Ano 7 | nº 1503 | 08 de junho de 2021
NOTÍCIAS
Mercado do boi gordo em alta
Na praça paulista as indústrias frigoríficas abriram as compras ofertando mais pela arroba no dia 07/06
Na praça paulista as indústrias frigoríficas abriram as compras ofertando mais pela arroba na última segunda-feira (7/6). A necessidade de repor os estoques, associada ao ritmo mais lento das negociações nos dois últimos dias da semana passada, resultaram em alta de R$2,00/@ para todas as categorias destinadas ao abate, frente à última sexta-feira (4/6). Segundo levantamento da Scot Consultoria, o boi, a vaca e novilha gordos ficaram cotados, respectivamente, em R$314,00/@, R$292,00/@ e R$304,00/@, preços brutos e a prazo no estado. O ágio do macho com até quatro dentes voltado à exportação chega até R$8,00/@, dependendo da negociação. Em Mato Grosso do Sul, na região de Campo Grande, as ofertas restritas e escalas de abate curtas, atendendo entre dois e três dias, resultaram em alta de R$2,00/@ para o boi, vaca e novilha gordos na última segunda-feira (7/6), na comparação diária. No Rio de Janeiro, também há dificuldade na originação de matéria-prima. Nesse contexto, os preços do boi e novilha gordos subiram R$3,00/@ e, para a vaca gorda, a alta foi de R$2,00/@ no mesmo período.
SCOT CONSULTORIA
Média diária exportada de carne bovina in natura fica acima das 8 mil toneladas na primeira semana de junho
A média diária embarcada de carne bovina in natura atingiu 8,09 mil toneladas nos primeiros três dias úteis do mês de junho, crescimento de 11,95% em relação ao exportado no mesmo período do ano passado, 7,2 mil toneladas
A informação é da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume total embarcado na primeira semana de junho foi de 24,2 mil toneladas. Para o Analista da Safras & Mercados, Fernando Henrique Iglesias, os primeiros três dias registraram bons volumes em um período mais curto. “Eu acredito que junho será um mês importante para os embarques já que a Argentina segue com as exportações paralisadas e os chineses estão demandando proteína de outros fornecedores, como o Brasil”, informou. Os preços médios na primeira semana de junho ficaram próximos de US$ 5.101,1 mil por tonelada, alta de 18,67% em relação a junho de 2020, com valor médio de US$ 4.298,4 mil por tonelada. “Os preços da carne bovina brasileira no mercado internacional seguem em patamares atrativos e dá fôlego para o frigorífico pagar mais pela arroba do boi com padrão exportação. A margem do frigorífico exportador segue muito positiva e a tendência para 2021 é de se manter com uma receita bem atrativa”, comentou. A média diária ficou em US$ 41,312 milhões, alta de 32,85% em relação a 2020, com US$ 31,096 milhões.
AGÊNCIA SAFRAS
Inseminação artificial: comércio de sêmen bovino cresce 39% no 1º trimestre
De acordo com a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), momento é impulsionado pela valorização do bezerro e da arroba do boi gordo
Atualmente, 20% dos rebanhos de fêmeas em idade de reprodução, de corte e leite, usam a técnica da inseminação artificial e o comércio de sêmen bovino aumentou 39% no primeiro trimestre de 2021, comparado ao mesmo período do ano passado. De acordo com o Presidente da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA), Márcio Nery, é preciso entender o cenário com a valorização do bezerro e da arroba, que começou na virada de 2019 para 2020. “Isso fez com que vários pecuaristas começassem a entender um pouco mais do impacto da genética dentro dos seus rebanhos”, disse. Nery explica que o crescimento previsto para 2021 era de até 30%, mas o primeiro trimestre já aponta um crescimento de 35% e, no setor de corte, o crescimento foi ainda maior: 50%. O Gerente de Operações da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Felipe Azambuja, explica que o comparativo do primeiro trimestre deste ano com o do ano passado, houve 48% de acréscimo nas vendas em hereford e 56% na braford. O crescimento também foi substancial para a raça angus, segundo Mateus Pivato, que é gerente de Fomento da Associação Brasileira de Angus. “Um destaque bastante grande para o sêmen produzido aqui no Brasil, que aumentou 53% a comercialização nesse primeiro trimestre, responsável por uma fatia de 29% de sêmen comercializado nesse primeiro trimestre”, disse. Pivato explica que para cada dez doses de sêmen importados foram produzidas seis doses aqui no Brasil. “Isso é muito bom e mostra a valorização da genética produzida por nossos produtores e nossos selecionadores”. Atualmente, de acordo com a Asbia, 64,7% dos municípios brasileiros utilizam a tecnologia da inseminação artificial no melhoramento dos rebanhos. Isso representa um crescimento de 12,9% em relação ao mesmo período no ano passado.
CANAL RURAL
Em nova alta, boi gordo é negociado por R$ 318 em São Paulo
Segundo a Safras, o volume de animais ofertados é tímido neste momento, consequência da redução do confinamento de primeiro giro
O mercado físico de boi gordo registrou preços predominantemente mais altos na segunda-feira, 7. “Tanto frigoríficos quanto pecuaristas atuam de maneira cautelosa no mercado, avaliando as melhores estratégias de negociação para o restante da semana”, diz o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, o volume de animais ofertados é tímido neste momento, consequência da redução do confinamento de primeiro giro. “Para o segundo giro de confinamento a expectativa é de avanços mais consistentes, avaliando a recente curva de preços futuros na B3, somado a uma possível retração dos custos de nutrição animal em linha com a entrada da safrinha no mercado a partir de agosto”, aponta. Com isso, em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 318, na modalidade à prazo, ante R$ 317 na sexta-feira. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 301, inalterada. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 307, contra R$ 305. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 306 ante R$ 304 – R$ 305. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 308 a arroba, ante R$ 305. Já no mercado atacadista, os preços da carne bovina voltaram a subir. Conforme Iglesias, a reposição segue interessante ao longo da primeira quinzena do mês, avaliando a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo. Com isso, o corte traseiro teve preço de R$ 20,75 o quilo, alta de cinco centavos. O corte dianteiro teve preço de R$ 17,30 o quilo, alta de cinco centavos, assim como a ponta de agulha, com mesmo preço e variação.
AGÊNCIA SAFRAS
ECONOMIA
Dólar fecha em estabilidade ante real com cenário benigno no Brasil e no exterior
O dólar manteve-se próximo da marca de 5 reais em meio à melhor percepção dos investidores sobre os cenários doméstico e internacional
A moeda norte-americana à vista teve variação positiva de 0,03%, a 5,0380 reais na venda. Na B3, o dólar futuro era negociado em queda de 0,28%, a 5,048 reais. O dólar spot quebrou uma sequência de três pregões consecutivos de queda, depois de fechar a sexta-feira em 5,037 reais na venda, seu menor patamar desde 10 de junho de 2020. Mesmo assim, a divisa continua próxima de suas mínimas recentes contra o real e já acumula perda de quase 3% no acumulado do ano. Além da melhor percepção dos investidores sobre o cenário doméstico, há um ambiente de fraqueza internacional da moeda norte-americana. Na semana que vem, o Federal Reserve anunciará sua decisão sobre a política monetária. Antes da reunião de 15 a 16 de junho do banco central norte-americano, as expectativas dos mercados internacionais giram em torno de dados desta semana, como a leitura sobre os preços aos consumidores norte-americanos de quinta-feira, depois que um relatório de emprego recente dos EUA aliviou temores de que a maior economia do mundo está acelerando a um ritmo que poderia alimentar a inflação. A economia norte-americana criou apenas 266 mil vagas de trabalho em abril, depois de abrir 770 mil postos em março, disse o Departamento de Trabalho dos EUA na última sexta-feira. O Banco Central do Brasil também se reúne na semana que vem. Em seu último encontro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC decidiu por uma segunda alta consecutiva de 0,75 ponto percentual da Selic, para 3,5%, e sinalizou a intenção de fazer um terceiro aperto da mesma magnitude na reunião de 15 e 16 de junho.
REUTERS
Ibovespa fecha em alta e renova máximas com impulso de bancos
O Ibovespa engatou a oitava alta seguida nesta segunda-feira, na maior série de ganhos desde 2018, renovando máximas e superando os 131 mil pontos pela primeira vez, com bancos entre os principais suportes
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com elevação de 0,5%, a 130.776,27 pontos, novo recorde de fechamento. O volume financeiro no pregão somou 33,8 bilhões de reais. “O Ibovespa segue com sua tendência de alta principal”, disse o analista da Clear Corretora, Rafael Ribeiro, chamando atenção para o desempenho de bancos, que ele cita como principal porta de entrada de estrangeiros na bolsa dada a ampla liquidez.
Dados da B3 respaldam tal percepção, com o saldo de capital externo positivo em 3,9 bilhões de reais no segmento Bovespa nos dois primeiros pregões deste mês, após entrada líquida de 12,2 bilhões de reais em maio. Na visão do chefe de renda variável da Vero Investimentos, Alexandre Jung, embora o novo recorde demonstre apetite de investidores por vários setores, a performance dos bancos respondeu por forte impulso na sessão. Da pauta macroeconômica, pesquisa Focus mostrou forte revisão nas projeções para o PIB em 2021 após a divulgação na semana passada de dados melhores do que o esperado sobre atividade econômica, com a mediana das projeções agora apontando alta de 4,36%. No exterior, Wall Street fechou com o S&P 500 em baixa de 0,08%.
REUTERS
Mercado melhora expectativa para crescimento este ano no Focus
O mercado elevou com força a expectativa de crescimento econômico do Brasil em 2021 depois de dados melhores do que o esperado sobre a atividade divulgados na semana passada, mostrou na segunda-feira a pesquisa Focus do Banco Central
De acordo com o levantamento semanal, a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto agora é de 4,36% este ano, de 3,96% na semana anterior. Para 2021 a conta também subiu, a 2,31%, de 2,25%. A revisão vem na esteira de dados que mostraram que a economia brasileira cresceu 1,2% no primeiro trimestre, acima do esperado e que levou o PIB de volta ao patamar pré-pandemia. O Focus mostrou ainda forte melhora no cenário para a produção industrial, com o crescimento esperado em 6,10% em 2021 e 2,40% em 2022, de 5,50% e 2,30% respectivamente na pesquisa anterior. As expectativas para a inflação também aumentaram, chegando a 5,44% este ano e 3,70% no ano que vem, de 5,31% e 3,68% antes. O centro da meta oficial para a inflação em 2021 é de 3,75% e para 2022 é de 3,50%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Os economistas consultados ainda deixaram inalterada a perspectiva para a taxa básica de juros, com a Selic prevista em 5,75% ao final deste ano e 6,50% em 2022.
REUTERS
Brasileiros depositam R$ 72,6 milhões a mais do que foi sacado na poupança em maio
Foi o segundo mês de captação positiva para a poupança após três meses em que os saques superaram os depósitos; o resultado é registrado na esteira da volta do pagamento do auxílio emergencial
Os brasileiros depositaram R$ 72,6 milhões a mais do que o volume de saques na poupança em maio, informou na segunda-feira, 7, o Banco Central. Foi o segundo mês de captação positiva para a poupança após três meses em que os saques superaram os depósitos. O resultado ocorre na esteira da volta do pagamento do auxílio emergencial para uma parcela da população. Em maio, os aportes na poupança somaram R$ 281, bilhões, enquanto os saques foram de R$ 281,2 bilhões. Esse movimento gerou o depósito líquido total de R$ 72,6 milhões no mês. Considerando o rendimento de quase R$ 2 bilhões da caderneta em maio, o saldo total das contas chegou a R$ 1,021 trilhão. Maio foi o segundo mês de 2021 em que houve mais depósitos do que saques na poupança. Nos meses de janeiro, fevereiro e março, os brasileiros haviam retirado recursos da caderneta. No acumulado de janeiro a maio, a população já retirou R$ 23,6 bilhões líquidos da caderneta. Em 2020, em meio à pandemia, a poupança havia registrado dez meses consecutivos de depósitos líquidos (de março a dezembro).
O ESTADO DE SÃO PAULO
FRANGOS & SUÍNOS
Exportação de carne suína acelera no começo de junho
2021 deve continuar sendo promissor para as exportações da proteína brasileira, já que a produção de carne suína chinesa deve ganhar força apenas em 2022
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, as exportações de carne suína in natura na primeira semana de junho tiveram ritmo acelerado, tanto em relação ao mesmo mês de 2020 quanto no comparativo com a última semana de maio. Para o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os resultados são muito positivos, “atingindo com facilidade as 90 mil toneladas por mês”, com a China, ainda em processo de recomposição dos plantéis suínos, e sem uma produção de carne suína eficaz. “Esse aumento de plantel vai começar a refletir em produção de carne em 2022, e só então devemos ver um menor ritmo de importação da proteína brasileira”, argumentou. A receita obtida de US$ 41.8 milhões, representou 22,3% do montante obtido em todo junho de 2020, com US$ 187.6 milhões. No volume embarcado, as 15.787 toneladas é 18,14% do total exportado em maio do ano passado, com 86.996 toneladas. Na média diária a primeira semana de junho atingiu US$ 13.965, valor 56,27% maior do que maio de 2020. No comparativo com a semana anterior, houve alta de 23,15%. Em toneladas por média diária, foram 5.262, houve avanço de 27,03% no comparativo com o mesmo mês de 2020. Em relação a semana anterior, aumento de 20,9%. No preço pago por tonelada, US$ 2.653 ele é 23,01% superior ao praticado em maio passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa leve alta de 1,8%.
AGÊNCIA SAFRAS
Exportação de carne de frango com faturamento surpreendente neste início de junho
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia as exportações de carne de aves in natura tiveram desempenho surpreendente. Em apenas três dias úteis, o faturamento já atingiu 50% do total obtido em todo o mês de junho de 2020
O faturamento por média diária nesta primeira semana extrapolou em mais de 250% o registrado em junho/2020, e mais de 140% no comparativo com os números da última semana de maio deste ano. Para o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os números surpreendem, já que desde o dia 23 de maio começou a valer o embargo a 11 plantas brasileiras exportadoras de carne de frango para a Arábia Saudita. “É um aumento muito agressivo e chama muito a atenção, mas fica difícil apontar algum fator específico, já que não há nada de extraordinário no mercado para motivar tal resultado”, disse. A Secex considerou em nota, que “feriados costumam fazer com que o movimento de exportação nos dias anteriores ou subsequentes seja mais intenso para compensar o dia não útil”. O comunicado da Secretaria ainda pontua que “para comparar os dados e mitigar o efeito-calendário, a variação é medida na média por dia útil. Com isso, ao dividir o movimento da semana por apenas três dias úteis, como na semana passada, a média pode ficar alta”. A receita de US$ 206.1 milhões, representa 50,70% do valor obtido em todo junho de 2020, que foi de US$ 406.5 milhões. Em volume, as 83.150 toneladas são 26,03% do total exportado em maio do ano passado, montante 319.420 toneladas. O faturamento por média diária na primeira semana de junho foi de US$ 68.702, 254,90% maior do que junho do ano passado. Em comparação à semana anterior, houve alta de 142,16%. Em toneladas por média diária, 27.716, avanço de 82,22% no comparativo com o mesmo mês do ano passado. No valor pago por tonelada, US$ 2.478 é 94,76% superior ao praticado em junho do ano passado. Em relação ao valor registrado na semana anterior, houve aumento de 59,4%.
AGÊNCIA SAFRAS
INTERNACIONAL
China importa 789 mil t de carne em maio, queda de 3,3% na comparação anual
A China importou 789 mil toneladas de carne em maio, recuo de 3,3% frente ao mesmo mês do ano anterior, mostraram dados de alfândega na segunda-feira, após uma queda nos preços da carne suína ter diminuído o apetite pelas compras externas
As importações também recuaram frente ao mês anterior, quando haviam atingido 922 mil toneladas, segundo números da Administração Geral de Alfândegas. O dado de maio também foi o menor desde novembro de 2020, quando a China importou 775 mil toneladas. A produção de carne suína da China caiu após surtos de peste suína africana registrados desde 2018, o que tem gerado forte demanda por importações de carnes suínas e outros tipos.
Os preços domésticos da carne suína, atualmente a 22 iuanes (3,44 dólares) por quilo, caíram mais que pela metade desde o início do ano graças à maior produção, assim como com as maiores importações desde o final do ano passado. As importações de carne nos primeiros cinco meses do ano ainda acumulam alta de 12,6% frente ao mesmo período do ano passado, em 4,34 milhões de toneladas, segundo os dados.
REUTERS
JBS adquire Rivalea por US$ 135 milhões e assume liderança em suínos na Austrália
Companhia controlada pela QAF Limited, de Cingapura, detém 26% do mercado de suínos do país da Oceania
A JBS anunciou nesta terça-feira a aquisição da indústria de carne suína australiana Rivalea, por US$ 135 milhões (o equivalente a R$ 681 milhões). Trata-se da maior produtora de carne suína da Austrália, com uma participação de 26% no processamento de suínos. A compra da Rivalea fortalece as operações da Primo, negócio australiano de alimentos processados à base de carne suína controlado pela JBS. Com a transação, o grupo brasileiro assume a liderança em carne suína na Austrália, disse o CEO global, Gilberto Tomazoni, em comunicado. De acordo com a JBS, a Rivalea fatura cerca de US$ 310 milhões atualmente, com um Ebitda de 37 milhões de dólares australianos, o que indica uma margem de 9,2%. A compra, que ainda depende da aprovação das autoridades antitruste, diversifica as operações da JBS na Austrália, atenuando o peso do negócio de carne bovina no país, que vem sofrendo nos últimos anos com o clima adverso e a menor oferta de animais para abate. A Rivalea pertence à QAF Limited, uma companhia listada em Cingapura.
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