
Ano 3 | nº 589 | 30 de agosto de 2017
NOTÍCIAS
Comportamento de consumidor faz setor de carne eliminar estoques
O comportamento tímido dos consumidores nas compras, incluindo produtos alimentícios, está provocando mudanças no mercado de carnes
O varejo passou a não fazer estoques, obrigando o frigorífico também a se adaptar a essa nova realidade. A avaliação é de Heloísa Xavier, da JOX Consultoria Agropecuária. Essa nova posição do consumidor é reflexo dos efeitos da queda de renda, provocada pelo desemprego, e das incertezas geradas pelas crises econômica e política, afirma ela. Com isso, a produção de frango e de suínos se ajustou à demanda, que é fraca, e os preços também têm pouca reação. Xavier cita o exemplo do frango, cujos valores de negociação estão estáveis desde abril, à exceção de pequenos movimentos pontuais. O mercado de boi tem uma situação um pouco diferente. Após a forte redução de preços no primeiro semestre, provocada pelas seguidas crises no setor, o gado volta a ter correção nos valores de negociações. A oferta de bois é restrita nas últimas semanas, motivada pelo período de entressafra e do clima ruim para as pastagens. Isso torna mais difícil a escala de abate dos frigoríficos, que têm contratos externos e necessitam também abastecer o mercado interno. A dificuldade na compra de gado obriga os frigoríficos que atuam no mercado paulista a pagar mais e a buscar os animais cada vez mais distante, inclusive em outros Estados, segundo Xavier. O mercado ainda demora algumas semanas para se ajustar, acredita ela.
FOLHA DE SP
Procura por carne “gourmet” está em alta no Brasil
Se o consumo de carne bovina em geral vem registrando queda em 2017, o de “gourmet”, vai muito bem
As associações de raça que trabalham com programas de carne certificadas são unânimes em dizer que, para esse mercado, a demanda é crescente e falta produto. O tema foi pauta do Campo em Debate, realizado na segunda-feira (28) por Zero Hora na Casa RBS, durante a 40ª Expointer, em Esteio. “As pessoas reduzem o número de vezes que consomem carne, para poder comer uma carne de excelência. O consumidor encontra a segurança de ter algo a mais, e esse produto de qualidade independe da faixa de renda”, afirma Fábio Medeiros, Gerente do programa Carne Angus Certificada. Betty Cirne-Lima, Presidente da Associação Brasileira de Criadores de Devon (ABDC) ressaltou que a produção da carne premium ainda não é suficiente para atender à procura crescente por um produto mais selecionado. A entidade acaba de lançar o selo de carne certificada, com aval do Ministério da Agricultura. Fernando Lopa, CEO da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), avaliou que a estratégia para atender esse mercado de carnes certificadas é fortalecer a marca da qualidade e entregar “um produto cada vez mais diferenciado ao consumo”. “Aumentar a adesão das indústrias aos protocolos de certificação é nosso maior desafio. Elas ainda são resistentes e não se abrem ao processo. Não têm entendimento do quanto podem ganhar com esse novo nicho”.
Zero Hora
Margem da indústria encosta na média histórica
Seguindo a trajetória de alta iniciada há pelo menos um mês, o mercado do boi gordo registra mais um dia de reajustes positivos
Com um volume muito baixo de oferta e escalas cada vez mais apertadas, é comum as indústrias ofertarem pagamentos acima das referências na maior parte do país e isso, aos poucos, vai puxando a referência. Das trinta e duas praças pesquisadas pela Scot Consultoria, ocorreram altas para vinte e três delas na última terça-feira (29/8), mesmo com o mercado atacadista de carne bovina com osso estável. A carcaça de animais castrados está cotada em R$9,05/kg. Isso vem estreitando a margem das indústrias. Atualmente a diferença entre a receita e o preço pago pela arroba nos frigoríficos que fazem a desossa está em 21,9%, a média histórica é de cerca de 21,0%. Em julho a margem de comercialização chegou a 42,0%.
SCOT CONSULTORIA
Funrural: bancada ruralista pede que não haja recurso contra projeto
Senadores têm até a próxima semana para apresentar recursos contra texto que pode acabar com passivo; presidente da FPA quer que base do governo não interfira no processo
Senadores têm até a próxima semana para apresentar recursos contra o projeto de resolução da Senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) que pode acabar com o passivo do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). O Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Nilson Leitão (PSDB-MT), afirmou nesta terça-feira, dia 29, que vai pedir que os parlamentares da base governista não interfiram no processo. Segundo ele, a promulgação do projeto vai realmente acontecer. “Se não houver as assinaturas de cinco sessões do Senado após a votação da comissão, obrigatoriamente, o presidente tem que promulgar”, diz Leitão. O prazo para apresentação de recursos para tentar impedir que o projeto de resolução da Senadora Kátia Abreu seja aprovado começa nesta quarta-feira, dia 30. Até a próxima terça-feira, dia 5, os senadores vão poder questionar a medida. São necessárias nove assinaturas contrárias ao projeto para que a proposta seja votada no plenário da casa. O projeto da Senadora pode beneficiar os produtores que possuem dívida do Funrural, já que o texto suspende a aplicação de dispositivos da lei de seguridade social, relativas à contribuição para a Previdência do trabalhador rural. Trechos que foram considerados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2010 e 2011. Por outro lado, o STF garante que, caso aprovada, a proposta não vai anular a cobrança. De acordo com o deputado José Silva (Solidariedade-MG), o produtor rural não pode pagar essa conta sozinho e esse é um ponto que precisa ser garantido pelo texto. “Se houve uma decisão do Supremo Tribunal Federal, através de uma liminar e o produtor deixou de pagar ou depositou em juízo, é importante que ele não pague os juros de mora, porque ele não é o credor e ele não é o culpado disso estar acontecendo”, diz. Paralelamente, na semana passada, foi instalada uma comissão mista, formada por deputados e senadores, que vai analisar a medida provisória que renegocia as dívidas do tributo e altera as alíquotas a partir de 2018. Essa medida teve 745 emendas apresentadas, mas o prazo para discussão está apertado. Relatora da comissão, a deputada federal Tereza Cristina (PSB-MT) afirma que é preciso verificar se a data de 29 de setembro será suficiente para discutir a questão. “Queremos discutir como é que nós vamos atuar nesse relatório para que os produtores tenham a maior segurança possível em se tratando da data da adesão”, afirma.
CANAL RURAL
Ministro diz que setor de carnes avançou após Carne Fraca
Maggi falou durante abertura do SIAVS, em SP
O Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse na terça-feira (29) que o setor de carnes brasileiro avançou após a Operação Carne Fraca divulgada em março e que o Ministério da Agricultura (Mapa) está passando por uma reorganização. “Quero crer que num futuro não muito distante vamos olhar para esse momento da (Operação) Carne Fraca e dizer que foi bom que ela aconteceu”, disse Maggi ao explicar que o episódio fez o setor produtivo repensar suas práticas. Segundo ele, o Mapa também está revendo seus processos. “Começamos a perceber que em algumas coisas nós precisaríamos avançar”, disse durante abertura do Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), em São Paulo, na terça-feira (29). Maggi disse que “dentro de muito pouco tempo” serão apresentados os resultados de uma reorganização que está sendo feita dentro do Mapa. Uma das exigências dos mercados internacionais para os quais o Brasil exporta produtos é não permitir interferência política nos processos técnicos e de garantia dos produtos, o que está sendo considerado nessa reorganização do Mapa, segundo o Ministro. “O Mapa está conversando com todos os elos da cadeia e queremos entender onde deve estar o papel de polícia do Mapa”, disse Maggi. Segundo ele, o ministério busca ser mais eficiente no processo de fiscalização, sem deixar de atender às exigências de mercado.
CARNETEC
Mapa moderniza sistema de inspeção veterinária
Modelo que incorpora práticas dos EUA e Europa deverá estar pronto até o fim do ano
Em entrevista a jornalistas estrangeiros, na segunda-feira (28), em São Paulo, o Ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) adiantou inovações que estão sendo implantadas no sistema de inspeção veterinária do país. Disse que o episódio da Operação Carne Fraca, investigação realizada pela Polícia Federal, desencadeou um processo de auditoria estendido a todas as plantas de abate e motivou mudanças que estão em curso. De acordo com o Secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Luis Rangel, de março para cá, cerca de 600 plantas, de 5 mil autorizadas pelo governo federal, e que são as que realizam abates, passaram por processo rigoroso de fiscalização. De lá para cá, houve trocas de comando e inspeção mais ampla em todas as áreas de produção, “para checar o funcionamento”. Além disso, o Mapa está ampliando seu quadro de profissionais da área com novas contratações. Luis Rangel disse que o governo está incorporando práticas de controle já testadas nos Estados Unidos e na União Europeia para aumentar a segurança e a confiança nos produtos brasileiros. Nos Estados Unidos, o modelo é o de análise de riscos. Nesse caso, trata-se de avaliações à exposição a agentes patogênicos, adoção de medidas de manejo e comunicação permanente entre todos envolvidos no processo de produção. E o modelo europeu prevê reposicionamento do quadro que trata de inspeção e a inclusão de figuras complementares, como agentes oficiais. O Secretário destacou tratar-se de procedimentos híbridos e mais sofisticados, que estarão vigorando até o fim do ano, possibilitando o seu conhecimento a novas missões estrangeiras que venham ao país e também para apresentação ao mundo por meio de roadshow.
MAPA
Chefe da OMC diz que Brasil está ativamente tentando eliminar restrições ao comércio de carne
O Brasil propôs a adoção de critérios científicos relacionados a padrões sanitários no comércio de alimentos em um comitê da OMC
O Brasil está engajado nas negociações do comitê da Organização Mundial do Comércio (OMC) com o objetivo de eliminar qualquer potencial barreira às exportações de carnes suína e de frango, com uma reunião em dezembro sendo a próxima oportunidade para avançar com os acordos que beneficiem suas exportações agrícolas, disse o Diretor-Geral da OMC, Roberto Azevêdo, na terça-feira. O Brasil propôs a adoção de critérios científicos relacionados a padrões sanitários no comércio de alimentos em um comitê da OMC, disse Azevêdo em uma conferência. O Brasil e a Europa têm interesse em avançar nas negociações para reduzir os subsídios que distorcem o comércio, embora não haja acordo à vista, completou ele. A UE, o Brasil e outros três países da América Latina implementaram uma proposta da OMC em julho para reduzir os subsídios agrícolas. “Para que seja possível reduzir os subsídios, é necessário que todos os países mudem. Caso contrário, é como o desarmamento unilateral”, afirmou Azevêdo. A OMC realizará uma conferência ministerial em Buenos Aires no início de dezembro. As declarações de Azevêdo ressaltaram a importância de eliminar barreiras protecionistas em um momento em que o crescimento do comércio global permanece fraco. A OMC prevê que 2017 será o sexto ano consecutivo de crescimento do comércio global abaixo de 3 por cento, sendo esse o ritmo mais lento de crescimento desde a Segunda Guerra Mundial, disse ele.
REUTERS
Imea prevê melhores condições para pecuaristas no MT
Dificuldade da indústria frigorífica pode resultar em melhores condições para os pecuaristas no Estado
Depois de sete meses mais tranquilos para realizar compra, conseguindo alongar bem suas escalas, a indústria frigorífica começa a sentir os reflexos da seca. A constatação foi divulgada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Segundo o relatório, a média da escala de abate dos frigoríficos atingiu no mês de agosto (média até o dia 25) o menor valor do ano, chegando a 6,16 dias. O Imea aponta que no dia 23 a escala atingiu 5,32 dias. Para o instituto, no entanto, a dificuldade da indústria frigorífica pode resultar em melhores condições para os pecuaristas no Estado. “A dificuldade em completar escala tem pressionado as indústrias a oferecerem melhores preços aos produtores, e desta forma o boi gordo à vista tem galgado consecutivas valorizações nas últimas semanas, voltando ao patamar dos R$ 123/@, fato que não acontecia desde o dia 25 de maio”. Para o instituto, como a seca não deve dar trégua até o início de outubro e as entregas do segundo giro do confinamento se concentram após o mês de setembro, “uma lacuna de oferta se abre no mês de setembro e tal fato pode indicar mais poder de barganha para o pecuarista negociar melhores preços”.
Alta no volume de carne bovina in natura exportada pelo Brasil em agosto
Até a quarta semana de agosto o Brasil exportou 100,8 mil toneladas de carne bovina in natura, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
A média diária exportada foi de 5,3 mil toneladas, alta de 48,0% em relação ao mesmo período do ano passado. Já em relação a julho último, a alta foi de 4,7%. O faturamento total no período foi de US$426,4 milhões. Caso o ritmo das exportações continue, o volume total exportado deverá ser de 121,9 mil toneladas, alta de 47,9% em relação a agosto de 2016. Seria o terceiro mês consecutivo de aumento nas exportações.
SCOT CONSULTORIA
EMPRESAS
S&P rebaixa nota de crédito da BRF de “BBB” para “BBB
A Agência de classificação de risco Standard & Poors (S&P) rebaixou ontem a nota de crédito da BRF em escala internacional de ‘BBB’ para ‘BBB-‘, mantendo a nota em escala nacional em ‘brAAA’
Segundo a S&P, a perspectiva para a nota é estável. “O downgrade reflete o atraso na recuperação das métricas de alavancagem da BRF e incorpora nossa visão dos riscos de volatilidade para suas operações”, explicou a agência em nota. A S&P afirma ainda que a alavancagem da empresa pode variar novamente devido à instabilidade no mercado de commodities e do câmbio e ressalta a exposição e presença da BRF em regiões instáveis, como o Oriente Médio, onde a empresa sofreu recentemente com desequilíbrios na oferta e demanda, aumento da tributação e maior concorrência.
VALOR ECONÔMICO
CVM decide permitir voto dos Batista em assembleia da JBS
O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) negou o pedido da sociedade de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a BNDESPar, para que o regulador impedisse os irmãos Batistas controladores da JBS, de votar na assembleia de acionistas da empresa, marcada para sexta-feira
Foi a primeira reunião presidida por Marcelo Barbosa. O colegiado da CVM concluiu que, no momento, resta aos próprios acionistas avaliar se estão em situação de conflito de interesses com relação às deliberações em questão, devendo, se for o caso, absterem-se de exercer seu direito de voto na assembleia. A decisão acompanhou a análise de Superintendência de Relações com Empresas (SEP). A assembleia irá votar a adoção de possíveis medidas para a defesa de direitos e interesses da companhia, inclusive quanto às responsabilidades por prejuízos causados por administradores, ex-administradores e controladores envolvidos nos atos ilícitos confessados nos acordos de colaboração premiada. Para a BNDESPar, os acionistas que também sejam administradores estariam impedidos de votar neste item. E a questão seria ainda mais grave tendo em vista a ocorrência de ilícitos praticados e expressamente confessados por Wesley e Joesley Batista. Outro item da assembleia é a inclusão de disposição estatutária que autoriza a JBS a indenizar e manter indenes seus administradores, conselheiros fiscais e funcionários que exerçam cargo ou função de gestão na companhia e suas controladas. A BNDESPar considerou que Wesley e Joesley seriam beneficiários diretos dos contratos de indenidade, o que evidencia conflito de interesses que conduziria a impedimento de voto. A área técnica observou que a propositura de ação de responsabilidade está expressamente prevista na Lei 6.404, e não existe, a princípio, ilegalidade na deliberação proposta. A inclusão de disposição estatutária prevendo eventual indenização aos administradores também não caracterizaria, por si só, ilegalidade. A decisão a CVM foi bem vista pelos Batista, na medida em que tende a tornar a assembleia de acionistas mais tranquila. Com a permissão para votar, a família tem boas chances de seguir à frente da empresa. Enquanto os controladores da JBS aguardavam a decisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre o pedido apresentado pelo braço de participações do banco de fomento para impedi-los de votar na assembleia de acionistas, a empresa anunciou novos nomes de peso para reforçar sua equipe nos Estados Unidos, onde também é investigada por autoridades regulatórias depois da delação premiada dos irmãos Batista no Brasil. Em comunicado ao mercado, a companhia informou que sua subsidiária JBS USA passará a ter um conselho consultivo independente para apoiar a administração em questões que envolvam governança corporativa, assuntos regulatórios e governamentais, gerenciamento de riscos e marketing. O conselho será composto por membros independentes, entre os quais John Boehner, que foi líder do Congresso americano entre 2011 e 2015; Gref Heckman, executivo com mais de 30 anos no setor de agronegócios e ex-CEO do Grupo Gavilon; Dimitri Panayotopoulos, especialista em administração e construção de marcas; e Harvey Pitt, ex-chairman da Securities and Exchange Comission (SEC), a CVM americana, e hoje CEO da consultoria Kalorama Partners. Com exceção de Harvey Pitt, os demais nomes indicados para o conselho da JBS USA estavam na lista de conselheiros independentes anunciados para a JBS Foods Internacional, que preparava sua abertura de capital em Nova York até vierem à tona as delações de Joesley e Wesley Batista, controladores da holding J&F, que detém 42% da JBS. Apesar das turbulências enfrentadas pela JBS desde então, Wesley Batista, Presidente da empresa, afirmou este mês que o IPO da JBS Food Internacional ainda está nos planos e que a companhia estará preparada para tal no segundo semestre de 2018. Apesar da notícia de viés positivo sobre a JBS USA, as atenções dos controladores e do mercado permaneceram voltadas ontem às negociações no Brasil. Como informou o Valor, a J&F contratou a BR Partners para mediar as negociações com o BNDES, e as conversas começaram ontem mesmo, com vistas, em um primeiro momento, a adiar a assembleia de 1º de setembro por 90 dias.
VALOR ECONÔMICO
INTERNACIONAL
EUA registra maior número de animais confinados desde 2012
O número de bovinos confinados nos Estados Unidos para estabelecimentos de engorda com capacidade de 1.000 ou mais cabeças totalizou 11,1 milhões de cabeças em primeiro de agosto de 2017, 4% a mais que em 2016, de acordo com o Serviço Nacional de Estatísticas Agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (NASS/USDA)
O total foi o maior em primeiro de agosto desde 2012, de acordo com dados do Daily Livestock Report. As colocações de animais em confinamento durante julho foram de 1,62 milhão de cabeças, 3% a mais que no mesmo período do ano anterior. A comercialização de boi gordo em julho totalizou 1,78 milhão de cabeças, 4% a mais que em 2016. Outras saídas totalizaram 48.000 em julho, 4% a menos que em 2016.
USDA
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