
Ano 4 | nº 787 | 05 de julho de 2018
ABRAFRIGO
ABRAFRIGO E ABIEC VAO SOLICITAR LINHA DE CRÉDITO DO BNDES TAMBÉM PARA BOVINOS
Num comunicado conjunto, assinado pela ABRAFRIGO e pela ABIEC, e encaminhado a um dos principais integrantes da FPA – Frente Parlamentar Agropecuária, o Deputado Jerônimo Goergen, as duas entidades anunciaram que vão solicitar linha de recursos do BNDES também para o setor de bovinos
“O BNDES abriu uma linha de crédito para aves e suínos. Os frigoríficos do setor bovinos também têm os mesmos argumentos e razões para igualmente solicitar que lhe seja estendida esta referida linha de crédito. Assim, vimos solicitar ao Sr. que intermedie esta nossa demanda junto ao Ministro-Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Deputado Carlos Marun, no sentido de que também sejamos atendidos pelo BNDES. Pedimos uma audiência como o Ministro e desde já agradecemos o seu apoio”, diz o comunicado.
ASSESSORIA ABRAFRIGO
NOTÍCIAS
Exportação de carne bovina atinge pior resultado para junho em 15 anos
As exportações de carne bovina em junho atingiram o pior resultado para este mês desde 2003. Foram embarcadas no mês passado 54,4 mil toneladas do produto in natura, queda de 45,4% em relação ao mesmo período do ano passado
No mercado de boi gordo, o dia foi de preços entre estáveis e mais altos. Em regiões como São Paulo e Minas Gerais, o cenário é de pressão de alta e ofertas de compra acima da referência. No fechamento desta quarta-feira, dia 4, houve valorização nesses estados de 0,7% e 0,6%, respectivamente, em relação ao dia anterior. Segundo a consultoria Safras & Mercado, a entrada da entressafra gera expectativa de alta para a arroba do boi gordo. O número de animais terminados no mercado é menor do que o normal, há pouca disponibilidade de boiadas e os frigoríficos trabalham com escalas mais curtas entre 3 e 4 dias. Essa combinação mantém o preço em alta no mercado pelo menos até a metade do mês. No mercado atacadista, os preços seguem firmes, mas a elevação é limitada por conta da concorrência com outras carnes, como a de frango e a suína. Por isso o repasse no mercado do boi gordo para o atacado não acontece. Boi gordo no mercado físico – R$ por arroba à vista
Araçatuba (SP): 140,00
Triângulo mineiro (MG): 135,00
Goiânia (GO): 128,00
Dourados (MS): 129,00
Mato Grosso: 123000 – 128,00
Marabá (PA): 123,00
Rio Grande do Sul (oeste): 4,95 (kg)
Paraná (noroeste): 140,00
Tocantins (norte): 121,00
CANAL RURAL
Mercado do boi gordo andando de lado
Preços estáveis na maioria das praças pecuárias nesta última quarta-feira (4/7)
Entretanto, em regiões como São Paulo e Minas Gerais o cenário é de pressão de alta e ofertas de compra acima da referência. Vale destacar que apesar da dificuldade no escoamento, as margens de comercialização das indústrias que desossam e que não desossam estão acima da média histórica. A margem com a venda da carne sem osso, couro, sebo, miúdos, derivados e subprodutos ficou em 29% e com a venda de carne com osso em 14,9%. Com relação à exportação de carne em junho foram embarcadas 54,4 mil toneladas de carne in natura, queda de 45,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse foi o pior resultado para este mês desde 2003.
SCOT CONSULTORIA
Carne bovina ganha competitividade frente a carne de frango
No mercado atacadista de carne bovina, em São Paulo, em junho, o boi casado de animais castrados teve queda de 0,6% em relação à média de maio de 2018
A demanda está aquém do esperado e colabora para este cenário. Para a carcaça de frango, o cenário é de valorização. A paralisação dos caminhoneiros prejudicou a produção e a menor oferta da carcaça disponível colaborou para alta de 15,1% em junho em relação ao último mês. Atualmente, a relação de troca entre a proteína bovina e a de frango está em 2,27, ou seja, com o preço de um quilo de boi casado no atacado é possível adquirir 2,27 quilos de carcaça de frango. Em maio esta relação era 13,6% menor, isso quer dizer que a carne bovina ganhou competitividade frente a carne de frango no último mês.
SCOT CONSULTORIA
Maggi pede entendimento sobre fretes, vê “pico inflacionário” para consumidor
A tabela de fretes no Brasil precisa de um “entendimento” entre as partes e ser analisada o mais rápido possível pelo Congresso, sob o risco de “aumento dos problemas” no setor agropecuário nacional, disse na quarta-feira o Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que critica as regras adotadas pela reguladora ANTT
“Temos de buscar o entendimento dentro daquilo que foi definido. Poderá existir uma tabela de fretes? Sim, poderá. O preço de piso? Sim, poderá. O que o setor não aguenta e ele não aceitará é ter na tabela embutidos preços ou lucros das operações e não atender a sazonalidade da agricultura”, disse Maggi. “Há épocas que tem muita mercadoria e você paga um frete bem mais caro. Outras épocas você tem menos mercadorias… É isso que é a lei da oferta e da procura”, destacou o Ministro a jornalistas após evento na sede do Banco do Brasil, em Brasília, sobre o Plano Safra 2018/19. Atualmente, uma comissão mista no Congresso analisa a medida provisória que instaurou a tabela de fretes. “O Congresso deve votar entre hoje e amanhã essa tabela… Se o Congresso não votar antes do recesso (parlamentar), isso já vai para o mês de agosto e aí os problemas vão sendo aumentados”, avaliou Maggi. Para o Ministro, há relatos de fretes até 60 por cento mais caros, retardando a comercialização de grãos. “Não estamos falando só de grãos, estamos falando de todo tipo de transporte que vai encarecer e isso vai ser repassado aos preços”, disse.
Redação Reuters
Novos frigoríficos garantirão consumo de carne de qualidade aos tocantinenses
Com uma estrutura moderna, em breve, oito municípios tocantinenses contarão com novos frigoríficos/matadouros para abatimento de carne. Com essa iniciativa, o Governo do Estado busca um consumo com qualidade, além de, consequentemente, gerar emprego e renda nos municípios
Os frigoríficos, que fazem parte do Programa de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS), serão construídos nas cidades de Ananás, Araguanã, Arapoema, Barrolândia, Campos Lindos, Novo Acordo, Ponte Alta do Bom Jesus e Wanderlândia. A previsão é de que, em cada local, seja investido o valor de R$ 2.150.000, com capacidade para abate inicial de 50 a 100 cabeças/dia, sendo um total de 96 mil cabeças de animais por ano. Segundo a Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), a escolha das localidades foi feita com base em critérios de viabilidade como sanidade, suficiência de rebanhos, demanda de abate condizente com a capacidade dos matadouros, compras institucionais, Compra Direta e Programa Nacional de Alimentação em Escolas (Pnae), garantia de comercialização, processo de abate certificado com o Serviço de Inspeção Municipal, entre outras normas.
Governo do Tocantins
Comissão aprova MP de preços mínimos do frete. Votação só na semana que vem
Matéria segue agora para o plenário da Câmara
Numa sessão relâmpago, a comissão especial que analisa a Medida Provisória (MP) 832, que estabelece piso mínimo para o frete rodoviário, aprovou o substitutivo do deputado Osmar Terra (MDB-RS). A matéria segue agora para o plenário da Câmara e o relator busca um acordo para viabilizar sua aprovação. Numa reunião com caminhoneiros, Terra informou que a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) estava contra a MP, o que poderia retardar sua avaliação no plenário da Câmara. Ele propôs, então, um acordo para reduzir as resistências do agronegócio à MP. Terra pediu aos caminhoneiros que abram mão do passivo acumulado desde a edição da MP até agora. Esse passivo se refere à diferença entre a tabela do frete e o valor efetivamente cobrado pelos serviços de transporte. O que o agronegócio pediu, e chegou a colocar em propostas de emenda à MP, é o perdão desse passivo calculado entre a edição da MP e a edição de uma versão final da tabela de preços mínimos, que ainda será elaborada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Na avaliação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Terra emitiu parecer favorável à matéria sem considerar os argumentos do setor produtivo. Segundo a CNA, apesar de ter incluído a participação dos contratantes de frete na construção de uma tabela de fretes, o relator rejeitou a alteração da natureza vinculativa da tabela para referencial.
ESTADÃO CONTEÚDO
ECONOMIA
Dólar tem leve alta frente ao real com volume reduzido de negócios
O dólar fechou esta quarta-feira com leve alta frente ao real, num pregão marcado por menor liquidez porque os mercados dos Estados Unidos estiveram fechados com o feriado pelo Dia da Independência, o que desencorajou os investidores a tomarem posições mais fortes
O dólar avançou 0,45 por cento, a 3,9130 reais na venda. O dólar futuro tinha variação positiva de cerca de 0,35 por cento no final da tarde. “Faltam motivos para uma rodada de mau humor, mas também não há força para o contrário”, afirmou o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado. Os investidores continuaram de olho na cena externa, com temores sobre a guerra comercial e o prazo de sexta-feira em que os Estados Unidos devem iniciar a taxação sobre produtos chineses, o que deve gerar retaliações da China como resposta. Além disso, a política monetária nos EUA também estará no radar nesta semana, com a divulgação da ata do Federal Reserve, banco central do país, e importantes dados de emprego. O mercado quer mais sinais sobre as próximas altas de juros. Taxas mais elevadas tendem a atrair à maior economia do mundo recursos aplicados hoje em outras praças financeiras, como a brasileira. O dólar tinha leves variações frente a uma cesta de moedas e pequena alta sobre divisas de países emergentes, como o peso chileno.
Redação Reuters
Ibovespa fecha em alta puxada por Petrobras em sessão sem Wall St
O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira, em sessão de liquidez reduzida em razão do feriado nos Estados Unidos, com as ações da Petrobras avançando cerca de 5 por cento após decisão do Tribunal de Contas da União que abre espaço para a realização do leilão do excedente da cessão onerosa até o fim do ano
O principal índice de ações da B3 subiu 1,46 por cento, a 74.743 pontos, engatando o quinto pregão seguido de alta, com o ganho no período alcançando 5,85 por cento. O Ibovespa fechou perto da máxima do dia, de 74.904 pontos. O volume financeiro no pregão, contudo, somou apenas 5,575 bilhões de reais, ante uma média diária em 2018 de 11,8 bilhões de reais, uma vez que a ausência de negócios em Wall Street, em razão do feriado norte-americano do Dia da Independência, esvaziou o pregão brasileiro. Notícias corporativas domésticas ocuparam o foco das atenções, sem grandes novidades no cenário econômico ou no quadro político-eleitoral. “A recuperação recente parece indicar que os investidores começaram a enxergar ‘valuations’ bem mais atrativos em diversas empresas do Ibovespa”, disse o sócio da gestora Galt Capital, Igor Lima, destacando que o fundamento das empresas não se deteriorou tão intensamente quanto os preços, tornando as ações mais baratas sob a ótica de múltiplos.
REUTERS
Indústria do Brasil despenca 10,9% em maio por greve e tem pior resultado em quase uma década
A produção da indústria brasileira encolheu em maio pelo ritmo mais forte em quase uma década e desde a crise financeira mundial, interrompendo o ímpeto recente como consequência da greve dos caminhoneiros que prejudicou a economia do país no segundo trimestre
Em maio, a produção da indústria despencou 10,9 por cento, depois de alta de 0,8 por cento em abril, estabilidade em março e avanço de 0,1 por cento em fevereiro. O resultado divulgado na quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o pior desde a queda de 11,2 por cento vista em dezembro de 2008, ápice da crise financeira internacional. “Em maio, a greve causou efeito disseminado em quase todos os ramos. O que vimos foram problemas de abastecimento de matéria-prima, escoamento da produção e muitas empresas que não conseguiram ter a mão-de-obra disponível”, explicou o gerente da pesquisa, André Macedo. “Com essa queda de maio e possível efeito de junho, joga-se o segundo trimestre para o fundo e, consequentemente, o semestre também”, completou Macedo, lembrando ainda que junho sofrerá os efeitos da Copa do Mundo, que reduz as horas trabalhadas. A pressão em maio partiu principalmente da produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, com queda 29,8 por cento, de produtos alimentícios, com perdas de 17,1 por cento. Entre as categorias econômicas, a produção de bens de consumo duráveis despencou 27,4 por cento em maio e a de semiduráveis e não-duráveis caiu 12,2 por cento, ambas registrando o pior resultado da série iniciada em 2002.
Redação Reuters
Temer e Maggi participam de solenidade que marca início da execução do Plano Safra
Evento foi realizado pelo Banco do Brasil que opera cerca de 60% dos recursos
O Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, participou na manhã de quarta-feira (4) de cerimônia do Banco do Brasil, marcando o início da execução do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2018/2019, que teve a presença do Presidente da República Michel Temer. “Sabíamos onde poderíamos chegar, em função do limite do teto de gastos e, com amplo diálogo, chegamos a bom termo, aumentando o volume de recursos, reduzindo juros e ainda criando novos programas”, disse Blairo Maggi sobre o PAP anunciado no último mês com volume de R$ 194,37 bilhões, dos quais cerca de 60% são operados pelo Banco do Brasil. Sobre a importância do banco para o Plano safra, o Ministro destacou que “além de importante colaborador na construção das diretrizes do plano, que é um processo de intensa negociação, a instituição faz o crédito chegar aos mais distantes rincões do Brasil, apoiando o pequeno produtor e fomentando o desenvolvimento dos médios e grandes”. O Presidente Michel Temer enfatizou a importância do agronegócio brasileiro e o reconhecimento que esse setor tem no exterior, especialmente em função dos avanços tecnológicos propiciados por pesquisas da Embrapa.
MAPA
EMPRESAS
Diretor de RI da JBS é absolvido pela CVM
No primeiro caso julgado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) referente à delação premiada dos irmãos Wesley e Joesley Batista, controladores da JBS, o Diretor de Relações com investidores da empresa, Jerry O’Callaghan, foi absolvido das acusações mais graves
No entanto, recebeu a penalidade de advertência do regulador por ter divulgado apenas um comunicado, e não um fato relevante, quando confirmou ao mercado a existência da delação dos Batista. Jerry, que também é Presidente do Conselho de Administração da JBS, havia sido acusado por não ter divulgado a existência do acordo de forma “tempestiva”. O jornal “O Globo” publicou na noite de 17 de maio a existência da delação e o executivo informou ao mercado na noite de 18 de maio, depois que o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, levantou o sigilo do acordo. A absolvição não foi unânime. Para o relator do caso na CM, Gustavo Borba, o executivo deveria ter sido multado em R$ 200 mil. Borba lembrou que a situação certamente gerou um dos “maiores e mais rumorosos celeumas nacionais dos últimos tempos”, que comprometeria altas autoridades do país, inclusive o Presidente da República, Michel Temer. Além disso, por causa da grande repercussão, no dia 18 de maio foi acionado o ‘circuit breaker’ na bolsa.
VALOR ECONÔMICO
FRANGOS & SUÍNOS
Exportação de carne de frango cai 13,5% no 1º semestre; suína cai 20%
As exportações brasileiras de carne de frango (processada e in natura) somaram 1,835 milhão de toneladas no primeiro semestre, queda de 13,5% em relação ao embarcado no mesmo período do ano passado, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) na quarta-feira (04)
A receita resultante desses embarques totalizou US$ 2,96 bilhões, 17,4% inferior à registrada no primeiro semestre de 2017. A queda nas exportações de carne de frango neste ano é influenciada por embargos internacionais a plantas brasileiras, reduções nas compras de importantes mercados e greve dos caminhoneiros ocorrida no fim de maio. Os embarques de carne de frango em junho ainda foram impactados pela greve e somaram 234,1 mil toneladas, 36,9% menor que no mesmo mês do ano passado. Em relação a maio deste ano, a queda foi de 30%. A receita com exportações do produto em junho foi de US$ 358,1 milhões, queda de 41,9% ante junho de 2017 e de 30,8% na comparação com maio deste ano. As exportações de carne suína in natura brasileira foram também influenciadas pela greve dos caminhoneiros, além do embargo russo, e caíram 20% no primeiro semestre, a 234,7 mil toneladas. Em receita, a redução foi de 32%, para US$ 501,1 milhões. Somente em junho, o Brasil exportou 29,7 mil toneladas de carne suína in natura, 44,9% abaixo do volume embarcado no mesmo mês de 2017 e 27,5% inferior ao resultado de maio deste ano. A queda na receita em junho foi de 59%, para US$ 57,9 milhões, na comparação anual. Em relação a maio deste ano, houve redução de 30,5%.
CARNETEC
INTERNACIONAL
Brasileiro é reeleito para presidência do Codex Alimentarius
O Brasil mantém a presidência da Comissão do Codex Alimentarius, órgão chave no comércio agrícola mundial. Guilherme Costa, fiscal federal do Ministério da Agricultura, foi reeleito por aclamação, em reunião realizada ontem em Roma. Ele tinha sido eleito pela primeira vez em 2017. Há mais de 30 anos que um representante da América do Sul não ocupava o cargo
O Codex Alimentarium define padrões para proteger a saúde do consumidor e práticas leais no comércio agrícola que pesa US$ 1,7 trilhão por ano. Indagado sobre impacto da guerra comercial, com possíveis novas barreiras ditas científicas no comércio agrícola, ele respondeu que “o trabalho da organização é intensificar a elaboração de normas, códigos de práticas e diretrizes para dar ainda mais solidez às práticas leais ao comércio”. Ao ser reeleito, Guilherme Costa se comprometeu a continuar priorizando as questões relacionadas à segurança dos alimentos e a práticas leais de comércio. Antes da atual sessão da Comissão do Codex Alimentarius, havia 221 padrões de commodities do Codex, 106 níveis máximos para contaminantes em alimentos, 4.130 níveis máximos para aditivos alimentares, 5.231 limites máximos de resíduos de pesticidas, 623 limites máximos de resíduos para medicamentos veterinários em alimentos, 52 códigos de prática e 78 diretrizes. O Codex Alimentarius foi estabelecido pela FAO, Agência da ONU para Agricultura e Alimentação, e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1963.
VALOR ECONÔMICO
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