
Ano 4 | nº 870 | 01 de Novembro de 2018
NOTÍCIAS
Rússia vai retirar restrições a importações de carnes suína e bovina de 9 fornecedores do Brasil
O órgão regulador de segurança na agricultura da Rússia disse na quarta-feira que permitirá importações de carnes suína e bovina de nove fornecedores do Brasil a partir de 1º de novembro, incluindo um frigorífico da Minerva Foods e outro operado pela processadora de alimentos de capital privado Aurora Alimentos
A Rússia colocou restrições temporárias para importações de carnes suína e bovina do Brasil em 2017 em razão do uso de ração com o aditivo ractopamina, uma alegação que grupos da indústria brasileira de carne negaram. O órgão regulador de segurança russo disse que decidiu retirar as restrições após o Brasil fornecer à Rússia garantias da segurança de produtos de carne brasileiros, incluindo resultados de sua investigação e detalhes de medidas tomadas para eliminar irregularidades que foram detectadas. O Ministro da Agricultura do Brasil, Blairo Maggi, afirmou que a reabertura do mercado russo era “uma coisa muito desejada, esperada pelos produtores, suinocultores brasileiros, principalmente”. “É difícil abrir mercado, fácil perder mercado, muito mais difícil reabrir mercado”, afirmou ele em vídeo divulgado pela assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura. Eumar Novacki, Vice-Ministro da Agricultura do Brasil, disse à Reuters na quarta-feira que o governo brasileiro não foi formalmente notificado da decisão russa. A Minerva e a Aurora Alimentos não tinham comentário imediato sobre a decisão.
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Queda de 2,3% no preço da arroba do boi gordo em São Paulo em outubro
Mercado do boi gordo parado na última quarta-feira (31/10). Foram poucos os negócios registrados e os preços ficaram estáveis na maioria das praças pecuárias
Nas regiões onde a oferta de boiadas foi suficiente para abastecer os estoques das indústrias, os frigoríficos testaram preços abaixo das referências, pressionando a cotação da arroba do boi gordo. É o caso do Sul da Bahia, onde a cotação da arroba caiu 0,7% e ficou cotada em R$140,00 à vista, livre de Funrural. Em contrapartida, na região de Belo Horizonte-MG, apesar dos preços não terem variado na comparação dia a dia, há indústrias com dificuldades de compra, ofertando valores acima da referência. Em São Paulo, a cotação da arroba do boi gordo ficou estável, mas, considerando o desempenho em outubro, a cotação caiu 2,3%, um quadro de preços frouxos frente a setembro. A margem das indústrias que desossam está em 21,4%, valor próximo à média da série histórica.
SCOT CONSULTORIA
CNA e entidades debatem promoção da carne brasileira
CNA e representantes dos elos da cadeia produtiva se reuniram em Brasília para planejar ações e programas a fim de promover a imagem do produto no país
De olho na variação do consumo da carne bovina brasileira no mercado interno, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e representantes dos elos da cadeia produtiva se reuniram na terça (30) para planejar ações e programas a fim de promover a imagem do produto no país. Durante o encontro, em Brasília, o grupo discutiu estratégias de comunicação e marketing e o desenvolvimento de pesquisas de mercado para conhecer os temas que mais influenciam o consumidor brasileiro. “A ideia é fazer uma pesquisa para saber o que o consumidor pensa da carne bovina e como ele quer que ela chegue à sua casa. Dessa forma, certamente teremos muitos subsídios para divulgar a qualidade do nosso produto”, disse o Vice-Presidente da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da CNA, Francisco Castro. Ele também destacou a importância de conhecer o perfil da população que não ingere a carne bovina. “Nós queremos orientá-los para dizer que a carne tem um valor nutricional altíssimo e o consumo é recomendado, principalmente na infância”. Para o Presidente da Associação dos Criadores de Guzerá e Guzolando do Brasil (ACGB), Adriano Varela, a reunião foi fundamental para identificar os gargalos do setor e avançar no planejamento de um programa de promoção do produto.
CNA – CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL
Carne bovina com preços sustentados no varejo
O fluxo de vendas não está intenso, mas a estratégia de abastecimento gradativa do varejo tem segurado os preços da carne bovina nas gôndolas e prateleiras
Os preços dos cortes subiram, em média, 0,2% em São Paulo nesta semana. Em Minas Gerais e no Paraná o cenário foi de estabilidade, para o Rio de Janeiro a queda foi 0,1% no mesmo período. Isso tem permitido que o varejo trabalhe com a maior margem das últimas seis semanas, 59,8%. Para o curto prazo, o recebimento dos salários pode trazer mais força para o mercado.
SCOT CONSULTORIA
Oferta restrita dá firmeza as cotações da arroba do boi gordo no Sul de Minas
Diferente da maioria das praças pecuárias, onde no mês de outubro a cotação da arroba do boi gordo sofreu pressão de baixa, no Sul de Minas Gerais, o cenário foi diferente
Apesar da demanda aquém do esperado, a oferta restrita de boiadas terminadas ainda deu rumo as cotações na região. A dificuldade de adquirir matéria-prima, forçou os compradores a ofertarem preços acima da referência e a arroba do boi gordo valorizou 2,1% desde o início do mês. A cotação fechou outubro cotada, em média, em R$143,00 a prazo, livre de Funrural. O diferencial de base em relação a Araçatuba-SP está em -4,03%. Para a vaca gorda a movimentação dos preços foi semelhante e a valorização da arroba foi de 1,9% ao longo de outubro, estando cotada, em média, em R$133,00 nas mesmas condições. Com a entrada de novembro e o recebimento dos salários, a expectativa é de melhora na demanda pela carne bovina, o que pode manter os preços firmes para o boi gordo.
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ECONOMIA
Dólar sobe 0,87 por cento ante real
O dólar terminou outubro com a maior queda porcentual ante o real desde junho de 2016, levando a moeda a se afastar do pico do Plano Real, acima de 4 reais, para o patamar de 3,70 reais, com o qual deve continuar flertando por enquanto
Na quarta-feira, com a formação da taxa Ptax de final de mês, a moeda trabalhou bastante pressionada pela manhã, mas a alta perdeu força à tarde, embora tenha se sustentado até o fechamento sob influência do exterior. O dólar avançou 0,87 por cento, a 3,7227 reais na venda, acumulando, em outubro, queda de 7,79 por cento, a maior desde o recuo de 11,05 por cento de junho de 2016. Na mínima da sessão, foi a 3,6876 reais e, na máxima, a 37456 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,60 por cento. “Para o dólar cair mais daqui para a frente, é preciso algo mais concreto, notícias de medidas”, comentou o Diretor da assessoria de câmbio FB Capital, Fernando Bergallo. “Via de regra, o cenário externo se sobrepõe às questões locais e lá fora o viés é de valorização”, emendou, ao acrescentar que além de monitorar fatores como a trajetória de alta do juro nos Estados Unidos, as novidades sobre o novo governo também seguirão no foco dos agentes no mês que tem início nesta quinta-feira. No exterior, além da trajetória de juros nos Estados Unidos, há cautela com os desdobramentos da guerra comercial, sobretudo com a China, já que paira sobre o país a possibilidade de novas tarifas pelos Estados Unidos se um acordo não for fechado, e com o crescimento global. Na Europa, a Itália e seu orçamento e o Brexit são os focos de tensão.
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BC mantém Selic em 6,5% e sinaliza que não há urgência para aumento de juros
O Banco Central manteve na quarta-feira a taxa de juros no seu piso histórico, de 6,5 por cento ao ano, e ponderou que houve alguma melhora em seu balanço de riscos, corroborando apostas no mercado de que não subirá a Selic tão cedo, embora tenha mantido a porta aberta para fazê-lo se houver piora no quadro inflacionário
“O Copom reitera que a conjuntura econômica ainda prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural”, diz um trecho do comunicado. “Esse estímulo começará a ser removido gradualmente caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e/ou seu balanço de riscos apresentem piora.” Ao falar sobre os riscos que vê em seu cenário básico para inflação, destacou que permanecem fatores em ambas as direções, mas com maior peso nos que pressionam a inflação para cima: frustração quanto à continuidade de reformas na economia e deterioração do cenário externo para emergentes. Ressaltou, entretanto, que “o Comitê julga que o grau de assimetria do balanço de riscos diminuiu desde sua reunião anterior”. Em setembro, o BC havia dito que esses dois riscos haviam se elevado. A economista Camila Abdelmalack, da CM Research, previu que, “salvo alguma mudança expressiva no cenário doméstico”, a Selic deve seguir em 6,5 por cento até o terceiro trimestre de 2019. Em pesquisa Reuters, 40 de 42 economistas já esperavam que o BC deixasse os juros inalterados, o que ocorreu pela quinta reunião consecutiva do Copom. Os dois votos dissidentes, da Capital Economics e HSBC, esperavam aumento de 0,25 ponto percentual.
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BOLSA:Índice fecha em alta puxada por Wall Street
O principal índice de ações da bolsa paulista fechou em alta nesta quarta-feira, apoiado em Wall Street, após sessão volátil marcada por uma bateria de resultados corporativos e movimentos de realização de lucros, encerrando o mês com ganho de quase 10 por cento
O Ibovespa.BVSP subiu 0,62 por cento, encerrando o dia cotado a 87.423,55 pontos. No começo da sessão, o indicador voltou a quase superar os 88 mil pontos, no melhor momento do dia. O volume financeiro do pregão totalizou 18,077 bilhões de reais. Em outubro, o Ibovespa acumulou ganho de 9,85 por cento, tendo o segundo melhor desempenho mensal do ano —em janeiro, subiu 11,3 por cento pela melhora do apetite a risco no exterior, particularmente o tom positivo em Wall Street, que teve uma sessão de ganhos após resultados corporativos mais fortes, como os do Facebook FB.N. Para Chris Gaffney, Diretor de mercados globais no norte-americano TIAA Bank, prever o que acontecerá sob o novo governo é um “jogo de tolos”. Ele ponderou, contudo, que se o novo governo tiver êxito na implementação de algumas reformas fiscais planejadas, os investimentos no país podem render generosamente.
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Ministro da Agricultura diz que fundir pasta com Meio Ambiente trará prejuízo ao Brasil
O Ministro da Agricultura do Brasil, Blairo Maggi, posicionou-se de maneira frontalmente contrária à proposta de fusão da pasta com o Ministério do Meio Ambiente, anunciada na véspera pela equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL)
Em comentários no Twitter, Maggi, conhecido também por sua atuação como investidor no setor de soja, afirmou entender que a decisão de unir os ministérios “trará prejuízos incalculáveis ao agronegócio brasileiro”. “Lamento a decisão do presidente eleito”, escreveu ele. Em comentários em separado, enviados por meio da assessoria de imprensa, ele afirmou que o Brasil é “muito cobrado pelos países da Europa pela preservação do meio ambiente”. O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, sendo líder na exportação de commodities como soja, açúcar, café e suco de laranja. O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro chefe da Casa Civil de Bolsonaro, disse na terça-feira que a “Agricultura e o Meio Ambiente andarão de mãos dadas”. Unificar as duas pastas foi uma promessa de campanha do capitão reformado, que depois se disse aberto a sugestões de setores do agronegócio que defendiam a manutenção da separação das duas pastas. Ainda conforme o Ministério, Maggi avalia que as pastas são convergentes em alguns pontos, mas no geral possuem temas próprios que necessitam de atenção. “Existem muitos fóruns importantes nos quais o Brasil deve marcar sua posição, mas não será possível para um Ministro participar de todos sozinho”, afirmou ele, destacando que o trabalho do Meio Ambiente não se dá apenas sobre assuntos do agronegócio, abrangendo também áreas como infraestrutura, mineração e energia. As declarações de Maggi ocorrem no mesmo dia em que o Ministério do Meio Ambiente também criticou a proposta de Bolsonaro, dizendo que fragilizar a autoridade da pasta seria “temerário”.
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EMPRESAS
BRF e JBS ficam de fora da reabertura da Rússia a frigoríficos do paíS
Quase um ano depois de proibir as importações de carnes bovina e suína do Brasil, a Rússia anunciou a reabertura de seu mercado, informou ontem o ministro da Agricultura, Blairo Maggi. No entanto, a reabertura russa é bastante limitada e não contempla BRF e JBS, que são as maiores produtoras de carne suína e bovina do país, respectivamente
De acordo com informações do Serviço Sanitário da Rússia (Rosselkhoznadzor), nove frigoríficos brasileiros poderão voltar a exportar carnes aos russos. Desse total, cinco terão autorização para comercializar carne bovina e quatro poderão exportar carne suína. A reabertura entra em vigor em 1º de novembro), segundo os russos. Na prática, a decisão de Moscou representa uma redução do número de estabelecimentos autorizados a exportar. Antes do embargo, que teve início em dezembro do ano passado, 18 frigoríficos brasileiros estavam habilitados a exportar carne suína à Rússia. No caso da carne bovina, 30 frigoríficos estavam autorizados a vender até o fim de 2017. Entre as empresas que poderão voltar a exportar aos russos, a maior beneficiada é a Alibem, indústria de carne suína sediada no Rio Grande do Sul. A empresa teve dois de seus frigoríficos, nos municípios gaúchos de Santa Rosa e Santo Ângelo, incluídos na lista. A Agra Alimentos, que pertence ao mesmo dono da Alibem, também foi beneficiada. O abatedouro de bovinos da empresa em Rondonópolis (MT) poderá voltar a exportar. Além da Alibem, a catarinense Aurora e a gaúcha Adele tiveram, cada uma, uma planta de suínos autorizadas a vender aos russos. A unidade da Adele está localizada em Seberi, e a da cooperativa Aurora fica no município de Sarandi, ambos no Rio Grande do Sul. Entre os frigoríficos de carne bovina, o único entre os grandes beneficiados foi a Minerva Foods. O abatedouro da empresa em Palmeira de Goiás (GO). Completam a lista das plantas de bovinos as unidades das companhias Barra Mansa, em Sertãozinho (SP), Frigorífico Astra, em Cruzeiro do Oeste (PR), e Vale do Sapucaí, em Itajubá (MG). No ano passado, a Rússia foi extremamente relevante para as exportações de carne suína do Brasil, respondendo por 40% dos embarques totais e 50% do faturamento. Ao todo, os russos gastaram US$ 693 milhões para importar 259 mil toneladas de carne suína do Brasil, de acordo com dados da Secretária de Comércio Exterior (Secex) compilados pelo Ministério da Agricultura. No caso da carne bovina, Moscou respondia por cerca de 10% das exportações — receita de US$ 487 milhões e volume de 151,6 mil toneladas.
VALOR ECONÔMICO
FRANGOS & SUÍNOS
Mercado do suíno pressionado
Apesar da expectativa de melhora na conjuntura do mercado devido à proximidade do feriado e da virada de mês, os preços dos suínos, tanto na granja como no atacado, apresentaram recuos nesta semana
Nas granjas paulistas, o animal terminado teve desvalorização de 1,4% no período e está cotado, em média, em R$72,00/@. No atacado, a carcaça está cotada, em média, em R$5,60/kg, queda de 1,8% em sete dias. No momento, os compradores estão buscando um equilíbrio entre produção e vendas. O mês de outubro se encerra com um cenário positivo para o mercado. A média de preço na granja do mês foi o maior registrado no ano até o momento. Cabe a ressalva, porém, que mesmo com a aparente recuperação nas cotações, os preços seguem menores na comparação com igual período do ano passado.
SCOT CONSULTORIA
Frango Vivo: mercado pressionado no fim de mês
Na quarta-feira (31), as cotações do frango vivo se mantiveram estáveis nas principais praças do país, com o maior valor de cotação sendo anotado em São Paulo, a R$3,10/kg
O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,10/kg e alta de 1,93% para o frango no atacado, a R$4,23/kg. A Scot analisa que o mercado de frango está pressionado neste final de mês. A expectativa é que, com a entrada de novembro, a demanda possa melhorar e sustentar as cotações.
Notícias Agrícolas
INTERNACIONAL
Exportações de carne bovina australiana devem aumentar
A produção crescente, a moeda fraca e a crescente demanda levaram os analistas a prever um aumento de 9% nas exportações de carne bovina da Austrália em 2018
De acordo com as últimas Projeções da Indústria do Meat & Livestock Australia (MLA), “o aumento da produção de carne bovina, um dólar australiano mais fraco e fundamentos robustos de demanda, particularmente em mercados asiáticos estabelecidos, sustentaram um aumento de 9% nas exportações previstas de 2018 para 1,1 milhão de toneladas”. Ele disse que, apesar do aumento da concorrência, as exportações de carne bovina no ano até setembro cresceram 12% em relação ao ano anterior, para 840,5 mil toneladas. As exportações para o Japão e a Coreia registraram aumentos de 7% e 15%, respectivamente, enquanto as exportações para a China nos primeiros nove meses de 2018 cresceram 55% com relação ao ano anterior. As exportações para os EUA foram levemente menores, fortemente impactadas pelo aumento da produção doméstica, enquanto o Sudeste Asiático também registrou forte crescimento, liderado pela Indonésia e Filipinas, à medida que a região se torna um destino mais estabelecido para cortes secundários e produção de carne bovina. O MLA informou que os EUA continuam sendo o principal concorrente da Austrália e vem desafiando participação de mercado no Japão e na Coreia. Prevê-se que a produção de carne bovina dos EUA aumente mais 4% em 2019, além do crescimento de 3% em 2018, de acordo com as estimativas mundiais de oferta e demanda agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O relatório também destacou o crescimento das exportações australianas para a China, com os dados dos principais fornecedores relatando um crescimento de 50% com relação ao ano anterior durante os primeiros oito meses de 2018. A análise também afirmou que a produção de carne bovina deverá ser 6% acima que a do ano passado, com 2,3 milhões de toneladas de peso carcaça, impulsionada por um aumento de 9% no abate.
GlobalMeatNews.com
Canadá tem previsão de crescimento marginal na produção de carne bovina
Canadá exporta parte integral da produção
A produção de carne bovina do Canadá deverá crescer marginalmente para 1,25 milhão de toneladas equivalentes de peso de carcaça (CWE) em 2019, seguindo um crescimento estimado de 3% em 2018 para 1,24 milhão de toneladas (CWE), já que a oferta de gado irá restringir futuros esforços de expansão. As exportações de carne bovina são destinadas principalmente aos Estados Unidos, que historicamente representam mais de três quartos das remessas do Canadá. O destino número dois para a carne bovina canadense foi Hong Kong, seguido pelo Japão, México e China, completando os cinco principais mercados em 2017. Embora esses quatro mercados representem atualmente apenas 18% das exportações do Canadá, os embarques para esses destinos permaneceram estáveis. As exportações de carne bovina do Canadá em 2019 devem crescer 3%, para 515.000 TM; Estima-se que 2018 suba 8 por cento para 500.000 MT. As exportações respondem por aproximadamente 40% da produção de carne bovina por ano.
USDA
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