CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 777 DE 21 DE JUNHO DE 2018

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Ano 4 | nº 777 | 21 de junho de 2018

NOTÍCIAS

Mercado do boi gordo travado

A disponibilidade de boiadas diminuiu na maioria das praças pecuárias, sinal de entressafra. Entretanto, este cenário não foi suficiente para mudar o comportamento das cotações

Enquanto a venda de carne não fizer o comprador de boi ir ao mercado com intensidade, o cenário deverá ser esse. No mercado atacadista de carne bovina com osso os preços caíram na última quarta-feira (20/6). O boi casado de animais castrados ficou cotado em R$9,07/kg, desvalorização de 2,7% desde o início do mês. Com a estabilidade de preços da arroba do boi gordo há vinte e cinco dias em São Paulo e a queda nos preços da carne com osso, a margem de comercialização dos frigoríficos com a venda de carcaça se estreitou e está em 15%. Esse patamar está 2,8 pontos percentuais menor que no início do mês, mas ainda assim acima da média histórica.

Boi gordo no mercado físico – R$ por arroba à vista

Araçatuba (SP): 138,00

Triângulo mineiro (MG): 133,00

Goiânia (GO): 126,50

Dourados (MS): 127,00

Mato Grosso: 124,00 – 128,00

Marabá (PA): 122,00

Rio Grande do Sul (oeste): 4,95 (kg)

Paraná (noroeste): 140,00

Tocantins (norte): 121,00

SCOT CONSULTORIA

Em viagem para reunião do BRICS, Maggi vai tratar de embargos da China e Rússia

Dos ministros do grupo, também vai cobrar preferência mínima no comércio entre os países

Em viagem para reunião dos ministros da Agricultura dos BRICS na África do Sul, o Ministro Blairo Maggi disse que aproveitará para tratar “de duas conversas que incomodam”, segundo ele, com representantes da China e da Rússia. No caso da China, se trata de embargo à importação de frango sob a alegação de prática de dumping e, da Rússia, de carne que teria a presença de ractopamina. “Todos os pleitos que a Rússia tinha com o Brasil foram atendidos”, disse o Ministro. Da China, segundo ele, está vindo uma missão checar números em visita a três plantas brasileiras, onde pretendem conhecer os custos de produção. “Eles alegam que praticamos dumping, usando preços mais baixos de produção, o que não é verdadeiro. O Brasil é muito competitivo, tem a produção barata de ração, no caso farelo de soja e milho”. Maggi reconhece que esse custo baixo incomoda outros países. De acordo com o Ministro, a ideia é preparar esses assuntos para que no encontro que Michel Temer terá com os presidentes desses países o diálogo avance com mais facilidade. Na reunião, prevista para sexta-feira (22), no 8º encontro do grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, Maggi disse que irá tratar sobre a importância do aumento do comércio entre eles, “para que se dê um mínimo de preferência entre esses países e para que funcione de maneira mais efetiva”.

MAPA

Caminhoneiros e empresas tentarão acordo sobre frete na semana que vem, diz Fux

Após audiência com o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux na quarta-feira, representantes dos caminhoneiros e das empresas que contratam o transporte de cargas concordaram sobre um novo encontro na quinta-feira da semana que vem, em tentativa de um acordo sobre preços de frete “intermediários”, que deverão ser levados à corte

A informação foi dada pelo próprio Ministro Fux, a jornalistas, após a audiência. Fux disse também que até a próxima reunião está mantida a decisão de suspender todos os processos e efeitos de liminares que questionem a tabela de fretes, considerada pelos contratantes de transporte como inconstitucional, por ferir regras do livre mercado. “Se não chegarem a um consenso sobre esse preço intermediário, no dia 27 de agosto vamos realizar uma audiência pública com técnicos da área para municiar o Supremo para definitivamente julgar a causa”, disse Fux. Divergências entre as partes, porém, permanecem. Ao deixar a reunião, o Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, disse que a entidade é contra “qualquer tabelamento, porque não tem sentido indexar a economia”. Andrade disse que o que a CNI vai estudar é a possibilidade de uma “tabela de preços de referência” para o frete pago pelo setor industrial. “Essa é a nossa proposta e o governo tem de estudar alguma forma de dar mecanismos aos caminhoneiros, principalmente os autônomos, já que existe um problema entre o atravessador e o autônomo no preço final.” Já o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Deléo Cunha Bueno, disse que sua associação não abre mão de “um piso mínimo de frete para os caminhoneiros”. “A partir daí a livre negociação está aberta. Mas a condição mínima para se trabalhar e executar esse serviço é necessária para a categoria”, disse Bueno a jornalistas após a reunião no STF.

Redação Reuters

De olho em Israel: nova lei fortalece mercado de carne kosher

No último dia 1º de junho entrou em vigor uma nova forma de abate animal para todas as empresas exportadoras de carne bovina kosher para o mercado israelense.

Trata-se da norma publicada pelo Serviço Veterinário e de Saúde Animal do Ministério da Agricultura de Israel (IVSAH, na sigla em inglês), em abril do ano passado, que trata da implantação de um box cilíndrico giratório de imobilização de bovinos e da adoção de outras diretrizes de bem-estar animal. Além disso, a norma inclui o cumprimento de medidas de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (HAACP, na sigla em inglês). Esse regulamento foi outorgado pelo IVSAH e atendeu, ao mesmo tempo, a uma exigência da Suprema Corte de Israel. Tal exigência resultou de um forte clamor popular após uma investigação iniciada em 2015 que denunciou vídeos nos quais algumas empresas frigoríficas do Mercosul violavam normas de bem-estar animal, não seguindo os métodos corretos de insensibilização, tal como exige o mercado interno israelense e os protocolos internacionais. “Esses vídeos geraram uma enorme comoção na sociedade israelense e causaram muito alarde na indústria local”, disse o consultor da indústria de carne kosher, Felipe Kleiman, em entrevista à CarneTec. Ele acrescentou que o método de insensibilização no abate kosher geralmente causava uma série de problemas de estresse e segurança, sendo nocivo também para a qualidade cárnea.

CARNETEC  

Centro-Oeste lidera produção agropecuária do país cujo valor total é de R$ 552 bilhões

Os resultados regionais mostram como tem sido observado, liderança da região Centro-Oeste, com valor de R$ 158,82 bilhões, seguida por Sudeste, R$ 138,12 bilhões, Sul, R$ 133,68 bilhões, Nordeste, R$ 51,49 bilhões e Norte, R$33,24 bilhões

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2018 está estimado em R$ 552 bilhões, 2,3% abaixo do montante de 2017. As lavouras participam com R$ 377 bilhões e a pecuária, com R$ 174,9 bilhões. As lavouras tiveram queda de 0,5% e, a pecuária, de 6 %. O valor da pecuária (31,7% do VBP) é o menor dos últimos seis anos, e as lavouras (68,3% do VBP) apresentam o segundo maior valor desde 1989. Entre vinte produtos das lavouras os que apresentam os maiores aumentos do valor da produção em relação ao ano passado, são: algodão, 32,3%; cacau, 27,6%; café, 9,1%; soja, 8,9% Os maiores decréscimos do valor da produção vêm ocorrendo no arroz, -21,1%; feijão, -26,3%, laranja, -20,8% e uva, -31,3%. Em percentuais menores de queda podem ser relacionados, banana, cana de açúcar, mandioca e milho. Para o feijão, arroz e laranja, as quedas de preços são a principal causa do decréscimo no faturamento neste ano, observa José Garcia Gasques, Coordenador Geral de Estudos e Análises do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Todas as atividades que fazem parte da pecuária apresentam valor menor que em 2017. Suínos e aves apresentam as maiores quedas, -13% e -11,3%, respectivamente. Os resultados regionais mostram como tem sido observado, liderança da região Centro-Oeste, com valor de R$ 158,82 bilhões, seguida por Sudeste, R$ 138,12 bilhões, Sul, R$ 133,68 bilhões, Nordeste, R$ 51,49 bilhões e Norte, R$33,24 bilhões, lembra Gasques.

Mapa

Lei que proíbe exportação de animais vivos para abate será votada em SP

Segundo deputado, projeto de lei entrará na pauta da Assembleia Legislativa no dia 26 de junho

Projeto de Lei 31/2018, que proíbe o embarque de animais vivos para fins de abate no Estados de São Paulo, deve entrar na pauta para votação na Assembleia Legislativa na próxima terça-feira (26/6). A informação é do deputado estadual Feliciano Filho (PRP), autor da proposta. Ele e cerca de 40 ativistas se reuniram com o presidente da Assembleia, Cauê Macris, na noite da terça-feira (19/6), com o objetivo de marcar uma data para votação do projeto. Na prática, a lei inviabilizaria a exportação de gado vivo no Estado. Segundo o deputado, Macris garantiu que o PL estará na pauta do dia 26. Na segunda-feira (18/6), o governador de São Paulo, Márcio França, manifestou-se nas redes sociais apoiando o PL 31/2018, e garantiu que sancionará a lei assim que o projeto for aprovado na Alesp. A declaração gerou resposta da Sociedade Rural Brasileira (SRB), que divulgou na terça-feira (19/6) uma nota de repúdio.

GLOBO RURAL

ECONOMIA

Copom mantém taxa Selic em 6,50% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central comunicou que decidiu manter os juros básicos em 6,5% ao ano em reunião encerrada ontem às 18h

A decisão foi unânime. “Na avaliação do Copom, a evolução do cenário básico e do balanço de riscos prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente”, informou o Copom, em nota. “O Copom ressalta que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”, acrescentou o colegiado. O Copom reitera, ainda, que “a conjuntura econômica prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural”.

VALOR ECONÔMICO

Dólar sobe 1% e se reaproxima de R$3,80, com correção e à espera de BC

O dólar viveu um pregão de extremos na quarta-feira, ao fechar com alta de 1 por cento e se reaproximar do patamar de 3,80 reais com os investidores à espera de mais intervenções do Banco Central e depois de ter recuado 1 por cento mais cedo com alívio diante do exterior e cena política local

O dólar avançou 1,03 por cento, a 3,7827 reais na venda, depois de ir a 3,7064 reais na mínima do dia e a 3,7880 reais na máxima. O dólar futuro subia cerca de 1 por cento no final da tarde. “O mercado fez algumas compras, mas esperava que o Banco Central atuasse novamente. Ele colocou pouco swap hoje”, disse o gerente de câmbio do grupo Ourominas, Mauriciano Cavalcante. No começo da tarde, quando a queda do dólar já havia perdido força após investidores comprarem diante do baixo preço, o BC voltou a atuar no mercado, depois de ter ficado de fora na véspera, ao anunciar e vender integralmente a oferta de até 20 mil novos swaps cambiais, equivalentes à venda futura de dólares. Esse foi o segundo leilão dessa semana com novos contratos, período em que o BC informou que injetaria o equivalente a 10 bilhões de dólares em swaps. Até agora, foram 2 bilhões de dólares. A autoridade também já havia vendido a oferta integral de até 8.800 swaps para rolar os contratos que vencem em julho. Já rolou 6,160 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares e, se mantiver e vender esse volume diário até o final do mês, fará rolagem integral. Passado o leilão, no entanto, o dólar voltou a ganhar tração para acabar o dia em alta. O mercado doméstico piorou nas últimas semanas após pesquisas eleitorais mostraram dificuldade dos candidatos que os investidores consideram como mais comprometidos com ajustes fiscais de ganhar tração na corrida presidencial.

Redação Reuters

Brasil abre mais de 33 mil vagas formais de trabalho em maio, diz Temer

O Brasil abriu mais de 33 mil vagas formais de emprego em maio, com forte desaceleração em relação ao mês anterior, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta quarta-feira pelo Presidente Michel Temer pelo Twitter, quinto resultado mensal positivo consecutivo.

“Acabo de receber os números do Caged. Foram criados mais de 33 mil empregos formais no mês de maio no Brasil, com destaque para o Sudeste e Nordeste. No acumulado do ano, passamos de 380 mil novos postos de trabalho”, escreveu o Presidente. À tarde, o Ministério do Trabalho divulgou os números em detalhes, informando que foram abertas 33.659 vagas de trabalho formais em maio. No acumulado do ano, o número chega a 381.166 mil de postos abertos. O dado representa uma queda de, pelo menos, 72 por cento ante o mês de abril, quando foram gerados 121.146 postos com carteira assinada, e de 25 por cento em relação ao total de 44.844 vagas formais de maio do ano passado, de acordo com os dados revisados pelo ministério. Dos oito setores pesquisados, seis ficaram no azul, foram eles: agropecuária (+29.302 vagas), Serviços (+18.577 vagas), construção civil (+3.181 vagas), serviços industriais de utilidade pública (+555 vagas), extrativa mineral (+230 vagas) e administração pública (+197 vagas). O destaque do setor agropecuário foi o plantio de café, que abriu 25.411 mil vagas em maio. Em seguida aparecem o cultivo de laranja (+6.038 postos), criação de bovinos (+1.589 postos) e produção florestal-florestas plantadas (+877 postos).

Redação Reuters

Ibovespa fecha em alta de 1% puxado por Petrobras e com menos aversão a risco no exterior

O principal índice acionário da bolsa paulista fechou em alta na quarta-feira, amparado principalmente nos ganhos da Petrobras, diante da expectativa pela votação da cessão onerosa na Câmara dos Deputados

O Ibovespa fechou o dia em alta de 1,02 por cento, a 72.123 pontos. O giro financeiro era de 11,16 bilhões de reais. O movimento positivo contou ainda com a diminuição da aversão a risco no exterior, na esteira de menos preocupações sobre uma guerra comercial entre Estados Unidos e China. “A preocupação com esse assunto se dissipou um pouco… com a expectativa de que ainda existe algum espaço para conversa”, disse o Gerente de Renda Variável da H.Commcor Ari Santos. No front doméstico, além da Petrobras, as ações de bancos também ficaram entre as principais influências positivas, mantendo a recuperação iniciada na véspera após fortes quedas recentes. A expectativa pela manutenção da taxa básica de juros pelo Banco Central figurava entre os fatores favoráveis neste pregão.

Redação Reuters

EMPRESAS

BRF concede férias coletivas a 5,6 mil funcionários de 4 fábricas no Sul do país

A empresa de alimentos BRF informou nesta quarta-feira que concedeu férias coletivas a 5,6 mil empregados de quatro fábricas no Sul do país, enquanto tenta ajustar a produção aos efeitos da greve dos caminhoneiros

Cerca de 1.400 empregados na unidade de Chapecó (SC) terão férias coletivas de 30 dias. Já na unidade de Lajeado (RS) aproximadamente mil empregados da produção ficarão afastados por 10 dias. Na fábrica de Concórdia (SC), as férias coletivas vão durar 12 dias e envolverão cerca de 1.700 colaboradores da produção de frangos. Por fim, a planta gaúcha de Serafina Correa terá aproximadamente 1,5 mil empregados em férias por 10 dias.

Redação Reuters

BRF negocia com bancos para vender ações da Minerva em bloco

A BRF está negociando com bancos a realização de uma venda em bloco (block trade) de ações da Minerva Foods, apurou o Valor com três pessoas a par do assunto

Os bancos BTG Pactual e Morgan Stanley mantêm conversas com a dona das marcas Sadia e Perdigão para realizar a operação, mas ainda não fecharam mandato. Segundo uma das fontes, a venda em bloco poderia ocorrer ainda na próxima semana. A BRF iniciou na primeira semana deste mês um movimento para se desfazer de parte da fatia de 11,6% que tem na Minerva Foods, o que pressionou fortemente as ações da empresa. Entre os dias 5 e 19 de junho, as ações da Minerva se desvalorizaram 20% na B3. Hoje, os papéis da Minerva se recuperam. Ontem as ações subiam 4,21%, cotadas a R$ 6,68. Uma negociação em bloco de ações contribui para amenizar uma queda dos papéis. A expectativa no mercado é que, se a venda em bloco se concretizar, a participação da BRF na Minerva ficará inferior a 10%. Considerando a média diária de 1,2 milhão de ações da Minerva negociadas por dia, a BRF precisaria de mais de 20 pregões para se desfazer de todos os papéis, o que demonstra o potencial de baixa para os papéis da Minerva. Por cláusulas previstas no contrato de fornecimento de carne que mantém com a Minerva, a BRF não pode se desfazer de toda a participação (a menos que quisesse perder o contrato). Na B3, as ações da BRF registravam queda de 2,14% na quarta-feira, negociadas a R$ 19,65.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Frango: altas nos preços para o produtor e queda no atacado

A baixa oferta de frangos disponíveis para o abate colaborou para mais uma semana de valorização nas granjas

Nas granjas paulistas a ave terminada está cotada, em média, em R$3,20/kg, alta de 28,0% no acumulado de junho. No atacado, as incertezas quanto ao consumo nesta segunda quinzena do mês resultaram em menor apetite das compras e a carcaça negociada no atacado teve desvalorização, sendo negociada em R$3,80/kg, recuo de 18,3%, em uma semana. Apesar da queda, em trinta dias os preços subiram 11,8%.

SCOT CONSULTORIA

Preço do suíno subiu 6,3% em junho nas granjas em São Paulo

O mercado de suínos ainda reflete as consequências da greve dos caminhoneiros

Apesar de a demanda estar controlada devido ao período do mês, a oferta de suínos terminados não está abundante, o que colabora com a sustentação dos preços nas granjas. Em São Paulo, o animal terminado está cotado, em média, em R$68,00/@, alta de 6,3% desde o início do mês. No atacado, a carcaça teve queda de 6,9% em sete dias, com o quilo do produto negociado atualmente em R$5,40, resultado da compra compassada do varejo para controlar os estoques. Para os próximos dias, com a entrada da segunda quinzena do mês e, consequentemente, incertezas quanto ao consumo, desvalorizações no atacado não estão descartadas. Já nas granjas os preços devem continuar firmes, resultado da baixa oferta de animais.

SCOT CONSULTORIA

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