CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 522 DE 26 DE MAIO DE 2017

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Ano 3 | nº 52226 de maio de 2017

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Abrafrigo pede mudança na legislação sanitária

Associação encaminhou oficio a ANVISA com pedido de urgência

Nesta terça-feira (24.05) a  Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) encaminhou um ofício a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária solicitando “uma urgente e eficaz revisão da legislação sanitária vigente que possa estabelecer os padrões microbiológicos de alimentos para consumo humano, em especial a incoerência da questão da Salmonella”, cuja presença nas carnes levou a suspensão da produção e comercialização de alguns produtos de empresas em decorrência da Operação “Carne Fraca”, da Policia Federal. De acordo com a entidade, que representa frigoríficos responsáveis por aproximadamente 50% da produção de carne bovina no mercado brasileiro, “a legislação atual, emanada tanto do Ministério da Agricultura, do Ministério da Saúde e da própria ANVISA é dúbia, subjetiva e contraditória”. Ela, ao mesmo tempo considera a presença da salmonela como infração legal que pode levar a multa de até R$ 500 mil, e também considera a presença de Salmonella spp. como possível e aceitável. No seu ofício, a ABRAFRIGO pede em caráter urgente e definitivo, que “se busquem normas regulatórias que ofereçam segurança para o consumidor e se respeite o direito das empresas em trabalhar com parâmetros legais certos e definidos”.

AGROLINK/UNIVERSO AGRO/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

Abrafrigo pede mudança na legislação sanitária

Associação encaminhou oficio a ANVISA com pedido de urgência

Nesta terça-feira (24.05) a  Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) encaminhou um ofício a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária solicitando “uma urgente e eficaz revisão da legislação sanitária vigente que possa estabelecer os padrões microbiológicos de alimentos para consumo humano, em especial a incoerência da questão da Salmonella”, cuja presença nas carnes levou a suspensão da produção e comercialização de alguns produtos de empresas em decorrência da Operação “Carne Fraca”, da Policia Federal. De acordo com a entidade, que representa frigoríficos responsáveis por aproximadamente 50% da produção de carne bovina no mercado brasileiro, “a legislação atual, emanada tanto do Ministério da Agricultura, do Ministério da Saúde e da própria ANVISA é dúbia, subjetiva e contraditória”. Ela, ao mesmo tempo considera a presença da salmonela como infração legal que pode levar a multa de até R$ 500 mil, e também considera a presença de Salmonella spp. como possível e aceitável. No seu ofício, a ABRAFRIGO pede em caráter urgente e definitivo, que “se busquem normas regulatórias que ofereçam segurança para o consumidor e se respeite o direito das empresas em trabalhar com parâmetros legais certos e definidos”.

SOCIEDADE NACIONAL DE AGRICULTURA

Oferta de carne pode cair com escândalo de delação da JBS; beneficia concorrentes, diz Abrafrigo

A JBS está com dificuldade maior para comprar boi de pecuaristas

Os desdobramentos do escândalo de corrupção envolvendo a delação da cúpula da JBS podem resultar em uma diminuição da oferta de carne no país, algo que beneficiaria rivais que estão de olho em um eventual vácuo da maior produtora e exportadora de carne bovina do Brasil no mercado, afirmou nesta quinta-feira a Abrafrigo, uma associação que representa médios e pequenos frigoríficos. A JBS está com dificuldade maior para comprar boi de pecuaristas, que estão querendo negociar à vista com a empresa diante de uma aversão ao risco relacionado ao escândalo provocado pelas delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista, controladores da empresa. Pouco antes do escândalo ter vindo à tona, a JBS havia anunciado mudança na sua política de compra de gado, adotando a prática de negociar apenas a prazo, em oposição ao que querem agora os fornecedores mais cautelosos, segundo afirmaram analistas à Reuters na quarta-feira. “Na exportação, não tem como substituir a JBS em curto prazo. No mercado interno, onde é mais provável que a JBS perca mercado, sim”, disse à Reuters o Presidente-Executivo da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), Péricles Salazar. Com os desdobramentos da delação dos controladores da JBS, pode ocorrer diminuição da produção e, portanto, haver menor oferta de carne bovina nos mercados interno e externo. Salazar afirmou ainda que os pecuaristas deveriam procurar outras empresas, os frigoríficos de pequeno e médio portes, principalmente aqueles produtores com dificuldades de fechar negócios com a JBS. O Diretor-Técnico da consultoria IEG FNP, José Vicente Ferraz, afirmou que, numa situação de crise, a JBS trabalharia para preservar seus clientes no exterior, o que diminuiria qualquer impacto imediato na exportação –comentário em linha com o executivo da Abrafrigo. “Acho que exportação trabalha com contratos, trabalha com canais de distribuição que não podem ser desabastecidos. Evidentemente que a JBS, até porque isso faz parte do patrimônio deles, vai proteger, para não deixar de cumprir seus contratos de exportação”, disse Ferraz. O analista ressaltou que apenas numa situação extrema, de um colapso da JBS, algo que ele considera “pouco provável” de ocorrer, poderia haver impacto na exportação do Brasil. “Acredito que, se houver algum impacto imediato, ele é pequeno. Agora eventualmente novos contratos, aí sim pode começar a ter um impacto maior”, afirmou o analista, que disse ter informações de que a empresa tem tido dificuldades de negociar com pecuaristas não apenas em Mato Grosso, mas em outros Estados brasileiros. Entretanto, para o Presidente do Instituto Mato-Grossense da Carne, Wagner Bacchi, com a delação da JBS, os frigoríficos de maneira geral estão tentando forçar para baixo os preços da arroba do boi no Mato Grosso, onde a JBS domina metade dos abates. “Eles (frigoríficos) identificaram oportunidade de negócio. Eles se aproveitaram desta situação colocando 4 reais a menos o valor da arroba em algumas praças para comprar boi à vista, e em outras praças até 6 reais a menos. Isto ocorreu no Araguaia e no norte do Estado”, disse o dirigente da associação mato-grossense. Por sua vez, o Presidente-Executivo da Marfrig, um dos principais concorrentes da JBS no Brasil, Martin Secco Arias, afirmou que a companhia ainda não sentiu os efeitos do escândalo da JBS na oferta de boi. “Não notamos na oferta do boi algo que reflita o teor desses comentários”, disse Arias durante evento em Cuiabá. “Se isto estivesse acontecendo, teríamos oferta de gado um mês para frente. E não estamos comprados além de uma semana”, acrescentou, ponderando que o Marfrig não atua em todos os Estados onde a JBS tem unidades. “Mas em São Paulo, Mato Grosso do Sul, não vemos isto que todo mundo comenta (possível restrição de oferta de gado à JBS)”, disse Arias. Analistas disseram que a JBS estava encontrando dificuldades de comprar gado principalmente em Mato Grosso, maior produtor de bovinos do Brasil. “Creio que tudo isto vai levar alguns dias para saber o que é verdade… Foi um evento não feliz para o segmento frigorífico, pois está implicado um dos principais nomes do setor. Mas tudo isto vai levar um tempo para se esclarecer”, disse o Presidente da Marfrig.

REUTERS /VEJA/O GLOBO/EXAME

NOTÍCIAS

Tempo fechado no mercado do boi gordo

O olho do furacão que afeta a política e a economia foi a delação dos donos e executivos da JBS, o maior cliente da pecuária nacional. Com isto, fica fácil entender o receio com o qual o produtor tem trabalhado

Os fazendeiros não têm assumido o risco da venda a prazo, que sempre existe em determinado grau, mas é amplificado pelas incertezas. O cenário geral de oferta de boiadas, mesmo com prolongamento das chuvas em diversas regiões, já vinha crescente há algumas semanas. Agora, com os vendedores focando os negócios em menos empresas, ao evitar a JBS, as programações estão confortáveis e há pressão de baixa. Para o curto prazo a expectativa é de manutenção de testes pelos compradores, embora a pressão já tenha sido maior, no início da semana. Como dentro da fazenda cada caso é um caso, seja em necessidade de capital ou em situação de pastagem, a recomendação mais geral é distribuir as vendas entre mais compradores, vendendo lotes menores e, de preferência, à vista.

SCOT CONSULTORIA

BOI/CEPEA: Com operadores cautelosos, liquidez é baixa

Ritmo de negócios no mercado do boi gordo está bastante lento

O ritmo de negócios no mercado do boi gordo está bastante lento. Inseguros diante das recentes notícias envolvendo empresa do setor pecuário, operadores dos diversos segmentos, da reposição ao atacado, se posicionam com muita cautela para compra e venda, negociando apenas quando há necessidade. Segundo pesquisadores do Cepea, os frigoríficos que têm escalas um pouco mais alongadas recuaram, acreditando que os preços podem ceder nos próximos dias. Pecuaristas, por sua vez, confirmam o menor interesse por parte da indústria. Pesquisadores do Cepea indicam que, apesar de esse cenário resultar em pressão sobre as cotações, pontualmente, frigoríficos com escalas mais curtas pagaram preços maiores para compra de novos lotes, fazendo com que as médias diárias permanecessem estáveis ou mesmo aumentassem em alguns dias. Entre 17 e 24 de maio, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa cedeu 0,43%, passando para R$ 134,38 nessa quarta-feira, 24.

CEPEA/ESALQ

Mercado turbulento faz preços da carne subir

Estamos no final do mês, época de redução nas vendas de carne. Ou seja, não há situação de consumo que justifique tal comportamento, embora a explicação disso possa estar no escoamento da carne. Parece contraditório. E seria se o mercado não estivesse passando por tanta turbulência.

Embora o consumidor esteja retraído, aguardando o pagamento dos salários, as delações da alta cúpula da JBS, somadas ao posicionamento da empresa de comprar boiadas somente a prazo, é certo que reduziu a produção de carne desta empresa. Isso, além de diminuir a oferta no mercado de forma geral, abre espaço para outros frigoríficos atenderem eventuais clientes da JBS. Estas indústrias, por sua vez, veem suas vendas aumentarem e, com isso, acabam elevando os preços. É daí que vem a alta da carne. A valorização dos últimos sete dias foi de 1,0%. O que melhorou muito durante a semana foi a margem das indústrias que desossam, que chegou a quase 35,0%, um dos maiores valores históricos. O preço do boi caiu e a carne subiu, tudo como reflexo dos acontecimentos políticos envolvendo um grande player do setor. É preciso, como nunca, seguir atento ao desenrolar de tudo isso. É certo que grande parte dos acontecimentos ainda não estão completamente precificados nos mercados do boi e da carne.

SCOT CONSULTORIA

Operação Carne Fraca fez 60% dos brasileiros diminuírem o consumo de carne

Levantamento da consultoria britânica Dunnhumby mostra que 97% dos entrevistados tinham ouvido falar da operação

Mercados já foram reabertos, imprecisões esclarecidas, mas os reflexos da Operação Carne Fraca, deflagrada em março pela Polícia Federal, continuam sendo sentidos. Um levantamento feito pela consultoria britânica Dunnhumby mostra que 59% dos brasileiros entrevistados diminuíram a compra/consumo de carne bovina. Ou seja: além da resistência no mercado internacional, a crise econômica e mais recentemente as delações da JBS, o mercado de proteína animal precisa enfrentar ainda a desconfiança do consumidor brasileiro. As estatísticas mostram que 10% deixaram completamente de comprar/consumir carnes e derivados. Outros 39% disseram estar mais atentos ao rótulo dos produtos. Além disso, 27% afirmaram que vão procurar pelo selo de qualidade do produto. De acordo com o estudo, 97% das pessoas ouvidas tinham ouvido falar da operação. Ao todo, 64% disseram ter suas decisões de compra e consumo de carnes e derivados influenciadas pelas notícias que viram sobre o tema. Neste grupo especificamente, 57% mudaram os hábitos e diminuíram a compra e/ou consumo carnes e derivados (in natura, congelados, embutidos e frios). O levantamento entrevistou 530 brasileiros e mostrou o impacto da Operação Carne Fraca nos hábitos de consumo e na imagem das empresas envolvidas no escândalo. Marcas mais afetadas

A pesquisa perguntou que marcas eram escolhidas antes da operação e quais passaram a ser a opção depois. Antes da investigação os consumidores consumiam mais as seguintes marcas: Sadia (80%), Seara (70%), Perdigão (65%), Aurora (63%) e Friboi (52%). Com o desenrolar da operação, a intenção de compra para estas mesmas marcas mudou: Sadia (20%), Seara (11%), Perdigão (19%), Aurora (44%) e Friboi (1%). Quem se deu bem nessa história foram os açougues menores e atacadistas menos conhecidos. Esses estabelecimentos, como mostram os dados, foram mais procurados pelos consumidores, depois do escândalo da carne fraca. Os açougues ganham a preferência do consumidor para a compra de produtos in natura, enquanto os supermercados foram os canais de escolha para frios, embutidos e congelados.

INFOMONEY

No Vale do Araguaia em Goiás, pecuaristas retiram animais da linha de abate do JBS com receio de não receber

Apenas os pequenos frigoríficos continuam comprando animais para abate na região do Vale do Araguaia-GO, mas a demanda é menor que a oferta. Com boas condições de pastos, produtores evitam negócios e garantem que tem fôlego para manter animais por 30 ou 40 dias

O escândalo gerado pelas delações dos empresários Joesley Batista e Wesley Batista, proprietários da JBS, companhia que possui no Brasil 36 unidades de abate de bovinos, gerou um clima de apreensão e especulação entre os pecuaristas. Muitos estão retirando seus animais das escalas e evitando a venda, com medo de calote. Na região do Vale do Araguaia (GO) a orientação é para que os produtores não vendam no prazo. Desde a semana passada a JBS assumiu postura de compra apenas com 30 dias e tem travado as negociações. O Presidente da Aprova (Associação dos Produtores do Vale do Araguaia), Marcelo Marcondes, conta que o mercado está “confuso”. Os pecuaristas querem desovar os animais que foram engordados com estoque caro, mas também só vendem à vista. Muitos estão entregando para frigoríficos menores que ainda pagam no ato. O problema é que essas indústrias já completaram suas escalas e não conseguem absorver toda a demanda. Nas unidades da JBS “as escalas estavam prontas, mas os produtores estão retiraram seus animais”, conta o Presidente. Mesmo assim, o frigorífico continua pressionando os preços e mantendo o pagamento para trinta dias. Na região as ofertas de compra da JBS variam de R$ 122/@ a R$ 123/@ no prazo. Enquanto os frigoríficos menores chegaram a pagar até R$ 127/@ nesta semana. Para Marcondes, essa ‘queda de braço’ entre os produtores e um dos maiores frigoríficos do país, deve persistir pelas próximas semanas. A vantagem, segundo ele, é que os pecuaristas ainda têm condições de manter os animais no pasto – com custo menor – por pelo menos 30 a 40 dias, evitando a venda para empresa.

NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

EMPRESAS

Ações da empresa têm forte recuperação

A JBS já recuperou boa parte dos R$ 9,6 bilhões do valor de mercado que havia perdido em razão da divulgação da delação premiada dos irmãos Batista, na quarta-­feira da semana passada

De terça-­feira até ontem, quando a alta das ações atingiu 22,5%, os ganhos somaram R$ 6 bilhões. Essa recuperação pode ser explicada pela oportunidade criada quando os papéis derreteram e também pela expectativa de que a J&F, a holding dos irmãos Batista, venda ativos para tentar preservar a JBS, sua principal controlada. Na lista de empresas que deverão ser negociadas estão Eldorado (papel e celulose), Vigor (lácteos), Flora (higiene e limpeza) e Alpargatas. Mas essas negociações só deverão deslanchar depois que a J&F fechar o acordo de leniência com o Ministério Público Federal. O MPF pede R$ 11,169 bilhões e a J&F, segundo informou ontem a “Época” em seu site, agora está oferecendo R$ 8 bilhões ­ inicialmente, a holding propôs pagar R$ 1 bilhão. Na bolsa, o pior dia para a JBS foi a segunda­-feira, quando suas ações mais de 30%, maior desvalorização desde a abertura de capital, em 2007. Naquele dia, a JBS encerrou o pregão com um valor de mercado de R$ 16,3 bilhões, perda de R$ 9,6 bilhões na comparação com a quarta-­feira da semana passada, quando a delação ainda não havia afetado os papéis da empresa. Ontem, as negociações com as ações da JBS registraram a segunda maior movimentação financeira desde o início da crise, só perdendo para segunda­feira. Os papéis da JBS movimentaram R$ 428 milhões, ante os R$ 493,6 milhões registrados na segunda.

VALOR ECONÔMICO

CEO da Marfrig fala sobre delação da JBS

Para ele, não houve mudanças no mercado de boi e tampouco no consumo de carne no curto prazo

O CEO da Marfrig Global Foods, Martin Secco, admitiu nesta quinta-feira, 25, que a crise provocada pela delação de executivos e donos da JBS, sua principal concorrente e maior empresa do setor de proteína animal do planeta, “obviamente foi um evento não feliz para o segmento frigorífico por envolver o maior player”. De acordo com o executivo, a Marfrig, que tem como acionista o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), está “absolutamente tranquilo” com o envolvimento da instituição nas delações investigadas pela Procuradoria Geral da República (PGR) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “O BNDES é acionista, não sabemos (de irregularidade) e nós estamos absolutamente tranquilos que, se isso (investigação) acontecer, tanto BNDES quanto Marfrig darão explicações”, afirmou. “Estamos falando do líder (JBS) indiscutível do negócio e não temos noção de qual vai ser a situação final”, emendou o executivo durante seminário “A Força do Campo”, em Cuiabá (MT), organizado pelo Santander e pelo governo de Mato Grosso. Secco negou que esteja ocorrendo uma retração nas vendas a prazo dos pecuaristas para a companhia, como se comenta no mercado desde a semana passada após a crise da JBS. Ele lembrou que 30% das operações de compra de animais são feitas à vista na Marfrig e seguem assim, mas que a opção de negócios a prazo vem crescendo, independentemente do ocorrido com a concorrente. Para o CEO da Marfrig, “não houve mudanças no mercado de boi e tampouco no consumo de carne” desde a semana passada, apesar de ser cedo para uma avaliação aprofundada. Outro fator foi o aumento da exportação de 10% na última semana por conta da alta do dólar e da tentativa de clientes internacionais em buscarem preços mais baixos para se protegerem da valorização da moeda. “O mais importante é estabilidade do dólar. Obviamente, se você olha o lado exportador, fizemos negócios com câmbio mais baixo e agora entra mais recursos e a empresa ganha. Mas já ocorreu o contrário e, para nós, não é uma grande notícia (valorização do dólar)”, afirmou. O executivo afirmou também que o processo de oferta pública de ações da Keystone nos Estados Unidos “segue com processo totalmente normal” e que os recursos captados pela companhia com a operação serão usados, ainda sem dada prevista, para a expansão da própria empresa, especialmente na Ásia.
ESTADÃO CONTEÚDO

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