreamento completo até 2025, evitando comprar gado em áreas desmatadas, mesmo indiretamente. Os investimentos em sustentabilidade da companhia vão superar R$ 500 milhões até 2030 – a maior parte será aplicada nos primeiros cinco anos do plano. Na última década, o investimento da Marfrig em sustentabilidade chegou a R$ 270 milhões. “É desafiador, mas alguém tinha que fazer”, afirmou Marcos Molina, fundador e controlador da Marfrig. A esperança dele é que, com o pontapé inicial dado pela empresa, governo e outros frigoríficos se engajem na missão. A iniciativa da Marfrig, inédita na indústria frigorífica, vai além dos programas de monitoramento adotados ao longo dos últimos dez anos pelas companhias do setor – sobretudo as de maior porte. Atualmente, grupos como JBS, Minerva e a própria Marfrig monitoram o fornecedor direto, ou seja, aquele pecuarista que vende o boi gordo para os abatedouros. No entanto, é no fornecimento indireto que está o principal gargalo, uma vez que as indústrias não têm controle sobre a pecuarista que vende o bezerro ou o boi magro para o fornecedor direto – nem todo produtor atua no ciclo completo da pecuária, da cria dos bezerros à engorda dos animais. Com o compromisso que anuncia nesta quinta-feira – o projeto foi batizado de “Marfrig Verde +” -, o objetivo é, gradualmente, rastrear também o fornecedor indireto. Para tanto, a companhia lançará mão de diversas ferramentas, como um mapa de mitigação de risco que já estava em construção e que vai sobrepor as regiões típicas de produção de bezerros com áreas de vegetação nativa, cruzando também com os dados dos alertas de desmatamento e as áreas das propriedades rurais dos fornecedores diretos da companhia. “Se tenho alta presença de vegetação nativa, posso concentrar o esforço por regiões em função do risco”, disse o Diretor de Sustentabilidade da Marfrig, Paulo Pianez, executivo responsável pelo projeto. Pelo cronograma estruturado, o mapa entrará em operação no próximo ano. Na avaliação de Molina, o apoio do governo pode acelerar as metas de rastreamento do gado, sobretudo se as GTAs, documento que foi criado para o controle sanitário e cujo acesso não é de domínio público, se transformar em uma ferramenta também ambiental. A proposta, que não é nova e já foi feita no passado por outros frigoríficos, enfrenta resistência. Um dos riscos apontados ao atrelar a emissão da GTA a questões ambientais é enfraquecer a política sanitária – o controle de vacinação, por exemplo – estimulando o transporte de animais sem a emissão do documento.

VALOR ECONÔMICO 

FRANGOS & SUÍNOS

Rabobank estima queda de 8% na produção global de carne suína em 2020

O Rabobank revisou sua estimativa de produção global de carne suína em 2020, para uma queda de 8% ano a ano, impactada por disrupções causadas pela pandemia na cadeia de produção, informou o banco em relatório na quarta-feira (22)

A estimativa anterior era de uma queda de 5% na produção global de carne suína neste ano. Os principais declínios na produção devem ocorrer na China (-17%), nas Filipinas (-9%) e no Vietnã (-8% a -11%). A produção de carne suína em países asiáticos, especialmente na China, é majoritariamente impactada por casos de peste suína africana. O Brasil deve ter uma queda de 1,5% na produção de carne suína neste ano, segundo o Rabobank. Apesar do forte crescimento na produção e exportação de carne suína brasileira no primeiro semestre do ano, o declínio na demanda interna e expectativas de redução nas importações pela China devem afetar a produção, segundo o banco. “Com níveis de oferta superiores ao consumo doméstico, vemos pressão contínua para redução na produção”, disse o Rabobank. A previsão do banco contrasta com a estimativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que espera produção de 4,1 milhões a 4,2 milhões de toneladas de carne suína brasileira em 2020, aumento de 4% a 6,5% ante 2019.

garantir a produção.

CARNETEC

Abates de frango no Paraná sobem 7,1% no 1º semestre e batem recorde

Frigoríficos no Paraná, maior estado produtor de carne de frango do Brasil, abateram 984,7 milhões de aves no primeiro semestre deste ano, 7,1% acima da produção do mesmo período do ano passado e o melhor resultado já alcançado para um semestre, disse o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) na quarta-feira (22)

As exportações somaram 825,1 mil toneladas de carne de frango no semestre, alta de 4,1% ano a ano. Da carne de frango produzida no Paraná, 66,4% foram vendidos no mercado interno e 33,6% foram exportados. Os principais países compradores do produto foram China (177,3 mil toneladas), África do Sul (67,5 mil toneladas) e Emirados Árabes Unidos (58,3 mil toneladas). O aumento na produção e exportação de carne de frango paranaense ocorreu em momento de combate à pandemia da covid-19, quando unidades tiveram que adequar operações para manter a produção. O Sindiavipar disse que a indústria avícola paranaense investiu R$ 100 milhões em ações para reduzir o risco da propagação do vírus nas unidades e garantir a produção.

CARNETEC 

INTERNACIONAL 

Importações de carne suína pela China saltam 128% em junho na comparação anual

A China importou 400 mil toneladas de carne suína em junho, mostraram dados de alfândega na quinta-feira, alta de 128,4% na comparação anual, continuando uma série de compras que já dura meses, com importadores tentando suprir o mercado em meio à escassez de oferta doméstica do produto

A produção de carne suína da China caiu em cerca de 20% no primeiro semestre de 2020, depois que uma epidemia de peste suína africana matou milhões de porcos no país no ano passado. As importações marcaram o quarto mês consecutivo de embarques de carne suína ao redor de 400 mil toneladas, o dobro dos volumes registrados em períodos anteriores. Entre janeiro e junho, as importações de carne suína dispararam 142,7%, ao somarem 2,12 milhões de toneladas. As importações de suínos incluindo miudezas em junho totalizaram 540 mil toneladas, com alta de 102,5% na comparação anual, levando o total importado no ano até junho para 2,82 milhões de toneladas, segundo os dados de alfândegas. As chegadas, no entanto, devem cair nos próximos meses, depois que a China começou a testar contêineres de alimentos congelados para a presença do coronavírus, o que desacelerou as atividades de comércio. A China também suspendeu importações de dezenas de fornecedores do exterior após surtos de coronavírus entre trabalhadores. As importações de carne bovina da China em junho, incluindo miudezas, foram de 180 mil toneladas, alta de 31,2% na comparação anual. No primeiro semestre, elas somaram 1 milhão de toneladas.

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