
Ano 4 | nº 837 | 14 de setembro de 2018
ABRAFRIGO
ACABA o IMPOSTO DE EXPORTACÃO SOBRE O COURO WET BLUE
O fim do imposto de exportação sobre o couro wet blue e couro salgado foi uma bandeira de luta antiga do setor e uma reivindicação da ABRAFRIGO encaminhada em outubro de 2017 a CAMEX. Agora, após quase 18 anos de existência da taxação, finalmente saiu a decisão que extingue o imposto, proporcionando maior competitividade às nossas empresas e produtores rurais. Ouça, no link abaixo, a mensagem enviada à ABRAFRIGO pelo Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, anunciando o fim do imposto.
https://drive.google.com/open?id=12XlWn913aJX1cAIkCC0mg0lLLmkKpZz9


NOTÍCIAS
BOI/CEPEA: Preços da arroba seguem em recuperação
Preços do boi gordo seguem em recuperação no mercado brasileiro
Os preços do boi gordo seguem em recuperação no mercado brasileiro. Na parcial de setembro (até o dia 12), o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa acumula alta de 1,5%, fechando a R$ 149 nessa quarta-feira, 12. Segundo pesquisadores do Cepea, esse recente movimento de elevação nos valores traz otimismo ao setor pecuário, mas ainda é preciso se planejar para os médio e longo prazos. Na B3, no médio prazo, considerando-se os contratos Outubro/18, Novembro/18 e Dezembro/18, o boi gordo tem sido negociado na casa dos R$ 152, acima do físico atual. Quanto ao longo prazo, o contrato Agosto/19 é negociado por volta de R$ 162,00, ou seja, 12,5% acima da média do físico no mesmo mês de 2018, de R$ 144,81. Os vencimentos Setembro/19 e Outubro/19 são ajustados na casa dos R$ 159,00.
Pouca oferta mantém preços firmes no mercado do boi gordo
A alta da cotação da arroba do boi gordo continua e no fechamento da última quinta-feira (13/9) o preço subiu em cinco praças. Desde o início desta semana tem sido assim, firmeza
No Norte de Minas Gerais, desde do início do mês, a elevação da cotação da arroba foi de 3,1% e está em R$147,50, a prazo, livre de Funrural. Na região de Goiânia-GO, na comparação diária o aumento foi de R$1,00, acréscimo de 0,7%. Em São Paulo, o preço se manteve estável, frente ao último levantamento, e as escalas de abate atendem no máximo cinco dias. A cotação da arroba da vaca gorda subiu 0,4%. A cotação da carne bovina com osso também continua subindo, o boi casado de animais castrados ficou cotado em R$9,94/kg, uma alta de 0,3% na comparação diária.
SCOT CONSULTORIA
Carne bovina: margem do varejo caiu 6,8 pontos percentuais desde julho em São Paulo
No varejo, ao contrário do que aconteceu no atacado esta semana, os preços caíram
Em São Paulo, segundo levantamento da Scot Consultoria, a desvalorização foi de 0,1%, no Paraná de 0,2% e de 0,5% no Rio de Janeiro. A única alta foi registrada em Minas Gerais, de 0,3%. Em São Paulo, desde o começo do terceiro trimestre, os preços dos cortes recuaram, em média, 2,5% no varejo. Com isso, a margem dos açougues e supermercados paulistas se estreitou 6,8 pontos percentuais no mesmo intervalo. Atualmente a margem está em 57,9% e, para os próximos dias, a entrada da segunda quinzena poderá continuar pressionando este mercado.
SCOT CONSULTORIA
Exportações seguem com força em setembro
Os embarques de carne na primeira semana de setembro foram recordes. Caso os números persistam os embarques de carne bovina poderão atingir 158 mil toneladas, com aumentos de 9,5% e 41%
Em apenas quatro dias úteis, de acordo com a SECEX/MDIC, a receita média do período – mensurada pela média diária – foi de US$99,047 milhões, valor 57% e 47% superior aos registrados, respectivamente, em agosto passado (US$63,074 milhões) e em setembro de 2017 (US$67,114 milhões). Essa média supera o recorde anterior de US$72,101 milhões registrado em julho passado. Caso os números da primeira semana persistam no restante do mês, se chegará aos seguintes resultados: – Carne suína: embarques de, aproximadamente, 60 mil toneladas, 10% e 14% a mais que o exportado em agosto passado e em setembro de 2017; – Carne bovina: embarques de 158 mil toneladas, com aumentos de 9,5% e 41%; – Carne de frango: 378 mil toneladas, 2,6% e 6,5% a mais que no mês anterior e há um ano. De negativo o preço médio, pois as três carnes abriram setembro com remuneração inferior não só à de setembro de 2017, mas também à de agosto passado.
PECUARIA.COM
ECONOMIA
Multas relativas a fretes são ilegais, diz CNA
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) está questionando a legalidade das multas aplicadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nos últimos dias nas estradas brasileiras pelo descumprimento da tabela de fretes rodoviários de cargas
O posicionamento faz parte de uma carta assinada pelo presidente da CNA, João Martins, que será entregue ainda na tarde de hoje ao Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. No documento, Martins se queixa de multas, sanções e indenizações lavradas pela agência reguladora a contratantes de frete como produtores rurais e agroindústrias. A entidade também se opõe às multas de R$ 5 mil que foram aplicadas a quem contratou transporte rodoviário com valor inferior ao fixado pela tabela. Ainda segundo a CNA, a fiscalização feita pela ANTT no feriado prolongado de 7 de setembro resultou em notificações que permitem aos caminhoneiros a cobrança de indenização aos embarcadores, em valor equivalente ao dobro da diferença entre o valor contratado e o que seria devido, administrativamente ou na justiça. “(…) entende-se que enquanto não for formulada a nova tabela, prevista para janeiro de 2019, o pagamento de multas, sanções e indenizações é ilegal”, diz a entidade na carta. “A CNA reforça que os danos causados ao setor agropecuário, pelo cumprimento de tabela, que será substituída no início de 2019, em razão das inconsistências apresentadas, estão tomando proporções irreparáveis em sentido econômico e social”.
VALOR ECONÔMICO
Eleições pesam, dólar encosta em R$ 4,20 e fecha no valor mais alto do Plano Real
As preocupações com o cenário eleitoral doméstico fizeram com que o dólar superasse 1 por cento de valorização na quinta-feira e batesse a máxima recorde do Plano Real, ao terminar próximo dos 4,20 reais
Assim, o câmbio terminou na contramão do exterior, onde uma busca pelo risco favoreceu o avanço de divisas de países emergentes. O dólar avançou 1,21 por cento, a 4,1957 reais na venda, maior nível da moeda desde sua criação. Até então, o recorde era de 21 de janeiro de 2016, quando terminou em 4,1655 reais. Neste mês até agora, o dólar já subiu 3,03 por cento ante o real. Nesta quinta-feira, marcou a máxima de 4,2069 reais e a 4,1245 reais na mínima do dia, logo depois da abertura dos negócios. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,79 por cento. Com o nervosismo eleitoral, o mercado doméstico acabou se descolando no exterior, que teve dia de busca pelo risco, após a Turquia elevar os juros e os dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos não reforçarem apostas de subida mais intensa dos juros no país. “Se o núcleo da inflação não melhorar significativamente no próximo ano, isso resultaria em ritmo ainda mais gradual de elevação das taxas”, comentou o analista da gestora CIBC Andrew Grantham, em nota. Juros elevados nos Estados Unidos têm potencial de atrair recursos aplicados em outras praças financeiras, como a brasileira. Na véspera, os Estados Unidos convidarem os chineses para retomar as conversas comerciais, no momento em que Washington se preparava para intensificar a guerra comercial entre os dois países com tarifas sobre 200 bilhões de dólares em bens chineses. O dólar caía ante divisas de países emergentes, com destaque para a lira turca, após o banco central do país subir os juros para 24 por cento. Também perdia força ante outras divisas fortes.
REUTERS
Ibovespa fecha em queda com dúvidas sobre cena eleitoral
O principal índice brasileiro de ações teve queda na quinta-feira, puxado pelas ações da Petrobras e de bancos, conforme dúvidas sobre o desfecho da corrida presidencial manteve o mercado acionário brasileiro volátil
O Ibovespa.BVSP caiu 0,58 por cento, a 74.686 pontos. O volume financeiro somou 8,5 bilhões de reais. “O pregão foi afetado por incertezas eleitorais, mais recentemente pesquisas mostrando crescimento de candidatos de perfil mais à esquerda e as condições de saúde do candidato do PSL, Jair Bolsonaro”, disse o analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos. Bolsonaro, que vem liderando a preferência dos eleitores, voltou para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na madrugada desta quinta-feira, após passar por cirurgia de emergência na noite anterior. Coordenador paulista da campanha de Bolsonaro, o deputado federal Major Olimpio, disse à Reuters que o candidato do PSL está fora da campanha na rua no primeiro turno. O analista-chefe da Rico Investimentos, Roberto Indech, disse que há dúvidas entre investidores sobre o quadro de Bolsonaro e potenciais desdobramentos, mas avalia que o foco deve continuar nas pesquisas eleitorais. “Teremos que acompanhar evolução de Fernando Haddad, agora oficializado como candidato do PT, e o desempenho de Geraldo Alckmin, do PSDB, após duas semanas de horário eleitoral em rádio e televisão”, afirmou. Entre as sondagens no radar estão pesquisa encomendada pela Genial Investimentos, prevista para esta quinta, e levantamentos da XP Investimentos e pesquisa Datafolha aguardados para sexta.
REUTERS
Governo ainda estuda tamanho de redução de IR para empresas que irá propor, diz Guardia
O Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, confirmou na quinta-feira que o governo avalia reduzir a alíquota do Imposto de Renda para pessoas jurídicas para fazer frente ao que ocorre em outros países, mas que o tamanho desse movimento tem de ser discutido ainda
Em entrevista ao O Estado de S. Paulo, Guardia havia dito que a equipe econômica vai esperar o resultado da eleição presidencial para encaminhar ao Congresso a reforma do PIS/Cofins e a redução do IR para empresas. Ao participar de evento em São Paulo, Guardia também afirmou que o Brasil não tem problemas para gerar receitas, mas sim com os altos gastos, reforçando mais uma vez a necessidade de as reformas continuarem. Ele argumentou que o país tem uma carga tributária alta, o que já ajuda a obter receitas, mas que os gastos são muito elevados. “Não temos problemas de receitas no Brasil”, afirmou ele. O Ministro tem batido na mesma tecla que o país necessita dar continuidade às reformas, citando a da Previdência como fundamental diante dos elevados desembolsos, para voltar a crescer de forma mais robusta. Pesquisa Focus mais recente do Banco Central, que ouve semanalmente uma centena de economistas, mostrou que a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 é de 1,40 por cento, redução de 0,04 ponto percentual sobre a semana anterior. Para 2019, a conta permanece em 2,50 por cento.
REUTERS
Vendas no varejo do Brasil recuam 0,5% em julho, diz IBGE, muito pior que o esperado
As vendas no varejo brasileiro recuaram 0,5 por cento em julho na comparação com o mês anterior e caíram 1,0 por cento sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,30 por cento na comparação mensal e de avanço de 1,20 por cento sobre um ano antes.
REUTERS
EMPRESAS
TCU aponta que fusão JBS-Bertin gerou perda de R$ 1,1 bi ao BNDES
O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou um prejuízo de R$ 670 milhões causado ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na operação de fusão entre os frigoríficos JBS e Bertin, em 2009
Corrigido, o valor da perda sobe para R$ 1,1 bilhão. Luciano Coutinho, ex-presidente do BNDES, foi incluído pelo plenário do TCU no rol das 16 pessoas, entre executivos e técnicos, que poderão ser responsabilizadas pelo prejuízo causado ao banco. A definição será feita em processo conhecido como tomada de contas especial, que prevê a apresentação dos argumentos de cada um dos citados pelo tribunal. Todos terão 90 dias para se manifestarem no processo. Braço de investimentos do banco e sócia da JBS, a BNDESPar aprovou em 2008 a injeção de R$ 2,5 bilhões no Bertin, em troca de 26,92% das ações. A conclusão do TCU foi de que o valor da participação do banco ficou abaixo do valor investido. “Em outras palavras, a conclusão é no sentido de que o BNDESPar pagou um valor excessivo pelas ações adquiridas da empresa”, afirmou o Ministro-Substituto Augusto Sherman, relator do processo. A JBS não comentou a decisão, mas informou que a operação com a Bertin seguiu os critérios e procedimentos do mercado.
VALOR ECONÔMICO
FRANGOS & SUÍNOS
SUÍNOS/CEPEA: Custo supera receita em MT e mg há 6 meses
Levantamento do Cepea mostra que os custos de produção da suinocultura independente em Minas Gerais e em Mato Grosso
Levantamento do Cepea mostra que os custos de produção da suinocultura independente em Minas Gerais e em Mato Grosso têm superado a receita obtida com a vendas dos animais desde março deste ano (tomando-se como base o COT – Custo Operacional Total, que considera o custo operacional efetivo mais os custos com depreciações e pró-labore). Segundo pesquisadores do Cepea, esse contexto – que é resultado das consecutivas quedas nos preços de venda dos animais e das altas de importantes insumos do setor, como milho e farelo de soja – tem levado produtores a migrarem de atividade. Conforme a equipe de Insumos Pecuários do Cepea, uma menor liquidez nas negociações já vem sendo observada, inclusive, no mercado de medicamentos para suínos.
Frimesa 40 anos: pronta para novos recordes
Detentora da maior planta de abate de suínos do Brasil, com 6,9 mil cabeças abatidas por dia, a cooperativa do oeste paranaense se prepara para inaugurar outra unidade industrial ainda maior, que abaterá diariamente 15 mil suínos até 2030, a maior da América Latina
Ao completar 40 anos de atividades em dezembro passado, a Frimesa já tinha muitos motivos para comemorar: é o quarto maior player da área de suínos do país, possui a gestão completa da cadeia produtiva por ser uma cooperativa central, atua ainda na área de lácteos e cumpre à risca planejamentos estratégicos bem formatados. O primeiro grande planejamento encerrou-se em 2015 e o segundo, em plena execução, irá até 2030. Com eles, o caminho para o crescimento está pavimentado, incluindo a construção de uma fábrica, em Assis Chateaubriand, e a total modernização e ampliação da antiga, em Medianeira, ambas no oeste paranaense. O primeiro abate da futura maior planta da América Latina está programado para janeiro de 2021. O primeiro grande planejamento foi feito em 2005 e tinha uma visão de dez anos à frente (2006-2015). Naquele período, o objetivo era partir de 1,5 mil suínos abatidos por dia para 6,5 mil cabeças/dia até 2015. “Investimos naqueles dez anos em torno de R$ 650 milhões, basicamente para ampliar a capacidade e a industrialização. E nos 40 anos pudemos comemorar, pois atingimos os objetivos traçados e até passamos um pouco: estamos com 7,7 mil cabeças/dia e vamos chegar a 8,3 mil cabeças neste ano de 2018”, relata o Diretor Executivo Elias José Zydek. A previsão dos dois negócios – carnes e lácteos – era chegar a R$ 3 bilhões de faturamento, o que será possível em 2018. A área de carnes representa 70% do faturamento da Frimesa, e a de lácteos, os 30% restantes. No ano passado, o faturamento total foi de R$ 2,83 bilhões.
CARNETEC
Frango: perspectivas promissoras para exportações do mês
Dados relativos às exportações da 1ª semana de setembro apontam resultado que corresponde ao segundo melhor desempenho da carne de frango in natura
Os dados divulgados pela SECEX/MDIC relativos às exportações da primeira semana de setembro (4 dias úteis de um total de 19 dias úteis) apontam resultado que corresponde ao segundo melhor desempenho da carne de frango in natura em todos os tempos, ou seja, média diária embarcada de 19.906 toneladas, volume apenas 0,08% menor que o registrado em julho, mas 24% e 12% superior às médias mensais de agosto passado e de setembro de 2017. Dessa forma, ainda que, pela média diária, os embarques do período se mantenham nas mesmas 19.906 toneladas da primeira semana, ficando quase um quarto acima do alcançado no mês passado, o volume global de setembro – por ora estimado em 378,2 mil toneladas – será apenas 2,64% superior (368,5 mil/t em agosto último). Já em relação a setembro de 2017 – que teve 20 dias úteis – o incremento será 6,5% (há um ano, 354,9 mil toneladas). A receita cambial do mês tende, por ora, também ao crescimento, mas em índices menores que os apontados para o volume. É que, pelos primeiros dados da SECEX/MDIC, o preço médio do produto já exportado – da ordem de US$1,545,00/t – se encontra 0,3% e 3,5% abaixo do que foi registrado, respectivamente, no mês anterior e no mesmo mês de 2017.
AGROLINK
INTERNACIONAL
USDA aumenta previsão de exportações de carne bovina
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu sua previsão para a produção total de carne em 2018 devido a reduções na produção comercial de carne suína e de peru em seu último relatório de Estimativas de Oferta e Demanda Agrícola Mundial (WASDE)
A previsão anual de produção de carne bovina permaneceu inalterada, já que os aumentos no abate de bovinos na segunda metade serão compensados por pesos de carcaça mais baixos.
Para 2019, as previsões de produção de carne bovina, suína e de frango de corte permanecem inalteradas. As previsões de exportação de carne bovina para 2018 e 2019 aumentaram com base nas expectativas de uma demanda forte e continuada para diversos parceiros comerciais importantes. A projeção do preço do novilho no terceiro trimestre aumentou com relação ao mês passado com a força do preço atual, mas a projeção para o quarto trimestre foi reduzida, à medida que o ritmo dos mercados é elevado.
MeatingPlace.com
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