
Ano 4 | nº 840 | 19 de setembro de 2018
NOTÍCIAS
Camex decide acabar com imposto de exportação dos couros wet blue e salgado
O assunto voltará a ser discutido no prazo de um ano
Ministros que integram a da Câmara de Comércio Exterior (Camex) referendaram na terça-feira (18) decisão do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) de retirar o imposto de exportação do couro wet blue e do couro salgado. A decisão havia sido tomada no comitê em reunião do último dia 30 de agosto. E voltará a ser discutida no prazo de um ano. O pedido de exclusão foi defendido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a partir de solicitação da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) referendada pela Sociedade Rural Brasileira (SRB), pela Confederação Nacional de Agricultura (CNA) e pela Associação Brasileira de Criadores (ABC). No Mapa, o entendimento foi de que o imposto de exportação era distorcivo e que a melhor estratégia para o desenvolvimento da produção é a adoção de medidas que visem ganhos a todos os elos da cadeia, até o produto final. De acordo com a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do ministério, há disposição de dialogar com representantes do setor de forma a construir uma agenda estruturante que foque na melhoria do couro nacional.
MAPA
Sem oferta, mercado do boi gordo registra alta em São Paulo
Apesar da entrada da segunda quinzena do mês, período sazonal de menor consumo, a oferta restrita de boiadas não deixa espaço para quedas
Na prática, a dificuldade em compor as escalas de abate tem resultado em valorizações no mercado do boi gordo. No levantamento da última terça-feira (18/9), das trinta e duas praças pesquisadas pela Scot Consultoria, houve alta em dez, considerando o preço à vista. Em Marabá-PA, onde a oferta de boiadas está menor, o preço da arroba subiu 5,4%, desde o início do mês e ficou cotada, em média, em R$137,00, à vista, livre de Funrural. Mesmo com valorizações menos intensas que nas semanas anteriores, o que já era esperado, uma vez que o período é de redução no consumo, o mercado segue em alta. No mercado atacadista de carne bovina com osso, o boi casado de animais castrados está cotado, em média, em R$9,94/kg. Alta de 3,9% desde o início do mês.
SCOT CONSULTORIA
Desempenho externo das carnes na 2ª semana de setembro
Exportações de carnes da segunda semana de setembro corrente sofreram forte diluição em relação à semana inicial do mês
As exportações de carnes da segunda semana de setembro corrente (cinco dias úteis) sofreram forte diluição em relação à semana inicial do mês (quatro dias úteis) – pelo menos em termos de receita cambial. Pois a média diária do período recuou de US$99,262 milhões para US$67,246 milhões, quase um terço a menos. A queda, entretanto, não afeta a receita da primeira metade do mês (ou de nove dias úteis para um total de 19 dias úteis). Pois, girando ainda em torno dos US$81 milhões/dia, a receita se mantém 21% e 29% acima das registradas, respectivamente, em setembro de 2017 (US$67,114 milhões/dia) e em agosto de 2018 (US$63,074 milhões/dia). Em termos de volume, a queda ocorrida afetou, mas em escala mínima, os volumes originalmente projetados para as carnes suína e bovina. Na semana inicial deste mês eram previstos embarques de 59,8 mil toneladas de carne suína; agora a previsão é de 54,7 mil toneladas. Já o previsto para a carne bovina recuou de pouco mais de 158 mil toneladas para cerca de 154 mil toneladas. Ambas continuam sinalizando aumento em relação ao mês anterior e ao mesmo mês de 2018. A carne suína, de 1% e 4%, respectivamente. A bovina, de 6,5% e de 37%. Já as previsões para a carne de frango apresentam cerca de 10 mil toneladas a mais que o apontado para a primeira semana, o que pode significar embarque total de pouco mais de 382 mil toneladas, perto de 4% e 8% acima dos volumes registrados em agosto passado e em setembro de 2017.
AGROLINK
Embrapa seguirá sob comando de pesquisador
O Conselho de Administração da Embrapa escolheu Sebastião Barbosa, pesquisador de carreira aposentado, como novo presidente da estatal, apurou o Valor com uma fonte graduada do governo
A indicação ainda precisa passar por análise da Casa Civil, mas sua nomeação deve ser publicada até 10 de outubro. Na disputa com Barbosa estavam o pesquisador Cléber Soares, atual diretor da Embrapa e que chefiou a unidade Gado de Corte em Campo Grande (MS), e o ex-ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto, o único candidato de fora da empresa. Todos foram entrevistados na última segunda-feira. O Valor apurou que seus concorrentes sofreram resistência interna de servidores da estatal na reta final. Enquanto Soares foi considerado jovem para o cargo, Guedes foi alvo de críticas por parte de segmentos do agronegócio por sua atuação em cargos no governo, na Conab e no Banco do Brasil. O processo de seleção atendeu às novas regras impostas pela Lei das Estatais, que preza pela transparência e busca blindar as empresas públicas de indicações meramente políticas. Com o currículo mais bem avaliado pela Embrapa entre os postulantes ao cargo, Sebastião Barbosa é agrônomo de formação com grande experiência como pesquisador nas áreas de defesa fitossanitária e controle de pragas, já tendo representado a FAO, Agência para Agricultura e Alimentação da ONU, em foros internacionais sobre esses temas. O processo seletivo para a presidência da estatal não escapou de críticas do setor do agronegócio. Em carta ao Ministro Blairo Maggi, o Instituto Pensar Agro (IPA), que reúne as 40 principais entidades do segmento agropecuário e é o braço técnico da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), questionou o critério de seleção por currículo, recomendando que os candidatos apresentassem um plano estratégico com metas e iniciativas para a estatal.
VALOR ECONÔMICO
Demanda em alta e aumento nos preços do sebo bovino
Com os preços da soja (e dos subprodutos, farelo e óleo de soja) em patamares maiores na comparação anual, a demanda por sebo bovino segue em alta, uma vez que a gordura animal também é usada na produção de biodiesel
Esta maior procura manteve os preços firmes ao longo deste ano. No Brasil Central, desde o início do segundo semestre, a cotação do sebo teve alta de 2,4%, e está, em média, em R$2,15/kg, livre de imposto, segundo levantamento da Scot Consultoria. Já no Rio Grande do Sul, a gordura animal está cotada em R$2,30/kg, nas mesmas condições. Para o curto prazo, a expectativa é de demanda em alta e preços firmes no mercado de sebo.
SCOT CONSULTORIA
De olho no abate de fêmeas
O mercado de reposição segue sua trajetória de alta e as cotações já acumulam valorização de 2,1% desde o início de julho. Na comparação semanal, na média de todas as categorias de machos, fêmeas e estados pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações subiram 0,2%
As cotações de reposição estão subindo mais que o boi gordo. Considerando a praça de São Paulo como exemplo, a média da arroba do boi gordo está 2,4% maior do que em agosto. Já para o bezerro de desmama (6@), na mesma comparação as cotações estão 3,5% maiores. Com isso, o poder de compra do recriador diminuiu. Atualmente, em São Paulo, são necessárias 8,01 arrobas de boi gordo para a compra de um bezerro de desmama. Há um mês eram necessárias 7,93. O que vale a atenção é que apesar da queda momentânea no poder de compra do recriador, o cenário para o longo prazo pode trazer boas oportunidades. Os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no primeiro semestre de 2018 houve um incremento de 7,9% no volume de fêmeas destinadas ao abate em relação ao mesmo período do ano passado, ou seja, o volume de fêmeas abatidas está crescendo desde 2017 e, consequentemente, devemos ter menor oferta de bezerros já a partir de 2019/2020. Se esta menor oferta de bezerros se confirmar, as cotações devem se valorizar. Além da oportunidade de ainda aproveitar o “mercado atrativo” para a compra da cria em 2018, há ainda a possibilidade de valorização da arroba dentro do próprio sistema, uma vez que o bezerro comprado hoje deve ser vendido como boi gordo provavelmente em um momento de ciclo de alta de preços para a arroba.
SCOT CONSULTORIA
ECONOMIA
IGP-M tem alta de 1,34% na 2ª prévia de setembro, pressionado por preços no atacado, diz FGV
A alta dos preços dos produtos agropecuários e industriais no atacado acelerou e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu 1,34 por cento na segunda prévia de setembro, depois de avançar 0,67 por cento no mesmo período do mês anterior
Os dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostraram na terça-feira que, na segunda prévia de setembro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, acelerou a alta a 1,95 por cento, de 0,95 por cento na leitura anterior. Os Produtos Agropecuários passaram a subir 1,83 por cento no período de 1,37 por cento antes, enquanto os Industriais registraram alta de 1,98 por cento, contra 0,81 por cento na segunda prévia de agosto. Para os consumidores a pressão no período também foi maior, uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, passou a subir 0,16 por cento, depois de variação positiva de 0,05 por cento na segunda prévia de agosto. A principal contribuição partiu do grupo de Educação, Leitura e Recreação, que registrou avanço de 0,47 por cento, depois de ter apresentado variação negativa de 0,46 por cento no mês anterior. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou a alta de 0,19 por cento na segunda leitura de setembro, sobre avanço de 0,36 por cento em agosto.
REUTERS
Brasil precisa de reforma da Previdência e teto de gastos, diz Guardia
O Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou na terça-feira que o Brasil precisa dar continuidade às reformas fiscais, enfatizando a necessidade de mudanças na Previdência, além da manutenção do teto de gastos para o país prosseguir no caminho de ajuste gradual e crível
A declaração foi dada num momento em que as principais candidaturas à Presidência discutem como equalizar o desajuste das contas públicas. À Reuters, a campanha de Ciro Gomes (PDT) disse ser a favor de controle dos gastos, mas sem incluir na regra do teto as despesas com investimentos. Também se posicionaram contra a atual regra do teto as campanhas de Marina Silva (Rede) e Fernando Haddad (PT). Por outro lado, os assessores econômicos de Jair Bolsonaro (PSL) e Geraldo Alckmin (PSDB) indicaram ser favoráveis à manutenção do mecanismo que limita o crescimento dos gastos do governo à inflação do ano anterior. Ao participar da abertura de um seminário sobre energia, Guardia também disse que o país precisa avançar em soluções de mercado para desatar os nós econômicos.
REUTERS
Intenção de investimento da indústria no Brasil cai no 3º tri para menor nível em um ano, diz FGV
A intenção de investimentos da indústria no Brasil voltou a cair no terceiro trimestre e atingiu o nível mais baixo em um ano, devido ao quadro de incertezas e fraco crescimento econômico, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na terça-feira
O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria recuou para 113,0 pontos no terceiro trimestre, queda de 3,1 pontos sobre os três meses anteriores, de acordo com a FGV, no nível mais baixo desde o terceiro trimestre do ano passado (105,1 pontos). O indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando para antecipar tendências econômicas. “A redução do ímpeto de investimentos industriais no terceiro trimestre é mais um sinal de perda de fôlego da economia em 2018. A contínua elevação das incertezas e o baixo crescimento da economia continuarão contendo uma retomada mais firme dos investimentos até o final deste ano”, afirmou, em nota, o Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE, Aloisio Campelo Jr. Mas embora tenha sofrido a segunda queda seguida, o indicador de intenção de investimentos permanece acima de 100 pontos, nível em que a proporção de empresas que prevê aumentar o volume de investimentos produtivos nos 12 meses seguintes é superior à das que projetam reduzir os investimentos, destacou a FGV. No terceiro trimestre, a proporção de empresas que estavam certas quanto à execução do plano de investimentos era de 27,5 por cento, ante 31,9 por cento de empresas incertas.
REUTERS
Dólar encerra em alta ante real com correção
O dólar encerrou a terça-feira em alta ante o real, com alguma correção após o forte recuo da véspera, enquanto investidores aguardavam pesquisa eleitoral Ibope à noite, mas sem tirar o exterior do foco, onde os EUA anunciaram que vão adotar tarifas sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses
O dólar avançou 0,41 por cento, a 4,1422 reais na venda, depois de terminar a véspera com queda de 1 por cento, a 4,1252 reais. O dólar futuro rondava a estabilidade. O operador Jefferson Laatus, sócio da LAATUS Educacional, ponderou que o movimento da véspera foi um pouco exagerado “e o mercado tentava corrigir um pouco nesta sessão”. Na segunda-feira, o dólar recuou ante o real após pesquisa CNT/MDA mostrar o fortalecimento de Bolsonaro no segundo turno. Investidores preferem candidatos mais comprometidos com o ajuste das contas públicas e sua primeira opção é o tucano Geraldo Alckmin. Mas como ele não tem conseguido avançar nas pesquisas, o mercado já tem aceitado Bolsonaro como alternativa a candidatos com perfil mais à esquerda.
REUTERS
Ibovespa sobe 2% com exterior benigno e expectativas eleitorais
O Ibovespa fechou em alta pelo terceiro pregão seguido na terça-feira, superando 78 mil pontos, favorecido pelo cenário externo benigno, enquanto permanecem as especulações sobre o desfecho da disputa presidencial
O principal índice da bolsa paulista subiu 1,99 por cento, a 78.313,96 pontos, maior patamar de fechamento desde 29 de agosto. O volume financeiro somou 11,184 bilhões de reais. No exterior, os Estados Unidos confirmaram planos de novas tarifas a produtos chineses, mas o percentual de 10 por cento a partir de 24 de setembro ficou abaixo do sinalizado inicialmente pela administração de Donald Trump. A China respondeu com novas medidas tarifárias a itens norte-americanos, mas o movimento não chegou a minar o humor nos mercados globais, uma vez que ambas as decisões eram aguardadas. Em Wall Street, o S&P fechou com acréscimo de 0,54 por cento. Em nota a clientes, a corretora Brasil Plural citou que Fernando Haddad (PT) tem se beneficiado com a transferência dos votos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e avalia que ainda há espaço para ele seguir sua trajetória de alta.
REUTERS
Governo prevê renúncia tributária de R$306,4 bi em 2019, valor cobriria 10 anos de Bolsa Família
O governo do Presidente Michel Temer estimou que as renúncias tributárias chegarão a 306,398 bilhões de reais no ano que vem, o equivalente a 4,12 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), valor de dez orçamentos anuais do Bolsa Família
O montante também chega perto do que seria necessário para bancar todas as despesas de pessoal em 2019, estimadas pelo governo em 325,9 bilhões de reais. Os dados constam em informações complementares enviadas pelo Executivo ao Congresso sobre o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) do próximo ano. Pelo documento, as diferentes renúncias referentes apenas ao Simples, regime tributário simplificado para microempresas e empresas de pequeno porte, somarão 87,253 bilhões de reais. Com a Zona Franca de Manaus, serão outros 24,038 bilhões de reais. Já com renúncias ligadas à desoneração de itens da cesta básica, mais 18,027 bilhões de reais em 2019. Para este ano, a previsão do governo é de menos renúncias tributárias, mas num peso ainda expressivo: 283,447 bilhões de reais. O tema das renúncias tem ganhado espaço nas discussões eleitorais, com muitos candidatos à Presidência da República ressaltando a necessidade de revisão em programas para melhor alocação de recursos públicos num orçamento marcado por fortes restrições fiscais. Em documento divulgado em maio deste ano, a atual equipe econômica apontou ser preciso fazer um aperfeiçoamento institucional na concessão de benefícios dessa natureza. “Primeiro, devido ao processo peculiar para a concessão da maioria dos subsídios, ainda carente de institucionalidade de avaliação ex ante (antes do evento), o que facilita o acesso a esses recursos públicos sem qualquer garantia de efetividade”, afirmou o ministério da Fazenda em seu “2º Orçamento de Subsídios da União”. “Segundo, devido à insuficiência de informações relativas ao alcance dos objetivos estabelecidos para sua concessão, o que dificulta a avaliação ex post (depois do evento) e restringe a transparência e o controle deste mecanismo de financiamento da ação governamental”, completou.
REUTERS
FRANGOS&SUÍNOS
Brasil reforçará vigilância para evitar entrada de peste suína africana no país
O Ministério da Agricultura informou na terça-feira que vai intensificar a vigilância em aeroportos, terminais portuários e fronteiras para evitar que a peste suína africana (PSA) entre no país, após uma série de surtos da doença nos últimos meses
“A preocupação é de que alimentos e bagagens contaminadas, provenientes das áreas afetadas pela PSA, ingressem no país sem a devida fiscalização”, disse a pasta em comunicado. Foram reportados casos de PSA no Leste da Europa, Ásia, África e Rússia. “A determinação é de que alimentos vindos dos países onde foram detectados focos da doença… sejam incinerados”, acrescenta o ministério. A PSA é uma doença viral, não transmissível aos seres humanos, mas altamente infecciosas para porcos, que devem ser abatidos se diagnosticados com a patologia, e está erradicada no Brasil desde 1984. Desde o começo de agosto, a China, maior criador de suínos do mundo, já reportou mais de uma dúzia de casos e determinou o abatimento de 40 mil animais.
REUTERS
Suíno Vivo: altas em SP, RS e SC nesta terça (18)
Na terça-feira (18), a cotação do suíno vivo registrou alta de 2,83% em São Paulo, a R$4,00/kg. Também foram registradas altas no Rio Grande do Sul, de 0,28%, a R$3,56/kg e em Santa Catarina, de 2,69%, a R$3,44/kg
O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (17), trouxe cenários mistos, sendo a variação mais expressiva a alta de 1,11% em São Paulo, a R$3,64/kg. Ao definir sua nova referência, a Bolsa de Suínos de São Paulo destacou que o mercado está firme e que há perspectiva de novos realinhamentos de preços a curto prazo.
Notícias Agrícolas
Frango Vivo: estabilidade permanece nesta terça (18)
Na terça-feira (18), as cotações do frango vivo seguiram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor negociado em São Paulo, a R$3,25/kg
O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,25/kg e queda de -0,47% para o frango no atacado, a R$4,28/kg. O mercado permanece firme e a entrada na segunda quinzena do mês não deve afetar as cotações – no máximo, elas serão mantidas.
Notícias Agrícolas
INTERNACIONAL
China vai taxar US$60 bi em produtos dos EUA, mas reduz nível de tarifas
A China vai impor taxas sobre cerca de 60 bilhões de dólares em produtos norte-americanos em retaliação pelas novas tarifas dos Estados Unidos, como planejado anteriormente, mas reduziu o nível de tarifas cobradas sobre os produtos
As medidas fazem parte da mais recente intensificação de uma disputa comercial cada vez mais prolongada entre as duas maiores economias do mundo. Na segunda-feira, o governo norte-americano disse que começará a cobrar em 24 de setembro novas tarifas de 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses, com as tarifas subindo para 25 por cento até o final de 2018. Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou aplicar sobre esses produtos tarifas de 25 por cento imediatamente. “A China é forçada a responder ao unilateralismo e ao protecionismo comercial dos EUA, e não tem escolha senão responder com suas próprias tarifas”, disse o Ministério das Finanças em um comunicado divulgado em seu site nesta terça-feira. A China vai cobrar tarifas sobre um total de 5.207 produtos dos Estados Unidos, com taxas que variam entre 5 e 10 por cento, em vez de 5, 10, 20 e 25 por cento proposto anteriormente, mesmo que os produtos tenham permanecido inalterados em relação ao plano anterior, disse o Ministério das Finanças. A China vai impor uma tarifa de 10 por cento sobre os produtos norte-americanos que designou anteriormente para uma taxa de 20 e 25 por cento, e tarifas de 5 por cento em produtos anteriormente designados a 5 e 10 por cento. Os produtos que antes estavam na categoria de 10 por cento incluíam produtos como vegetais congelados, pó de cacau e químicos, e agora serão taxados em 5 por cento. As novas medidas tarifárias entrarão em vigor às 01h01 (horário de Brasília) do dia 24 de setembro.
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