
Ano 4 | nº 767 | 07 de junho de 2018
NOTÍCIAS
Pressão de baixa no mercado do boi gordo
Ofertas de compra abaixo da referência foram comuns em todo o país na última quarta-feira (6/6)
Das trinta e duas praças pecuárias pesquisadas pela Scot Consultoria, houve queda nos preços da arroba do boi gordo em oito delas. Destaque para Mato Grosso com desvalorização média de 1,2%, considerando as quatro regiões de referência do estado. A maior desvalorização aconteceu no Norte, onde a arroba do boi gordo ficou cotada em R$123,00, à vista, livre de Funrural, recuo de 1,6% frente ao levantamento de terça-feira (5/6). De maneira geral, as escalas de abate giram em torno de cinco a seis dias, ou seja, programação costumeira das indústrias, portanto, oferta normal depois do fim da greve dos caminhoneiros. O mercado atacadista de carne bovina com osso está com preços estáveis. O boi casado de bovinos castrados está cotado em R$9,32/kg.
SCOT CONSULTORIA
Governo destinará R$ 191,1 bilhões para o Plano Safra 2018/19
O Presidente Michel Temer anunciou ontem, em cerimônia do Palácio do Planalto, os números do Plano Safra 2018/19. Serão destinados R$ 191,1 bilhões de crédito para custeio e investimentos, montante 1,5% superior aos R$ 188,3 bilhões disponibilizados em 2017/18
Os recursos do plano do poderão ser acessados pelos agricultores entre 1º de julho deste ano e 30 de junho de 2019. Segundo o Ministério da Agricultura, do total, serão destinados R$ 151,1 bilhões para o crédito de custeio, sendo R$ 118,8 bilhões com juros controlados (taxas fixadas pelo governo) e R$ 32,3 bilhões com juros livres (livre negociação entre a instituição financeira e o produtor). O volume de crédito para investimentos ficou em R$ 40 bilhões. O Presidente e o Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, anunciaram a redução de 1,5 ponto percentual para a maioria das taxas de juros do crédito rural. No custeio foram reduzidas de 8,5% para 7% ao ano. Já para os médios produtores (Pronamp), vão cair de 7,5% para 6% ao ano. As taxas para os financiamentos de investimento também serão reduzidas, de entre 8,5% e 6,5% ao ano para entre 5,25% ao ano e 7,5% ao ano. Parte dos recursos captados em Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) também será destinada ao financiamento complementar de custeio e de comercialização, com juros de até 8,5% ao ano. O plano altera ainda o limite de R$ 2,2 milhões para R$ 5 milhões para todas as finalidades financiáveis dentro do Programa ABC (Agricultura de Baixo Carbono). Para a pecuária, prevê prazo de até dois anos para o crédito de custeio para a retenção de matrizes bovinas de leite, suínas, caprinas e ovinas. Foi aprovada linha de financiamento de até R$ 50 milhões para capital de giro a cooperativas de leite, com juros de 7% ao ano, e 12 meses de prazo para pagamento. Os pecuaristas poderão contar com empréstimos para aquisição de animais para reprodução ou criação, a juros controlados de 7% ao ano e limite de R$ 450 mil por beneficiário no ano agrícola. O limite de financiamento para aquisição de matrizes e reprodutores com registro genealógico, dentro do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), aumentou, de R$ 330 mil para R$ 650 mil por beneficiário.
VALOR ECONÔMICO
ECONOMIA
Dólar fecha em alta e caminha para R$3,85 com temores fiscais e políticos
A preocupação com a cena fiscal e política local continuou estressando os mercados nesta quarta-feira e o dólar fechou mais um pregão em alta, a caminho do patamar de 3,85 reais, mesmo com as atuações do Banco Central
O dólar avançou 0,75 por cento, a 3,8384 reais na venda, renovando o maior nível desde 2 de março de 2016 (3,8877 reais). No mês, já acumula valorização de 2,72 por cento e de 15,81 por cento no ano. Na máxima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,8499 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 1 por cento no final da tarde. “O mercado está olhando muito para o (cenário) político e hoje é prova disso, com o exterior melhor e a gente aqui apanhando”, afirmou o gerente da mesa de câmbio do banco Ourinvest, Bruno Foresti. Pesquisas eleitorais têm mostrado dificuldade dos candidatos que o mercado considera como mais comprometidos com ajustes fiscais de ganhar tração. Na véspera, levantamento do DataPoder360 mostrou que o candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) estava na segunda posição, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com Geraldo Alckmin (PSDB), visto pelos investidores com perfil reformista, sem decolar. “A política, e não mais a economia, agora representa o maior risco para o real”, escreveu o economista-chefe da empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics (CE), Neil Shearing, para quem a disputa eleitoral deste ano deve ficar entre a “direita populista” e a “esquerda populista”. Os investidores também estavam preocupados com o cenário fiscal, depois do impacto da redução do preço do diesel sobre as contas públicas.
Redação Reuters
Ritmo de crescimento do 1º tri possivelmente não se repetirá à frente, diz ministro do Planejamento
A recuperação da economia brasileira vinha ocorrendo em escala crescente no primeiro trimestre, mas o ritmo perdeu força e não se repetirá nos próximos trimestres, disse na quarta-feira o Ministro do Planejamento, Esteves Colnago.
A economia brasileira acelerou ligeiramente no primeiro trimestre deste ano e cresceu 0,4 por cento ante os três meses anteriores, informou o IBGE. Mas os 11 dias de paralisação de caminhoneiros, com desabastecimento e perdas econômicas, deve reduzir a marcha da economia, segundo economistas. Caso o ritmo do primeiro trimestre se repetisse, o Produto Interno Bruto (PIB) terminaria 2018 com expansão de 1,6 por cento, segundo cálculos da Reuters a partir dos números divulgados pelo IBGE. A previsão oficial do governo, no entanto, é de 2,5 por cento de expansão neste ano. Segundo o Ministro, o governo ainda trabalha com estimativas produzidas em março e incluídas na chamada grade de parâmetros orçamentários, um conjunto de estimativas de inflação, crescimento, juros, massa salarial, produção industrial, comércio exterior entre outros. Porém, ressaltou Colnago, o governo pode revisar os dados ao longo do ano. Colnago disse ainda que o governo continuará gerando déficits primários até 2021, data em que a relação da dívida bruta com o PIB atingirá 81,1 por cento, durante apresentação na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional. Naquele ano, as despesas obrigatórias vão representar 98 por cento do Orçamento, acrescentou. Segundo o Ministro, a despesa primária tende a cair em relação ao PIB devido a imposições do chamado teto de gastos, que impede o governo de elevar os gastos públicos acima das despesas do ano anterior, atualizadas pela inflação. O teto permite a geração de superávits primários em seis ou sete anos.
Redação Reuters
Indústria vai recorrer à justiça contra medidas do governo para atender caminhoneiros
A Fiesp, federação das indústrias do Estado de São Paulo, vai entrar na quinta-feira com pedido de mandado de segurança na Justiça contra tabelamento do frete, que segundo o presidente em exercício da entidade, José Ricardo Roriz Coelho, já gerou aumentos no custo do transporte da ordem de 30 a 150 por cento.
“Somos contra qualquer tipo de tabelamento. Isso é coisa de 20, 30 anos atrás, não é justo resolver o problema dos caminhoneiros fazendo tabelamento de frete”, disse Coelho, ponderando, porém, que os caminhoneiros fizeram reinvindicação justa sobre a melhoria de suas margens de lucro, pressionadas pela queda no volume de carga nos últimos anos. “Mais uma vez, para resolver os problemas de outros setores, a indústria é que está pagando a conta. Não é justo a sociedade pagar preço mais caro por ineficiência no sistema de transporte”, acrescentou Coelho. Em Brasília, porém, o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, disse que o governo não mudará os valores da tabela de frete previstos na Medida Provisória acertada com a categoria para pôr fim à greve. Ao sair de uma reunião com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, para avaliação de cumprimento das medidas adotadas pelo governo, o presidente da CNTA admitiu que pode haver ajustes na tabela de fretes, mas não nos valores. A reunião ocorreu horas após o Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, dizer que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) se comprometeu a revisar os valores da tabela. De acordo com Maggi, o valor do frete mais do que dobrou, em alguns casos. “Isso (tabela de frete) terá que ser renegociado e repensado junto aos caminhoneiros, até porque se parar a indústria de novo eles não vão ter carga”, disse o Presidente da Fiesp.
Redação Reuters
Ministro da Agricultura diz que ANTT vai buscar readequação de tabela de fretes
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai buscar uma readequação para os valores da tabela de fretes anunciada recentemente pelo governo, afirmou na quarta-feira o Ministro da Agricultura, Blairo Maggi
A tabela de fretes foi criada como uma das medidas acertadas entre o governo e os caminhoneiros para o fim dos bloqueios que prejudicaram diversos setores da economia nacional. Entretanto, entidades do setor agropecuário dizem que o modelo deve limitar o escoamento de grãos e afetar as exportações em junho. “Ninguém quer fugir do acordo sobre frete que foi feito, queremos valores que sejam justos para todos”, afirmou Maggi, acrescentando que a ANTT ainda não deu prazo para apresentar uma nova tabela de fretes.
Redação Reuters
Governo VAI publicaR HOJE nova tabela de frete com ajustes, sem modificar valores
A preocupação é a tabela mínima de fretes que causou algumas distorções, algumas confusões com relação ao preço
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou uma nova tabela de preços de fretes com modificações, incluindo novos tipos de caminhão, que deverão diluir o preço fixo do frete e contemplar os setores produtivos, disse na quarta o Ministro dos Transportes, Valter Casimiro, depois de uma reunião com representantes dos caminhoneiros. “A preocupação é a tabela mínima de fretes que causou algumas distorções, algumas confusões com relação ao preço. A ANTT identificou alguns problemas na constituição da tabela, que previa apenas um tipo de caminhão, alguns com 3 eixos, com 6 eixos, e que precisava ampliar essa tabela para que contemplasse todo tipo de caminhão e que fizesse uma distribuição do custo fixo do frete num caminhão que tivesse mais eixos”, disse Casimiro a jornalistas, no Palácio do Planalto. De acordo com o ministro, não haverá redução no preço mínimo do frete, como pediu a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), mas os valores vão cair porque os valores mínimos dos fretes seriam diluídos em caminhões maiores. “O preço vai ser modificado. Quando se está colocando todo custo fixo baseado em poucos eixos, se dilui este custo fixo numa quantidade de eixos muito menor, vai onerar muito mais o frete. Quando você dilui este custo fixo no caminhão com mais eixos, você vai realmente diminuir o preço por eixo nesta carga de um caminhão, por exemplo, de nove eixos”, explicou Casimiro.
Reuters
Ibovespa fecha em queda com apreensão contínua sobre cena eleitoral e economia
O Ibovespa, principal índice de ações da B3, fechou em queda pelo segundo pregão seguido na quarta-feira, chegando a se aproximar das mínimas do ano, com o cenário eleitoral incerto e preocupações sobre a economia brasileira mantendo investidores melindrados
No final do pregão, o Ibovespa acusou queda de 0,68 por cento, a 76.117 pontos. No pior momento do dia, caiu 1,5 por cento, a 75.517 por cento, perto da mínima intradia do ano, de 75.336 pontos, registrada no começo da semana passada. O volume financeiro na bolsa nesta sessão somou 12,983 bilhões de reais. A queda só não foi maior por causa do desempenho das exportadoras, algumas delas com peso relevante no Ibovespa, como a mineradora Vale, que se beneficiam do maior patamar do dólar ante o real. Das 67 ações que compõem o Ibovespa, apenas 16 subiram, enquanto as demais 51 encerraram o dia no vermelho. Entre as maiores quedas, figuraram papéis atrelados ao desempenho da economia doméstica, particularmente consumo, conforme a atividade vem reagindo de forma mais lenta do que o esperado e os dados de emprego ainda não animam. Profissionais da área de renda variável também veem a bolsa fragilizada pela saída de estrangeiros, com os primeiros dois pregões do mês já mostrando saída líquida de 2 bilhões de reais dessa classe de investidores. No ano, o saldo já está negativo em 6 bilhões de reais. Em relatório mais cedo, a equipe da corretora H.Commcor destacou que investidores estão sem razões para retomar as compras de ativos brasileiros em uma conjuntura altamente incerta em termos econômicos, fiscais e eleitorais.
Redação Reuters
EMPRESAS
Marfrig finaliza compra do controle da National Beef
A Marfrig Global Foods informou na terça-feira (05) que finalizou a aquisição de 51% da National Beef Packing Company e é agora a segunda maior processadora de carne bovina do mundo
A Marfrig anunciou a compra do controle da National Beef por US$ 969 milhões em abril, numa transação financiada pelo Rabobank e com participação do Banco Bradesco e ING. As operações combinadas das empresas têm faturamento consolidado estimado em R$ 43 bilhões e EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 3,4 bilhões, conforme informou a Marfrig à época. A National Beef, baseada em Kansas City (Missouri), nos Estados Unidos, tem capacidade de abater 12 mil cabeças de gado por dia com duas unidades de processamento de bovinos que correspondem a 13% da capacidade total de abate no mercado americano.
CARNETEC
À CVM, Minerva nega ter assessor financeiro para se unir à BRF
Em resposta a um questionamento feito pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Minerva Foods informou hoje que não formalizou a contratação de assessor financeiro para estruturar uma capitalização com vistas a propor uma combinação com a BRF
Na resposta assinada pelo Diretor de Relações com Investidores da Minerva, Eduardo Puziello, a empresa informou que não “formalizou qualquer solicitação de recursos a investidores, nacionais ou estrangeiros, com o fim explicitado na notícia”. Conforme reportagem divulgada ontem pelo site Brazil Journal, a Minerva teria contratado o banqueiro Marco Gonçalves, da Riza Capital, para estruturar a operação.
VALOR ECONÔMICO
Nova audiência do caso de insider trading da JBS será sexta-feira
Está agendada para sexta-feira (8) uma nova audiência no Fórum Criminal Federal de São Paulo sobre o caso de suspeita de ‘insider trading’ da JBS às vésperas da delação dos acionistas controladores
Até agora, a defesa de Wesley Batista – que era o presidente da JBS e participou da decisão para posições de câmbio da companhia – argumentava que a empresa estava se preparando para um cenário em que projetava alta do dólar. Na próxima audiência, a defesa de Batista quer mostrar que essas projeções se concretizaram. Quem testemunhará será um especialista de câmbio do grupo JBS nos Estados Unidos, conforme o Valor apurou. Trata-se do executivo Marcos Sampaio, que teria participado da formulação da política de hedge cambial da companhia, um mês antes dos acordos de delação premiada dos irmãos Batista se tornarem públicos. Entre os argumentos para a posição cambial estaria, por exemplo, a mudança na taxa de juros americana. Em seu depoimento em 7 de agosto para a CVM, Wesley Batista citou um economista de nome “Cher”, que trabalhava para a empresa nos Estados Unidos, e era responsável pelas análises macroeconômicas brasileira e americana e apresentava as tendências para um comitê da companhia, e teria indicado a tendência de alta do dólar. Sampaio também fazia parte dessa equipe, segundo o Valor apurou.
VALOR ECONÔMICO
AVES & SUÍNOS
Governo mantém desoneração a setores de aves, suínos e peixes
Esses setores continuam pagando alíquota de 1% sobre a receita bruta, conforme prevê a legislação atual
O fim da desoneração da folha de pagamento de diferentes setores da economia, que serviu como moeda de troca para a redução de tributos sobre os combustíveis, não afetou as cadeias de aves, suínos e peixes. De acordo com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o texto sancionado pelo Presidente Michel Temer, na última semana, manteve a desoneração desses setores após ampla mobilização da entidade e da Frente Parlamentar do Cooperativismo. A política de desoneração dos setores de aves, suínos e peixes terá vigência até dia 31 de dezembro de 2020. Os novos recursos arrecadados, obtidos pelo fim de desoneração, serão usados para compensar parte do impacto da redução no valor do litro do óleo diesel nas refinarias. Segundo o Presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, no caso do segmento de aves, suínos e peixes, os dados obtidos das cooperativas demonstram que a política teve, sim, nos últimos anos, papel relevante para o aumento dos postos de trabalho, continuidade dos investimentos e manutenção da competitividade no mercado exterior. Esses setores continuam pagando alíquota de 1% sobre a receita bruta, conforme prevê a legislação atual.
Demanda sustenta preço de suínos na retomada das operações após greve 6 de Junho de 2018
Muitas unidades frigoríficas operam próxima da capacidade máxima de abate e pagam preços maiores para aquisição de novos lotes
Os preços do suíno vivo estão mais altos, sustentados pela demanda mais aquecida no atacado e a necessidade de reposição dos frigoríficos, desabastecidos durante a greve dos caminhoneiros, encerrada na semana passada. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontou que, entre 29 de maio e 5 de junho, em Patos de Minas (MG) os preços subiram 13,1%, para R$ 3,55 o quilo. “Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o suíno se valorizou 9,6%, indo para R$ 3,36/kg na terça-feira”, disse em relatório sobre o mercado de suínos. Em Erechim (RS), o aumento ante a semana anterior foi de 12,4%, para R$ 3,13/kg, e no sudoeste paranaense, a valorização foi de 7%, a R$ 2,97/kg. Já no mercado atacadista de São Paulo, os valores do lombo e da paleta desossada foram reajustados em 8,6% e 7,7%, respectivamente, a R$ 6,22/kg e R$ 6,69/kg, no período. “O desabastecimento de mercados e distribuidoras nas últimas semanas e a demanda mais aquecida no atacado aumentam a necessidade por novos lotes de animais para abate neste início de mês”, destaca o Cepea.
CANAL RURAL
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