CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 451 DE 08 DE FEVEREIRO DE 2017

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Ano 3 | nº 451 08 de Fevereiro de 2017

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Receita com exportações de carne bovina cresceu 14% em janeiro

Em volume, os embarques aumentaram 10%, somando 107,3 mil toneladas

As exportações brasileiras de carne bovina (in natura e processada) renderam US$ 418,1 milhões em janeiro, crescimento de 14% na comparação com os US$ 367,1 milhões registrados no mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Em volume, os embarques aumentaram 10%, somando 107,3 mil toneladas. Em nota, a Abrafrigo destacou o crescimento das vendas para a China em detrimento de Hong Kong, que costuma ser porta de entrada para o país asiático. Em janeiro, as vendas para a China mais do que dobraram, atingindo 18,2 mil toneladas. Em contrapartida, as exportações de carne bovina para Hong Kong diminuíram 4,2%, para 22,9 mil toneladas. “Começou a aparecer também a tendência das exportações brasileiras para a China se concentrarem mais pela via continental, diminuindo a intermediação realizada pela cidade estado de Hong Kong, como deseja o governo daquele país”, apontou a entidade, em alusão às medidas adotadas pela China para reforçar o combate ao contrabando de carnes. Depois de Hong Kong e China, o maior comprador de carne bovina brasileira em janeiro foi o Irã, que importou 11,5 mil toneladas do produto. Rússia (10,9 mil toneladas) e Egito (6,4 mil toneladas) completam a lista dos cinco maiores importadores de carne. Para 2017, a expectativa da Abrafrigo é que as exportações brasileiras de carne bovina cresçam 10%, superando 1,5 milhão de toneladas. A entidade projeta que a receita com as vendas ficará acima de US$ 5,5 bilhões, mas ainda “bem distante” do recorde de US$ 7,7 bilhões visto em 2014. A Abrafrigo conta com a abertura de mercados como Canadá, México, Taiwan, Coréia do Sul, Indonésia e Japão, que não compram a carne brasileira.

VALOR ECONÔMICO

Exportação de carne bovina avança 10% em janeiro

Incremento, em comparação a igual mês do ano passado, contribuiu para um salto de 14% na receita cambial com as vendas externas

A exportação de carne bovina in natura e processada cresceu 10% em janeiro em comparação com igual mês do ano passado. O setor embarcou 107,38 mil toneladas em comparação com 97,34 mil toneladas no mesmo mês do ano passado. A receita cambial subiu 14%, na mesma base de comparação, para US$ 418,1 milhões. Estas informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), compiladas pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Hong Kong continuou na liderança das importações da carne bovina brasileira, com 22,9 mil toneladas, mas houve uma redução de 4,2% em relação ao mesmo mês de 2016. Pela China continental, em compensação, as compras subiram 105%, com 18,2 mil toneladas. Para 2017, a Abrafrigo prevê um crescimento de 10% nas exportações, superando o resultado de 1,5 milhão de toneladas de 2016, com a possível entrada de novos grandes compradores, como Canadá, México, Taiwan, Coreia do Sul, Indonésia e Japão.
ESTADÃO CONTEÚDO

Exportação de carne bovina avança 10% em janeiro

Dados são do MDIC, compilados pela Abrafrigo

A exportação de carne bovina in natura e processada cresceu 10% em janeiro em comparação com igual mês do ano passado. O setor embarcou 107,38 mil toneladas em comparação com 97,34 mil toneladas no mesmo mês do ano passado. A receita cambial subiu 14%, na mesma base de comparação, para US$ 418,1 milhões. Estas informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), compiladas pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Hong Kong continuou na liderança das importações da carne bovina brasileira, com 22,9 mil toneladas, mas houve uma redução de 4,2% em relação ao mesmo mês de 2016. Pela China continental, em compensação, as compras subiram 105%, com 18,2 mil toneladas. Para 2017, a Abrafrigo prevê um crescimento de 10% nas exportações, superando o resultado de 1,5 milhão de toneladas de 2016, com a possível entrada de novos grandes compradores, como Canadá, México, Taiwan, Coreia do Sul, Indonésia e Japão.

G1/O GLOBO

Faturamento com exportação de carne bovina sobe 14% em janeiro, diz Abrafrigo

Em volume, as exportações de carne bovina somaram 107,38 mil toneladas, alta de 10% em relação a janeiro de 2016

A receita com exportações de carne bovina in natura e processada brasileira subiu 14% em janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado, para US$ 418,1 milhões, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) na terça-feira (7). Os dados foram compilados com base nas informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Em volume, as exportações de carne bovina somaram 107,38 mil toneladas, alta de 10% em relação a janeiro de 2016. Hong Kong liderou as compras de carne bovina brasileira em janeiro, com 22,9 mil toneladas, volume 4,2% menor que o comprado em janeiro do ano passado. Já as vendas para a China continental subiram 105%, para 18,2 mil toneladas. “Para 2017, a Abrafrigo prevê um crescimento moderado ao redor de 10% nas exportações brasileiras de carne bovina in natura e processada, superando 1,5 milhão de toneladas, com a possível nova entrada de grandes clientes como Canadá, México, Taiwan, Coreia do Sul, Indonésia e Japão, muito em função da abertura das importações da carne bovina in natura pelos Estados Unidos, que costumam ser usados como referência por estes países”, informou a entidade em nota.

CARNETEC

NOTÍCIAS

Poucos são os negócios no mercado do boi gordo

Baixa movimentação no mercado do boi gordo

De um lado, o lento escoamento da carne bovina limita os pagamentos acima da referência. A carne com osso apresentou queda de 7,2% desde o início do ano e a carne sem osso de 6,0%, mesmo diante dos estoques enxutos devido ao menor número de abates. De outro, a baixa oferta de animais terminados limita os pagamentos menores. Das trinta e duas praças pesquisadas pela Scot Consultoria, ocorreram quedas em quatro praças para o mercado do boi gordo na última terça-feira (7/2). O destaque foi o Sul de Goiás, onde a arroba do macho terminado está cotada em R$129,00, à vista, desvalorização de 8,5% em relação ao início do ano. No estado existem tentativas de compra abaixo da referência, mas nesses casos os negócios travam. Em curto prazo, fica a expectativa quanto ao consumo de carne bovina.

SCOT CONSULTORIA

Veterinários da Malásia visitam 10 estados

Missão busca renovar autorização de unidades exportadoras de carne bovina, de aves e farinhas

Uma missão de oito veterinários da Malásia está no Brasil para auditar plantas frigoríficas e duas fábricas de farinhas de origem animal em dez estados. O grupo vai renovar a autorização dessas unidades para que continuem a exportar farinhas, carne congelada de bovinos e de aves àquele país. Até o dia 16 de fevereiro, serão visitadas 15 unidades de produção nos estados de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pará, Tocantins, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul. Em novembro, uma missão veterinária da Malásia, visitou o estado do Pará – principal exportador de gado em pé do Brasil –  para habilitar propriedades a exportarem os animais para o mercado malaio. Existe a perspectiva de que a Malásia compre também búfalos e ovinos do Brasil, em função das condições sanitárias oferecidas. A Malásia busca diversificar seus fornecedores de gado vivo. Hoje, os malaios importam cerca de 250.000 cabeças/ano de bovinos vivos.

Mapa

Exportação de carne bovina atinge 12,3 mil t em fevereiro

E rendeu ao Brasil US$ 48,9 milhões em fevereiro (3 dias úteis)

As exportações de carne bovina “in natura” do Brasil renderam US$ 48,9 milhões em fevereiro (3 dias úteis), com média diária de US$ 16,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 12,3 mil toneladas, com média diária de 4,1 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 3.976,90. Na comparação com janeiro, houve ganho de 1,8% no valor médio diário da exportação, alta de 3,5% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 1,7% no preço médio. Na comparação com fevereiro de 2016, houve queda de 20,2% no valor médio diário, baixa de 21,5% na quantidade média diária e valorização de 1,7% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Agência SAFRAS

Com desvalorização do milho, relação de troca atingiu o maior valor desde fevereiro/16 no MT

Oportunidade: O milho é uma das principais fontes de suplementação bovina, com isso a análise da relação de troca entre o boi gordo e o ingrediente é de extrema importância, e nesse sentido observa-se um panorama animador para quem precisa adquirir milho.

Atualmente, com o preço do grão em franca desvalorização, a relação de troca atingiu o maior valor desde fevereiro/16, ficando em 5,36 sc/@. Ainda assim, há indicativos de um futuro ainda menos oneroso, visto que os produtores de milho já começaram a negociar suas produ- ções que serão colhidas apenas em julho. Com as expectativas de elevada produção, os valores dos contratos a termo firmados estão em torno de R$ 16,00/sc, e mesmo que o preço da arroba chegue a R$ 120,00 até julho/17, a relação de troca ficaria em 7,5 sc/@. Dito isso, conclui-se que este é um momento oportuno para o pecuarista analisar a viabilidade da suplementação, prevenindo-se assim de possíveis riscos (quebra de safra).

* Com os frigoríficos “lotados” de carne e a demanda ainda fraca, a arroba do boi gordo da vaca gorda registrou uma desvalorização, ficando cotada R$ 125,55 e R$ 121,53, respectivamente.

* A redução na procura de animais de reposição fez com que o valor do bezerro de ano recuasse 1,17% no comparativo semanal, ficando cotado a R$ 1.104,14/cab.

* A escala de abate reduziu 0,82 dia nesta semana, o que se deve ao difícil escoamento da carne nos frigoríficos.

* Ainda que o mercado opere em baixa, a relação de troca boi/bezerro aumentou 0,68%, sendo agora necessária a venda de 1,93 boi para a compra de um bezerro.

SAFRA CHUVOSA: O Imea vem acompanhando o regime pluviométrico em Mato Grosso, visto que as chuvas ditam as condições das pastagens, e neste sentido, nota-se que as precipitações para o pasto de 2017 estão maiores que as de 2016. Para se ter ideia, em todas as cidades analisadas, o volume pluviométrico foi ao menos 100 mm maior do que no período anterior e já há relatos de pecuaristas que indicam uma melhor oferta de pasto. As chuvas são grandes aliadas dos produtores, mas, como diz o ditado, “tudo que é demais, faz mal”, e chuvas em excesso podem encharcar o solo, causando a perda da forragem, pioram as condições das estradas para escoamento dos animais e provocam incidência de pragas como a cigarrinha, que em algumas cidades já vem registrando sua presença. Além de um início de ano com mais precipitações, nota-se que elas não devem cessar e a Somar Meteorologia prevê um fevereiro também mais chuvoso em 2017 do que em 2016.

Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea)

EMPRESAS

J&F diz que denúncias contra Joesley Batista são infundadas

A J&F, holding controladora da JBS, disse por meio de nota na terça-feira (7) que foi “surpreendida” com as medidas judiciais pedidas pelo Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal para bloqueio de bens do empresário Joesley Batista e do Presidente da Eldorado Celulose, José Carlos Grubisich.

O MPF alega que Joesley Batista, que também é Presidente do Conselho de Administração da JBS, e Grubisich descumpriram o termo de ciência e compromisso firmado em setembro de 2016, que garantiu a suspensão de medidas cautelares que haviam sido impostas aos executivos no âmbito da Operação Greenfield. Na segunda-feira (6), o MPF pediu que a Justiça bloqueie bens e ativos dos envolvidos até o limite de R$ 3,8 bilhões e proíba Joesley e Grubisich de ocuparem cargos ou funções de direção em empresa ou grupo da holding J&F, entre outros requerimentos. Os pedidos dos procuradores serão agora analisados pelo juiz da 10ª Vara Federal. Em setembro do ano passado, os irmãos Wesley e Joesley Batista chegaram a ser afastados dos seus cargos de CEO e presidente do Conselho de Administração da JBS, dentro das investigações da Operação Greenfield sobre potenciais investimentos irregulares de fundos de pensão em diversas empresas, entre as quais na Eldorado Brasil, controlada pela J&F Investimentos. Na ocasião, as medidas cautelares impostas aos empresários foram suspensas depois que eles firmaram um acordo com o MPF que incluiu o depósito de R$ 1,5 bilhão em garantias. O valor foi baseado em um cálculo que buscava garantir que, caso condenados, os rombos causados nos fundos de pensão fossem ressarcidos. Agora, o MPF alega que Joesley Batista e Grubisich “violaram o princípio da boa-fé”, com indícios da prática de atos ilícitos “com o objetivo de esconder irregularidades cometidas à frente da Eldorado Celulose”, segundo nota divulgada pelo MPF. Já Wesley Batista, Presidente da JBS, obteve um parecer favorável a seu pedido da defesa para que fossem revogadas as medidas a ele impostas. Wesley alegou que, à época dos fatos investigados, residia nos Estados Unidos e atuava em outros segmentos do grupo empresarial J&F. A J&F considerou em nota enviada à imprensa que as denúncias contra os empresários são “estapafúrdias, infundadas” e disse que elas seriam de “interesse pessoal” do conselheiro Max Mauran Pantoja da Costa, indicado pelo Funcef para o Conselho de Administração da Eldorado Celulose. O Funcef é o fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal e um dos acionistas da Eldorado Celulose. “A J&F refuta todas a alegações irresponsáveis feitas por Pantoja e pedirá ao MPF e ao juiz competente a oportunidade de provar a licitude, lealdade e boa-fé de todas decisões tomadas no âmbito da empresa e do seu Conselho de Administração, antes que tal ilação do conselheiro traga mais prejuízo para a empresa, clientes, colaboradores e os executivos mencionados”, informou a holding. O MPF alega que a Eldorado contratou a Ernest & Young e a Veirano Advogados para apuração independente sobre as alegações do MPF no ano passado mas, na realidade, estas empresas “agiram na tentativa de legitimar as práticas ilegais encontradas, como o pagamento de R$ 37,4 milhões da Eldorado para as empresas Viscaya e Araguaia, de propriedade de Lúcio Funaro”, denunciado no âmbito da Operação Sepsis, um dos desdobramentos da operação contra corrupção Lava Jato. A JBS não respondeu ao pedido da CarneTec por comentário sobre os requerimentos do MPF contra seu Presidente do Conselho de Administração até o fim da tarde de terça-feira (7).

CARNETEC

Couro do Brasil chega a recorde de vendas em feira na Índia

A participação de sete curtumes brasileiros na feira India International Leather Fair (IILF), em Chennai, na Índia, estabeleceu uma marca notável: US$ 4 milhões em negócios realizados durante os três dias do evento, entre 1º e 3 de fevereiro

A marca supera com folga as edições de 2015 e 2016 da feira (US$ 400 mil e US$ 2,96 milhões, respectivamente) e mostra todo o potencial da Índia como mercado alvo para o couro do Brasil. A participação dos curtumes nacionais na IILF tem o apoio do projeto Brazilian Leather, iniciativa do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para o incentivo às exportações de couros nacionais. Para os próximos 12 meses, a expectativa de negócios ligados à feira é de US$ 23 milhões. Os números positivos corroboram a excelente impressão dos curtumes brasileiros sobre o evento e a exportação de couros para a Índia. “Visualizamos grandes oportunidades de mercado”, destacou em sua avaliação final Ildemar Marchi de Almeida, da JBS Couros. Rogério Cunha, da Inteligência Comercial do CICB, explica que o projeto Brazilian Leather tem construído uma aproximação com a Índia há mais de três anos, desde que o país foi identificado como um potencial importador de couros de maior valor agregado. “Iniciamos com missão prospectiva, relacionamento com entidades representativas dos setores de couros e calçados na Índia, participação na IILF e estudo de oportunidades”, afirma. Os resultados de agora são, portanto, um produto coletivo construído por empresas e ações bem executadas pelo setor de couros do Brasil. Veja as empresas brasileiras que participaram na IILF com o apoio do Brazilian Leather: Cortume Krumenauer, Couros Bom Retiro – CBR, Curtume Bannach
Hason International, JBS Couros, Liderkoll e Minerva

CICB

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