
Ano 4 | nº 874 | 08 de Novembro de 2018
NOTÍCIAS
Baixa volatilidade no mercado
O ritmo lento das negociações mantém os preços da arroba estáveis em várias praças do país. Naquelas em que houve ajustes, as oscilações foram pequenas
Isso porque sem o motor do consumo interno ajudando a impulsionar as cotações, o mercado fica amarrado entre a comedida oferta de bois e a dificuldade de escoamento da carne. Em São Paulo, as ofertas de compra não estão alinhadas, o que sinaliza que os frigoríficos estão adotando estratégias diferentes. Alguns mais cautelosos estão com escalas prontas até a quarta semana do mês, isso porque devido ao alto grau de incerteza e especulação acerca dos preços do boi para as próximas semanas (quando historicamente há recuperação de preços), eles optam por se “protegerem”. Outras indústrias apostam na mantença da oferta de animais terminados no decorrer do mês e preferem não trabalhar com escalas maiores que três, quatro dias. De qualquer maneira, as ofertas de compra não são intensas. Diante disso, em pleno período de sazonal alta nos preços, o cenário, por ora, é de mercado frouxo, aguardando o aquecimento do consumo.
SCOT CONSULTORIA
Sisbov: nova instrução não compromete atual exportação à União Europeia
As propriedades aptas à exportação de carne bovina e bubalina à União Europeia não foram prejudicadas pelo anúncio feito pelo governo federal no último dia 8 de outubro, segundo o Serviço Brasileiro de Certificações (SBC)
A Instrução Normativa (IN) nº 51 cita que a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) dará apoio gerencial e operacional à gestão da norma até a IN definitiva do protocolo de rastreabilidade, criando assim condições para a transição do gerenciamento integral da Base Nacional de Dados do Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (BND/Sisbov) para a entidade. “As novas regras até favorecem os pecuaristas que já fornecem a proteína ao mercado europeu, pois facilitam o processo, reduzem a burocracia, adaptam o processo produtivo aos modernos mecanismos, como a digitalização, e garantem à fazenda habilitada que receba do frigorífico um comunicado com as informações dos números e motivos dos animais desclassificados no abate”, disse em nota Luiz Henrique Witzler, Diretor executivo do SBC. “A norma atual está estabelecendo regras provisórias, que serão utilizadas para embasar a certificação oficial para exportação a países que exigem rastreabilidade. O ministério [Mapa] deseja, no futuro, cuidar apenas da questão da vigilância sanitária. Mas ainda há um caminho a trilhar porque existe outra questão fundamental neste processo que é o comprador internacional. O europeu, que é detalhista, institui regras e fiscaliza, vai querer saber com detalhes sobre novos protocolos e aprovar todas as adequações realizadas no sistema brasileiro de exportação”, alertou Witzler.
CARNETEC
Deputada Tereza Cristina será ministra da Agricultura de Bolsonaro
A deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) será a Ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro. Tereza Cristina é atualmente presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA)
O anúncio foi feito pelo primeiro Vice-Presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), após reunião de colegas da frente com o presidente eleito. Momentos depois, Bolsonaro reiterou a indicação no Twitter. Moreira confirmou que as pastas de Agricultura e do Meio Ambiente serão separadas. Mas afirmou ter ouvido de Bolsonaro que os ritualistas vão “homologar” o nome do titular dessa pasta. “Ele não disse para nós que nós indicaríamos o nome do novo ministro do Meio Ambiente. Mas disse que nós homologaríamos esse nome. Foram as palavras dele.”
VALOR ECONÔMICO
ECONOMIA
IPCA sobe 0,45% e tem maior taxa para outubro em 3 anos
A inflação oficial no Brasil foi pressionada pela alta de alimentos e transportes e registrou em outubro a maior taxa para o período em três anos, permanecendo pelo segundo mês seguido acima do centro da meta no acumulado em 12 meses
Em outubro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,45 por cento, ante 0,48 por cento em setembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quarta-feira. O resultado é o mais elevado para o mês desde os 0,82 por cento registrados em 2015. Em 12 meses, o IPCA chegou a 4,56 por cento, de 4,53 por cento no mês anterior, permanecendo pouco acima do centro da meta de inflação —de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. As pressões inflacionárias permanecem confortáveis, com o nível alto de desemprego e atividade fraca contendo avanços mais fortes, além de expectativas de alívio nos preços de combustíveis e tarifas de eletricidade em novembro. “O mercado de trabalho ainda não tem força necessária para se falar em pressão de demanda no país. O nível de desemprego ainda está elevado e as pessoas não tem a mesma segurança para consumir”, disse o Gerente da pesquisa no IBGE, Fernando Gonçalves. Em outubro, os maiores impactos foram exercidos pelos grupos Alimentação e bebidas e Transportes, que juntos responderam por 70 por cento do índice do mês. Os preços de alimentação subiram 0,59 por cento em outubro depois de alta de 0,10 por cento em setembro, pressionados principalmente pelo aumento de 0,91 por cento da alimentação no domicílio. Já os Transportes registraram a maior alta no mês, de 0,92 por cento, mas mostraram alívio diante do avanço de 1,69 por cento visto em setembro. O destaque pelo segundo mês seguido foram os combustíveis, que subiram 2,44 por cento.
REUTERS
Ibovespa fecha em queda pelo 2º pregão seguido
O Ibovespa fechou em queda pelo segundo pregão seguido na quarta-feira, afetado por movimentos de realização de lucro, com agentes financeiros atentos ao noticiário sobre a transição de governo e à temporada de balanços corporativos
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,08 por cento, a 87.714,35 pontos, se afastando ainda mais do recorde de 89.598,16 pontos. O volume financeiro somou 14,476 bilhões de reais. Profissionais da área de renda variável também citaram efeito da eleição parlamentar nos Estados Unidos, na qual os democratas conquistaram o controle da Câmara dos Deputados, enquanto republicanos continuaram na liderança do Senado. “Isso traz preocupação com a guerra fiscal entre Washington e Pequim”, vê o chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo, endossando a visão de que o presidente Donald Trump deve voltar o foco à política externa. No Brasil, notícias e ruídos sobre a nova equipe econômica de governo ocuparam as atenções. O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira que não está prevista a permanência de Ivan Monteiro na presidência da Petrobras a partir de janeiro e que o assunto será tratado pelo seu futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele também não descarou a permanência de Ilan Goldfajn à frente do Banco Central, mas reiterou que também é assunto sob a alçada de Guedes, que comandará um superministério da Economia na gestão do capitão da reserva do Exército. Para a Kapitalo Investimentos, o novo governo precisa ter o correto diagnóstico dos problemas econômicos, em particular da situação fiscal, e uma equipe alinhada a essa visão, bem como capacidade política de implementar reformas necessárias.
REUTERS
Senado aprova reajuste de 16,38 por cento para ministros do STF
O Senado aprovou na quarta-feira projeto que concede um reajuste de 16,38 por cento ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Polêmico, o projeto aprovado por 41 votos a 16 pode desencadear o chamado efeito cascata em todo o Judiciário, já que os vencimentos dos ministros servem de referência como teto para demais salários de servidores públicos
Segundo cálculos das consultorias de Orçamento da Câmara dos Deputados e do Senado, a proposta implicará gasto adicional total de 4 bilhões de reais em 2019 aos cofres públicos, devido ao reajuste em cascata dos salários em decorrência do aumento para os ministros do Supremo. “Meu voto será contrário a esse aumento… Acho que não é isso que melhor preserva o interesse público. Isso vai aumentar o teto constitucional, vai gerar aumentos em cadeia, e esse aumento é um desrespeito com o contribuinte deste país, com aquele que paga impostos neste país. Por isso meu voto vai ser contrário”, disse em plenário o senador Reguffe (s/partido-DF). Logo após a aprovação do aumento de salário dos magistrados do Supremo, senadores também aprovaram um projeto semelhante que concede reajuste de 16,38 por cento aos vencimentos da Procuradoria-Geral da República. Mais cedo, o presidente eleito Jair Bolsonaro disse que “não é momento” de aumentar as despesas e afirmou acreditar que o Poder Judiciário não faria “tanta pressão assim” por um aumento de despesa.
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Dólar recua ante real após revés de Trump em eleições nos EUA
O dólar terminou a quarta-feira em queda ante o real, influenciado pelo mercado externo após o partido Democrata ter conquistado o controle da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, o que pode dificultar medidas de estímulo do presidente Donald Trump
O movimento da moeda, no entanto, não foi linear e ela chegou a operar em alta firme, sob influência de maior cautela com o cenário político local e algum fluxo de saída. O dólar recuou 0,50 por cento, a 3,7395 reais na venda. Na mínima, marcou 3,7227 reais e, na máxima, 3,7886 reais. O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,6 por cento. “Com o Congresso dividido, Trump e o Senado republicano não serão capazes de fazer maiores mudanças legislativas sem aprovação dos Democratas…Isso significa que as esperanças dos Republicanos de uma segunda rodada de corte de impostos provavelmente morreram na água”, disse em nota o economista da empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics Andrew Hunter. Desta forma, a oposição terá a habilidade de investigar as declarações fiscais de Trump, possíveis conflitos empresariais de interesse e alegações envolvendo a campanha do presidente em 2016 e a Rússia. Os deputados também poderão impedir Trump de construir um muro na fronteira com o México, de aprovar um segundo grande pacote de cortes fiscais e de aplicar mudanças nas políticas comerciais. Sem novos cortes de impostos, é provável que o Federal Reserve tenha menos trabalho para conter a trajetória de alta da inflação, o que pode esvaziar as apostas sobre aumento de juros.
REUTERS
EMPRESAS
Marfrig busca novas habilitações de plantas brasileiras para exportação
A Marfrig está trabalhando para ampliar as habilitações de suas plantas brasileiras para exportar produtos a outros mercados, segundo o Presidente das Operações da companhia na América do Sul, Miguel Gularte, na terça-feira (06)
Uma missão chinesa deverá vir ao Brasil para visitar fábricas de produtos cárneos neste mês de novembro, o que pode resultar em novas habilitações, segundo o executivo. “Se isso acontecer conforme o planejado, nós poderíamos ver a Marfrig tendo de 8 a 9 novas fábricas exportando para esse destino, que é importante destacar que não é um destino comum…A China é hoje um mercado dominante”, disse Gularte em teleconferência com analistas sobre os resultados do terceiro trimestre da companhia. “Estamos trabalhando em todo o portfólio de aprovações das 15 plantas da Marfrig e devemos ter novidades positivas em breve.” Os executivos da Marfrig também esperam que a Rússia continue a autorizar novas unidades processadoras de carnes brasileiras a exportar ao país após a reabertura de mercado anunciada na semana passada. Gularte disse que as aprovações de plantas pela Rússia devem ocorrer de forma progressiva. “Nesse meio tempo, no nosso caso, pretendemos atender a Rússia via nossa plataforma do Uruguai e Argentina”, disse Gularte. A Rússia respondia por menos de 3% das exportações de carne bovina brasileira da Marfrig em 2017, antes do embargo ser iniciado. “Hoje a gente tem uma felicidade de trabalhar em um mercado onde a demanda supera a oferta, então podemos escolher os destinos. E no nosso caso nós preferimos escolher destinos onde, neste momento, a remuneração é melhor e a agregação de valor é maior”, disse ele.
CARNETEC
FRANGOS&SUÍNOS
Exportações de carne de frango cresceram 0,4% em outubro
As exportações brasileiras de carne de frango somaram 366,3 mil toneladas em outubro, 0,4% mais que no mesmo mês do ano passado, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic) compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)
A receita dos embarques caíu 8,3% na comparação, para US$ 578,5 milhões. No acumulado do ano, as exportações de carne de frango somaram 3,43 milhões de toneladas, 6,7% menos que em igual intervalo de 2017. Em receita a retração foi de 11,2%, para US$ 5,4 bilhões de toneladas. “A média das exportações registradas ao longo deste segundo semestre, de 397 mil toneladas mensais, superam em mais de 8% do desempenho alcançado no ano passado, o que confirma a perspectiva de recuperação apontada pela ABPA para 2018”, diz em nota Francisco Turra, presidente da entidade. No que diz respeito as exportações de carne suína, o volume em outubro chegou a 54,3 mil toneladas, com alta de 11% em relação a outubro de 2017. Em receita, houve retração de 18,8%, para US$ 97,3 milhões. Entre janeiro e outubro, os embarques de carne suína alcançaram 450,2 mil toneladas, volume 10,5% menor que no mesmo período de 2017. A receita caiu 26,1% nessa comparação, para US$ 925,8 milhões. “A China continua se destacando como destino com maior elevação nas importações, compensando as perdas causadas pelo fechamento do mercado russo, agora, reaberto para o Brasil. As vendas para mercados da América do Sul, como Argentina, Chile e Uruguai, juntamente com Angola, também ajudaram a sustentar o bom desempenho de outubro”, afirma Ricardo Santin, Diretor-Executivo da ABPA.
VALOR ECONÔMICO
China se torna o maior mercado para carne suína catarinense
A China se tornou o maior mercado para carne suína produzida em Santa Catarina. O gigante asiático vem ampliando suas compras e já responde por mais de um terço de toda carne suína exportada pelo estado. Só no último mês os embarques com destino a China aumentaram em 351% e representaram US$ 17,7 milhões
Em outubro, Santa Catarina enviou 10,1 mil toneladas de carne suína para abastecer o mercado chinês – 4,5 vezes a quantidade vendida no mesmo mês de 2017. O faturamento também aumentou na mesma proporção. No acumulado do ano, a China já comprou 95,2 mil toneladas do produto– isso representa 35,9% das exportações catarinenses de carne suína em 2018. Gerando receitas de US$ 182 milhões. De janeiro a outubro, os embarques para China aumentaram em 180,8% em quantidade e em 171,8% no valor. No último mês, Santa Catarina ampliou em 60,4% as exportações de carne suína na comparação com o mesmo mês do ano anterior – foram 33,4 mil toneladas de carne suína. O faturamento foi de US$ 56,5 milhões – 22,8% a mais do que em outubro de 2017. O estado também aumentou os embarques de carne de frango. Foram exportadas 107,3 mil toneladas do produto – 28,6% a mais do que em outubro de 2017 – um ganho de US$ 174,2 milhões. Os principais mercados para carne de frango catarinense são Japão, Arábia Saudita e China. De janeiro a outubro deste ano, Santa Catarina respondeu por 50,5% das exportações brasileiras de carne suína. O estado vendeu 264,9 mil toneladas do produto para o mercado internacional, aumentando em 13,3% a quantidade em relação ao mesmo período do último ano. O faturamento já passa de US$ 496 milhões.
Sec. de Agricultura de SC
Suíno Vivo: cotações permanecem inalteradas
Na quarta-feira (07), as cotações do suíno vivo permaneceram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor de negociação anotado em São Paulo, a R$4,00/kg.
O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (06), trouxe cenários mistos, sendo o mais expressivo a queda de -0,51% em Minas Gerais, a R$3,92/kg. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP destacou que, em outubro, os preços das três proteínas mais consumidas – suína, frango e bovina – tiveram elevação. Contudo, para as carnes suína e de frango, essa elevação tem sido maior do que na carne bovina. Assim, a carne suína perdeu competitividade para a carne bovina e manteve estável a diferença com a de frango.
Notícias Agrícolas
Frango Vivo: cotações estáveis na quarta (07)
Na quarta-feira (07), as cotações do frango vivo se mantiveram estáveis nas principais praças do país. O maior valor de negociação foi anotado em São Paulo, a R$3,10/kg
O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo manteve estabilidade para o frango na granja, a R$3,10/kg e anotou alta de 1,13% para o frango no atacado, a R$4,47/kg.
A Scot destaca que os compradores se abasteceram para o feriado e para a virada do mês, com certa cautela, aguardando um melhor posicionamento da demanda.
Notícias Agrícolas
INTERNACIONAL
Uruguai está perto de fechar protocolo de carnes com a China
Em poucos dias mais, o Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP) fechará o novo protocolo sanitário que regerá a exportação de carne bovina para a China, hoje o principal mercado para esse produto e para os miúdos.
Isto foi confirmado pelo Ministro Enzo Benech aos sindicatos, no âmbito de uma reunião com a Comissão Nacional para o Desenvolvimento Rural, Associação Rural do Uruguai, Federação Rural, Associação Nacional dos Produtores de Leite, Cooperativas Agrícolas Federadas e Associação Cultivadores de Arroz. “Falou-se dos mercados em geral, dos novos protocolos com a China, do progresso e da possibilidade de acesso ao mercado japonês que está sendo altamente antecipado. Eles nos informaram que em poucos dias o protocolo com a China seria fechado”, disse Alfredo Lago, Presidente da Associação dos Produtores de Arroz no final da reunião com Benech. A rastreabilidade foi o tema que levou mais tempo e o ministro explicou aos sindicatos todas as ações oficiais após a detecção de 5.528 brincos não colocados em uma fazenda em Treinta y Tres, onde houve relatos de roubo de gado. “O controle da marca é fundamental e o Sistema Nacional de Informações Pecuárias (SNIG), embora seja bom para o Uruguai, não priorizou o controle da marca e do sinal. Insistimos e há um compromisso por parte do MGAP de controlar a marca que é fundamental para controlarmos o roubo de gado em maior escala”, explicou Lago. “O controle de marca é fundamental e o operador autorizado pela Snig tem a obrigação de controlá-lo. Pedimos ao MGAP para tornar esse controle o mais eficiente possível”, acrescentou.
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