CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 624 DE 24 DE OUTUBRO DE 2017

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Ano 3 | nº 624 24 de outubro de 2017

NOTÍCIAS

Mercado de carne bovina frouxo há mais de um mês

Mercado praticamente estável.  O preço médio atual, R$11,53/kg, repetindo o que vimos na terceira semana de outubro, é o menor desde a primeira quinzena de setembro

Os preços subiram, quase que linearmente entre a última semana de julho e a segunda de setembro. Neste período, a expectativa de segundo semestre típico, com valorizações para a carne bovina, situação que daria condição para que a arroba do boi gordo subisse, vinha se confirmando. O mercado subiu 7,5%. Mas, agora já são cinco semanas de mercado frouxo, acumulando queda de 1,6%. Embora a desvalorização tenha sido pequena, é o comportamento que preocupa. Passamos por pagamento de salários, feriado, e estamos no mês em que sazonalmente as vendas aumentam, e nada disso fez os preços subirem. Enquanto isso, as indústrias veem, aos poucos, suas margens crescerem. A diferença entre o preço pago pela arroba e a receita dos frigoríficos, que está em 26,5%, é a melhor desde agosto. Embora possa parecer o contrário, esse fato, sozinho, não é suficiente para alavancar o mercado do boi. A margem pode chegar aonde for, se a necessidade de intensificar a compra de matéria-prima não vier a partir da melhora nas vendas de carne, não há porque os compradores intensificarem a busca por boiadas e, consequentemente, pagarem mais pelo animal terminado. Em resumo, por mais que os indicadores econômicos tenham melhorado, o mercado de carne bovina, cuja elasticidade renda é elevada, demonstra que o poder de compra da população ainda não melhorou como esperado. Ao pecuarista, atenção ao consumo.

SCOT CONSULTORIA

Frigoríficos começam a semana testando o mercado do boi

Na abertura do mercado da última segunda-feira (23/10) as indústrias testaram o mercado, o que fez as cotações cederem em algumas praças

Na média, as escalas dos frigoríficos atendem em torno de uma semana, e com o escoamento sem reação, as indústrias ficam, de certa forma, um pouco mais “confortáveis” para testarem preços abaixo da referência. Vale ressaltar que nestes patamares menores, os negócios travam. O destaque fica por conta da retomada das atividades do JBS em Mato Grosso Sul, isso acalma o mercado, que viveu grande tensão na semana passada, com o anúncio da paralisação. O mercado atacadista de carne com osso, após fechar a última semana em estabilidade, segue estável. A carcaça de animais castrados está cotada em R$9,25/kg. Com a entrada do período final do mês, no qual o consumo de carne sazonalmente tem retração, o escoamento tende a se manter em baixa e alterações para este mercado não estão descartadas.

SCOT CONSULTORIA

Paraná vai insistir em antecipar o fim da vacinação contra febre aftosa

Setor agropecuário alerta que o estado não pode esperar até 2023 para ser declarado área livre da doença. Um manifesto assinado por cerca de 200 associações, cooperativas e sindicatos ligados à agropecuária paranaense foi entregue ao governador Beto Richa pedindo que o estado prossiga no plano de antecipar o fim da vacinação contra a febre aftosa no rebanho bovino para o início do ano que vem

Pelo Programa Nacional para Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) do Ministério da Agricultura, o Paraná deixará de vacinar o rebanho apenas em novembro de 2020, alcançando o status de área livre da doença no início de 2023. No entanto, o programa deixa aberta a possibilidade de suspender a vacinação antes, por zonas geográficas, “principalmente se considerar a possibilidade dos estados do Rio Grande do Sul e Paraná demonstrarem condições reais de se antecipar na transição”. O setor agropecuário entende que o Paraná pode e deve antecipar o fim da vacinação, “para que se obtenha o reconhecimento pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2020 e não em 2023”, e argumenta que “a discriminação e o isolamento do estado no mercado internacional de proteína animal começam a inviabilizar a suinocultura, a produção de leite, a avicultura e a qualidade da carne bovina”. O documento foi entregue ao governador em Palotina, durante inauguração do frigorífico da C.Vale, pelos Presidentes da FAEP, Ágide Meneguette, e da Ocepar, José Roberto Ricken. O agronegócio do Estado do Paraná, especialmente do setor agropecuário, solicita ao governo ações imediatas no sentido de conquistar o mais rápido possível o status de área livre de febre aftosa sem vacinação para o Paraná. A discriminação e o isolamento do Paraná no mercado internacional de proteína animal começam a inviabilizar a suinocultura, a produção de leite, a avicultura e a qualidade da carne bovina. Não podemos admitir a defesa de um status que exige vacinação obrigatória a todos apenas para resguardar um pequeno trânsito de bovinos oriundos de outros Estados, ingresso esse que representa menos de 1 % do rebanho efetivo do Paraná, conforme dados divulgados pela Adapar em 2017. É importante destacar que os setores interessados na evolução do status sanitário do Paraná têm contribuído ativamente através do recolhimento das taxas da Adapar, bem como com ações em prol da sanidade do Estado. Neste contexto, ressaltamos o empenho das entidades aqui signatárias para a constituição de um Fundo de Apoio à Sanidade para que as medidas necessárias sejam implementadas, com o objetivo de reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação para o Paraná. O Fundo está em processo de constituição junto ao Fundepec-PR para que as ações sejam efetivadas ainda em 2017. Para isso, contamos com vosso apoio para que o Estado execute o PNEFA em acordo com o pleito proposto pelo estado e enviado ao Ministério da Agricultura. Ressaltamos, ainda, que a resposta do Mapa atende ao objetivo do pleito: “Considerando-se outras propostas dirigidas ao Bloco IV, ao invés de separar o Estado do Paraná e criar novo bloco, entendeu-se ser melhor reorganizar os blocos IV e V, remanejando-se os Estados do MT, MS e PR para compor o Bloco V com o RS e SC, por apresentarem fronteiras internacionais semelhantes e interesses comuns nesse e outros aspectos. É importante compreender que o Bloco V poderá gerir mais de uma zona no transcorrer do processo, principalmente se considerar a possibilidade dos estados do RS e PR demonstrarem condições reais de se antecipar na transição”.

OCEPAR/FAEP

MS:Governo não prorroga diminuição de alíquota para venda de gado em pé

Reinaldo Azambuja afirmou que o interessante é concentrar atividades em MS

O Governador Reinaldo Azambuja declarou que a diminuição da alíquota do ICMS de 12% para 7% concedida temporariamente para venda do gado em pé em Mato Grosso do Sul não será retomada, conforme solicitado pelo setor produtivo. A afirmação foi concedida durante a coletiva realizada pela governadoria na sexta-feira (20), quando ficou decidido que o frigorífico JBS retomará as atividades de sete plantas frigoríficas fechadas em diversas regiões do estado, nesta terça-feira (24). Na avaliação do chefe do executivo estadual, com a manutenção das atividades da holding JF e os investimentos de novas indústrias em construção no estado, não há necessidade retomar uma medida que foi tomada em caráter emergencial e temporário. “Depois das negociações firmadas com os representantes do JBS, não temos interesse de que os animais sejam vendidos para outras praças, mas, sim que sejam abatidos e processados aqui”, argumenta Azambuja. A iniciativa surgiu em junho deste ano, em razão da instabilidade no valor da arroba, o que resultou em aumento de 122% nas vendas de animais para praças como São Paulo, Goiás e Paraná. O benefício aos pecuaristas foi acolhido pela administração estadual em junho deste ano e permaneceu ativo por 90 dias, com intuito de equilibrar o mercado nacional de compra e venda de animais e evitar decréscimo no valor pago pela arroba. Com a formalização de um acordo que será registrado nesta segunda-feira (23), a agroindústria se comprometeu a retomar as atividades dos frigoríficos e continuar com as obras de novos empreendimentos em Dourados, Carapó e Sidrolândia. Em contrapartida, o governo de Mato Grosso do Sul aceitou os termos apresentados pela empresa para pagamento da dívida acumulada, que oferecerá bens em garantia para que possa ter as contas desbloqueadas.

CORREIO DO ESTADO

Relação de troca mais favorável para o pecuarista em Goiás

Nos últimos dias, a oferta mais equilibrada à demanda permitiu que o mercado de reposição permanecesse firme

Alguns negócios fracionados e mais pontuais estão acontecendo, mas nada que tenha força suficiente para balizar as cotações da maioria das categorias, que no balanço mensal tiveram valorização de 0,2%. Porém, o que chama atenção no estado é a quase inexistente oferta de animais entre 24 e 30 meses. Frente a isso, a pequena ponta vendedora, que ainda possui oferta dessa categoria, testa preços mais altos. Apesar do marasmo observado nas últimas semanas, analisando desde o início do segundo semestre é possível notar que a relação de troca ficou mais vantajosa para o pecuarista. De julho até meados de outubro, a arroba do boi gordo subiu 15,4% e os preços das categorias de reposição, que, por fundamentos de mercado, acompanham o movimento do boi gordo, tiveram alta de 7,4%, em média. Frente a esse cenário, quando comparado com o início do segundo semestre, o momento é favorável para recriadores e invernistas. Em média, o poder de compra melhorou 7,5% para todas categorias de reposição. Mas, para o curto prazo, é importante ponderar os negócios e aguardar uma melhor definição para o mercado do boi gordo.

SCOT CONSULTORIA

Entidade sinaliza momento positivo para pecuária em 2018 Segundo associação, entre os indicadores que sustentam essa perspectiva estão a retomada do crescimento da economia e a queda da inflação Reposição, insumos relacionados a nutrição animal e o crescimento das exportações de carne estão entre os indicadores positivos para a cadeia da carne bovina em 2018

A previsão é da Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon). O Gerente Executivo da entidade, Bruno Andrade, aponta como principal desafio a retomada do consumo interno de carne bovina. “A expectativa também é positiva em virtude da retomada do crescimento da economia e queda da inflação, mas não é possível identificar o ritmo de aumento da demanda no mercado doméstico, que pode ser mais lento do que o esperado”, explica. A palestra “Indicadores 2018 para o planejamento da pecuária de corte” destacou vários tópicos importantes para o sucesso da pecuária no país, como custo de produção para os sistemas intensivos, oferta de insumos, consumo interno e exportação de carne bovina. “É fundamental avaliar os indicadores relacionados ao mercado pecuário para ter sucesso em 2018. Pelo lado da demanda, analisando o consumo interno e externo, e na oferta, avaliando reposição, insumos e abates. E, conforme já observado nos últimos dois anos, será necessário entregar animais mais pesados para a indústria, aproveitar melhor o potencial produtivo do animal, dado que o 1º semestre de 2018 poderá não trazer mudanças tão evidentes assim”, esclarece Andrade. Mesmo considerando a estimativa de queda de 15,5% na produção da 1ª safra de milho dada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Gerente Executivo da Assocon não espera grande pressão para aumento de preços do insumo, importante especialmente para a pecuária intensiva, pois o estoque do produto tende a se manter em nível estável. “Já as exportações de carne bovina tendem a ser melhores, rompendo os 6 bilhões de dólares em 2018”, afirma o dirigente. Andrade deixa um alerta: existe a possibilidade do aumento da oferta de animais para abate, o que pode segurar as cotações do boi gordo e apertar um pouco as margens do pecuarista. “É importante abordar esse assunto agora para o produtor se preparar para 2018, trabalhando melhor o planejamento e encarando os desafios. Esses indicadores precisam ser acompanhados pelo pecuarista, pois podem mudar e o pecuarista ser obrigado a rever sua estratégia. O que é certo é que um bom planejamento e o uso de tecnologias adequadas precisam fazer parte da rotina das propriedades pecuária”, ressalta.

CANAL RURAL

EMPRESAS

Marfrig avança no espaço aberto pela JBS em partes do país

Companhia tem capacidade de abate de 300 mil cabeças/mês

Em 2015, a Marfrig, segunda maior empresa do setor de carnes no país, fez um plano: iria encolher para voltar a crescer apenas lá por 2018. Mas a Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, que abalou seus concorrentes, e a crise na JBS anteciparam seu projeto. Enquanto outras empresas encolheram, a Marfrig acaba de reabrir cinco frigoríficos para praticamente dobrar sua produção. A Marfrig, que é dona de marcas de carnes como Bassi e Montana, voltou a operar nos municípios de Nova Xavantina (MT), Pirenópolis (GO), Paranaíba (MS), Alegrete (RS) e Ji-Paraná (RO). A companhia começou 2017 com capacidade de abate de 170 mil cabeças de gado por mês. Com a expansão, calcula que terminará o ano com capacidade de 300 mil cabeças por mês. A estimativa de geração de empregos é de 4.500 vagas. Além das novas unidades, a empresa decidiu abrir um segundo turno de operação da unidade de Mineiros (GO) e concluiu na quinta-feira (19) o arrendamento de um frigorífico em Pontes e Lacerda (MT), ainda sem prazo de abertura definido. O Presidente da companhia, Martin Secco, diz que o atual projeto de expansão é anterior aos eventos que abalaram seus principais concorrentes neste ano. Parte da ampliação de capacidade corresponde a um resgate de cinco fábricas que haviam sido fechadas em 2015, num momento de baixa oferta de gado. A reabertura era projetada inicialmente para o fim deste ano ou para 2018. Mas, com o cenário que surpreendeu o mercado em 2017, os planos se anteciparam, permitindo uma reabertura em 90 dias, tempo considerado recorde. Em março, com a Operação Carne Fraca, os frigoríficos BRF e JBS estavam na mira, mas a Marfrig não foi citada. O novelo em que se enrolou a JBS depois que veio à tona a delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, em maio, deixou sequelas ainda imensuráveis na gigante do setor. Na última terça (17) a JBS anunciou a paralisação das atividades de compra e abate de carne bovina em suas sete unidades em Mato Grosso do Sul -a decisão foi revertida na sexta (20), mas sinaliza a instabilidade a que estão submetidos os negócios da empresa. Questionado, Secco evita fazer associação direta entre o crescimento da Marfrig e as dificuldades da JBS, mas seus cálculos sinalizam uma correlação. “Nós crescemos 25%, mas o volume de abate nacional não mudou”, diz. Segundo o executivo, o mercado como um todo mudou em abril, após a Carne Fraca. “Veio uma indefinição, com fortes dificuldades durante duas ou três semanas.” Em junho, o setor sofreu mais um golpe, quando os EUA anunciaram a suspensão das importações de carne bovina “in natura” do Brasil devido aos abcessos provocados pela vacinação dos animais contra febre aftosa. A Carne Fraca foi vista no início como uma avalanche para todo o setor, influenciando preços internos e o volume exportado, com o fechamento de alguns mercados externos. Meses depois, porém, o aumento da oferta de gado se transformou num acelerador para as reinaugurações da Marfrig.

O retorno dessas unidades deve vir em cerca de 12 meses, pelas expectativas da companhia, que conta com a recuperação econômica e aguarda a reabertura do mercado americano de carne ainda neste ano.

CORREIO DO ESTADO 

Moody’s rebaixa ratings da JBS, com perspectiva negativa

A agência de classificação de risco Moody’s Investors Service rebaixou os ratings da JBS S.A. em um degrau, para “B3”, com perspectiva negativa, como resultado da conclusão de uma revisão dos ratings da companhia iniciada em 22 de maio, depois que executivos do grupo revelaram esquema de corrupção a procuradores

“O rebaixamento incorpora a opinião da Moody’s de que os riscos relacionados a processos judiciais e investigações envolvendo os acionistas da JBS e seus executivos permanecem elevados”, disse a Moody’s em comunicado. A agência também rebaixou os ratings da JBS USA, subsidiária da JBS nos EUA, em um nível. A Moody’s aponta que a revisão dos acordos de colaboração premiada do empresário Joesley Batista e do executivo Ricardo Saud, ambos do grupo controlador da JBS, a J&F, pode dificultar vendas de ativos e renegociação de dívidas da companhia com bancos. A Moody’s ainda aponta que outros processos em andamento, como investigação de procuradores sobre possíveis violações dos termos do acordo de leniência assinado pela J&F, investigações realizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e potenciais multas do Departamento da Justiça dos EUA, podem representar riscos para a companhia no que se refere à liquidez e acesso a mercados. A governança corporativa da companhia também é uma preocupação para a Moody’s, diante das disputas entre controladores da empresa e o BNDES em relação às posições de liderança na JBS. A prisão do ex-CEO Wesley Batista, em setembro, ainda obrigou a companhia a realizar um rápido processo de sucessão, apontando o fundador da empresa José Batista Sobrinho para o cargo. “Ambos os elementos trazem incertezas sobre tomada de decisões e impulsos estratégicos no longo prazo”, disse a Moody’s. Além disso, os novos ratings também incorporam a grande dependência que a JBS tem dos bancos para rolar dívidas de curto prazo e a volatilidade da indústria de proteína animal, sujeita a fatores de risco como condições climáticas, doenças, desequilíbrio entre oferta e demanda, variações no comércio internacional, além de um histórico de agressivo crescimento via aquisições no setor. Por outro lado, a Moody’s considera que a estratégia da companhia de aumentar a sua presença global em produtos de alto valor agregado e em segmentos de alimentos processados melhorou o perfil de negócios da JBS e deve dar suporte a margens maiores e mais estáveis no futuro, além de melhor fluxo de caixa.

CARNETEC

INTERNACIONAL

Exportações uruguaias de carne cresceram 11% em 2017

Considerando as exportações totais do setor de carnes do Uruguai, até agora nesse ano (até 14 de outubro), o valor gerado foi de US$ 1,477 bilhão, 11% a mais que no mesmo período de 2016 (US$ 1,3 bilhão), de acordo com dados do Instituto Nacional de Carnes (INAC)

No caso da carne bovina, as exportações aumentaram em 9% se medidas em dólares e em 8% em volume (peso da carcaça). Foram enviadas 352.413 toneladas por US $ 1,207 bilhão. A carne bovina representa 83,46% das exportações totais, enquanto a carne ovina representa apenas 2,86%. Este ano, o preço médio da carne exportada foi de US $ 3.427, acima dos US $ 3.414 no ano passado. Em relação ao abate, houve um aumento de 5% no acumulado de 2017 em relação aos primeiros 10 meses e meio de 2016, atingindo 1.811.562 cabeças. Em termos de mercados, sempre levando em conta as exportações totais de carne, a China capturou 39,3% do total, a União Europeia, 20,9% e Nafta, 14,9%, para mencionar os três principais destinos. Considerando apenas a carne bovina, a participação da China em volume cresceu para 48% do total, seguida por Nafta, com 18% e, UE, com 12%. Em valor, a China lidera com 38%, seguida pela UE, com 22% e NAFTA, com 17%.

El Observador

EUA registram produção recorde de carnes vermelhas em setembro

A produção comercial de carnes vermelhas dos Estados Unidos totalizou um recorde de 2 bilhões de quilos em setembro, um aumento de 2% em relação aos 1,96 bilhão de quilos produzidos em setembro de 2016, informou o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)

A produção de carne bovina, de 1,01 bilhão de quilos, foi 2% maior que no ano anterior. O abate de gado totalizou 2,70 milhões de cabeças, um aumento de 3% em relação a setembro de 2016. O peso vivo médio caiu em 4,99 quilos com relação ao ano anterior, para 616,43 quilos. A produção de carne de vitelo totalizou 2,77 milhões de quilos, 1% a menos que em setembro de 2016. Os abates de vitelo totalizaram 43.600 cabeças, um aumento de 3 por cento em relação a setembro de 2016. O peso vivo médio caiu em 4,54 quilos com relação ao ano passado, para 109,32 quilos. De janeiro a setembro de 2017, a produção de carnes vermelhas foi de 17,42 bilhões de quilos, 4% a mais que em 2016. A produção acumulada de carne bovina subiu 5% em relação ao ano passado e a carne de carne de vitelo caiu em 1%.

USDA

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