
Ano 4 | nº 831 | 05 de setembro de 2018
NOTÍCIAS
Câmara dos Deputados aprova MP que estende prazo de adesão ao Refis do Funrural
A medida prorroga para até 31 de dezembro de 2018 o prazo de adesão ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), conhecido como Refis do Funrural (Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural), previsto na Lei 13.606, de 2018. Hoje, o prazo, definido na Medida Provisória 834/2018, vai até o dia 30 de outubro deste ano. A matéria ainda precisa ser votada no plenário do Senado Federal.
O Deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), Coordenador de Infraestrutura e Logística da FPA, reiterou que a prorrogação é decorrente das dificuldades que os produtores relatam em acessar o benefício. Segundo ele, houve falta de informação por parte dos órgãos responsáveis pelo cadastramento, greve dos funcionários da Receita Federal e sistema sobrecarregado. “Tudo isso colocou em risco o direito dos agricultores em acessar um benefício a seu favor. Trabalhamos de forma intensa para garantir a aprovação da extensão do prazo de adesão ao PRR”, afirmou Goergen. Para o Deputado Zé Silva (SD/MG), a prorrogação do prazo garante condições operacionais mais justas aos produtores rurais e principalmente às cooperativas. No entanto, o parlamentar alertou que a MP precisa ser aprovada no Senado Federal, até o dia 10 de outubro, para não perder a validade.
NOTÍCIAS AGRÍCOLAS
Oferta restrita pressiona, exportação aumenta e mercado do boi ganha força
Início de mês, com feriado na próxima sexta-feira (7/9) e oferta restrita, não há espaço para a cotação do boi gordo cair
Em São Paulo, por exemplo, o boi gordo subiu 1,4% nos últimos sete dias e está cotado, em média, em R$147,00/@, à vista, livre de Funrural. Há negócios ocorrendo acima desse patamar. Nesse mesmo período, o mercado atacadista de carne bovina com osso também teve alta, o que colabora com a firmeza para o boi gordo. O boi casado de animais castrados está cotado, em média, em R$9,57/kg, alta de 2,0% em uma semana. Além dos pontos já mencionados, a exportação é outro fator que tem colaborado com o escoamento da carne bovina, mesmo que em menor volume frente ao mercado doméstico. No fechamento de agosto, o país embarcou 144,42 mil toneladas, volume recorde. Na comparação anual, houve alta de 17,3%, já frente ao mês anterior o volume exportado foi 10,4% maior.
SCOT CONSULTORIA
Desempenho externo das carnes em agosto de 2018
Exportações de carnes in natura de agosto passado apresentaram, em geral, resultado acima da média
Ainda que não tenham repetido os excelentes resultados de julho passado (elevados, mas, aparentemente, influenciados por restos não contabilizados do mês anterior), as exportações de carnes in natura de agosto passado apresentaram, em geral, resultado acima da média. Mas o melhor desempenho continuou recaindo sobre a carne bovina, cujo volume aumentou 10,36% e 17,62% em relação, respectivamente, ao mês anterior e a agosto de 2017. Já a carne suína e a de frango recuaram em comparação aos dois meses analisados. A primeira, em 5,08% e 8,03%. A de frango, em praticamente 16% e 3,66%. No tocante ao preço, apenas a carne de frango obteve melhora em comparação ao mês anterior. Mas nenhuma delas conseguiu alcançar os preços de um ano atrás. Neste caso, a maior perda recaiu sobre a carne suína, cujo preço médio foi um quarto menor que o de agosto de 2017. Apesar dos pesares, o resultado em termos de receita cambial não foi dos piores, pois, a despeito de uma redução de 10% em relação ao mês anterior, a queda em comparação a agosto de 2017 não chegou a 2%. A registrar, aqui, que a exemplo do ocorrido no bimestre final de 2017, a receita cambial obtida pela carne bovina in natura voltou a superar a receita cambial da carne de frango in natura.
AGROLINK
Preço do sebo bovino subiu em agosto
A demanda em alta mantém os preços do sebo bovino firmes
Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central, a gordura animal fechou agosto cotada, em média, em R$2,15/kg, livre de impostos. Alta de 2,4% no acumulado do mês. No Rio Grande do Sul, o produto ficou cotado em R$2,30/kg, nas mesmas condições. Valorização de 9,5% frente ao mesmo período do ano anterior. Para os próximos dias a expectativa é de que o mercado siga com os preços andando de lado.
SCOT CONSULTORIA
Autoridades brasileiras e venezuelanas tratam da erradicação de aftosa no país vizinho
Ação começou a se viabilizar em abril do ano passado durante encontro em Pirenópolis (GO)
Autoridades sanitárias brasileiras e venezuelanas reúnem-se nesta quarta-feira (5) em Pacaraima, município situado ao norte do estado de Roraima que faz fronteira com a Venezuela, para tratar de plano de erradicação da febre aftosa naquele país. A atuação conjunta está prevista na Resolução número 1 da Comissão Sul Americana da Luta contra a Febre Aftosa (Cosalfa), de abril deste ano, que reconheceu a “necessidade premente dos 13 países membros apoiarem a Venezuela”, sob a coordenação do Centro Panamericano de Febre Aftosa (Panaftosa). A reunião começou a ser viabilizada a partir do primeiro encontro de brasileiros e venezuelanos em Pirenópolis, Goiás, em abril do ano passado, quando já foi decidida a vacinação oficial dos rebanhos bovinos e bubalinos em um raio de 15 km, traçados de ambos os lados paralelamente à linha de fronteira. Na Venezuela, há 15,450 milhões cabeças e a última ocorrência de febre aftosa foi registrada em abril de 2013. O Chefe da delegação brasileira, Guilherme Marques, Diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e delegado do Brasil na OIE, disse que as ações conjuntas terão início “a partir da fronteira do Brasil em direção ao interior da Venezuela com vacinações sucessivas, inspeções clínicas e cadastro de propriedades, sempre com apoio de autoridades venezuelanas, por intermédio do Instituto Nacional de Salud Animal Integral (INSAI)”. Marques disse ainda que “a estratégia do Panaftosa para a Venezuela é a de atuar em todo o país, vacinar e imunizar o rebanho inteiro e assim erradicar a febre aftosa do continente americano”.
MAPA
Pecuarista paranaense ganhando na troca
O mercado de reposição no Paraná está aquecido. As movimentações envolvem principalmente o boi magro de 12@. Para esta categoria a oferta caminha paralela a demanda, trazendo consolidação para as negociações
Mas nos últimos 30 dias, o pecuarista do Paraná perdeu, em média, 0,3% do seu poder de compra na troca com todas as categorias de reposição, contudo abrangendo a análise para o começo do ano, nos últimos oito meses o produtor viu seu poder de compra aumentar 2,0%. Neste intervalo o preço da arroba acumulou alta de 2,5%, enquanto os preços dos animais de reposição foram por caminhos diferentes. No caso da cotação dos animais mais erados de 9,5@ a 12@ houve um recuo de 1,3%, na média. Já para os animais mais jovens, entre 6@ e 7,5@, a valorização foi de 2,4%. Portanto, desde janeiro, a troca com o bezerro de ano e de desmama permanece praticamente nos mesmos patamares nos dias de hoje. Porém, a troca com o boi magro de 12@ melhorou 4,2% e com o garrote 3,5%, trazendo oportunidades para o invernista.
SCOT CONSULTORIA
ECONOMIA
Dólar fecha praticamente estável ante o real; cautela com exterior e eleições continua
O dólar fechou praticamente estável frente ao real nesta terça-feira, num movimento de correção após ter encostado no patamar de 4,20 reais durante o pregão, com os investidores ainda cautelosos com o cenário externo e eleições presidenciais locais
O dólar avançou 0,03 por cento, a 4,1531 reais na venda, atrás apenas do patamar recorde de fechamento de 4,1655 reais batido em 21 de janeiro de 2016. Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a 4,1384 reais e, na máxima, a 4,1947 reais. O dólar futuro rondava a estabilidade no final da tarde. “O mercado aguarda os desdobramentos das negociações entre os Estados Unidos e o Canadá, além da imposição de novas alíquotas já anunciadas pelo governo norte-americano aos produtos chineses. Com isso, o clima segue de cautela, o que tem atingido, além das bolsas europeias, as moedas dos países emergentes”, justificou mais cedo o banco Bradesco em relatório. As tensões comerciais vêm afetando os mercados globais e emergentes, com as preocupações aumentando novamente após o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, no fim de semana de que não havia necessidade de manter o Canadá no Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta).Além disso, Trump estaria preparado para acelerar rapidamente a guerra comercial com a China e poderia estar pronto para impor mais tarifas às importações chinesas. No exterior, o dólar tinha forte avanço ante uma cesta de moedas e sobre moedas de países emergentes, com destaque para o rand, depois que a África do Sul entrou em recessão no segundo trimestre pela primeira vez desde 2009. As atenções também continuaram voltadas para a Argentina, onde o governo anunciou novos impostos e cortes de gastos na véspera para tentar equilibrar o orçamento e antecipar recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI). O dólar subia 3 por cento ante o peso argentino perto do fechamento doméstico.
REUTERS
Ibovespa fecha na mínima em quase 2 meses com exterior e cautela política
O Ibovespa fechou em queda pelo segundo pregão consecutivo nesta terça-feira, na mínima em quase dois meses, pressionado pelo viés externo adverso, com agentes financeiros também cautelosos antes de nova pesquisa sobre a preferência de eleitores, dadas as persistentes incertezas ligadas à corrida presidencial
O principal índice de ações da B3 caiu 1,94 por cento, a 74.711,80 pontos, menor fechamento desde 11 de julho, quando terminou a 74.398,55 pontos. O volume financeiro somou 8,54 bilhões de reais. No exterior, a falta de acordo comercial entre Estados Unidos e Canadá e o embate tarifário entre EUA e China seguiram preocupando investidores com os mercados emergentes, com a África do Sul juntando-se à Argentina e Turquia após entrar em recessão técnica. O estrategista de pessoa física da Santander Corretora, Ricardo Peretti, disse que o ambiente para emergentes se tornou menos benigno e que o posicionamento dos EUA no embate comercial reforça a cautela, enquanto, do lado doméstico, a questão política é o que traz apreensão.
REUTERS
Vendas de supermercados do Brasil sobem 0,3% em julho sobre um ano atrás, diz Abras
As vendas de supermercados no Brasil em julho subiram 0,3 por cento em termos reais ante igual período de 2017 e 1,12 por cento na comparação com junho, informou na terça-feira a Associação Brasileira de Supermercados (Abras)
De janeiro a julho, houve crescimento real de 1,91 por cento sobre o mesmo intervalo de 2017, uma desaceleração em relação ao desempenho acumulado observado até junho, quando a alta chegava 2 por cento. “A recuperação da economia ainda é lenta, embora a taxa de desemprego esteja em queda, ainda atinge cerca de 13 milhões de brasileiros economicamente ativos, o que impacta diretamente no poder de compra das pessoas”, disse o Presidente da Abras, João Sanzovo Neto, em nota. Apesar disso, a associação apontou uma expectativa positiva para os próximos meses, citando o pagamento da primeira parcela do 13º salário de aposentados e a liberação do PIS/Pasep no segundo semestre. Em 31 de julho, a Abras cortou a 2,53 por cento a projeção de crescimento das vendas do setor supermercadista em 2018, ante estimativa inicial de 3 por cento. Ainda segundo a pesquisa, a cesta de produtos Abrasmercado em julho encareceu 1,64 por cento na base anual e 1,55 por cento mês a mês, para 464,36 reais. Os itens que tiveram as maiores altas em 12 meses foram leite longa vida (+31,05 por cento), massa sêmola espaguete (+22,82 por cento) e farinha de mandioca (+16,99 por cento). Na outra ponta, feijão, tomate e ovo foram os que mais se desvalorizaram em julho ano a ano.
REUTERS
Indústria do Brasil cai menos que o esperado em julho; investimento fraco e incerteza pesam
A indústria brasileira entrou no terceiro trimestre com contração, ainda que menos intensa que o esperado, pressionada pela fraqueza dos investimentos e evidenciando as incertezas para o setor a poucos meses da eleição presidencial
Em julho, a produção registrou queda de 0,2 por cento sobre o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na terça-feira. Foi o resultado mais fraco para julho desde 2015 (-2,5 por cento), mas melhor que a expectativa em pesquisa da Reuters com economistas de recuo de 1 por cento. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve alta de 4 por cento, também acima da projeção de avanço de 2 por cento e o resultado mais forte para o mês desde 2010 (+9,4 por cento). “Voltamos a um patamar e um ritmo mais adequado à produção industrial sem influência de um fator pontual para cima ou para baixo”, explicou o economista do IBGE André Macedo, referindo-se à greve dos caminhoneiros que afetou a produção nos meses anteriores. “Estamos numa recuperação industrial devagar, mas que não repõe o passado, seja por fatores internos ou externos. Temos ambiente com queda de exportações para a Argentina, desemprego elevado, nível de confiança baixo e outras coisas”, completou. O único resultado positivo em julho entre as categorias econômicas e que evitou uma queda maior veio dos Bens Intermediários. Com peso de 55 a 60 por cento na pesquisa, esse grupo cresceu 1 por em julho sobre o mês anterior. Por outro lado, os dados do IBGE apontaram que os Bens de Capital, uma medida de investimento, contraíram 6,2 por cento no mês em relação a junho. A fabricação de Bens de consumo semi e não duráveis e de Bens de consumo duráveis também teve contração em julho, respectivamente de 0,5 e 0,4 por cento.
REUTERS
FRANGOS & SUÍNOS
Exportações de carne de frango recuaram 4,6% em agosto
As exportações brasileiras de carne de frango (in natura e processada) totalizaram 396,9 mil toneladas em agosto, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic) compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)
O volume é 4,6% menor que as 416,2 mil toneladas embarcadas em agosto de 2017 – melhor desempenho mensal do segmento em todo o ano passado. Na comparação, a receita das vendas caiu 7,9%, para US$ 633,8 milhões. Nos primeiros oito meses do ano, informou a ABPA, as exportações de carne de frango do país somaram 2,697 milhões de toneladas, queda de 7,7% em relação a igual intervalo de 2017, e o valor dos embarques recuou 11,8%, para US$ 4,309 bilhões. Ainda conforme a entidade, os embarques brasileiros de carne suína alcançaram 54,1 mil toneladas em agosto, 8% menos que no mesmo mês do ano passado, e a receita caiu 31,3%, para US$ 98,2 milhões. De janeiro e agosto, as exportações alcançaram 347,8 mil toneladas, queda de 13,3%, e a receita recuou 28,7%, para US$ 717,6 milhões.
VALOR ECONÔMICO
Suíno teve alta de 20,0% no atacado em São Paulo
No acumulado de agosto, o preço do suíno terminado teve valorização de 16,9% nas granjas de São Paulo. No atacado, a alta em igual período foi de 20,0%
No entanto, apesar desta melhora na comparação mensal, os preços, tanto na granja como no atacado, estão menores que igual período do ano passado, em 6,8% e 6,9%, respectivamente. Para o curto prazo, com a entrada do mês, a expectativa é de mercado firme com uma demanda mais ativa.
SCOT CONSULTORIA
INTERNACIONAL
UE vai rever cota de importação de carne para beneficiar EUA
A União Europeia decidiu renegociar com os EUA uma cota de importação de carne bovina americana para acalmar Donald Trump. Isso enterrará de vez a possibilidade de o Brasil se beneficiar desse mecanismo para seus exportadores
A questão envolve um acordo bilateral de 2009 que autoriza os EUA a exportarem 45 mil toneladas por ano de carne sem hormônios para a UE. Oficialmente, a cota, com condições mais vantajosas para os exportadores, segue a lógica o “primeiro que chega é o primeiro que se serve”. Mas a UE elaborou requisitos técnicos que, teoricamente, seriam atendidos sobretudo pelos produtores dos EUA. Ocorre que outros países também conseguiram aproveitar brecha, como Argentina, Uruguai, Austrália e Nova Zelândia. O Brasil também tentou esse caminho. Apresentou documentos à UE para atender aos requisitos europeus, mas Bruxelas demorou a responder. Depois, no ano passado, veio a operação Carne Fraca, que fragilizou a reputação da carne brasileira na UE, de forma que o país não conseguiu ser habilitado para exportar por essa cota. Agora, a ideia europeia não é ampliar a cota, mas examinar seu funcionamento para encontrar uma forma de garantir que o volume total de 45 mil toneladas seja de fato direcionada apenas aos EUA. Qualquer solução, contudo, precisará passar pelo crivo da Organização Mundial do Comércio (OMC). A Nova Zelândia já avisou que a cota é importante para seus exportadores. Fontes europeias dizem que a negociação da cota da carne bovina com os EUA não vai afetar em nada a negociação UE-Mercosul, onde uma das questões é justamente a cota para os produtores do Cone Sul.
VALOR ECONÔMICO
Missão brasileira busca aumentar exportação de carnes ao Egito
Mapa apresenta projeto piloto de certificação eletrônica facilitar o comércio com o país
O Secretário Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, apresentou proposta ao governo egípcio de implantação de programa piloto de certificação eletrônica para a venda de carnes brasileiras ao Egito, o que deve alavancar as exportações do produto para o país africano. A proposta faz parte do plano de desburocratização e modernização do Mapa e foi desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP). O Egito será o primeiro país a implantar o sistema eletrônico a ser levado a outros países importadores de carne bovina do Brasil. Novacki se reuniu na segunda-feira (3), com o Ministro de Abastecimento de Alimentos e Comércio do Egito, Ali Meselhy, e o Chefe do comitê responsável pela análise e autorização de exportações de alimentos. Os principais produtos agropecuários vendidos pelo Brasil para o Egito no último ano foram carnes (38,14%), produtos do complexo sucroalcooleiro (29,98%) e cereais, farinhas e preparações (25,33%), gerando um total de US$ 2 bilhões em divisas para o Brasil. Nos Emirados Árabes Unidos, reuniões realizadas no domingo (2), com a Apex-Brasil, e com representantes consulares e do setor privado serviram para prospectar oportunidades de comerciais em um ambiente de negócios favorável por sua condição de centro logístico de referência na região. No ano passado, as exportações agropecuárias brasileiras para os Emirados Árabes Unidos somaram US$ 1,63 bilhão, concentrados no complexo sucroalcooleiro (53,38%) e carnes (39,12%).
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