CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 859 DE 17 DE OUTUBRO DE 2018

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Ano 4 | nº 859 | 17 de Outubro de 2018

NOTÍCIAS

Prorrogado o prazo de adesão ao Refis do Funrural

Agora, o texto será encaminhado para a sanção do Presidente Michel Temer

O Senado Federal aprovou na última terça-feira (16.10) a medida provisória que estende o prazo de adesão ao Refis do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) para o dia 31 de dezembro de 2018. Agora, o texto será encaminhado para a sanção do Presidente Michel Temer.  A MP 842/2018, trata da renegociação de dívidas rurais e previa, inicialmente, descontos para débitos que foram contraídos até o dia 27 de dezembro de 2018, dentro do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O texto que aumentou o prazo de adesão, ao mesmo tempo, diminui também os descontos, que passaram de 35% para 30% em relação às operações contratadas entre 1º de janeiro de 2007 e 31 de dezembro de 2011, e de 70% para 60% para aquelas firmadas até 31 de dezembro de 2006. De acordo com o Poder executivo, a nova medida aprovada pelo Congresso Nacional pode causar uma renúncia fiscal de mais de R$ 17 bilhões para os cofres públicos. Segundo o relator da matéria, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o texto contemplava apenas aquelas dívidas enviadas para inscrição até 31 de julho de 2018. No entanto, agora, foram incluídos mutuários com dívidas encaminhadas até 31 de outubro. Com isso, os descontos para os agricultores endividados podem chegar a 95% para aqueles valores que superam os R$ 15 mil e não baixam de 60% para valores acima de R$ 1 milhão. 

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Mercado do boi gordo pressionado

No fechamento da última terça-feira (16/10) foram registradas nove quedas nos preços da arroba do boi gordo

A única alta foi no Rio de Janeiro, onde a oferta restrita de boiadas dificulta a compra de matéria-prima pelas indústrias. A arroba valorizou R$1,00 na comparação diária no estado e as escalas de abate giram em torno de três dias. Cenário oposto ao de Mato Grosso do Sul, onde a maior oferta de animais confinados pressiona as cotações para baixo. Na média de todas as praças do estado a arroba caiu 0,5% frente ao último levantamento (15/10). Em São Paulo, a cotação permanece estável, em R$151,00/@, a prazo, livre de Funrural, e as escalas de abate giram em torno de seis dias. A margem de comercialização das indústrias que fazem a desossa está em 19,8%. Devido ao consumo calmo, a fim de regular estoques, foram registrados frigoríficos fora das compras no dia 16/10.

SCOT CONSULTORIA

Tailândia volta a comprar couro brasileiro

Comunicado foi feito oficialmente pela autoridade sanitária do país

O Departamento de Pecuária e Desenvolvimento (DLD), autoridade sanitária da Tailândia, comunicou oficialmente ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a aceitação de proposta brasileira de Certificado Sanitário para exportação de peles tratadas e de couros wet blue, semiacabados ou acabados. Desde o primeiro semestre deste ano, o comércio estava embargado pelas autoridades tailandesas, que passaram a exigir certificação sanitária baseada na aplicada pela China, Hong Kong e Vietnã, apesar do risco sanitário desprezível dos produtos originários do Brasil. A notícia vai ao encontro das expectativas do setor brasileiro de couro que, recentemente, anunciou intenção de aumentar suas vendas externas, que somam aproximadamente US$ 2 bilhões ao ano, observa o secretário de relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). No ano passado, a Tailândia importou cerca de US$ 713,803 milhões em peles e couros.

MAPA

Desempenho externo das carnes na segunda semana de outubro

A receita cambial acumulada pelas carnes nos nove primeiros dias úteis de outubro alcança média diária de US$69,754 milhões

A receita cambial acumulada pelas carnes nos nove primeiros dias úteis de outubro (de um total de 22 dias úteis) se encontra 6% acima da registrada há um ano (US$65,765 milhões/dia em outubro de 2017), mas apresenta redução de 3,5% em relação ao mês anterior (US$72,292 milhões/dia em setembro passado). No entanto, a variação negativa tende a ser revertida, enquanto o índice de crescimento deve aumentar. Porque, apenas, outubro corrente tem mais dias úteis que os outros dois meses citados (21 em outubro de 2017; 19 em setembro de 2018). A de frango sinaliza aumento da ordem de 20% – em comparação ao mês anterior ou ao mesmo mês do ano passado. Porque, nesses dois meses, o volume embarcado girou em torno das 335,2 mil toneladas. A tendência, por ora, é de chegar-se às 404 mil toneladas. A carne suína assinala embarques da ordem de 63 mil toneladas, volume que, uma vez confirmado, significará aumento de 31% sobre setembro passado e de 28% sobre outubro de 2017. A carne bovina, por fim, alcança até aqui volume que, projetado para a totalidade do mês, pode ficar próximo das 159 mil toneladas. Ou seja: é provável que o recorde de pouco mais de 150 mil toneladas registrado em setembro passado venha a ser superado, registrando-se ainda aumento de mais de 33% sobre as 118 mil toneladas exportadas em setembro de 2017.

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Tendências das carnes em 2019, segundo o USDA

USDA sugere que a produção brasileira deve aumentar 3% e a exportação 5%, índices que, nos EUA, ficarão em, respectivamente, 4% e 3%

Em suas primeiras projeções sobre as tendências das carnes em 2019, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) destaca, individualmente, as perspectivas dos três líderes mundiais na exportação das carnes bovina, suína e de frango. Nos três segmentos, o Brasil aparece com tendências otimistas. Em relação à carne bovina, o USDA sugere que a produção brasileira deve aumentar 3% e a exportação 5%, índices que, nos EUA, ficarão em, respectivamente, 4% e 3%. O incremento neutraliza a menor disponibilidade do produto por parte da Austrália e da Índia. Assim, as exportações mundiais tendem a crescer minimamente em relação ao previsto para 2018 – cerca de 10,558 milhões de toneladas.

USDA

Melhora no poder de compra do recriador no Maranhão

Mercado de reposição ganhando força no Maranhão, mas devido ao prolongamento da seca as negociações, por ora, andam em marcha lenta

O maior volume de especulação envolve as categorias mais eradas como o garrote (9,5@) e o boi magro (12@), que terão como destino a terminação em confinamento principalmente na região ao redor de Imperatriz-MA. Para o pecuarista que for girar o estoque da fazenda, atualmente a melhor relação de troca entre as categorias dos animais mais erados é com o garrote. Isso porque desde o início do segundo semestre o preço destes animais subiu menos que o preço do boi magro. Quanto a arroba, no mesmo período, houve alta de 7,5% nas cotações. Frente a isso a troca saiu de 1,58 garrote para os atuais 1,66, o que significa um aumento de 5,3% no poder de compra do invernista. Para o recriador, a relação de troca com o bezerro também melhorou. Para esta categoria, o poder de compra aumentou 6,3% desde o começo de julho. Para os próximos dias, a oferta de gado terminado deve seguir restrita no estado dando sustentação para a arroba e mantendo a relação de troca em bons patamares para o produtor.

SCOT CONSULTORIA

Custo de produção de bovinos confinados tem alta em setembro

Aumento dos preços dos insumos alimentares e do boi magro contribuíram para o avanço dos gastos

Os custos da diária-boi (CDB) aumentaram em setembro para todas as propriedades representativas pesquisadas no Índice de Custo de Produção de Bovinos Confinados (ICBC). Os valores foram de R$ 10,23 (+ 2,3% ante agosto), R$ 10,17 (+ 2,83%) e R$ 8,50 (+ 0,12%) para os confinamentos de São Paulo médio (CSPm – 3.000 animais/ano), grande (CSPg – 27.000 animais/ano) e de Goiás (CGO – 16.500 animais/ano), nesta ordem. O aumento de preços dos principais insumos alimentares para o Estado de São Paulo, como milho grão (+ 9,92%), o sorgo grão (+ 23,72%) e o farelo de algodão (+ 3,57%) contribuiu para as altas nos custos, segundo boletim do ICBC. Apesar do preço da polpa cítrica peletizada ter reduzido 8,62%, os custos da alimentação para as propriedades representativas de São Paulo aumentaram. O monitoramento de preços dos itens alimentares em Goiás revelou que, de forma geral, os preços permaneceram estáveis. Os valores do boi magro (de doze arrobas, aproximadamente) também têm aumentado. Em São Paulo, os preços médios do quilo do boi magro em setembro foram de R$ 5,34, enquanto que em Goiás foi de R$5,22 para o mesmo período. Em Goiás, esse valor foi o maior já registrado desde o início deste projeto, em maio de 2017. O aumento de 1% nos custos de aquisição de animais para reposição pode impactar em até 0,7% no custo total do confinamento, segundo análise de elasticidade feita. O confinador para garantir lucro econômico deveria obter remuneração superior ao Custo Total (CT) em setembro, que foi de R$ 154,74/@ (confinamento médio – SP), R$ 154,57/@ (grande – SP) e R$ 142,77/@ (Goiás).

Portal DBO

ECONOMIA

IPC-Fipe tem alta de 0,52% na 2ª quadrissemana de outubro

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou avanço de 0,52 por cento na segunda quadrissemana de outubro, depois de ter subido 0,43 por cento na primeira leitura do mês, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta quarta-feira. O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

DCI

Ibovespa segue NY e sobe quase 3% puxado por bancos e Petrobras

O Ibovespa fechou em alta de quase 3 por cento na terça-feira, puxado pelo avanço das ações de bancos e da Petrobras, mas também beneficiado pelos fortes ganhos em Wall Street

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 2,83 por cento, fechando a 85.717,56 pontos. O giro financeiro do pregão somou 14,4 bilhões de reais. Nos Estados Unidos, as bolsas também tiveram acréscimos expressivos, refletindo resultados corporativos acima do esperado por companhias, entre elas o Goldman Sachs. O S&P 500 subiu 2,15 por cento. “Foi Nova York que ditou o ritmo no mercado no Brasil”, disse o chefe da área de renda variável da corretora de um banco em São Paulo, que pediu para não ter o nome citado, atribuindo o movimento a compras principalmente de investidores locais. Dados da B3 desta terça-feira mostraram saída de estrangeiros nos últimos três pregões da semana passada, no total de 786 milhões de reais. No mercado futuro, esses participantes também elevaram suas posições vendidas em índice.

REUTERS

Dólar tem nova baixa ante real com exterior

O dólar terminou a terça-feira em baixa pelo segundo pregão consecutivo, mas longe da mínima do dia, quando foi abaixo de 3,70 reais, sob influência do ambiente mais positivo no exterior

O dólar recuou 0,37 por cento, a 3,7203 reais na venda, acumulando, nestes dois pregões, queda de 1,55 por cento. No mês até agora, o dólar já ficou 7,85 por cento mais barato ante o real. Na mínima de terça-feira, a moeda marcou 3,6922 reais, mas o patamar acabou atraindo compradores. O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,50 por cento. No exterior, a terça-feira foi marcada pela busca por ativos de maior risco, o que faz o dólar perder força ante as divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano. Ante a cesta de moedas, a moeda rondava a estabilidade. O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 4,235 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

REUTERS

Serviços do Brasil têm melhor resultado para agosto desde 2011 mas ainda não apontam retomada, diz IBGE

A atividade de transportes ajudou e o volume de serviços cresceu mais do que o esperado em agosto, registrando o melhor resultado para o mês desde 2011, embora o avanço ainda não seja considerado o início de uma retomada para o setor

O volume do setor de serviços cresceu 1,2 por cento em agosto em relação a julho, resultado mais forte para o mês na série histórica iniciada em 2011, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2 por cento em julho e avanço de 4,9 por cento em junho. Na comparação com o mesmo mês de 2017, houve alta de 1,6 por cento, contra expectativa de avanço de 0,1 por cento, no maior ganho para agosto na comparação anual desde 2013 (2,2 por cento). “O resultado de agosto não pode ser considerado o início de uma arrancada, até por que o movimento parece pontual e os indicadores antecedentes já apontam para uma queda em setembro”, explicou o Gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo. No mês de agosto, o destaque ficou para o crescimento de 3,2 por cento da atividade de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio. “O resultado positivo de agosto tem a ver prioritariamente com transportes graças às passagens aéreas, cuja inflação caiu e puxa para cima a receita do setor”, explicou Lobo. Entre os cinco grupos de atividades acompanhadas, também apresentaram avanço serviços profissionais, administrativos e complementares (2,2 por cento) e outros serviços (1,0 por cento).

REUTERS

EMPRESAS

Polícia Federal vê fraudes ‘coordenadas’ praticadas pela BRF

A BRF está novamente na berlinda. As investigações da Polícia Federal sobre a empresa, que tiveram início no ano passado com a deflagração da Carne Fraca e se ampliaram neste ano com a Operação Trapaça, apontam para uma ação articulada desde a antiga alta cúpula da companhia para a prática de fraudes na produção de alimentos

Dona das marcas Sadia e Perdigão, a BRF lidera a produção de frango no Brasil. Na lista de irregularidades apontadas pela Polícia Federal — muitas delas corroboradas por mensagens internas enviadas por executivos da BRF —, está desde a apresentação de laudos falsos para o Ministério da Agricultura para ocultar a presença de antibióticos em níveis acima do permitido até a omissão em reportar que a empresa vendeu carne de frango no Brasil contaminada com uma substância cancerígena também em níveis acima do permitido. Antibióticos, como tilosina e colistina, representam risco crescente à saúde humana em virtude do aparecimento de “superbactérias” resistentes a eles. Substâncias que têm o uso proibido devido ao potencial carcinogênico, como carbadox e nitrofurazona, foram detectadas em amostras de ração da empresa para aves e suínos examinadas pela PF no âmbito da Operação Trapaça. Conforme os investigadores, também chamou a atenção que as irregularidades cometidas por funcionários da BRF incluiam a edição de normas de fiscalização favoráveis à empresa ou ainda visando habilitação de frigoríficos e a contratação de laboratórios que aceitavam forjar laudos positivos para a bactéria salmonela em lotes de carne de frango voltados ao mercado externo. Como resultado das apurações, a Polícia Federal indiciou 43 pessoas, entre elas Abilio Diniz, ex-presidente do conselho de administração da BRF, e Pedro Faria, que foi presidente-executivo da companhia entre 2015 e 2017. Além dos executivos e funcionários da BRF, foram indiciados o ex-ministro da Agricultura Francisco Turra e Rui Vargas, Presidente e Vice-Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), respectivamente. Os dois são citados por terem feito gestões junto ao Ministério da Agricultura em favor da BRF.

https://www.valor.com.br/agro/5926835/policia-federal-ve-fraudes-%3Fcoordenadas%3F-praticadas-pela-brf

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Tendências das carnes de aves e suínos em 2019, segundo o USDA

No tocante à carne suína é previsto que a União Europeia – maior exportador mundial (e segundo produtor mundial, atrás apenas da China, mas com um volume equivalente a pouco mais de um terço da produção chinesa) – enfrentará ligeiro declínio (menos de meio por cento) na produção, mas aumentará suas exportações em cerca de 3%

Em ambos os casos – produção e exportação – esses índices serão neutralizados e superados por EUA (segundo exportador mundial) e Brasil (quarto lugar, após União Europeia, EUA e Canadá). Nos EUA, a produção tende a um crescimento de 5% e as exportações de 5%. Já no Brasil a perspectiva é a de um incremento de 3% na produção e de 7% na exportação. Porque – justifica o USDA – haverá firme demanda por parte da Ásia e da América Latina. Já em relação à carne de frango o USDA sugere que produção e exportação brasileira crescerão 2%, a norte-americana 2% e 3% e a europeia 1% e 5%. Os índices de incremento das exportações – de 2%, 3% e 5% para, respectivamente, Brasil, EUA e União Europeia correspondem a volumes adicionais de 90 mil, 75 mil e 50 mil toneladas. No caso brasileiro, o volume de 3,685 milhões de toneladas estimado para 2018 (exclusos desse total pé/patas de frango) pode chegar a 3,775 milhões de toneladas em 2019. Na opinião do USDA, o incremento mais significativo nas exportações mundiais está reservado exatamente para a carne de frango. O previsto é uma expansão anual ligeiramente superior a 4%, índice impulsionado pelo aumento de consumo de países como Filipinas, Angola, Cuba e Gana. 

USDA

Frango: resultados animadores nos embarques da 2ª semana

Segunda semana de outubro apresentou resultados animadores para as exportações de carne de frango in natura

Os embarques diários da semana aumentaram mais de 10%. Com isso, o volume médio, de 17,5 mil toneladas/dia nos primeiros cincos dias do mês, subiu para cerca de 19,4 mil toneladas/dia na segunda semana, elevando a média de outubro para 18.361 toneladas/dia – o segundo melhor resultado dos últimos treze meses. Comparada ao que foi registrado no mês anterior (17,6 mil toneladas/dia em setembro último) ou no mesmo mês do ano passado (perto de 16 mil toneladas/dia em outubro de 2017), a média atual é 4,1% e 15% superior. Deve-se considerar, no entanto, que outubro corrente, com 22 dias úteis, é mais longo que os dois meses citados (21 dias úteis em outubro/17; 19 dias úteis em agosto passado). E isso considerado, o incremento pode superar os 20% em relação aos dois meses citados, pois em ambos o volume exportado ficou em 335,2 mil toneladas. E, neste caso, o acréscimo previsto pode significar exportações superiores a 400 mil toneladas – apenas de produto in natura

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