CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 568 DE 01 DE AGOSTO DE 2017

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Ano 3 | nº 568 01 de agosto de 2017

NOTÍCIAS

Redução gradual na oferta de boiadas

Poucas foram as movimentações nos preços da arroba do boi gordo na abertura do mercado da última segunda-feira (31/7). Porém, a pressão de baixa vem perdendo cada vez mais força na maior parte das praças pesquisadas pela Scot Consultoria

Este cenário é decorrente da gradual redução na oferta de boiadas. A queda na temperatura e a falta de chuva afetaram a capacidade de suporte dos pastos. No curto prazo, com o início do mês, fica a expectativa quanto ao consumo de carne. A soma de um aumento no consumo e da diminuição na oferta de boiadas pode trazer maior dinamismo ou alteração nas cotações da carne. No mercado atacadista de carne bovina com osso, sem alterações no fechamento de hoje. A carcaça de animais castrados está cotada em R$8,22/kg.

SCOT CONSULTORIA

Fiscais federais revelam uso de ‘boi de papel’ por suposto esquema de propinas

Servidores federais analisaram os extratos dos produtores

Apesar do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) colocar em xeque o laudo que atestou que o gado das notas fiscais apresentadas na delação de Wesley Batista, um dos donos do grupo JBS, nunca foi abatido em um dos frigoríficos da empresa em Campo Grande, foi o trabalho de fiscais do MAPA dentro das unidades que não identificou os abates dos animais que saíram de fazendas de produtores rurais que seriam ligadas ao Chefe do Executivo Estadual. Confirmado, portanto,a existência do esquema dos “bois de papel” no Estado. No documento, que o Jornal Midiamax teve acesso, a fala do governador se baseia em alguns destaques feitos pela superintendência regional do MAPA, de que não foi possível identificar a GTA (Guia de Trânsito Animal) que originou o procedimento comercial de 12 produtores rurais, cujas notas fiscais teriam sido entregues pelo governador Reinaldo Azambuja a um executivo da JBS para justificar o pagamento de propina, bem como que alguns dos produtores ‘apresentam mais de uma inscrição estadual, o que tornaria a busca de prováveis emissões de GTAs, para correlação com as notas fiscais, sem objetividade’. Todavia, no laudo o MAPA destaca que analisou ‘extratos do produtor’ das pessoas citadas, entre elas, o secretário estadual de fazenda e presidente regional do PSDB, Marcio Monteiro, e neste documento constam informações sobre a saída do gado da propriedade rural e entrada no frigorífico. E mesmo sem identificar as GTAs que originaram a relação comercial, a fiscalização do MAPA dentro do frigorífico da JBS ‘não encontrou registro de ocorrência dos abates’. Um servidor da Agricultura, ouvido pela reportagem sob condição de anonimato, explicou que o trabalho de fiscalização do MAPA acontece dentro do frigorífico, e uma vez requerido cabe ao órgão analisar os abates e rastrear de onde veio o gado abatido, somente em caso de necessidade, como quando detectado alguma doença, ou quando requisitado por ordens superiores. Neste caso, as notas apresentadas por Wesley Batista, um dos donos da JBS, em sua delação premiada seriam de animais que foram entregues na unidade SIF 1662 – Friboi (Unidade da JBS na Av. Duque de Caxias, em Campo Grande), e que inclusive constam como recebidos, mas que nunca foram abatidos. As GTAs e as notas fiscais foram efetivamente emitidas, explicam os delatores, causando alteração no saldo do rebanho no extrato do produtor de cada fazendeiro, mas o gado nunca chegou no frigorifico da JBS. E foi com base nessas alterações que o MAPA concluiu que não houve os abates, já que analisou a movimentação da unidade do período citado e não encontrou entre os animais mortos os que, por exemplo, saíram da fazenda Imbirussu, de propriedade de Marcio Monteiro, no município de Jardim. No caso das notas que foram emitidas pelo Frigorífico Buriti, os servidores do MAPA não encontraram ‘registros de entrada com reinspeção das mercadorias constantes na relação das notas fiscais informadas referentes aos produtos, Carne Resfriada Bovina (res casada de boi) e Carne Congelada de Bovino sem Osso (carne industrial)’. Ainda no caso das notas fiscais dos produtores, no período do extrato do produtor analisado pelo MAPA, que em alguns casos chega a quase dois meses, o servidor ouvido pela reportagem explicou que os frigoríficos não armazenam o gado para o abate, e que o GTA é emitido em um curto prazo, que leva em conta apenas o tempo de deslocamento entre a propriedade rural até o local onde serão abatidos e carne processada. Os irmãos Wesley e Joesley Batista afirmaram, em delação à PGR (Procuradoria-Geral da República), já homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que pagaram cerca de R$ 150 milhões de propinas a agentes públicos em Mato Grosso do sul, durante os governos de Zeca do PT, André Puccinelli (PMDB) e Reinaldo Azambuja. 

MIDIAMAX

Funrural: debates com a Receita Federal estão acirrados

Deputado Nilson Leitão afirma que ponto mais delicado diz respeito à dívida dos frigoríficos; produtores devem ter até 15 anos para quitar as pendências. Produtor que está em dia com o fundo passará a pagar 1,5% da receita bruta a partir de janeiro

O Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), disse nesta segunda-feira, 31, que há um debate acirrado entre a bancada ruralista e a Receita Federal sobre a Medida Provisória (MP) que vai tratar do pagamento das dívidas e dos pagamentos futuros do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), considerado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O ponto mais delicado está relacionado aos frigoríficos. “Há uma grande luta para que se pague até 0,3% da receita da indústria a partir de janeiro”, afirmou ele em entrevista ao vivo ao Broadcast Agro. Ele disse que até o momento o que se tem é que o produtor que está em dia com a contribuição passará a pagar 1,5% de sua receita bruta a partir de janeiro. “Quem não pagou, pagaria 2,3% até quitar sua dívida com um prazo de 15 anos”, explica. Segundo ele, a demora para que a MP seja publicada se deve aos diferentes tipos de casos. “Tem o produtor rural que tinha liminar e não pagou, o que tinha liminar e recolheu em juízo; o frigorífico, que não descontou do produtor e não recolheu, e aquele que descontou e recolheu. Mas o que estamos discutindo deve ocorrer esta semana ainda”. O deputado comentou também sobre mudanças que devem ser anunciadas em breve pelo governo federal para a fiscalização dos frigoríficos, e que teve sugestões da FPA. “Não pode apenas o governo federal querer tomar conta disso”, acrescentou, enfatizando a necessidade de penalizar o desvio de conduta. “Deve ser realizada uma nova reunião daqui 30 a 40 dias para de fato formalizar quais mudanças devem acontecer. O Ministro (da Agricultura, Blairo Maggi) nos garantiu, porém, que em 10 a 15 dias algumas mudanças já devem entrar em vigor”. Entre as sugestões da FPA, está a verticalização da linha de comando da inspeção, diminuindo o número de intermediários, e a adoção de um novo modelo, “mais moderno e eficiente”. A FPA ainda defende a realização de auditoria interna no Mapa para apurar os desvios de conduta profissional praticados por servidores”. Venda de terras para estrangeiros – No tocante à autorização para venda de terras a estrangeiros, ele afirmou que a discussão está parada atualmente “Foi atropelada por outras pautas”, disse. “Há ainda dúvidas se haverá limite de área e investimento para esses estrangeiros.” Para Leitão, o debate “ainda não amadureceu o suficiente para (o assunto) ser votado”.

ESTADÃO CONTEÚDO

Oferta baliza o mercado de reposição e cotações ficam pressionadas

A pressão de baixa no mercado de reposição vem ganhando cada vez mais força

No balanço semanal, na média de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados pesquisadas pela Scot Consultoria, houve queda de 0,6%. O fato é que para este ano já era esperada uma maior oferta de bezerros diante do volume de fêmeas retidas em 2015. Isto naturalmente já pressionaria as cotações. Porém este cenário de queda ficou ainda mais intensificado com falta de interesse dos recriadores. Estes se afastaram das compras de animais de reposição, diante de um mercado do boi gordo turbulento no primeiro semestre. Com menor volume de negociações, a oferta de bezerros acumulou no mercado e este fator vem pressionando as cotações. Só em julho, em São Paulo houve desvalorização de 6,9% para o bezerro de desmama (6@), atualmente cotado em R$940,00. Diante destes valores, a relação de troca está mais interessante para o recriador. Atualmente são necessárias 7,37 arrobas de boi gordo para a compra de um bezerro de desmama (6@), há um ano eram necessárias 7,83 arrobas, ou seja, melhora de 5,8% no poder de compra. Com a relação de troca mais favorável, o comprador pode encontrar oportunidades no mercado de reposição. Já para o criador, o momento é de muita atenção na tomada de decisão, com pastos perdendo cada vez mais capacidade de suporte e grande volume de oferta disponível, o mercado tende a ficar cada vez mais pressionado.

SCOT CONSULTORIA

Carne Kosher: negócio de US$ 70 milhões ao ano

Israel muda normativas do processo de abate da carne

Os frigoríficos brasileiros têm de se ajustar a novas exigências de Israel para exportar carne kosher, segmento que movimentou US$ 70 milhões em 2016 e tem potencial para, no mínimo, dobrar em curto espaço de tempo. Para isso, as plantas precisam incorporar novos equipamentos e cumprir determinados processos solicitados pelo país importador. A afirmação é do consultor Felipe Kleiman, especializado em abate kosher. No dia 10 de agosto, às 16h, Felipe Kleiman fará a palestra “Abate kosher e bem-estar animal. O que muda com a nova normativa para exportação de carne kosher para Israel”, na Tecnocarne, no São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5), em São Paulo, para esclarecer todas as mudanças nas exigências de Israel. “O Brasil já chegou a exportar US$ 140 milhões em carne kosher para Israel. Nos últimos anos, perdeu espaço para os demais países do Mercosul. Porém, o mercado é crescente e há possibilidade reais de aumentar as vendas e o valor agregado. Porém, a nova normativa de Israel traz exigências, inclusive estruturais, que exigirão investimento dos frigoríficos do Brasil para continuar acessando aquele importante mercado”, explica Felipe Kleiman. Entre as exigências da normativa está a utilização de box rotativo para abate, processo que – segundo as leis judaicas – proporciona benefícios em termos de bem-estar animal. “Esta é a principal mudança, mas há outras. O ponto central para a autoridade judaica é o bem-estar animal. Porém, também é preciso destacar que o mercado israelense, que já é atraente economicamente, pode crescer consistentemente, o que tem especial importância num momento em que as exportações de carne bovina não avançam como o esperado e há restrições a importantes mercados, como o norte-americano”, destaca Felipe Kleiman.

BEEFWORLD

Pressão de baixa nos preços da arroba diminuiu com início da entressafra. Mas ainda é cedo para falar em retomada de alta

Apesar da menor oferta de animais, demanda por carne segue fraca e frigoríficos conseguem administrar estoques

Alex Santos Lopes, analista da Scot Consultoria, destaca que a semana começa com o mercado do boi gordo parado, poucos negócios e muitas indústrias fora das negociações. É uma segunda-feira típica, mas é possível dizer que as tentativas de R$2 a R$4 abaixo da referência não existem mais, o que pode ser um indicativo de um menor número de animais de pasto. Ainda não há um esboço de reação, por mais que a oferta esteja diminuindo. Isso deve ocorrer quando houver uma oferta mais escassa – e o ideal seria, como aponta Lopes, que o consumo também tivesse uma melhora. Hoje, o preço do boi gordo gira em torno de R$124/@ em São Paulo, R$113/@ a R$114/@ no Mato Grosso do Sul e R$112/@ a R$113,50/@ no Mato Grosso, todos os preços livres de Funrural. De acordo com o que o mercado futuro vem indicando, deve haver uma entressafra atípica e um menor número de animais confinados. Entretanto, ainda não é possível descartar outros fatores de formação de preços, como o consumo e o risco JBS. Na BM&F, o boi gordo está a R$135/@ no mercado futuro, o que pode ser utilizado como uma ferramenta para os produtores para comprarem posições, especialmente para quem possui animal confinado neste momento. Nesse ano, o mercado a termo está menor do que no ano passado, tornando o mercado futuro a melhor opção de contrato. Os frigoríficos têm comprado “a conta-gotas” e o animal de primeiro giro não tem sido um impasse para compra de boiada. As escalas em São Paulo são de 5 a 6 dias úteis e não há interesse que essas escalas alonguem muito, com os frigoríficos procurando fazer compras ajustadas à demanda.

Notícias Agrícolas

EMPRESAS

JBS conclui venda de ativos no Paraguai, Argentina e Uruguai para Minerva

A JBS S.A. concluiu a venda de suas operações de carne bovina no Paraguai, Argentina e Uruguai para a Minerva por US$ 300 milhões, informou a empresa no fim da tarde de segunda-feira (31)

“O preço está sujeito a um ajuste em valor equivalente à diferença entre o capital circulante líquido e o endividamento de longo prazo das sociedades na data de fechamento, a ser calculado no prazo de até 30 (trinta) dias contados da presente data”, informou a processadora de carnes por meio de fato relevante. A venda dos ativos foi primeiramente anunciada em junho e já foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A transação chegou a ser bloqueada pela Justiça, numa decisão relacionada aos desdobramentos do escândalo de corrupção envolvendo controladores da JBS, mas foi posteriormente liberada em meados de julho. Com essa aquisição, a Minerva elevará sua capacidade de abate de bovinos em 52%, adicionando 9 mil cabeças por dia, segundo informaram executivos da companhia no início de junho.

CARNETEC

Moody’s diz que acordo de JBS com credores reduz riscos para companhia

O acordo de refinanciamento estabelecido pela JBS com bancos credores na semana passada reduz o risco de liquidez de curto prazo da companhia, segundo avaliação da agência de classificação de riscos Moody’s Investors Services divulgada na segunda-feira (31)

A Moody’s informou em relatório que a JBS está agora “em melhor posição para concentrar seus esforços” na resolução de outros potenciais litígios e questões vinculadas aos danos no relacionamento com fornecedores, clientes e outras partes interessadas. A JBS informou na semana passada que fechou acordos de refinanciamento com instituições financeiras que representam 93% do total da dívida da JBS Brasil, mantendo condições originais dos contratos por 12 meses, num movimento que visa reduzir riscos de liquidez elevados após revelações de envolvimento de controladores da empresa em esquema de pagamento de propina. O acordo também garante que 80% dos eventuais recursos advindos de vendas de ativos pela companhia serão direcionados para o pagamento da dívida. A Moody’s já havia informado que o risco de crédito da JBS cresceu muito após o anúncio da colaboração premiada de executivos da companhia com procuradores para revelar o esquema de corrupção envolvendo políticos em maio. “Entre os riscos relacionados ao escândalo de corrupção, a liquidez era o problema mais urgente”, disseram os analistas da Moody’s. 

CARNETEC

INTERNACIONAL

“A posição é clara, não vamos parar de vacinar contra a aftosa”, diz dirigente uruguaio

Em cada exposição na região, no Paraguai, em Palermo, em Esteio e em Prado (onde se fará a mudança de presidente, que assumirá o Uruguai), a Federação das Associações Rurais do Mercosul, fundada há duas décadas, reúne-se. Dessa vez, na exposição de Palermo, na Argentina, não foi diferente.

Confira abaixo uma entrevista feita com o médico veterinário, Pablo Zerbino, Presidente da Associação Rural do Uruguai (ARU), que participou da reunião:

Como foi essa reunião em Palermo?

Discutimos com cordialidade, mas também com firmeza quando necessário e o interessante é que quando um Conselho Agropecuário do Sul (CAS), reunião de ministros do Mercosul, a Federação das Associações Rurais do Mercosul (FARM) também se reúne e tem participação muito direta. Isso é muito válido, porque deve-se impulsionar isso e dar-lhe um lugar apropriado.

O tema sanitário volta a preocupar…

O tema exclusivo está aí e será o ponto central para Esteio. Especialmente pela febre aftosa, a vacinação sim ou não à vacinação, mas não só isso, é um plano que o Brasil criou que estará monitorando a viabilidade, mas que inclui deixar de vacinar gradualmente e por Estados. Pontualmente, o último é o Rio Grande do Sul.

Qual a posição da FARM?

A posição da FARM é muito clara no sentido de que, enquanto as condições não estiverem suficientemente esclarecidas, o resto dos países não vai parar de vacinar, nem Argentina, nem Paraguai e nem Uruguai. Isso está muito claro. É um assunto em que a participação público-privada é muito importante, porque a nível público podem-se armar as estratégias como quiserem, mas quando isso enfrenta a realidade do produtor, do empresário, que sobre quem realmente recaem as consequências graves, como as ocorridas em 2000, 2001 e 2002, esses devem ser levados em conta. Isso pesa e precisa ser considerado.

Mas se o Brasil já decidiu. O que farão?

Isso está sujeito a ver o que acontecerá no Brasil. Já temos uma situação que surgiu na Colômbia, com mais de 40 focos, ou seja, está complicado e o Brasil não vai mexer com algo que pode ser muito caro se não tiver a segurança sanitária para poder agir. O importante é como discutem as coisas. Se discutem com calor, defendem-se as posições e muitas vezes têm que compreender a posição do outro para poder agir de acordo com o melhor benefício para todos. Pediram aos governos para que sejam escutados antes de tomar posições? Essa é uma das queixas, o fato de que o setor privado esteja incluído na tomada de decisões, porque não é somente projetar, elaborar, tentar chegar a certas características, mas deve ser capaz de ter acesso. E, nesse sentido, o Uruguai tem sido um exemplo muito claro. Trataram do acordo UE/Mercosul? Foi um tema muito importante. Em dezembro, será tomada uma decisão, avaliamos a necessidade do setor privado de poder estar atuando com as Chancelarias, de forma a poder impulsionar o fato que incluam a carne na negociação.

O Chanceler Nin [Rodolfo Nin Novoa, Chanceler uruguaio] adiantou que sim, a carne estará incluída.

Sim, mas há algumas versões de que seriam 78 mil toneladas; a dúvida era que seriam por ano ou a cada 10 anos, não está muito claro.

Como se dividiriam as cotas?

Não está claro esse tema também, nem falamos disso.

E sobre a reunião da OMC?

Também discutimos. Em dezembro, em Buenos Aires será a próxima reunião da OMC, com 160 países presentes. O setor agropecuário é um dos mais interessados que haja uma negociação clara, especialmente buscando liquidar os famosos subsídios contra os quais lutamos a vida inteira e que seguem em vigor. Novamente, vimos uma clara necessidade de que as FARMs se unam, que tenham força no momento de fazer queixas, porque este não é pedir por pedir, é muito importante fazer com seriedade com fundamentos e pensar no benefício da região.

A presença do setor privado através da FARM ou através de outro grupo, Grupo Produtores do Sul (GPS), que também estão em uma política parecida, complementar à FARM, podem ser elementos que potencializam para chegar com força nesse assunto.

El País Digital

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